{"id":6279,"date":"2018-03-12T12:08:36","date_gmt":"2018-03-12T15:08:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=6279"},"modified":"2018-03-12T12:08:36","modified_gmt":"2018-03-12T15:08:36","slug":"alessandra-dos-santos-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/alessandra-dos-santos-ms\/","title":{"rendered":"Alessandra dos Santos DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Alessandra dos Santos<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/03\/foto-alessandra-e1520867039134.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-6280\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/03\/foto-alessandra-e1520867039134.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"282\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 24 de fevereiro de 2016, a aluna Alessandra dos Santos (bolsista CAPES), do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt\/SP), defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cFilogenia e biogeografia de <em>Naucleopsis<\/em> Miq. (Moraceae)\u201d.\u00a0A referida tese foi avaliada por uma banca examinadora, composta pelo Prof. Dr. Sergio Romaniuc Neto (N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio SP\/IBt), pela\u00a0Profa. Dra. Roseli Buzanelli Torres (Instituto Agron\u00f4mico de Campinas\/IAC), pela profa. Dra. Maria das Gra\u00e7as Lapa Wanderley (N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio SP\/IBt), pela profa. Dra. Ros\u00e2ngela Sim\u00e3o Bianchini (N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio SP\/IBt) e pelo prof. Dr. Andr\u00e9 Luiz Gaglioti (UNESP Botucatu).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O desenvolvimento deste projeto contou com a orienta\u00e7\u00e3o do prof. Dr. Sergio Romaniuc Neto e representa o estudo mais amplo envolvendo dados moleculares biogeogr\u00e1ficos e taxon\u00f4micos com \u00eanfase para as esp\u00e9cies de <em>Naucleopsis<\/em> Miq. (Moraceae).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Os resultados apresentados neste projeto forneceram, pela primeira vez, informa\u00e7\u00f5es para elaborara\u00e7\u00e3o de uma hip\u00f3tese da evolu\u00e7\u00e3o espa\u00e7o-temporal da linhagem de <em>Naucleopsis<\/em> na regi\u00e3o Neotropical.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Filogenia e biogeografia de <em>Naucleopsis<\/em> Miq. (Moraceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Naucleopsis<\/em> is a neotropical genus of Moraceae included in tribe Castilleae. The genus includes 31 species distributed in the rainforest of South and Central America, with most species belong to the Amazon region, mainly in lowland moist forest. It is recognized by being usually trees, dioecious, rarely monoecious. Leaves coriaceous to chartaceous, always entire and mostly glabrous. Stipules fully amplexicaul, free, caducous or rare persistent in the internodes along leafy twigs. Staminate inflorescences up to 10 together, inner involucral bracts covering the flowers before anthesis. The pistillate inflorescences are mostly solitary, with ovary entirely immersed in the receptacle and flowers with distinct to indistinct perianth. The genus varies considerably in the size of the leaves, and mainly in the characters of the pistillate inflorescences and infructescences. The high degree of polymorphism of group created troubles along of the taxonomy history of the genus. This thesis represents a first step towards an understanding of the molecular phylogeny and biogeography of Castilleae, more specifically of <em>Naucleopsis.<\/em> In addition, a synopsis of <em>Naucleopsis <\/em>is presented<em>. <\/em>To infer the phylogeny was DNA sequence data from the plastidial <em>trnL-F<\/em> and nuclear FA03310 (EPIC) gene were sequenced. Our study included 28 accessions (25 taxa) and suggested that\u00a0<em>Naucleopsis<\/em> is monophyletic, with one lineage specific\u00a0for a group of species with connate perianth, parted at the apex, and other lineage specific\u00a0for <em>Naucleopsis humilis<\/em> with free pseudo-tepals and branches with short internodes, supported by our maximum likelihood and Bayesian analyses. The synopsis of the<em> Naucleopsis <\/em>presented in this work resulted in 31 species: <em><u>N. acreana,<\/u> N. caloneura<\/em>, <em>N. capirensis<\/em>, <em>N. chiguila<\/em>, <em>N. concinna<\/em>, <em>N. francisci<\/em>, <em>N. glabra<\/em>, <em>N.guianensis<\/em>, <em>N. herrerensis<\/em>, <em>N. humilis<\/em>, <em>N. imitans<\/em>, <em>N. inaequalis<\/em>, <strong><em>N. insculptula<\/em><\/strong>, <em>N. jamariensis<\/em>, <em>N. krukovii<\/em>, <em>N. macrophylla<\/em>, <em><u>N. meridionalis<\/u><\/em>, <em>N. naga<\/em>, <em>N. oblongifolia<\/em>, <strong><em>N. pauciflora<\/em><\/strong>, <em>N. pseudonaga<\/em>, <em>N. riparia<\/em>, <em>N. stipularis<\/em>, <em>N. straminea<\/em>, <em>N. ternstroemiiflora<\/em>, <em>N. ulei<\/em>, <em>N. velutina<\/em>, <em>N. sp1<\/em>*, <em>N. sp2<\/em>*, <em>N. sp3<\/em>*, <em>N. sp4<\/em>* among them, four are new for the science (*), one new combination and one with new status (underlined) and two species were reestablished (in bold). The analyses biogeographical focusing\u00a0<em>Naucleopsis <\/em>suggest that the genus was originated during Oligocene (ca. 32.91 Mya), in Boreal-South Brazilian region (Amazon rainforest).