{"id":9226,"date":"2024-07-25T15:53:20","date_gmt":"2024-07-25T18:53:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=9226"},"modified":"2024-08-01T12:27:21","modified_gmt":"2024-08-01T15:27:21","slug":"mayara-caroline-barbosa-dos-santos-rocha-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/mayara-caroline-barbosa-dos-santos-rocha-dr\/","title":{"rendered":"Mayara Caroline Barbosa dos Santos Rocha\u00a0 &#8211; DR"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-8353 aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa.jpg\" alt=\"\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa-320x55.jpg 320w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa-768x132.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa-250x43.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa-550x94.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2023\/01\/faixaposipa-800x137.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Mayara Caroline Barbosa dos Santos Rocha<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Os estudos das algas brasileiras foram iniciados por pesquisadores estrangeiros no s\u00e9culo XIV e at\u00e9 a presente data foram descritas 35 esp\u00e9cies com localidade tipo litoral brasileiro, sendo Phaeophyceae (17) e Ulvophyceae (18) distribu\u00eddos em 14 herb\u00e1rios, no Brasil e no mundo. A presente pesquisa teve como objetivo resgatar, reunir e disponibilizar imagens, informa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas e moleculares, quando poss\u00edvel, dos hol\u00f3tipos ou top\u00f3tipos de macroalgas da costa brasileira pertencentes \u00e0s classes Phaeophyceae (Ochrophyta) e Ulvophyceae (Chlorophyta). Para fins de contribuir nos estudos taxon\u00f4micos e filogen\u00e9ticos das macroalgas e de resgatar o patrim\u00f4nio cient\u00edfico nacional. Para certifica\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica e molecular foram coletados esp\u00e9cimes nas localidades tipo, aproximadamente (41%) Phaeophyceae e (11%) Ulvophyceae. Para criar a certifica\u00e7\u00e3o molecular utilizados os marcadores moleculares COI-5P e cox3 (Phaeophyceae) e <em>tuf<\/em>A para (Ulvophyceae). Assim, foram obtidas sequ\u00eancias que serviram de barcoding para tr\u00eas esp\u00e9cies: <em>Jolyna<\/em> <em>laminarioides<\/em> (Phaeophyceae); <em>Caulerpa<\/em> <em>kempfii<\/em> e <em>Caulerpa<\/em> <em>pusilla<\/em> var. <em>mucronata<\/em> (Ulvophyceae). Com rela\u00e7\u00e3o a diverg\u00eancia gen\u00e9tica para as tr\u00eas sequencias de <em>Sargassum cymosum<\/em> e <em>S. cymosum<\/em> var. <em>nanum<\/em>, obtidas neste estudo, foi de (0-0,4%) sendo considerada baixa, confirmando que os t\u00e1xons de fato correspondem a uma \u00fanica esp\u00e9cie. Dentro da ordem Ectocapales que abriga o g\u00eanero <em>Jolyna,<\/em> a diverg\u00eancia foi de (16,1-20,9%) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais sequencias, confirmando o seu posicionamento dentro da ordem. Destaca-se que esta \u00e9 a sequ\u00eancia do topotipo e \u00e9 a \u00fanica para certifica\u00e7\u00e3o molecular da esp\u00e9cie. <em>Caulerpa kempfii<\/em> e <em>C. pusilla<\/em> var. <em>mucronata <\/em>apresentaram diverg\u00eancia. Uma alta quantidade de algas n\u00e3o foram encontradas nesta pesquisa pois algumas esp\u00e9cies n\u00e3o mais referidas desde a sua proposi\u00e7\u00e3o, sugerindo assim, que houve altera\u00e7\u00f5es ambientais e antropiza\u00e7\u00e3o ou atribui\u00e7\u00e3o err\u00f4nea das localidades-tipo, equivoco no nome da esp\u00e9cie, al\u00e9m da dificuldade de acesso por serem organismos encontrados em profundidade ou estes s\u00e3o de tamanho microsc\u00f3pico e estavam crescendo como ep\u00edfitas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">\u201cCAT\u00c1LOGO DOS ESP\u00c9CIMES TIPO DE MACROALGAS MARINHAS DO BRASIL: