{"id":6220,"date":"2018-02-05T17:18:40","date_gmt":"2018-02-05T19:18:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=6220"},"modified":"2018-04-24T12:12:42","modified_gmt":"2018-04-24T15:12:42","slug":"camila-pereira-de-carvalho-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/camila-pereira-de-carvalho-dr\/","title":{"rendered":"Camila Pereira de Carvalho DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Camila Pereira de Carvalho<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/foto-camila-e1517857518238.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-6222\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/foto-camila-5a78ab3f23644.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/foto-camila-5a78ab3f23644.jpg 1280w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/foto-camila-5a78ab3f23644-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 23 de fevereiro de 2017, Camila Pereira de Carvalho, aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Bot\u00e2nica da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Catarina Carvalho Nievola e co-orienta\u00e7\u00e3o da Dra. M\u00e1rcia Regina Braga, defendeu sua tese de Doutorado intitulada:\u00a0\u201cToler\u00e2ncia ao frio e de-aclimata\u00e7\u00e3o em plantas de <em>Nidularium minutum <\/em>Mez (Bromeliaceae)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Ione Salgado (Professora Visitante \u2013 Centro de Pesquisa em Fisiologia e Ecologia \u2013 IBt), Dr. Emerson Alves da Silva (N\u00facleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioqu\u00edmica de Plantas \u2013 IBt), Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes (N\u00facleo de Pesquisa em Ecologia \u2013 IBt), Dra. Mar\u00edlia Gaspar (N\u00facleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioqu\u00edmica de Plantas \u2013 IBt) e Dra. Catarina Carvalho Nievola (Orientadora, N\u00facleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais \u2013 IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Toler\u00e2ncia ao frio e de-aclimata\u00e7\u00e3o em plantas de <em>Nidularium minutum <\/em>Mez (Bromeliaceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Climate model simulations indicate that large thermal amplitude associated with abrupt cold events may increase in tropical regions, even in a warming scenario. <em>Nidularium minutum<\/em> Mez is a tropical bromeliad that occurs in a region with a high thermal amplitude range from 2 to 30 \u00b0C and minimum temperatures reaching 1.6 \u00b0C. Previous studies showed that cold tolerance for this bromeliad during six months at 10 \u00b0C resulted in reduction of growth, biochemical adjustments and anatomical changes without occurrence of tissues damages. Growth has ceased when <em>N. minutum <\/em>plants were transferred to a higher temperature, a process named de-acclimation, which indicate the plasticity of this species to thermal changes. In abrupt cold events, plant responses should be fast and efficient to ensure their survival and acclimation, however these changes are still unknown for tropical plants. The aim of this study was to verify whether physiological and biochemical responses of <em>N. minutum <\/em>found in the first hours of chilling (10 \u00b0C) would be involved in the cold tolerance of this species. Another aim was to analyze which changes during low temperature acclimation could be reversed in de-acclimation at 25 \u00b0C. Hence, plants were grown for five months at 25 \u00b0C and were transferred to growth chambers adjusted to 10 \u00b0C for 72 h. For the de-acclimation phase, after 72 h of cold exposure a subset was transferred to 25 \u00b0C while another group remained at 10 \u00b0C for 168 h. An increase in nitrate reductase (NR) enzyme activity was observed after 72 h of cold, which was associated with high levels of nitric oxide (NO). Reduction in antioxidant enzymes levels and increased lipid peroxidation (LPO) occurred during this period, suggesting an oxidative stress condition. Also in the first hours of chilling, an accumulation of soluble carbohydrates, especially sucrose, was verified in this bromeliad. After 72 h of cold exposure, the stress responses found were less intense, suggesting a cold acclimation from that stage. When plants were transferred to 25 \u00b0C, NR and NO levels decreased, leading to a fast reduction in the intensity of most cold stress parameters. Soluble sugars also fast decreased in de-acclimation phase, suggesting a recovery of cold stress. These results showed that variations in NO levels and in sugars accumulation would be related to cold acclimation and de-acclimation of this bromeliad. Considering the future projections to large thermal amplitude and abrupt cold events, this work can contribute to understanding the rapid adjustment mechanisms involved in the survival of this species face in thermal changes.<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: antioxidant enzymes, chilling, low temperature, nitric oxide, rapid responses, soluble carbohydrates, thermal changes.