{"id":7787,"date":"2021-06-07T10:43:37","date_gmt":"2021-06-07T13:43:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=7787"},"modified":"2023-04-25T10:50:06","modified_gmt":"2023-04-25T13:50:06","slug":"aline-testoni-cecel-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/aline-testoni-cecel-ms\/","title":{"rendered":"Aline Testoni C\u00e9cel MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Aline Testoni C\u00e9cel<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-7788\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni-320x180.jpg\" alt=\"\" width=\"533\" height=\"299\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni-320x180.jpg 320w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni-250x140.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni-550x309.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni-534x300.jpg 534w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/imagem-aline-testoni.jpg 566w\" sizes=\"(max-width: 533px) 100vw, 533px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Em 27 de maio de 2020, Dia Nacional da Mata Atl\u00e2ntica, Aline Testoni C\u00e9cel, aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES, por meio de videoconfer\u00eancia devido ao isolamento social causado pela pandemia do COVID-19, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada, \u201cDin\u00e2mica da deteriora\u00e7\u00e3o de sementes recalcitrantes de <em>Eugenia<\/em> (Myrtaceae) sob varia\u00e7\u00f5es ambientais\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi presidida pelo seu orientador, PqC. Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo e composta pela PqC. Dra. Catarina Nievola (N\u00facleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais \u2013 Ibt\/SP) e pela Prof\u00aa Dra. Roseli Bragante (UFTM).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O bioma Mata Atl\u00e2ntica, um dos mais diversificados e devastado do Brasil, abriga esp\u00e9cies de um dos g\u00eaneros mais importantes da fam\u00edlia Myrtaceae, sendo estas utilizadas na ornamenta\u00e7\u00e3o urbana, na produ\u00e7\u00e3o comercial de frutos (<em>in natura<\/em> ou industrializados) e na obten\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos com diversas propriedades. Dentre as esp\u00e9cies frut\u00edferas nativas do Brasil, as do g\u00eanero <em>Eugenia<\/em> v\u00eam despertando interesse econ\u00f4mico cada vez maior frente \u00e0 crescente diversidade de usos descobertos para cada parte da planta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O projeto desenvolvido buscou compreender a rela\u00e7\u00e3o entre as taxas respirat\u00f3rias e a velocidade de deteriora\u00e7\u00e3o das sementes recalcitrantes de <em>Eugenia brasiliensis <\/em>Lam. e <em>Eugenia involucrata<\/em> DC. com diferentes teores de \u00e1gua e em diferentes temperaturas de incuba\u00e7\u00e3o. Sementes consideradas recalcitrantes, como as esp\u00e9cies de <em>Eugenia<\/em> estudadas, s\u00e3o dispersas no ambiente com elevado conte\u00fado de \u00e1gua e intenso metabolismo, sendo capazes de germinar e colonizar rapidamente o ambiente. Contudo, s\u00e3o tamb\u00e9m sementes sens\u00edveis \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o e, portanto, de baixa longevidade, n\u00e3o podendo serem inclu\u00eddas em programas de conserva\u00e7\u00e3o de sementes como os bancos de sementes. Diante da falta de conhecimento sobre a fisiologia e os processos envolvidos na deteriora\u00e7\u00e3o das sementes recalcitrantes, desenvolveu-se metodologia que permitiu avaliar as taxas respirat\u00f3rias das sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>em diferentes condi\u00e7\u00f5es ambientais e analisou-se as taxas respirat\u00f3rias e a capacidade germinativa das sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>e <em>E. involucrata <\/em>com diferentes n\u00edveis de hidrata\u00e7\u00e3o e sob diferentes temperaturas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Os resultados obtidos mostraram que as melhores condi\u00e7\u00f5es para conserva\u00e7\u00e3o das sementes das esp\u00e9cies estudadas s\u00e3o embalagens pl\u00e1sticas, uma vez que n\u00e3o estas n\u00e3o impedem completamente as trocas gasosas das sementes com o meio ambiente, e a diminui\u00e7\u00e3o da temperatura de armazenamento para 8\u00b0 C, temperatura na qual as atividades respirat\u00f3rias dessas sementes s\u00e3o diminu\u00eddas, evitando assim o gasto de suas reservas. Contudo, para sementes de <em>E. brasiliensis,<\/em> \u00e9 importante, antes de seu armazenamento, diminuir seu teor de \u00e1gua para 45%, enquanto as sementes de <em>E. involucrata<\/em> devem ser mantidas \u00famidas. Nessas condi\u00e7\u00f5es, foi poss\u00edvel conservar a viabilidade das sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>e <em>E. involucrata<\/em> por at\u00e9 dois anos.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Din\u00e2mica da deteriora\u00e7\u00e3o de sementes recalcitrantes de <em>Eugenia<\/em> (Myrtaceae) sob varia\u00e7\u00f5es ambientais<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">The seeds represent an extraordinary evolutionary gain for the plants, because in addition to carrying information to the development of the one complete plant, they can also remain viable for hundreds to thousands of years. Currently, there are not technologies to extend the storage of recalcitrant seeds, such as those of Eugenia species, in economically and functionally viable artificial conditions, to include them in germplasm banks. More than that, there is not even enough knowledge about the physiology and the process involved in deterioration of recalcitrant seeds. Thus, the objective of this work was to understand the relationship between the respiratory rates and the velocity deterioration of the seeds with different levels of hydration and under different temperatures, aiming to reduce this deterioration rates, using, as a model, two species of