{"id":6753,"date":"2022-09-30T09:14:31","date_gmt":"2022-09-30T12:14:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=6753"},"modified":"2022-09-30T09:14:31","modified_gmt":"2022-09-30T12:14:31","slug":"simone-soares-da-silva-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/simone-soares-da-silva-ms\/","title":{"rendered":"Simone Soares da Silva MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Simone Soares da Silva<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"font-weight: 400\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-8275 aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-256x192.jpg 256w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-768x576.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-250x188.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-550x413.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-240x180.jpg 240w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-400x300.jpg 400w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_01-667x500.jpg 667w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 6 de maio de 2020, a aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente Simone Soares da Silva, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o intitulada \u201c<em>Cuscuta<\/em> L. (Convolvulaceae) na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil\u201d. O trabalho, voltado para a linha de pesquisa em Plantas Vasculares, foi desenvolvido no N\u00facleo\u00a0 de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio SP e contou com a orienta\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o de diversos pesquisadores de reconhecida atua\u00e7\u00e3o internacional, como a Dra. Ros\u00e2ngela Sim\u00e3o Bianchini (IBt- orientadora), Dra. Ana Rita Sim\u00f5es (Kew Gardens) e Dr. Mihai Costea (Wilfrid Laurier University- Herb\u00e1rio WLU).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando pensamos em plantas parasitas, percebemos que muito pouco sabemos sobre esse grupo peculiar de plantas. Por\u00e9m, esse grupo vegetal representa cerca de 1% de toda a diversidade de Angiospermas do mundo, sendo reconhecidas cerca de 4500 esp\u00e9cies, distribu\u00eddas em 270 g\u00eaneros. A fam\u00edlia da batata-doce, Convolvulaceae, \u00e9 considerada uma das cinco fam\u00edlias de angiospermas mais importantes dentre \u00e0quelas relacionadas ao parasitismo vegetal. <em>Cuscuta<\/em>, est\u00e1 representado por cerca de 200 esp\u00e9cies com distribui\u00e7\u00e3o cosmopolita e s\u00e3o plantas que apresentam redu\u00e7\u00e3o extrema das estruturas vegetativas, que faz com que a identifica\u00e7\u00e3o a n\u00edvel espec\u00edfico seja bastante problem\u00e1tica, pois suas caracter\u00edsticas distintivas est\u00e3o encerradas em suas min\u00fasculas flores (2-7mm).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em geral, as esp\u00e9cies de <em>Cuscuta<\/em> s\u00e3o conhecidas por serem frequentemente combatidas na agricultura. Entretanto deve-se ressaltar que dentre as cerca de 200 esp\u00e9cies conhecidas, apenas 15 apresentam potencial de se disseminar amplamente. A maioria apresenta distribui\u00e7\u00e3o restrita e muitas ainda se encontram sob risco de extin\u00e7\u00e3o. Essas, atuam como esp\u00e9cies chave na din\u00e2mica dos ecossistemas, pois s\u00e3o capazes de interferir diretamente nos ciclos de extin\u00e7\u00e3o e reaparecimento de esp\u00e9cies nas comunidades, influenciando assim nos \u00edndices de riqueza e diversidade local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No Brasil, <em>Cuscuta<\/em> \u00e9 conhecido popularmente como cip\u00f3-chumbo e fios-de-ovos e, mesmo possuindo um estere\u00f3tipo t\u00e3o negativo, apresentam diversas aplica\u00e7\u00f5es ainda pouco exploradas. Em todo o mundo s\u00e3o registrados usos no artesanato, pela extra\u00e7\u00e3o de pigmentos; na medicina tradicional pela extra\u00e7\u00e3o e uso de diversos compostos de interesse farmacol\u00f3gico, os quais s\u00e3o amplamente pesquisados, e; em trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, onde a introdu\u00e7\u00e3o de plantas parasitas nativas favorecem a supress\u00e3o de esp\u00e9cies invasoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mesmo com tantas aplica\u00e7\u00f5es o conhecimento desse g\u00eanero no Brasil permaneceu estagnado desde os anos 1950, quando a \u00faltima monografia para <em>Cuscuta<\/em> foi publicada pelo bot\u00e2nico argentino A.T. Hunziker, o qual fez um amplo tratamento taxon\u00f4mico para as esp\u00e9cies sul americanas. Os estudos com <em>Cuscuta<\/em> encontram-se bastante adiantados em todo o mundo, mas, por falta de taxonomistas que se dediquem a explorar suas diminutas flores, a Am\u00e9rica do Sul permanece sub amostrada. Assim, estima-se que ainda haja cerca de 15-20 esp\u00e9cies a serem descritas em todo o continente americano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na inten\u00e7\u00e3o de sanar essa lacuna de conhecimento, o objetivo do estudo foi retomar os estudos taxon\u00f4micos direcionados ao g\u00eanero <em>Cuscuta<\/em>, com o desenvolvimento de uma monografia para o g\u00eanero no Sudeste do Brasil. Adicionalmente, foram identificados os hospedeiros de cada esp\u00e9cie de <em>Cuscuta<\/em>, a fim de \u00a0oferecer um subs\u00eddio adicional a identifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Foram estudadas as cole\u00e7\u00f5es de 12 herb\u00e1rios do Sudeste e duas do Sul brasileiro, onde mais de 400 exsicatas foram examinadas para identifica\u00e7\u00e3o e coleta de informa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, geogr\u00e1ficas e ecol\u00f3gicas. Foram reconhecidos 13 t\u00e1xons, sendo dois deles representados por variedades. As esp\u00e9cies <em>C<\/em>. <em>orbiculata<\/em> e <em>C<\/em>. <em>xanthochortos<\/em> s\u00e3o registradas pela primeira vez na \u00e1rea de estudo. Tr\u00eas t\u00e1xons permanecem sem confirma\u00e7\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o devido a quantidade m\u00ednima de esp\u00e9cimes para identifica\u00e7\u00e3o ou\u00a0 informa\u00e7\u00f5es insuficientes, indicando assim que os estudos sejam aprofundados e amplificados para uma maior \u00e1rea geogr\u00e1fica, a fim de que as d\u00favidas sejam sanadas. <em>Cuscuta racemosa<\/em> Mart. foi o \u00fanico t\u00e1xon registrado que apresenta ampla distribui\u00e7\u00e3o no Sudeste, sendo uma esp\u00e9cie frequentemente registrada tanto em ambientes preservados como em locais antropizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-8276 aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"363\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-320x145.jpg 320w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-768x348.