{"id":976,"date":"2013-09-18T09:33:15","date_gmt":"2013-09-18T12:33:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=976"},"modified":"2013-09-18T09:33:15","modified_gmt":"2013-09-18T12:33:15","slug":"2007-elisabete-aparecida-lopes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2007-elisabete-aparecida-lopes\/","title":{"rendered":"Elisabete Aparecida Lopes MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Elisabete Aparecida Lopes<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Elisabete Aparecida Lopes, aluna de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu no dia 21 de junho de 2007 sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada:<br \/>\n&#8220;Forma\u00e7\u00f5es florestais de Plan\u00edcie Costeira e Baixa Encosta e sua rela\u00e7\u00e3o com o substrato geol\u00f3gico<br \/>\ndas Bacias dos Rios Itaguar\u00e9 e Guaratuba (Bertioga, SP) &#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela sua orientadora Dra. C\u00e9lia Regina de Gouveia Souza (IG),\u00a0Dr. S\u00e9rgio Romaniuc Neto (Instituto de Bot\u00e2nica) e<br \/>\nDr. Ricardo Ribeiro Rodrigues.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Forma\u00e7\u00f5es florestais de Plan\u00edcie Costeira e Baixa Encosta e sua rela\u00e7\u00e3o com o substrato geol\u00f3gico<br \/>\ndas Bacias dos Rios Itaguar\u00e9 e Guaratuba (Bertioga, SP)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Apesar da regi\u00e3o estar em intenso processo de urbaniza\u00e7\u00e3o, Bertioga preserva grande diversidade de ecossistemas, tendo sido escolhida como \u00e1rea de estudo porque: (a) mant\u00e9m grandes \u00e1reas de remanescentes de forma\u00e7\u00f5es florestais de plan\u00edcie costeira, em diferentes estados de conserva\u00e7\u00e3o\/altera\u00e7\u00e3o; (b) \u00e9 uma \u00e1rea representativa de todos os ambientes sedimentares quatern\u00e1rios presentes no litoral paulista, com dep\u00f3sitos marinhos pleistoc\u00eanicos e holoc\u00eanicos a atuais, dep\u00f3sitos pleistoc\u00eanicos e holoc\u00eanicos a atuais de origem fluvial, dep\u00f3sitos pleistoc\u00eanicos e holoc\u00eanicos a atuais de origem continental (fluviais e coluviais) e ambientes paleolagunares.<br \/>\nA vegeta\u00e7\u00e3o de plan\u00edcie costeira, muitas vezes chamada de \u201cvegeta\u00e7\u00e3o de restinga\u201d, \u00e9 considerada de cl\u00edmax ed\u00e1fico, mas s\u00e3o pouco conhecidas as rela\u00e7\u00f5es entre ela, o substrato geol\u00f3gico e os solos associados.\u00a0O estudo teve por objetivo mapear e caracterizar as forma\u00e7\u00f5es florestais (exceto manguezal) de plan\u00edcie costeira e baixa encosta da Serra do Mar, associadas a um conjunto de unidades geol\u00f3gicas quatern\u00e1rias previamente conhecidas, nas bacias dos rios Itaguar\u00e9 e Guaratuba, em Bertioga \u2013 SP.<br \/>\nAs fisionomias florestais foram mapeadas atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o de fotografias a\u00e9reas de diferentes escalas e imagem de sat\u00e9lite, trabalhos de campo, com estudos flor\u00edsticos (m\u00e9todo do caminhamento) e fitossociol\u00f3gicos ( m\u00e9todo da parcela \u00fanica) para a elabora\u00e7\u00e3o de perfis de vegeta\u00e7\u00e3o. Essas fitofisionomias foram denominadas de acordo com a Resolu\u00e7\u00e3o CONAMA n\u00b0 07\/96, que aprova par\u00e2metro b\u00e1sico para an\u00e1lise dos est\u00e1gios de sucess\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o de restinga para o Estado de S\u00e3o Paulo. Foram identificados seis grupos de forma\u00e7\u00f5es florestais: Floresta Baixa de Restinga (FbR), Floresta Alta de Restinga (FaR), Floresta Paludosa (FPa), Floresta de Transi\u00e7\u00e3o Restinga-Encosta (FTr), Floresta Alta de Restinga \u00damida (FaRu) e Floresta Aluvial (FAL). Estas duas \u00faltimas n\u00e3o constam na Resolu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOs resultados revelaram uma estreita rela\u00e7\u00e3o entre os dep\u00f3sitos sedimentares, o n\u00edvel do len\u00e7ol fre\u00e1tico (NA) e as fitofisionomias. Nos cord\u00f5es litor\u00e2neos holoc\u00eanicos a atuais ocorre a FbR; os terra\u00e7os marinhos holoc\u00eanicos e pleistoc\u00eanicos s\u00e3o recobertos pela FaR; os ambientes paleolagunares mais profundos, pela FPa e nas depress\u00f5es paleolagunares mais rasas, que ora entremeiam os terra\u00e7os pleistoc\u00eanicos marinhos mais antigos,encontra-se a FaRu; os terrenos de origem continental (fluviais e coluviais) s\u00e3o recobertos pela FTr e nos terra\u00e7os fluviais altos mais antigos, ocorre sempre a FAL. Os n\u00edveis de \u00e1gua mais profundos foram encontrados sob a FTr e a FAL e os mais superficiais, sob a FPa e a FaRu.<br \/>\nTodas as fisionomias florestais ocorrem nas duas bacias estudadas, mas na Bacia do Rio Guaratuba a Floresta Paludosa \u00e9 de origem antr\u00f3pica.<br \/>\nCom base nos resultados \u00e9 poss\u00edvel supor que a evolu\u00e7\u00e3o da plan\u00edcie costeira determina a forma\u00e7\u00e3o do mosaico vegetacional da \u201cRestinga\u201d. FaR e FAL que ocorrem em sedimentos pleistoc\u00eanicos podem ser as forma\u00e7\u00f5es florestais mais antigas da plan\u00edcie costeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras chaves:<\/strong> Restinga, Vegeta\u00e7\u00e3o, Plan\u00edcie costeira, Baixa encosta, Bertioga &#8211; SP<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Elisabete_Aparecida_Lopes_MS.pdf\" target=\"_blank\">Elisabete Aparecida Lopes<br \/>\nForma\u00e7\u00f5es florestais de Plan\u00edcie Costeira e Baixa Encosta e sua rela\u00e7\u00e3o com o substrato geol\u00f3gico<br \/>\ndas Bacias dos Rios Itaguar\u00e9 e Guaratuba (Bertioga, SP)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elisabete Aparecida Lopes Elisabete Aparecida Lopes, aluna de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu no dia 21 de junho de 2007 sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada: &#8220;Forma\u00e7\u00f5es florestais de Plan\u00edcie Costeira e Baixa Encosta e sua rela\u00e7\u00e3o com o substrato geol\u00f3gico das Bacias dos Rios [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/976"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=976"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/976\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=976"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}