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">An\u00e1lises clim\u00e1ticas indicam que maiores amplitudes t\u00e9rmicas, associadas a eventos de frio s\u00fabito, podem aumentar em regi\u00f5es tropicais, mesmo em um cen\u00e1rio de aquecimento global. <em>Nidularium minutum <\/em>Mez \u00e9 uma brom\u00e9lia tropical que habita uma regi\u00e3o com grande amplitude t\u00e9rmica (2-30 \u00b0C) e com temperaturas m\u00ednimas atingindo 1,6 \u00b0C. Estudos pr\u00e9vios mostram que esta brom\u00e9lia \u00e9 capaz de tolerar a exposi\u00e7\u00e3o a baixa temperatura por seis meses, apresentando redu\u00e7\u00e3o do crescimento, ajustes bioqu\u00edmicos e altera\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas sem ocorr\u00eancia de danos aos tecidos vegetais. Al\u00e9m disso, foi verificado uma retomada do crescimento quando essas plantas foram transferidas para temperaturas maiores, processo conhecido como de-aclimata\u00e7\u00e3o. No caso de ocorr\u00eancia de frio s\u00fabito, as respostas das plantas devem ser r\u00e1pidas e eficientes para garantir a sua sobreviv\u00eancia, mas apesar de importantes, essas altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o pouco conhecidas para plantas tropicais. O objetivo desse trabalho foi verificar se as respostas fisiol\u00f3gicas e bioqu\u00edmicas encontradas nas primeiras horas de resfriamento (10 \u00b0C) em <em>Nidularium minutum<\/em> estariam envolvidas na toler\u00e2ncia ao frio dessa esp\u00e9cie, avaliando quais altera\u00e7\u00f5es adquiridas durante a aclimata\u00e7\u00e3o \u00e0 baixa temperatura poderiam ser revertidas com a de-aclimata\u00e7\u00e3o a 25 \u00b0C. Primeiramente, as plantas foram cultivadas por cinco meses a 25 \u00b0C e depois foram transferidas para c\u00e2maras de crescimento a 10 \u00b0C por 72 h. Na etapa de de-aclimata\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s 72 h de exposi\u00e7\u00e3o ao frio, um lote foi transferido para 25 \u00b0C e outro foi mantido a 10 \u00b0C por 168 h. Foi verificado um aumento nos n\u00edveis da enzima nitrato redutase (NR) ap\u00f3s 72 h de frio, o que foi associado com os altos n\u00edveis de \u00f3xido n\u00edtrico (NO) encontrados. Uma redu\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis das enzimas antioxidantes e o aumento da peroxida\u00e7\u00e3o lip\u00eddica (LPO) ocorreram durante este per\u00edodo, sugerindo uma condi\u00e7\u00e3o de estresse oxidativo. Ainda nas primeiras horas de resfriamento, foi verificado um ac\u00famulo de carboidratos sol\u00faveis, em especial sacarose. A partir de 72 h de exposi\u00e7\u00e3o ao frio, as respostas de estresses encontradas se tornaram menos intensas, sugerindo que a partir desse momento esta planta estaria aclimatada ao frio. Quando as plantas foram transferidas para 25 \u00b0C, a atividade da NR diminuiu e, consequentemente, a concentra\u00e7\u00e3o de NO, levando a redu\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis da maioria dos par\u00e2metros de estresse logo nas primeiras 24 h de cultivo a 25 \u00b0C. Os carboidratos sol\u00faveis tamb\u00e9m rapidamente diminu\u00edram com a de-aclimata\u00e7\u00e3o, sugerindo a recupera\u00e7\u00e3o de <em>N. minutum <\/em>ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o ao frio. Esses resultados mostraram que a varia\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de NO e o ac\u00famulo de carboidratos seriam importantes respostas de aclimata\u00e7\u00e3o ao frio e a de-aclimata\u00e7\u00e3o nesta brom\u00e9lia. Considerando as previs\u00f5es futuras de aumento da amplitude t\u00e9rmica e eventos de frio s\u00fabito, este trabalho pode colaborar no entendimento dos mecanismos de ajustes r\u00e1pidos existentes para que essas esp\u00e9cies sobrevivam e mantenham a homeostase frente \u00e0s mudan\u00e7as t\u00e9rmicas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: amplitude t\u00e9rmica, baixa temperatura, carboidratos sol\u00faveis, enzimas antioxidantes, \u00f3xido n\u00edtrico, resfriamento, respostas r\u00e1pidas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/camila_pereira_de_carvalho_dr.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/camila_pereira_de_carvalho_dr.pdf\">Camila Pereira de Carvalho<\/a><\/span><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2018\/02\/camila_pereira_de_carvalho_dr.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><br \/>\n<span style=\"color: #000000\">Toler\u00e2ncia ao frio e de-aclimata\u00e7\u00e3o em plantas de <em>Nidularium minutum <\/em>Mez (Bromeliaceae)<\/span><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Camila Pereira de Carvalho No dia 23 de fevereiro de 2017, Camila Pereira de Carvalho, aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Bot\u00e2nica da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. 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