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-250x113.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-550x250.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-397x180.jpg 397w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone-soares-da-silva_ms_02-661x300.jpg 661w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>O exame de defesa foi presidido pela Dra. Ros\u00e2ngela Sim\u00e3o Bianchini e, a comiss\u00e3o avaliadora composta pela Dra. F\u00e1tima Otavina de Souza Buturi (Universidade S\u00e3o Judas Tadeu) e pelo Dr. Jo\u00e3o Batista Baitello (Instituto Florestal).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><em>Cuscuta L<\/em>. (<em>Convolvulaceae<\/em>) na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Cuscuta<\/em> is a marked genus from Convolvulaceae. Since its circumscription, its position has been much discussed, having occupied different positions in the various classification systems, sometimes being considered a distinct family (Cuscutaceae), mainly due to his adaptations to the habit of holoparasitic life, or else included in Convolvulaceae, a position recently confirmed by phylogenetic analyzes. The most recent studies helped to solve many conflicts inside the genus, furthering its reorganization concerning the Sections and Subsections poorly circumscribed since the first classification rehearsed in the nineteenth century. Nevertheless, even the advance of the morphological and phylogenetical studies, the South America remains under sampled, rightly because of the lack of dedicated taxonomists that qualify for explore this peculiar genus. This study aims to contribute to fill the knowledge gap about the South American <em>Cuscuta<\/em> species, proposing the inventory of species from the Southeast Region of Brazil, also presenting information about the host range of each species. The studies were based in the herbaria sample, enhanced with new collects. It is recognized 13 taxa, being two of them varieties. Together with the morphological analyzes, it is presented a wide investigation about the hosts of each species to furnish an additional tool to support the identification, especially at the field. Additionally, are furnished identification keys, photography sheets and information about distribution and habitat.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Key words<\/strong>: Dodder, floristic survey, parasitic plants, taxonomy, weeds.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Cuscuta<\/em> \u00e9 um g\u00eanero singular de Convolvulaceae. Desde a sua circunscri\u00e7\u00e3o, seu posicionamento em fam\u00edlia foi muito discutido, tendo ocupado posi\u00e7\u00f5es diferentes nos v\u00e1rios sistemas de classifica\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes sendo considerado uma fam\u00edlia distinta (Cuscutaceae), devido principalmente \u00e0s suas adapta\u00e7\u00f5es ao h\u00e1bito de vida holoparasita, ou ent\u00e3o inclu\u00edda entre as Convolvulaceae, posi\u00e7\u00e3o que recentemente an\u00e1lises filogen\u00e9ticas comprovaram. Os estudos mais recentes ajudaram tamb\u00e9m a resolver muitos conflitos dentro do g\u00eanero, promovendo sua reorganiza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Se\u00e7\u00f5es e Subse\u00e7\u00f5es muito conflituosas desde a primeira classifica\u00e7\u00e3o ensaiada no s\u00e9culo XIX. No entanto, mesmo com o avan\u00e7o dos estudos morfol\u00f3gicos e filogen\u00e9ticos, a Am\u00e9rica do Sul permanece subamostrada devido \u00e0 falta de taxonomistas dedicados que se qualifiquem a explorar esse g\u00eanero t\u00e3o peculiar e desafiador. Este estudo tem como objetivo contribuir para completar a lacuna de conhecimentos sobre as esp\u00e9cies de <em>Cuscuta<\/em> sul americanas, propondo o invent\u00e1rio das esp\u00e9cies da Regi\u00e3o Sudeste do Brasil, al\u00e9m de apresentar informa\u00e7\u00f5es sobra a morfologia das esp\u00e9cies. Os estudos foram baseados principalmente em amostras de herb\u00e1rio, enriquecidas de novas coletas. S\u00e3o reconhecidos 13 t\u00e1xons, sendo 11 esp\u00e9cies e duas variedades. Juntamente com as an\u00e1lises morfol\u00f3gicas, \u00e9 apresentada uma ampla investiga\u00e7\u00e3o sobre os hospedeiros de cada esp\u00e9cie, a fim de fornecer uma ferramenta adicional para apoiar a identifica\u00e7\u00e3o, principalmente em campo. Al\u00e9m disso, s\u00e3o fornecidas chaves de identifica\u00e7\u00e3o, pranchas fotogr\u00e1ficas e informa\u00e7\u00f5es sobre distribui\u00e7\u00e3o e habitat.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> cip\u00f3-chumbo, plantas parasitas, plantas daninhas, levantamento flor\u00edstico, taxonomia.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone_soares_da_silva_ms_2020.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone_soares_da_silva_ms_2020.pdf\">Simone Soares da Silva<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/sites\/242\/2022\/09\/simone_soares_da_silva_ms_2020.pdf\"><em>Cuscuta L<\/em>. (<em>Convolvulaceae<\/em>) na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Simone Soares da Silva Em 6 de maio de 2020, a aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente Simone Soares da Silva, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o intitulada \u201cCuscuta L. (Convolvulaceae) na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil\u201d. 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