{"id":9544,"date":"2025-03-31T10:24:52","date_gmt":"2025-03-31T13:24:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=9544"},"modified":"2025-03-31T10:24:52","modified_gmt":"2025-03-31T13:24:52","slug":"viviana-motato-vasquez-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/viviana-motato-vasquez-dr\/","title":{"rendered":"Viviana Motato V\u00e1squez &#8211; DR"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Viviana Motato V\u00e1squez<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Em 22 de fevereiro de 2019, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt-SP), Viviana Motato-V\u00e1squez, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente e bolsista da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (CAPES), defendeu a sua tese intitulada \u201cSistem\u00e1tica do clado Phlebioide (Basidiomycota, Polyporales) e fungos corticioides relacionados, com \u00eanfase em esp\u00e9cimes coletados no sul e sudeste da Mata Atl\u00e2ntica brasileira\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A tese foi avaliada e aprovada pela banca examinadora presidida pela Dra. Adriana de Mello Gugliotta (Instituto de Bot\u00e2nica \u2013 IBt), tendo como membros os Drs. Nelson Menolli (IBt \u2013 SP), Mario Rajchenberg (Centro de Investigaci\u00f3n y Extension Forestal Andino Patagonico \u2013 CIEFAP), Arist\u00f3teles G\u00f3es-Neto (Universidad Federal de Minas Gerais \u2013 UFMG) e Juliano M. Baltazar (Universidade Federal de S\u00e3o Carlos \u2013 UFSCar).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Sistem\u00e1tica do clado Phlebioide (Basidiomycota, Polyporales) e fungos corticioides relacionados, com \u00eanfase em esp\u00e9cimes coletados no sul e sudeste da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">The use of molecular data in phylogenetic hypotheses of fungi has been a crucial aspect for the establishment of the modern state of Polyporales systematics. Studies at the beginning of the 21st century divided the Polyporales into four main clades: core of polyporoid clade, phlebioid clade, <em>Antrodia <\/em>clade and residual polyporoid clade. The phlebioide clade, including mainly corticioid fungi, was initially divided into three more inclusive clades, which are formally recognized as families: Irpicaceae, Meruliaceae and Phanerochaetaceae. In Brazil, the study of corticioid fungi has been generally sparse, and despite a considerable increase of research efforts in recent years, few studies included specimens of the phlebioide clade in phylogenetic analyses. As a consequence, the knowledge about these organisms in Brazil is still scarce from the phylogenetic point of view and therefore the taxonomic identity of many genera and species remains unknown. Thus, this study is unprecedented in the systematics of the phlebioide clade and related corticioid fungi; since it deals with morphological and molecular analyses of specimens collected in southern and southeastern regions of the Brazilian Atlantic Forest. This study includes an unprecedented taxon sampling of Neotropical species in a phylogenetic analysis of Polyporales. A total of 628 specimens were collected between 2015 and 2017, of which 178 were identified as members of the phlebioid clade. A total of 390 sequences, mainly from the ITS, LSU and <em>tef1<\/em>regions, were generated, of which 310 were used in phylogenetic analyses. These data increased by approximately 300% the current knowledge of the genetic diversity of fungi of the phlebioid clade in Brazil. The inclusion of sequences of Brazilian specimens in the current phylogenetic hypothesis of the phlebioid clade had a strong impact on classifications at genera and species level. Four genera and 11 species are newly described, one genus and one species are emended and seven new combinations are presented. In addition, four lectotypes and two neotypes were designated and a type specimen was sequenced and its phylogenetic position was tested. This study contributed to remediate the shortfalls in the knowledge of the morphology, geographic distribution and phylogenetic relationships of the phlebioid clade in the Brazilian Atlantic Forest, as well as in the Neotropics, using multiple lines of evidence.