{"id":931,"date":"2013-09-17T17:09:23","date_gmt":"2013-09-17T20:09:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=931"},"modified":"2013-09-17T17:09:23","modified_gmt":"2013-09-17T20:09:23","slug":"2011-carolina-coelho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2011-carolina-coelho\/","title":{"rendered":"Carolina Brand\u00e3o Coelho MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Carolina Brand\u00e3o Coelho<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Carolina Brand\u00e3o Coelho, aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo,<br \/>\ndefendeu, no dia 18 de fevereiro de 2011, sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada:<br \/>\n\u201cAn\u00e1lise palinol\u00f3gica dos esporos de\u00a0<em>Serpocaulon\u00a0<\/em>A.R. Sm. (Polypodiaceae J. Presl) ocorrentes no Brasil\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelo seu orientador Dr. Luciano Mauricio Esteves (Instituto de Bot\u00e2nica, N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia),<br \/>\nDra. Cynthia Fernandes P. da Luz (Instituto de Bot\u00e2nica, N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia) e<br \/>\nDra. Claudine Massi Mynssen (Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro, Herb\u00e1rio).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/t_carolina_coelho_clip_image002.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-935\" alt=\"\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/t_carolina_coelho_clip_image002.jpg\" width=\"233\" height=\"156\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O trabalho teve como objetivo contribuir para uma melhor delimita\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica do g\u00eanero\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>\u00a0aprimorando a sistem\u00e1tica e a compreens\u00e3o das complexas rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas da fam\u00edlia Polypodiaceae. Foram analisadas as 16 esp\u00e9cies de\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>ocorrentes no Brasil:\u00a0<em>Serpocaulon adnatum<\/em>\u00a0(Kunze ex Klotzsch) A R. Sm.,\u00a0<em>S. attenuatum<\/em>\u00a0(Humb. &amp; Bonpl. ex Willd.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. caceresii<\/em>\u00a0(Sodiro) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. catharinae<\/em>\u00a0(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. fraxinifolium<\/em>\u00a0(Jacq.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. giganteum<\/em>\u00a0(Desv.) A.R. Sm.,<em>S. glandulosissimum<\/em>\u00a0(Brade) Labiak &amp; J. Prado,\u00a0<em>S. latipes<\/em>\u00a0(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. levigatum<\/em>\u00a0(Cav.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. meniscifolium<\/em>(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. mexiae<\/em>\u00a0(Copel.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. panorense<\/em>\u00a0(C. Chr.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. richardii<\/em>\u00a0(Klotzsch) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. sehnemii<\/em>\u00a0(Pic. Serm.) Labiak &amp; J. Prado.\u00a0<em>S. triseriale<\/em>\u00a0(Sw.) A.R. Sm.,\u00a0<em>S. vacillans<\/em>\u00a0(Link)A.R. Sm.; e mais nove esp\u00e9cies de cinco g\u00eaneros proximamente relacionadas a\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>:\u00a0<em>Campyloneurum angustifolium<\/em>\u00a0F\u00e9e,\u00a0<em>Grammitis fluminensis\u00a0<\/em>F\u00e9e,\u00a0<em>G. leptopoda\u00a0<\/em>(C.H. Wright) Copel.,\u00a0<em>Microgramma percussa\u00a0<\/em>(Cav.) de la Sota,\u00a0<em>Pleopeltis macrocarpa\u00a0<\/em>(Bory ex. Willd.) Kaulf.,\u00a0<em>P. polypodioides\u00a0<\/em>(L.) E.G. Andrews &amp; Windham,\u00a0<em>Polypodium dulce\u00a0<\/em>L.,\u00a0<em>Terpsichore cultrata<\/em>\u00a0(Willd.) A.R. Sm. e\u00a0<em>T. reclinata\u00a0<\/em>(Brack.) Labiak.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os esporos foram acetolisados, medidos, descritos e fotografados sob microscopia \u00f3ptica e eletr\u00f4nica de varredura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os dados obtidos demonstraram que o g\u00eanero \u00e9 bastante homog\u00eaneo morfologicamente, com esporos sempre monoletes ornamentados por verrugas, por\u00e9m com grande variabilidade de tamanho, o que indica a heterogeneidade e a plasticidade das esp\u00e9cies. A morfologia dos esporos n\u00e3o separa\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>\u00a0A.R. Sm. de\u00a0<em>Polypodium<\/em>\u00a0L., j\u00e1 que em ambos os esporos s\u00e3o monoletes e ornamentados por verrugas. Al\u00e9m disso, an\u00e1lise palinol\u00f3gica dos esporos de\u00a0<em>Serpocaulon\u00a0<\/em>demonstrou ainda que existem rela\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas entre estes e os das esp\u00e9cies\u00a0<em>C. angustifolium<\/em>,\u00a0<em>P. macrocarpa<\/em>\u00a0e\u00a0<em>P. polypodioides<\/em>. As esp\u00e9cies de\u00a0<em>Grammitis\u00a0<\/em>e\u00a0<em>Terpsichore<\/em>, embora inclusas em Polypodiaceae e com grandes afinidades com\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>\u00a0como demonstrado nas filogenias mais recentes, apresentaram esporos totalmente diferentes de\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>, permitindo separar os tr\u00eas g\u00eaneros a partir da morfologia dos esporos.