Eugenia. In Chapter 1, sought to develop methodology that allows to evaluate the respiratory rates of these seeds adjusting the incubation times of the seeds in respirometers, and in Chapter 2, analyzed the respiratory rates and the germination capacity of these seeds with different levels of hydration and under different incubation temperatures. The results obtained in Chapter 1 showed that the increase in CO2 concentration from 2% changed the atmosphere in which E. brasiliensis seeds were incubated, decreasing their respiratory metabolism. In Chapter 2, we saw that both the increase in the incubation temperature and the decrease in the water content of the seeds of E. brasiliensis and E. involucrate increased their respiratory activities. However, E. brasiliensis seeds had their longevity favored with drying remaining viable even after 720 days at 8\u00b0 C in plastic bag when coming from E2. E. involucrata seeds, although they also remain with high germination rates after 720 days, it was only possible when they came from E2 and kept moist at 8\u00b0 C in plastic bag. Despite the advance in the storage of E. brasiliensis and E. involucrata seeds it was not possible identify a pattern in the deterioration from their metabolic rates, which reinforces how complex they are and how much we has yet to be studied, mainly regarding to their metabolism.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Keywords:<\/strong> seeds conservation, respiratory metabolism, Mata Atl\u00e2ntica<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As sementes representam um ganho evolutivo extraordin\u00e1rio para as plantas, pois al\u00e9m de carregarem informa\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de uma planta completa podem, ainda, permanecerem vi\u00e1veis por centenas a milhares de anos. N\u00e3o h\u00e1, atualmente, tecnologias que permitam prolongar o tempo de armazenamento de sementes recalcitrantes, como as de esp\u00e9cies de <em>Eugenia<\/em>, em condi\u00e7\u00f5es artificiais vi\u00e1veis econ\u00f4mica e funcionalmente, para inclu\u00ed-las em bancos de germoplasma. Mais do que isso, n\u00e3o h\u00e1 sequer suficiente conhecimento quanto a fisiologia e os processos envolvidos na deteriora\u00e7\u00e3o das sementes recalcitrantes. Assim, o objetivo deste trabalho foi compreender a rela\u00e7\u00e3o entre as taxas respirat\u00f3rias e a velocidade de deteriora\u00e7\u00e3o das sementes com diferentes n\u00edveis de hidrata\u00e7\u00e3o e sob diferentes temperaturas, visando a reduzir estas taxas de deteriora\u00e7\u00e3o, utilizando, como modelo, duas esp\u00e9cies de <em>Eugenia<\/em>. No Cap\u00edtulo 1, procurou-se desenvolver metodologia que permita avaliar as taxas respirat\u00f3rias dessas sementes, ajustando-se os tempos de incuba\u00e7\u00e3o das sementes em respir\u00f4metros e, no Cap\u00edtulo 2, analisou-se as taxas respirat\u00f3rias e a capacidade germinativa dessas sementes com diferentes n\u00edveis de hidrata\u00e7\u00e3o e sob diferentes temperaturas. Os resultados obtidos no Cap\u00edtulo 1 mostraram que o aumento da concentra\u00e7\u00e3o de CO<sub>2<\/sub> a partir de 2% alterou a atmosfera em que as sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>estavam incubadas, diminuindo seu metabolismo respirat\u00f3rio. No Cap\u00edtulo 2, vimos que tanto a eleva\u00e7\u00e3o da temperatura de incuba\u00e7\u00e3o quanto a diminui\u00e7\u00e3o do teor de \u00e1gua das sementes de <em>E. brasileiensis <\/em>e <em>E. involucrata<\/em> aumentaram suas atividades respirat\u00f3rias. No entanto, sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>tiveram sua longevidade favorecida com a secagem, permanecendo vi\u00e1veis mesmo ap\u00f3s 720 dias armazenadas a 8 \u00b0C em saco pl\u00e1stico, quando provenientes do E2. J\u00e1 sementes de <em>E. involucrata<\/em>, apesar de tamb\u00e9m permanecerem com elevadas taxas de germina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 720 dias, isso s\u00f3 foi poss\u00edvel quando provenientes do E2 e mantidas \u00famidas a 8 \u00b0C em saco pl\u00e1stico. Apesar do avan\u00e7o no armazenamento das sementes de <em>E. brasiliensis <\/em>e <em>E. involucrata,<\/em> n\u00e3o foi poss\u00edvel identificar um padr\u00e3o na deteriora\u00e7\u00e3o a partir de suas taxas metab\u00f3licas, o que refor\u00e7a o qu\u00e3o complexas s\u00e3o e o quanto ainda se tem a estud\u00e1-las, principalmente com rela\u00e7\u00e3o ao seu metabolismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> conserva\u00e7\u00e3o de sementes, metabolismo respirat\u00f3rio, Mata Atl\u00e2ntica<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/aline_testoni_cecel_ms.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/aline_testoni_cecel_ms.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Aline Testoni C\u00e9cel<\/strong><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2021\/06\/aline_testoni_cecel_ms.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Din\u00e2mica da deteriora\u00e7\u00e3o de sementes recalcitrantes de <em>Eugenia<\/em> (Myrtaceae) sob varia\u00e7\u00f5es ambientais<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aline Testoni C\u00e9cel Em 27 de maio de 2020, Dia Nacional da Mata Atl\u00e2ntica, Aline Testoni C\u00e9cel, aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES, por meio de videoconfer\u00eancia devido ao isolamento social causado pela pandemia do COVID-19, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":103,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7787"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/103"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7787"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7787\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8620,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7787\/revisions\/8620"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7787"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}