<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: Amazon rainforest, Castilleae, divergence time estimates, EPIC, molecular analyses<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Naucleopsis <\/em>\u00e9 um g\u00eanero neotropical de Moraceae inclu\u00eddo na tribo Castilleae. O g\u00eanero inclui 31 esp\u00e9cies distribu\u00eddas nas florestas tropicais da Am\u00e9rica do Sul e Central, com a maioria das esp\u00e9cies na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, principalmente em florestas \u00famidas e baixas. Ele \u00e9 reconhecido por serem \u00e1rvores, dioicas, raro monoicas. Folhas cori\u00e1ceas a cart\u00e1ceas, sempre inteiras, a maioria glabras. Est\u00edpulas totalmente amplexicaules, livres, caducas ou raro persistentes nos entren\u00f3s ao longo dos ramos foliares. Infloresc\u00eancias estaminadas at\u00e9 10, inv\u00f3lucro de br\u00e1cteas internas cobrindo as flores antes da antese. As infloresc\u00eancias pistiladas s\u00e3o na maioria solit\u00e1rias, com ov\u00e1rio inteiramente imerso no recept\u00e1culo e flores com perianto indistinto a distinto. O g\u00eanero varia consideravelmente no tamanho das folhas, e principalmente nos caracteres das infloresc\u00eancias pistiladas e infrutesc\u00eancias. O alto grau de polimorfismo do grupo criou problemas na hist\u00f3ria taxon\u00f4mica do g\u00eanero. Esta tese representa um primeiro passo rumo ao entendimento da filogenia e biogeografia de Castilleae, mais especificamente de <em>Naucleopsis. <\/em>Al\u00e9m disso, uma sinopse de <em>Naucleopsis<\/em> \u00e9 apresentada. Para inferir a filogenia DNA foram sequenciados a partir do gene plastidial <em>trnL-F <\/em>e nuclear FA03310 (EPIC). Nosso estudo incluiu 28 acessos (25 t\u00e1xons) e sugeriram que <em>Naucleopsis<\/em> \u00e9 monofil\u00e9tico, com uma linhagem espec\u00edfica para um grupo de esp\u00e9cies com perianto conato, partido no \u00e1pice, e outra linhagem espec\u00edfica para <em>Naucleopsis humilis <\/em>com pseudo-t\u00e9palas livres e ramos com entren\u00f3s curtos, suportadas por M\u00e1xima verossimilan\u00e7a e Infer\u00eancia Bayesiana. A sinopse de <em>Naucleopsis <\/em>aqui apresentada resultou em 31 esp\u00e9cies: <em><u>N. acreana,<\/u> N. caloneura<\/em>, <em>N. capirensis<\/em>, <em>N. chiguila<\/em>, <em>N. concinna<\/em>, <em>N. francisci<\/em>, <em>N. glabra<\/em>, <em>N. guianensis<\/em>, <em>N. herrerensis<\/em>, <em>N. humilis<\/em>, <em>N. imitans<\/em>, <em>N. inaequalis<\/em>, <strong><em>N. insculptula<\/em><\/strong>, <em>N. jamariensis<\/em>, <em>N. krukovii<\/em>, <em>N. macrophylla<\/em>, <em><u>N. meridionalis<\/u><\/em>, <em>N. naga<\/em>, <em>N. oblongifolia<\/em>, <strong><em>N. pauciflora<\/em><\/strong>, <em>N. pseudonaga<\/em>, <em>N. riparia<\/em>, <em>N. stipularis<\/em>, <em>N. straminea<\/em>, <em>N. ternstroemiiflora<\/em>, <em>N. ulei<\/em>, <em>N. velutina<\/em>, <em>N. sp1<\/em>*, <em>N. sp2<\/em>*, <em>N. sp3<\/em>*, <em>N. sp4<\/em>*, entre estas, quatro s\u00e3o novas para ci\u00eancia (*), uma nova combina\u00e7\u00e3o e uma com novo status (sublinhado) e duas esp\u00e9cies foram restabelecidas (negrito). As an\u00e1lises biogeogr\u00e1ficas focando <em>Naucleopsis <\/em>sugeriram que o g\u00eanero foi originado durante o Oligoceno (ca. 32.91 Mya), na regi\u00e3o Boreal-Sul brasileira (Floresta Amaz\u00f4nica).<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: An\u00e1lises moleculares, Castilleae, EPIC, estimativas de tempo de diverg\u00eancia, Floresta Amaz\u00f4nica<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><\/h4>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/03\/alessandra_santos_dr.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/03\/alessandra_santos_dr.pdf\">Alessandra dos Santos<\/a><\/span><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/03\/alessandra_santos_dr.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><br \/>\nFilogenia e biogeografia de <em>Naucleopsis<\/em> Miq. (Moraceae)<br \/>\n<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alessandra dos Santos No dia 24 de fevereiro de 2016, a aluna Alessandra dos Santos (bolsista CAPES), do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt\/SP), defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cFilogenia e biogeografia de Naucleopsis Miq. (Moraceae)\u201d.\u00a0A referida tese foi avaliada por uma banca examinadora, composta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":63,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6279"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/63"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6279"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6279\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6282,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6279\/revisions\/6282"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}