{"id":5897,"date":"2017-04-11T11:56:54","date_gmt":"2017-04-11T14:56:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=5897"},"modified":"2017-04-11T11:59:41","modified_gmt":"2017-04-11T14:59:41","slug":"2015-mayra-jamas-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2015-mayra-jamas-ms\/","title":{"rendered":"Mayra Jamas MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Mayra Jamas<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/foto-mayra.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-5900\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/foto-mayra-1024x720.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"278\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/foto-mayra-235x164.jpg 235w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/foto-mayra-768x534.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/foto-mayra.jpg 1066w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p>No dia 29 de abril de 2015, a aluna Mayra Jamas, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt\/SP), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cDiversidade de Gelidiales (Rhodophyta) no Brasil, com \u00eanfase na regi\u00e3o nordeste, com base em estudos morfol\u00f3gicos e DNA barcodes\u201d, sob a orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Mutue Toyota Fujii.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A disserta\u00e7\u00e3o foi avaliada pela banca examinadora composta pela Prof\u00aa Dra. Daniela Milstein (UNIFESP) e pela Prof\u00aa Dra. Natalia Pirani Ghilardi-Lopes (UFABC).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Os resultados obtidos a partir desse estudo vis\u00e3o mostrar a diversidade da ordem Gelidiales para o nordeste brasileiro, atrav\u00e9s de estudos morfol\u00f3gicos e moleculares. A partir de 124 amostras coletadas em 11 estados brasileiros foram identificadas 14 esp\u00e9cies de Gelidiales, sendo quatro pertencentes a Gelidiellaceae: <em>Gelidiella acerosa<\/em>, <em>Gelidiella ligulata<\/em>, <em>Parviphycus trinitatensis<\/em> e <em>Parviphycus<\/em> sp.; sete a Gelidiaceae: <em>Gelidium crinale<\/em>, <em>Gelidium floridanum<\/em>, <em>Gelidium microdonticum<\/em>, <em>Gelidium<\/em> sp. 1, <em>Gelidium<\/em> sp. 2, <em>Gelidium<\/em> sp. 3 e <em>Gelidium<\/em> sp. 4; e tr\u00eas Pterocladiaceae: <em>Pterocladiella bartlettii<\/em>, <em>Pterocladiella beachiae<\/em> e <em>Pterocladiella<\/em> sp. As esp\u00e9cies pertencentes a essa ordem s\u00e3o de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o. E com esse trabalho foi poss\u00edvel confirmar as esp\u00e9cies que ocorrem no nordeste brasileiro, esclarecendo algumas d\u00favidas e ainda identificar poss\u00edveis esp\u00e9cies novas para a ci\u00eancia.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Diversidade de Gelidiales (Rhodophyta) no Brasil, com \u00eanfase na regi\u00e3o nordeste, com base em estudos morfol\u00f3gicos e DNA barcodes<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A ordem Gelidiales Kylin pertence \u00e0 classe Florideophyceae e atualmente inclui cerca de 200 esp\u00e9cies, distribu\u00eddas em dez g\u00eaneros e tr\u00eas fam\u00edlias: Gelidiaceae, Gelidiellaceae e Pterocladiaceae. Seus representantes apresentam um conjunto \u00fanico de caracter\u00edsticas que as delimitam taxonomicamente dentro de Rhodophyta: \u00e1gar como componente das paredes celulares; liga\u00e7\u00f5es celulares com uma \u00fanica \u201ccap-layer\u201d; padr\u00e3o de germina\u00e7\u00e3o dos esporos tipo-<em>Gelidium; <\/em>talo com organiza\u00e7\u00e3o uniaxial; carpog\u00f4nio intercalar nos filamentos vegetativos e aus\u00eancia de c\u00e9lula auxiliar. Os principais crit\u00e9rios para o reconhecimento dos g\u00eaneros e esp\u00e9cies incluem caracter\u00edsticas do desenvolvimento do cistocarpo, arranjo dos tetraspor\u00e2ngios, presen\u00e7a\/aus\u00eancia de rizines, distribui\u00e7\u00e3o dos rizines no talo, padr\u00e3o da arquitetura dos \u00e1pices e tipos de estrutura de fixa\u00e7\u00e3o. A delimita\u00e7\u00e3o dos g\u00eaneros e o reconhecimento das esp\u00e9cies t\u00eam sido extremamente dif\u00edceis e controvertidos, pois muitas esp\u00e9cies apresentam grande plasticidade fenot\u00edpica, limites taxon\u00f4micos n\u00e3o definidos e raramente est\u00e3o f\u00e9rteis. Devido a estas dificuldades, o emprego de crit\u00e9rios morfol\u00f3gicos tem se mostrado insuficiente para separar adequadamente os g\u00eaneros, bem como as esp\u00e9cies, e consequentemente, estudos de sistem\u00e1tica molecular t\u00eam sido cada vez mais empregados para identificar e delimitar esp\u00e9cies e inferir afinidades e rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas. Gelidiales engloba esp\u00e9cies de import\u00e2ncia econ\u00f4mica pela produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gar de excelente qualidade e o esclarecimento da identidade dessas esp\u00e9cies \u00e9 de suma import\u00e2ncia.