{"id":6454,"date":"2018-05-24T12:31:29","date_gmt":"2018-05-24T15:31:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=6454"},"modified":"2019-11-26T12:24:19","modified_gmt":"2019-11-26T14:24:19","slug":"allan-carlos-pscheidt-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/allan-carlos-pscheidt-dr\/","title":{"rendered":"Allan Carlos Pscheidt DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Allan Carlos Pscheidt<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-allan-e1527175040785.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-6455\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-allan-e1527175040785.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Aos dezenove dias do m\u00eas de mar\u00e7o do ano de 2015, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica, o aluno de doutorado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, \u00e1rea de Plantas Vasculares, Allan Carlos Pscheidt, defendeu sua Tese intitulada \u201cO g\u00eanero <em>Microstachys <\/em>A. Juss. e a tribo Hippomaneae (Euphorbiaceae)\u201d, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. In\u00eas Cordeiro (Instituto de Bot\u00e2nica) e co-orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Marcos Jos\u00e9 da Silva (Universidade Federal de Goi\u00e1s). A banca examinadora foi composta pela orientadora, pela Dra. Ricarda Riina (Real Jard\u00edn Bot\u00e1nico de Madrid), Dra. Maria Beatriz Rossi Caruzo (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo), Dra. Mar\u00edlia Cristiana Duarte (Universidade de Mogi das Cruzes), Dra. Cintia Kameyama (Instituto de Bot\u00e2nica), al\u00e9m da presen\u00e7a dos suplentes, Dr. Paulo Affonso (Universidade de Santo Amaro) e Dr. Ricardo Jos\u00e9 Francischetti Garcia (Herb\u00e1rio Municipal de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">O g\u00eanero <em>Microstachys <\/em>A. Juss. e a tribo Hippomaneae (Euphorbiaceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A fam\u00edlia Euphorbiaceae \u00e9 uma das maiores, mais diversas e complexas das Angiospermas, sendo a mais numerosa da ordem Malpighiales. Em meio \u00e0 subfam\u00edlia Euphorbioideae, encontra-se a tribo Hippomaneae com 33 g\u00eaneros, dos quais 13 est\u00e3o presentes no Brasil, alguns deles com circunscri\u00e7\u00e3o n\u00e3o satisfatoriamente resolvida. <em>Microstachys<\/em>, por outro lado, \u00e9 um dos g\u00eaneros morfologicamente mais distintos da tribo, apesar disso, v\u00e1rias de suas esp\u00e9cies foram originalmente descritas ou tratadas em diferentes g\u00eaneros como <em>Sebastiania<\/em>, <em>Stillingia<\/em> e <em>Tragia<\/em>. O presente trabalho teve por objetivos: 1) Inferir uma filogenia para o g\u00eanero Microstachys, de maneira a tecer uma hip\u00f3tese sobre sua origem, parentesco com outros g\u00eaneros da tribo, origem e diversifica\u00e7\u00e3o. 2) Realizar uma revis\u00e3o taxon\u00f4mica de suas esp\u00e9cies. Foram reconhecidas 24 esp\u00e9cies: Das 19 neotropicais, tr\u00eas possuem ampla distribui\u00e7\u00e3o pela Am\u00e9rica do Sul (<em>Microstachys bidentata<\/em>, <em>M. corniculata<\/em> e <em>M. salicifolia<\/em>), sete s\u00e3o restritas \u00e0 sub-regi\u00e3o Chaquenha de Morrone (<em>M. crotonoides<\/em>, <em>M. daphnoides<\/em>, <em>M. ditassoides<\/em>, <em>M. glandulosa<\/em>, <em>M. hispida<\/em>, <em>M. marginata<\/em> e <em>M. serrulata<\/em>) e nove s\u00e3o end\u00eamicas, oito das quais distribu\u00eddas nos campos rupestres, cerrados e campos sulinos do Brasil (<em>M. anisodonta<\/em>, <em>M. heterodoxa<\/em>, <em>M. liliputiana<\/em>, <em>M. nana<\/em>, <em>M. nummularifolia<\/em>, <em>M. revoluta<\/em>, <em>M. stipulacea<\/em> e <em>M. uleana<\/em>) e uma do cerrado no Paraguay (<em>M. dasycarpa<\/em>). Das cinco esp\u00e9cies extra-americanas, todas ocorrem na \u00c1frica, em savanas (<em>M. acetosella<\/em>, <em>M. dalzielii<\/em>, <em>M. faradianensis<\/em> e <em>M. linearis<\/em>) e principalmente plan\u00edcies arenosas costeiras (<em>M. chamaelea<\/em>), sendo que esta \u00faltima tamb\u00e9m \u00e9 encontrada na \u00c1sia e Austr\u00e1lia. As esp\u00e9cies de <em>Microstachys<\/em> podem ser utilizadas como indicadoras de savanas. As an\u00e1lises filogen\u00e9ticas com base em marcadores nucleares e de chloroplasto indicaram o monofiletismo de <em>Microstachys<\/em>, sua diversifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Neotropical h\u00e1 cerca de 15 milh\u00f5es de anos e reconheceram duas linhagens para o g\u00eanero, uma delas que inclui as esp\u00e9cies de maior distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica pela regi\u00e3o neotropical e outra com as esp\u00e9cies mais restritas e end\u00eamicas.