PHAEOPHYCEAE E ULVOPHYCEAE\u201d<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A identifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica de macroalgas marinhas baseada apenas em crit\u00e9rios morfo-anat\u00f4micos pode provocar erros, devido \u00e0 alta plasticidade fenot\u00edpica em resposta a fatores ambientais, levando \u00e0 converg\u00eancia morfol\u00f3gica. Diante disso, o processo de identifica\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o vem mudando ao longo dos \u00faltimos anos com a incorpora\u00e7\u00e3o de sequ\u00eancias de regi\u00f5es padronizadas do DNA (marcadores moleculares) aliadas \u00e0s caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas que possibilitam estimativas mais real\u00edsticas da diversidade de esp\u00e9cies. Entretanto, \u00e9 imprescind\u00edvel que a sequ\u00eancia seja obtida do hol\u00f3tipo ou outros esp\u00e9cimes tipo, como os topotipos, ap\u00f3s certificar a identifica\u00e7\u00e3o do material novamente coletado com base na descri\u00e7\u00e3o original do t\u00e1xon e observando as afinidades ambientais. Em macroalgas pardas e verdes, a partir do litoral brasileiro foram descritos 35 t\u00e1xons, sendo 17 Phaeophyceae (Ochrophyta) e 18 Ulvophyceae (Chlorophyta), que est\u00e3o distribu\u00eddos em 14 herb\u00e1rios, no Brasil (6) e no exterior (8). Assim, esta pesquisa teve como objetivo reunir informa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas e moleculares (quando dispon\u00edveis) de hol\u00f3tipos ou topotipos de macroalgas da costa brasileira pertencentes a Phaeophyceae e Ulvophyceae e atribuir uma etiqueta molecular com prop\u00f3sito de barcode para certifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica. Ap\u00f3s v\u00e1rios testes, os marcadores moleculares utilizados foram COI-5P e cox3 em Phaeophyceae e tufA, em Ulvophyceae. Durante as visitas realizadas nas localidades-tipo, das 35 esp\u00e9cies, foram coletadas duas esp\u00e9cies de Ulvophyceae e sete de Phaeophyceae. Outras seis localidades-tipo foram visitadas, mas os topotipos n\u00e3o foram encontrados. Foram obtidas sequ\u00eancias que serviram de barcoding para tr\u00eas esp\u00e9cies: <em>Jolyna laminarioides<\/em> (Phaeophyceae); <em>Caulerpa kempfii<\/em> e <em>Caulerpa pusilla<\/em> var. <em>mucronata<\/em> (Ulvophyceae). Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o molecular, dos esp\u00e9cimes tipo de Phaeophyceae e Ulvophyceae do Brasil, aproximadamente 23% e 28%, respectivamente, possuem etiqueta molecular atrelada. De acordo com o m\u00e9todo de infer\u00eancia &#8220;Neigbour-joining&#8221;, a diverg\u00eancia gen\u00e9tica para as tr\u00eas sequencias de <em>Sargassum cymosum<\/em> e <em>S. cymosum<\/em> var. <em>nanum<\/em>, obtidas neste estudo, foi de (0-0,4%). Essa diverg\u00eancia \u00e9 considerada baixa, confirmando que os t\u00e1xons de fato correspondem a uma \u00fanica esp\u00e9cie. Dentro da ordem Ectocapales que abriga o g\u00eanero <em>Jolyna<\/em>, a diverg\u00eancia foi de (16,1-20,9%) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais sequencias, confirmando o seu posicionamento dentro da ordem. Destaca-se que esta \u00e9 a sequ\u00eancia do topotipo e \u00e9 a \u00fanica para certifica\u00e7\u00e3o molecular da esp\u00e9cie. <em>Caulerpa kempfii<\/em> e <em>C. pusilla<\/em> var. <em>mucronata<\/em> apresentaram diverg\u00eancia interespec\u00edfica baixa (0-0,2%), levantando a possibilidade de que ambas as esp\u00e9cies possam representar uma mesma entidade, visto que as localidades-tipo das duas esp\u00e9cies \u00e9 Pernambuco.<\/p>\n<p><strong>Palavras-Chave<\/strong>: certifica\u00e7\u00e3o molecular, COI-5P, cox3, holotipos, topotipos, <em>tuf<\/em>A.