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Key words: <\/strong>molecular phylogeny, Neotropical fungi, Irpicaceae, Meruliaceae, Phanerochaetaceae, cryptic species complexes<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A incorpora\u00e7\u00e3o de dados de sequ\u00eancias de ADN nas hip\u00f3teses filogen\u00e9ticas dos fungos tem sido um fator crucial para o desenvolvimento do estado atual da sistem\u00e1tica dos Polyporales. Estudos do in\u00edcio do s\u00e9culo XXI dividiram os Polyporales em quatro grandes grupos, nomeados informalmente como clado do n\u00facleo poliporoide, clado phlebioide, clado <em>Antrodia<\/em> e clado residual poliporoide. O clado phlebioide, com fungos predominantemente corticioides, foi inicialmente dividido em tr\u00eas clados mais inclusivos, que hoje s\u00e3o formalmente reconhecidos como fam\u00edlias: Irpicaceae, Meruliaceae e Phanerochaetaceae. No Brasil, o estudo de fungos corticioides tem sido geralmente esparso e, apesar de um incremento consider\u00e1vel na pesquisa nos \u00faltimos anos, s\u00e3o poucos os trabalhos que inclu\u00edram representantes do clado phlebioide em estudos filogen\u00e9ticos. Como consequ\u00eancia, o conhecimento desses organismos no Brasil, do ponto de vista filogen\u00e9tico, ainda \u00e9 escasso. Portanto, a identidade taxon\u00f4mica de muitos g\u00eaneros e esp\u00e9cies \u00e9 desconhecida. Assim, este estudo \u00e9 in\u00e9dito na sistem\u00e1tica do clado phlebioide e dos fungos corticioides relacionados, uma vez que aborda an\u00e1lises morfol\u00f3gicas e moleculares dos esp\u00e9cimes coletados nas regi\u00f5es sul e sudeste da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira e contribuiu na adi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies neotropicais \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o filogen\u00e9tica da ordem Polyporales. Um total de 628 esp\u00e9cimes foram coletados entre 2015 e 2017, dos quais 178 foram identificados como membros do clado phlebioide. Um total de 390 sequ\u00eancias, principalmente das regi\u00f5es ITS, LSU e <em>tef1<\/em>, foram geradas, sendo que 310 foram utilizadas em an\u00e1lises filogen\u00e9ticas. Estes dados incrementaram em aproximadamente 300% o conhecimento atual da diversidade g\u00eanica dos fungos do clado phlebioide no Brasil. A inclus\u00e3o de sequ\u00eancias de esp\u00e9cimes brasileiros, nas atuais hip\u00f3teses filogen\u00e9ticas do clado phlebioide, teve um forte impacto nas classifica\u00e7\u00f5es em n\u00edvel de g\u00eaneros e esp\u00e9cies. Assim, s\u00e3o propostas as seguintes novidades: quatro g\u00eaneros e 11 esp\u00e9cies novas, emendas para um g\u00eanero e uma esp\u00e9cie e sete novas combina\u00e7\u00f5es nomenclaturais s\u00e3o apresentadas. Adicionalmente, quatro lect\u00f3tipos e dois ne\u00f3tipos foram selecionados, e um esp\u00e9cime tipo foi sequenciado e sua posi\u00e7\u00e3o filogen\u00e9tica foi testada. Este estudo contribuiu para preencher lacunas no conhecimento das diversidades g\u00eanica, morfol\u00f3gica, de distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e das rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas dos fungos do clado phlebioide na Mata Atl\u00e2ntica Brasileira, assim como do Neotr\u00f3pico, utilizando m\u00faltiplas fontes de evid\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras chave:<\/strong> filogenia molecular, fungos Neotropicais, Irpicaceae, Meruliaceae, Phanerochaetaceae, complexos de esp\u00e9cies cr\u00edpticas<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><span style=\"color: #000000\">(indispon\u00edvel para consulta)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #000000\">Viviana Motato V\u00e1squez <\/span><br \/>\nSistem\u00e1tica do clado Phlebioide (Basidiomycota, Polyporales) e fungos corticioides relacionados, com \u00eanfase em esp\u00e9cimes coletados no sul e sudeste da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Viviana Motato V\u00e1squez Em 22 de fevereiro de 2019, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt-SP), Viviana Motato-V\u00e1squez, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente e bolsista da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (CAPES), defendeu a sua tese intitulada \u201cSistem\u00e1tica do clado Phlebioide (Basidiomycota, Polyporales) e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":187,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9544"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/187"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9544"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9544\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9545,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9544\/revisions\/9545"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9544"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}