<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: Filogenia, Fitogeografia, Taxonomia, <em>Gymnanthes<\/em>, <em>Mabea<\/em>, <em>Sebastiania<\/em><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A fam\u00edlia Euphorbiaceae \u00e9 uma das maiores, mais diversas e complexas das Angiospermas, sendo a mais numerosa da ordem Malpighiales. Em meio \u00e0 subfam\u00edlia Euphorbioideae, encontra-se a tribo Hippomaneae com 33 g\u00eaneros, dos quais 13 est\u00e3o presentes no Brasil, alguns deles com circunscri\u00e7\u00e3o n\u00e3o satisfatoriamente resolvida. <em>Microstachys<\/em>, por outro lado, \u00e9 um dos g\u00eaneros morfologicamente mais distintos da tribo, apesar disso, v\u00e1rias de suas esp\u00e9cies foram originalmente descritas ou tratadas em diferentes g\u00eaneros como <em>Sebastiania<\/em>, <em>Stillingia<\/em> e <em>Tragia<\/em>. O presente trabalho teve por objetivos: 1) Inferir uma filogenia para o g\u00eanero <em>Microstachys<\/em>, de maneira a tecer uma hip\u00f3tese sobre sua origem, parentesco com outros g\u00eaneros da tribo, origem e diversifica\u00e7\u00e3o. 2) Realizar uma revis\u00e3o taxon\u00f4mica de suas esp\u00e9cies. Foram reconhecidas 24 esp\u00e9cies: Das 19 neotropicais, tr\u00eas possuem ampla distribui\u00e7\u00e3o pela Am\u00e9rica do Sul (<em>Microstachys bidentata<\/em>, <em>M. corniculata<\/em> e <em>M. salicifolia<\/em>), sete s\u00e3o restritas \u00e0 sub-regi\u00e3o Chaquenha de Morrone (<em>M. crotonoides<\/em>, <em>M. daphnoides<\/em>, <em>M. ditassoides<\/em>, <em>M. glandulosa<\/em>, <em>M. hispida<\/em>, <em>M. marginata<\/em> e <em>M. serrulata<\/em>) e nove s\u00e3o end\u00eamicas, oito das quais distribu\u00eddas nos campos rupestres, cerrados e campos sulinos do Brasil (<em>M. anisodonta<\/em>, <em>M. heterodoxa<\/em>, <em>M. liliputiana<\/em>, <em>M. nana<\/em>, <em>M. nummularifolia<\/em>, <em>M. revoluta<\/em>, <em>M. stipulacea<\/em> e <em>M. uleana<\/em>) e uma do cerrado no Paraguay (<em>M. dasycarpa<\/em>). Das cinco esp\u00e9cies extra-americanas, todas ocorrem na \u00c1frica, em savanas (<em>M. acetosella<\/em>, <em>M. dalzielii<\/em>, <em>M. faradianensis<\/em> e <em>M. linearis<\/em>) e principalmente plan\u00edcies arenosas costeiras (<em>M. chamaelea<\/em>), sendo que esta \u00faltima tamb\u00e9m \u00e9 encontrada na \u00c1sia e Austr\u00e1lia. As esp\u00e9cies de <em>Microstachys<\/em> podem ser utilizadas como indicadoras de savanas. As an\u00e1lises filogen\u00e9ticas com base em marcadores nucleares e de chloroplasto indicaram o monofiletismo de <em>Microstachys<\/em>, sua diversifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Neotropical h\u00e1 cerca de 15 milh\u00f5es de anos e reconheceram duas linhagens para o g\u00eanero, uma delas que inclui as esp\u00e9cies de maior distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica pela regi\u00e3o neotropical e outra com as esp\u00e9cies mais restritas e end\u00eamicas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Filogenia, Fitogeografia, Taxonomia, <em>Gymnanthes<\/em>, <em>Mabea<\/em>, <em>Sebastiania<\/em><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/pscheidt_2015.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/pscheidt_2015.pdf\">Allan Carlos Pscheidt<br \/>\nO g\u00eanero <em>Microstachys <\/em>A. Juss. e a tribo Hippomaneae (Euphorbiaceae)<br \/>\n<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong> <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Allan Carlos Pscheidt Aos dezenove dias do m\u00eas de mar\u00e7o do ano de 2015, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica, o aluno de doutorado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, \u00e1rea de Plantas Vasculares, Allan Carlos Pscheidt, defendeu sua Tese intitulada \u201cO g\u00eanero Microstachys A. 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