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">The taxonomic identification of marine macroalgae based only on morpho-anatomical criteria can cause errors, due to the high phenotypic plasticity in response to environmental factors, leading to morphological convergence. In view of this, the process of identification and description has been changing over the last few years with the incorporation of sequences from standardized DNA regions (molecular markers) combined with morphological characteristics that allow more realistic estimates of species diversity. However, it is essential that the sequence be obtained from the holotype or other type specimens, such as topotypes, after certifying the identification of the material newly collected based on the original description of the taxon and observing the environmental affinities. In brown and green macroalgae, from the Brazilian coast, 35 taxa have been described, 17 Phaeophyceae (Ochrophyta) and 18 Ulvophyceae (Chlorophyta), which are distributed in 14 herbaria, in Brazil (6) and abroad (8). Thus, this research aimed to gather morphological and molecular information (when available) of holotypes or topotypes of macroalgae from the Brazilian coast belonging to Pheophyceae and Ulvophyceae and assign a molecular label with the purpose of taxonomic certification. After several tests, the molecular markers used were COI-5P and cox3 in Phaeophyceae and tufA in Ulvophyceae. During the visits carried out in the type-localities, of the 35 species, two species of Ulvophyceae and seven of Phaeophyceae were collected. Another six type localities were visited, but topotypes were not found. Sequences were obtained that served as barcoding for three species: <em>Jolyna laminarioides<\/em> (Phaeophyceae); <em>Caulerpa kempfii<\/em> and <em>Caulerpa pusilla<\/em> var. <em>mucronata<\/em> (Ulvophyceae). With regard to the molecular identification of type specimens of Phaeophyceae and Ulvophyceae from Brazil, approximately 23% and 28%, respectively, have a molecular tag associated. According to &#8220;Neigbour-joining&#8221; inference methods, the genetic divergence for the three sequences of <em>S. cymosum<\/em> and <em>S. cymosum<\/em> var. <em>nanum<\/em> obtained in this study, was (0-0.4%). This divergence is considered low, confirming that the taxa indeed correspond to a single species. Within the order Ectocapales that includes the genus <em>Jolyna<\/em>, the divergence was (16.1-20.9%) in relation to the other sequences, confirming its position within the order. It is noteworthy that this is the topotype sequence and is the only one for molecular certification of the species. <em>Caulerpa kempfii<\/em> and <em>C. pusilla<\/em> var. <em>mucronata<\/em> showed low interspecific divergence (0- 0.2%), raising the possibility that both species may represent the same entity, since the type localities of both species are Pernambuco.<\/p>\n<p><strong>Keywords<\/strong>: molecular certification, COI-5P, cox3, holotypes, topotypes, <em>tuf<\/em>A.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2024\/07\/mayara_caroline_barbosa_dos_santos_rocha_dr.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2024\/07\/mayara_caroline_barbosa_dos_santos_rocha_dr.pdf\"><strong>Mayara Caroline Barbosa dos Santos Rocha<\/strong><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2024\/07\/mayara_caroline_barbosa_dos_santos_rocha_dr.pdf\">CAT\u00c1LOGO DOS ESP\u00c9CIMES TIPO DE MACROALGAS MARINHAS DO BRASIL: PHAEOPHYCEAE E ULVOPHYCEAE<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mayara Caroline Barbosa dos Santos Rocha Os estudos das algas brasileiras foram iniciados por pesquisadores estrangeiros no s\u00e9culo XIV e at\u00e9 a presente data foram descritas 35 esp\u00e9cies com localidade tipo litoral brasileiro, sendo Phaeophyceae (17) e Ulvophyceae (18) distribu\u00eddos em 14 herb\u00e1rios, no Brasil e no mundo. 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