{"id":6428,"date":"2018-05-16T11:47:59","date_gmt":"2018-05-16T14:47:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=6428"},"modified":"2018-05-16T12:05:30","modified_gmt":"2018-05-16T15:05:30","slug":"cibelle-ferreira-francoso-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/cibelle-ferreira-francoso-dr\/","title":{"rendered":"Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-cibele_1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-6435\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-cibele_1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-cibele_1.jpg 1280w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/foto-cibele_1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Em 21 de Fevereiro de 2017, Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso, aluna de doutorado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica,\u00a0bolsista FAPESP, defendeu sua Tese de Doutorado intitulada,<br \/>\n\u201cRea\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas a tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos em sementes de <em>Eugenia<\/em> <em>brasiliensis<\/em> e <em>E. pyriformis<\/em> (Myrtaceae)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi presidida pelo seu orientador, PqC. Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo e composta pela Prof Dr. Jo\u00e3o Ot\u00e1vio Machado Menten (ESALQ), pelo PqC. Dr. Nelson Augusto dos Santos J\u00fanior (N\u00facleo de Pesquisa em Sementes \u2013 IBt\/SP), pelo Dr. Jo\u00e3o Paulo Naldi da Silva (UFABC) e pela Prof<sup>a<\/sup> Dr<sup>a<\/sup>. Luce Maria Brand\u00e3o Torres (Se\u00e7\u00e3o de Fisiologia e Bioqu\u00edmica de Plantas\u2013 IBt\/SP).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O projeto desenvolvido buscou analisar os efeitos diretos (sobre os fungos) e indiretos (sobre as sementes) dos tratamentos t\u00e9rmicos e osm\u00f3ticos, tratamentos f\u00edsicos para controle de pat\u00f3genos, em sementes de <em>Eugenia pyriformis<\/em> e <em>E. brasiliensis<\/em>. As sementes intolerantes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o, denominadas recalcitrantes, apresentam baixa longevidade em armazenamento. H\u00e1 necessidade de armazena-las com alto teor de \u00e1gua e temperatura, permitindo elevado desenvolvimento de microrganismos, principalmente os fungos, que aceleram a deteriora\u00e7\u00e3o dessas sementes. Os tratamentos f\u00edsicos t\u00eam se mostrado uma alternativa promissora no controle de fungos, no entanto, pouco se sabe sobre seus efeitos nessas sementes. Em vista disso, foram realizadas an\u00e1lises estruturais, bioqu\u00edmicas, fisiol\u00f3gicas e sanit\u00e1rias em sementes tratadas t\u00e9rmica e osmoticamente. Al\u00e9m disso, <em>Fusarium<\/em> sp. e <em>Penicillium<\/em> sp., fungos de maior resist\u00eancia e persist\u00eancia nessas sementes ap\u00f3s os tratamentos e os per\u00edodos de armazenamento, foram isolados e analisados <em>in vitro<\/em> quanto \u00e0 sua resist\u00eancia aos estresses t\u00e9rmicos e h\u00eddricos. Os resultados evidenciaram a ocorr\u00eancia de altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas nas sementes, provocadas pelos tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos, sendo que tais altera\u00e7\u00f5es est\u00e3o em grande parte relacionadas ao resultado desses tratamentos no controle dos fungos. O tratamento t\u00e9rmico foi o que apresentou melhor resultado de qualidade fisiol\u00f3gica e sanit\u00e1ria em ambas as esp\u00e9cies analisadas, inclusive ap\u00f3s armazenamento. Al\u00e9m disso, os tratamentos f\u00edsicos aplicados diretamente nos fungos obtiveram resultados diferentes no desenvolvimento dos mesmos em rela\u00e7\u00e3o ao observado nas sementes. O tratamento t\u00e9rmico controlou os fungos quando aplicado diretamente, contudo o tratamento osm\u00f3tico n\u00e3o alterou significativamente o desenvolvimento dos mesmos.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Rea\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas a tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos em sementes de <em>Eugenia<\/em> <em>brasiliensis<\/em> e <em>E. pyriformis<\/em> (Myrtaceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">The necessity to keep moist seeds intolerant to desiccation (recalcitrant) favors the proliferation of microorganisms, especially fungi, considerably accelerating the rate of deterioration. However, in the storage of these seeds, with high water content, the chemical control has not shown effectiveness for fungi control. Alternatives to chemical treatments, such as heat (immersion in water at different temperatures and exposure times) and osmotic (immersion for 7 days in solutions of polyethylene glycol (PEG 6000) in different water potentials), may help recalcitrant seed storage. Although recent studies indicate some efficacy of such treatments on <em>Eugenia<\/em> sp. seeds, little is known about their effects on the metabolism and structure of these seeds. Moreover, is also unknown the portion of the microorganisms control due to the direct action of the treatment on them and the portion resulting from the metabolic transformations in the seeds. The present work aimed to analyze the metabolic transformations of the heat and osmotic treatments on the recalcitrant seeds of <em>Eugenia brasiliensis<\/em> and <em>E. pyriformis<\/em>, seeking to associate them with possible responses of these seeds to the attack of microorganisms. Seeds were submitted to different heat and osmotic treatments and analyzed for water content, water potential, physiological quality (germinable seeds and germination) and sanitary conditions (incidence and severity) \u00a0and \u00a0submitted\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0to structural \u00a0(anatomy \u00a0and \u00a0histochemistry) \u00a0and \u00a0biochemical \u00a0(metabolic\u00a0 \u00a0profile) \u00a0analysis. In addition, <em>Fusarium<\/em> sp. and <em>Penicillium<\/em> sp., fungi of higher resistance and persistence in these seeds after the treatments and storage periods, were isolated and analyzed <em>in vitro<\/em> for their resistance to osmotic and heat treatments. The results evidenced the occurrence of metabolic changes in the seeds caused by the osmotic and thermal treatments, and these changes are largely related to the results of these treatments in fungi control. The heat treatment showed the best result of physiological and sanitary quality in both species analyzed, even after storage. In addition, physical treatments applied directly obtained different results in fungal growth compared to that observed in seeds. The heat treatment controlled the fungi when applied directly, however the osmotic treatment did not significantly alter their development.<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: Physical treatments, phytopathology, recalcitrant seeds, fungus control, severity<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A necessidade de manter \u00famidas as sementes intolerantes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o (recalcitrantes) favorece a prolifera\u00e7\u00e3o de microrganismos, principalmente os fungos, acelerando consideravelmente a velocidade de deteriora\u00e7\u00e3o. Entretanto, no armazenamento dessas sementes, com alto teor de \u00e1gua, o tratamento qu\u00edmico n\u00e3o tem apresentado efic\u00e1cia para controle de fungos. Por sua vez, m\u00e9todos alternativos ao tratamento qu\u00edmico, como os t\u00e9rmicos (imers\u00e3o em \u00e1gua por diferentes temperaturas e tempos de exposi\u00e7\u00e3o) e os osm\u00f3ticos (imers\u00e3o por 7 dias em solu\u00e7\u00f5es de polietilenoglicol (PEG 6000) em diferentes potenciais h\u00eddricos), podem auxiliar na viabiliza\u00e7\u00e3o do armazenamento de sementes recalcitrantes. Apesar de recentes estudos apontarem alguma efic\u00e1cia de tais tratamentos em sementes de <em>Eugenia<\/em> sp., pouco se sabe sobre seus efeitos no metabolismo e na estrutura dessas sementes. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 desconhecida, ainda, a parcela do controle dos microrganismos decorrentes da a\u00e7\u00e3o do tratamento diretamente sobre eles e a parcela decorrente das transforma\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas nas sementes. O presente trabalho objetivou analisar as transforma\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas dos tratamentos t\u00e9rmicos e osm\u00f3ticos sobre as sementes recalcitrantes de <em>Eugenia<\/em><em> brasiliensis<\/em> e <em>E. pyriformis<\/em>, procurando associ\u00e1-las a poss\u00edveis respostas dessas sementes ao ataque de microrganismos. Para tanto, sementes foram submetidas a diferentes tratamentos t\u00e9rmicos e osm\u00f3ticos e analisadas quanto ao teor de \u00e1gua, potencial h\u00eddrico, qualidade fisiol\u00f3gica (sementes germin\u00e1veis e germina\u00e7\u00e3o) e sanit\u00e1ria (incid\u00eancia e severidade) e foram submetidas a an\u00e1lises estruturais (anatomia e histoqu\u00edmica) e bioqu\u00edmicas (perfil metab\u00f3lico). Al\u00e9m disso, <em>Fusarium<\/em> sp. e <em>Penicillium<\/em> sp., fungos de maior resist\u00eancia e persist\u00eancia nas sementes ap\u00f3s os tratamentos e os per\u00edodos de armazenamento, foram isolados e analisados <em>in vitro<\/em> quanto \u00e0 sua resist\u00eancia aos estresses t\u00e9rmicos e h\u00eddricos. Os resultados evidenciaram a ocorr\u00eancia de altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas nas sementes, provocadas pelos tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos, sendo que tais altera\u00e7\u00f5es est\u00e3o em grande parte relacionadas ao resultado desses tratamentos no controle dos fungos. O tratamento t\u00e9rmico foi o que apresentou melhor resultado de qualidade fisiol\u00f3gica e sanit\u00e1ria em ambas as esp\u00e9cies analisadas, inclusive ap\u00f3s armazenamento. Al\u00e9m disso, os tratamentos f\u00edsicos aplicados diretamente nos fungos obtiveram resultados diferentes no desenvolvimento dos mesmos em rela\u00e7\u00e3o ao observado nas sementes. O tratamento t\u00e9rmico controlou os fungos quando aplicado diretamente, contudo o tratamento osm\u00f3tico n\u00e3o alterou significativamente o desenvolvimento dos mesmos.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: tratamentos f\u00edsicos, fitopatologia, sementes recalcitrantes, controle de fungos, severidade<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><\/h4>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/cibelle_ferreira_francoso-dr.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/05\/cibelle_ferreira_francoso-dr.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso<br \/>\nRea\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas a tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos em sementes de <em>Eugenia<\/em> <em>brasiliensis<\/em> e <em>E. pyriformis<\/em> (Myrtaceae)<br \/>\n<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso Em 21 de Fevereiro de 2017, Cibelle Ferreira Fran\u00e7oso, aluna de doutorado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica,\u00a0bolsista FAPESP, defendeu sua Tese de Doutorado intitulada, \u201cRea\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas a tratamentos osm\u00f3ticos e t\u00e9rmicos em sementes de Eugenia brasiliensis e E. pyriformis (Myrtaceae)\u201d. 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