\u00a0 Al\u00e9m disso, v\u00e1rios t\u00e1xons s\u00e3o ecologicamente importantes pela cobertura significativa nos substratos consolidados. Para o Brasil, estudos de floras regionais ou listas de esp\u00e9cies referem 22 t\u00e1xons de Gelidiales. O objetivo do projeto foi estudar a diversidade de Gelidiales, com \u00eanfase na regi\u00e3o nordeste do Brasil e demonstrar a relev\u00e2ncia do estudo taxon\u00f4mico integrando dados moleculares e morfol\u00f3gicos para documentar a biodiversidade. O material para o presente estudo foi obtido a partir de coletas realizadas principalmente no litoral nordestino. Os estudos morfol\u00f3gicos foram baseados em abordagens taxon\u00f4micas atualizadas, com detalhamento dos caracteres vegetativos e reprodutivos, quando presentes. Os marcadores moleculares selecionados s\u00e3o: o Universal Plastid Amplicon (UPA), gene do cloroplasto que transcrever a subunidade grande de ribossomo (23S RNAr), a regi\u00e3o 5&#8242; do gene da citocromo-oxidase I (<em>cox<\/em>1), ambos com prop\u00f3sito de \u201cDNA barcoding\u201d e o gene do cloroplasto que codifica a subunidade grande da enzima RUBISCO (<em>rbc<\/em>L) para inferir as rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas dentro da ordem. Inicialmente, as amostras foram sequenciadas com UPA, para selecionar os representantes de cada esp\u00e9cie e, a partir destas, foram selecionadas amostras de diferentes estados, para serem sequenciados com <em>cox<\/em>1. Destas, apenas uma ou duas amostras de cada esp\u00e9cie foram selecionadas para serem sequenciadas com <em>rbc<\/em>L. Os protocolos de extra\u00e7\u00e3o do DNA, amplifica\u00e7\u00e3o dos marcadores moleculares por PCR, purifica\u00e7\u00e3o dos produtos, sequenciamento e por fim, alinhamento e an\u00e1lise das sequ\u00eancias est\u00e3o de acordo com os protocolos usuais em ficologia. A partir de 124 amostras coletadas em 11 estados brasileiros foram identificadas 14 esp\u00e9cies de Gelidiales, sendo quatro pertencentes a Gelidiellaceae: <em>Gelidiella acerosa<\/em>, <em>Gelidiella ligulata<\/em>, <em>Parviphycus trinitatensis<\/em> e <em>Parviphycus<\/em> sp.; sete a Gelidiaceae: <em>Gelidium crinale<\/em>, <em>Gelidium floridanum<\/em>, <em>Gelidium microdonticum<\/em>, <em>Gelidium<\/em> sp. 1, <em>Gelidium<\/em> sp. 2, <em>Gelidium<\/em> sp. 3 e <em>Gelidium<\/em> sp. 4; e tr\u00eas Pterocladiaceae: <em>Pterocladiella bartlettii<\/em>, <em>Pterocladiella beachiae<\/em> e <em>Pterocladiella<\/em> sp. Essas esp\u00e9cies se mostraram distintas para todos os marcadores moleculares utilizados e puderam ser perfeitamente diferenciadas com caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas observadas. A exce\u00e7\u00e3o foi <em>Gelidium crinale<\/em> e <em>Gelidium<\/em> sp. 1, que foram consideradas esp\u00e9cies cr\u00edpticas por n\u00e3o apresentarem diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas significativas, por\u00e9m as diverg\u00eancias gen\u00e9ticas permitiram identific\u00e1-las como entidades distintas. As an\u00e1lises realizadas com UPA, <em>cox<\/em>1 e <em>rbc<\/em>L resultaram \u00e1rvores com topologias semelhantes. As varia\u00e7\u00f5es intraespec\u00edficas encontradas para UPA, <em>cox<\/em>1 e <em>rbc<\/em>L foram de 0-0,5%, 0-3,5% e 0-0,7%, respectivamente e as interespec\u00edficas, de 0,5-5,4%, 5,5-14,6% e a partir de 0,9%. Os estudos morfol\u00f3gicos aliados aos dados moleculares foram imprescind\u00edveis para confirmar a identifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies estudadas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: barcoding, Gelidiales, morfologia, UPA, <em>cox<\/em>1, <em>rbc<\/em>L<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/mayra-jamas.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/04\/mayra-jamas.pdf\">Mayra Jamas<br \/>\nDiversidade de Gelidiales (Rhodophyta) no Brasil, com \u00eanfase na regi\u00e3o nordeste, com base em estudos morfol\u00f3gicos e DNA barcodes<br \/>\n<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong> <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mayra Jamas No dia 29 de abril de 2015, a aluna Mayra Jamas, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt\/SP), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cDiversidade de Gelidiales (Rhodophyta) no Brasil, com \u00eanfase na regi\u00e3o nordeste, com base em estudos morfol\u00f3gicos e DNA [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":63,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5897"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/63"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5897"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5897\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5897"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}