{"id":986,"date":"2013-09-18T09:48:41","date_gmt":"2013-09-18T12:48:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=986"},"modified":"2013-09-18T09:48:41","modified_gmt":"2013-09-18T12:48:41","slug":"2007-elizabeth-de-souza-lima","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2007-elizabeth-de-souza-lima\/","title":{"rendered":"Elizabeth de Souza Lima MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Elizabeth de Souza Lima<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Elizabeth de Souza Lima, aluna do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu do dia 31 de julho de 2007, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Marisa Domingos, sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cCapacidade de\u00a0<em>Tradescantia pallida\u00a0<\/em>(Rose) DR Hunt cv.<em>\u00a0Purpurea Boom<\/em>\u00a0para biomonitoramento do potencial clastog\u00eanico de oz\u00f4nio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelas pesquisadoras Dra. Marisa Domingos (IBt), Dra. Solange Mazoni Viveiros (IBt) e<br \/>\nDra. Eliane Tigre Guimar\u00e3es Sant&#8217;Anna (Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Capacidade de\u00a0<em>Tradescantia pallida <\/em>(Rose) DR Hunt cv Purpurea Boom<br \/>\npara biomonitoramento do potencial clastog\u00eanico de oz\u00f4nio<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Oz\u00f4nio, um dos principais poluentes em \u00e1reas urbanas, \u00e9 altamente oxidativo, promovendo inj\u00farias diversas em plantas. Para monitorar a presen\u00e7a desse e de outros contaminantes atmosf\u00e9ricos e avaliar riscos para os seres vivos, s\u00e3o utilizadas esp\u00e9cies vegetais bioindicadoras, as quais podem apresentar cloroses, necroses, pigmenta\u00e7\u00f5es foliares t\u00edpicas, desarranjos fisiol\u00f3gicos e aberra\u00e7\u00f5es cromoss\u00f4micas como quebras cromoss\u00f4micas, originando fragmentos denominados micron\u00facleos (MCN). Entre as esp\u00e9cies que apresentam tais anormalidades cromoss\u00f4micas, pode-se citar\u00a0<em>Tradescantia pallida <\/em>(Rose) DR Hunt cv.<em> <\/em>`Purpurea&#8217; Boom, uma\u00a0<em>Commelinaceae<\/em>\u00a0origin\u00e1ria da Am\u00e9rica Central e amplamente utilizada em paisagismo em v\u00e1rios pa\u00edses, inclusive no Brasil. Entretanto, a forma\u00e7\u00e3o de MCN \u00e9 condicionada por diversos fatores, entre os quais a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e as vari\u00e1veis clim\u00e1ticas, cuja influ\u00eancia ainda n\u00e3o est\u00e1 bem estabelecida para\u00a0<em>T. pallida <\/em>`Purpurea&#8217;. No presente estudo, assim, pretendeu-se: (1) investigar a freq\u00fc\u00eancia basal de micron\u00facleos em c\u00e9lulas-m\u00e3es de gr\u00e3o de p\u00f3len de indiv\u00edduos cultivados exclusivamente em casa de vegeta\u00e7\u00e3o, isenta de poluentes clastog\u00eanicos; (2) determinar a sensibilidade dessa cultivar ao oz\u00f4nio e identificar fatores (temperatura e antioxidantes) que exercem influ\u00eancia sobre as respostas clastog\u00eanicas ao poluente; (3) determinar o tempo de recupera\u00e7\u00e3o adequado para diagnosticar clastog\u00eanese. A freq\u00fc\u00eancia espont\u00e2nea de MCN, monitorada ao longo de 17 meses em infloresc\u00eancias provenientes de plantas mantidas na casa de vegeta\u00e7\u00e3o, foi geralmente baixa (entre 0,4 a 1,8%) e foi influenciada, entre os fatores clim\u00e1ticos monitorados, apenas pela temperatura tr\u00eas dias antes da amostragem (amplitude t\u00e9rmica e valores m\u00e1ximos di\u00e1rios). Em paralelo, ramos florais coletados das mesmas plantas, foram expostos, em c\u00e2mara de fumiga\u00e7\u00e3o fechada, a 60ppb de oz\u00f4nio, por tr\u00eas horas, nas quatro esta\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas do ano ou a 80 ppb de oz\u00f4nio somente na primavera e ao ar filtrado. Os ramos florais permaneceram, ap\u00f3s exposi\u00e7\u00e3o, na c\u00e2mara de fumiga\u00e7\u00e3o fechada com aporte de ar filtrado para per\u00edodos de recupera\u00e7\u00e3o, de 24 a 120 horas. Ao t\u00e9rmino de cada tempo de recupera\u00e7\u00e3o estudado, os ramos florais foram fixados e dissecados. Das br\u00e1cteas extraiu-se \u00e1cido asc\u00f3rbico total e a contagem de MCN em c\u00e9lulas-m\u00e3es de gr\u00e3o de p\u00f3len foi feita nos bot\u00f5es florais. Houve aumento significativo da forma\u00e7\u00e3o de MCN em infloresc\u00eancias fumigadas com oz\u00f4nio, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quelas fumigadas com ar filtrado somente, demonstrando a alta sensibilidade de<em>\u00a0T. pallida <\/em>`Purpurea&#8217;\u00a0ao poluente. Esse aumento foi mais consp\u00edcuo no inverno e no ver\u00e3o. A concentra\u00e7\u00e3o de \u00e1cido asc\u00f3rbico variou ao longo do tempo de recupera\u00e7\u00e3o, tendo sido condicionada pela amplitude t\u00e9rmica e por temperaturas m\u00e1ximas em cada dia. Por\u00e9m, n\u00e3o foi alterada significativamente pelo oz\u00f4nio. A intensidade de forma\u00e7\u00e3o de MCN foi influenciada por varia\u00e7\u00f5es da concentra\u00e7\u00e3o desse antioxidante 24 horas antes e igualmente pela amplitude t\u00e9rmica e por temperaturas m\u00e1ximas em cada dia. Sob temperaturas m\u00e1ximas mais amenas observaram-se as maiores taxas de MCN. O tempo de recupera\u00e7\u00e3o mais indicado para diagnosticar clastog\u00eanese imposta por oz\u00f4nio foi de 72 horas ap\u00f3s exposi\u00e7\u00e3o ao poluente. Contudo, n\u00e3o foi poss\u00edvel estabelecer uma curva dose X resposta entre freq\u00fc\u00eancia de MCN e diferentes concentra\u00e7\u00f5es de oz\u00f4nio, de modo que a capacidade de<em>\u00a0T. pallida `Purpurea&#8217;<\/em>\u00a0para avalia\u00e7\u00e3o do potencial clastog\u00eanico de oz\u00f4nio ainda n\u00e3o p\u00f4de ser estabelecida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: ecotoxicologia, micron\u00facleo, oz\u00f4nio, bioensaio Trad-MCN.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Elizabeth_de_Souza_Lima_MS.pdf\" target=\"_blank\">Elizabeth de Souza Lima<br \/>\nCapacidade de\u00a0<em>Tradescantia pallida\u00a0<\/em>(Rose) DR Hunt cv Purpurea Boom para biomonitoramento do potencial clastog\u00eanico de oz\u00f4nio<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elizabeth de Souza Lima Elizabeth de Souza Lima, aluna do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu do dia 31 de julho de 2007, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. 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