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">An\u00e1lise palinol\u00f3gica do g\u00eanero Serpocaulon A.R. Sm. (Polypodiaceae J. Presl) ocorrentes no Brasil.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A fam\u00edlia Polypodiaceae (J. Presl) agrupa 56 g\u00eaneros e cerca de 1200 esp\u00e9cies, e \u00e9 bastante diversificada morfologicamente, n\u00e3o podendo ser definida apenas por uma \u00fanica caracter\u00edstica. Estudos filogen\u00e9ticos a partir de dados morfol\u00f3gicos e moleculares propuseram uma reorganiza\u00e7\u00e3o do grupo e resultaram em um novo sistema de classifica\u00e7\u00e3o na fam\u00edlia. O g\u00eanero\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>\u00a0A.R. Sm. foi segregado de\u00a0<em>Polypodium\u00a0<\/em>L., com cerca de 42 esp\u00e9cies, como uma linhagem monofil\u00e9tica de esp\u00e9cies exclusivamente neotropical. Foi estudada a morfologia dos esporos das 16 esp\u00e9cies que ocorrem no Brasil, aprimorando a sistem\u00e1tica e a compreens\u00e3o das complexas rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas da fam\u00edlia Polypodiaceae:\u00a0<em>Serpocaulon adnatum\u00a0<\/em>(Kunze ex Klotzsch) A.R. Sm.<em>, S. attenuatum\u00a0<\/em>(Humb. &amp; Bonpl. ex Willd.) A.R. Sm.<em>, S. caceresii\u00a0<\/em>(Sodiro) A.R. Sm.,<em>\u00a0S. catharinae\u00a0<\/em>(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.<em>, S. fraxinifolium\u00a0<\/em>(Jacq.) A.R. Sm.<em>, S. giganteum\u00a0<\/em>(Desv.) A.R. Sm.<em>, S. glandulosissimum\u00a0<\/em>(Brade) Labiak &amp; J. Prado<em>, S. latipes\u00a0<\/em>(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.<em>, S. levigatum\u00a0<\/em>(Cav.) A.R. Sm.<em>, S. meniscifolium\u00a0<\/em>(Langsd. &amp; Fisch.) A.R. Sm.<em>, S. mexiae\u00a0<\/em>(Copel.) A.R. Sm.<em>, S. panorense\u00a0<\/em>(C. Chr.) A.R. Sm.<em>, S. richardii<\/em>(Klotzsch) A.R. Sm.<em>, S. sehnemii\u00a0<\/em>(Pic. Serm.) Labiak &amp; J. Prado<em>, S. triseriale\u00a0<\/em>(Sw.) A.R. Sm.e<em>\u00a0S. vacillans\u00a0<\/em>(Link) A.R. Sm. Os materiais foram obtidos de plantas herborizadas procedentes de exsicatas dos herb\u00e1rios ESA, HRCB, INPA, MBM, RB, RBR, SP, UEC, UPCB. Os esporos foram acetolisados, medidos e fotografados sob microscopia \u00f3ptica e eletr\u00f4nica de varredura. N\u00e3o foram considerados materiais padr\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o no presente estudo, j\u00e1 que se pretendia analisar a varia\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica entre os esp\u00e9cimes a partir de dados morfol\u00f3gicos e estat\u00edsticos. As medidas receberam tratamentos estat\u00edsticos descritivos e atrav\u00e9s da ordena\u00e7\u00e3o dos componentes principais (PCA), em que foram tratadas as vari\u00e1veis m\u00e9tricas dos di\u00e2metros, fitofisionomias e ornamenta\u00e7\u00e3o visando avaliar se estes permitiam a delimita\u00e7\u00e3o de t\u00e1xons.\u00a0 Os esporos de\u00a0<em>Serpocaulon\u00a0<\/em>s\u00e3o monoletes, grandes, com les\u00e3o medindo aproximadamente \u00bd do di\u00e2metro equatorial maior. A superf\u00edcie \u00e9 recoberta por verrugas que variam em altura, largura e adensamento sobre o exosporo, permitindo a distin\u00e7\u00e3o de nove grupos de esp\u00e9cies e auxiliando nas delimita\u00e7\u00f5es intraespec\u00edficas. A morfologia dos esporos n\u00e3o separa\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>\u00a0A.R. Sm. de\u00a0<em>Polypodium<\/em>\u00a0L., j\u00e1 que em ambos os esporos s\u00e3o monoletes e ornamentados por verrugas. Ainda, este trabalho tamb\u00e9m n\u00e3o indica o monofiletismo de\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>, mas em contrapartida, corrobora a monofilia do clado neotropical de Schneider\u00a0<em>et al.<\/em>\u00a0(2004).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave<\/strong>:\u00a0<em>Serpocaulon<\/em>, esporos, morfologia, palinologia, Samambaias.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Carolina_Brandao_Coelho_MS.pdf\" target=\"_blank\">Carolina Brand\u00e3o Coelho<br \/>\nAn\u00e1lise palinol\u00f3gica do g\u00eanero <em>Serpocaulon<\/em> A.R. Sm. (Polypodiaceae J. Presl) ocorrentes no Brasil.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carolina Brand\u00e3o Coelho Carolina Brand\u00e3o Coelho, aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, defendeu, no dia 18 de fevereiro de 2011, sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada: \u201cAn\u00e1lise palinol\u00f3gica dos esporos de\u00a0Serpocaulon\u00a0A.R. Sm. (Polypodiaceae J. Presl) ocorrentes no Brasil\u201d. 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