{"id":5736,"date":"2017-02-21T11:23:51","date_gmt":"2017-02-21T14:23:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=5736"},"modified":"2018-05-15T12:05:55","modified_gmt":"2018-05-15T15:05:55","slug":"2016-vera-lygia-el-id-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2016-vera-lygia-el-id-ms\/","title":{"rendered":"Vera Lygia El Id MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><strong>Vera Lygia El Id<\/strong><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/foto-vera-lygia.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-5739\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/foto-vera-lygia.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/foto-vera-lygia.jpg 1221w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/foto-vera-lygia-768x489.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Em 19 de Abril de 2016, Vera Lygia El Id, aluna de mestrado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica,\u00a0bolsista CNPq, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada,<br \/>\n&#8220;An\u00e1lise do efeito inibit\u00f3rio de fitotoxinas liberadas por <em>Sesbania virgata <\/em>(Cav.) Pers. em esp\u00e9cies de diferentes est\u00e1gios sucessionais&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi presidida pelo seu orientador, PqC. Dr. Nelson Augusto dos Santos J\u00fanior e composta pela Prof\u00aa Dr\u00aa. Vania Regina Pivello (USP) e pelo PqC. Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo (N\u00facleo de Pesquisa em Sementes \u2013 IBt\/SP).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O projeto desenvolvido buscou avaliar o efeito inibit\u00f3rio das sementes de <em>Sesbania virgata<\/em> sobre esp\u00e9cies co-ocorrentes com ela no ambiente natural a partir do pressuposto de que, plantas que co-ocorrem no mesmo ambiente com esp\u00e9cies que produzem aleloqu\u00edmicos teriam desenvolvido mecanismos de toler\u00e2ncia a esses fitoqu\u00edmicos. O objetivo principal do presente trabalho foi avaliar a fitotoxicidade das subst\u00e2ncias encontradas em sementes de sesbania sobre esp\u00e9cies co-ocorrentes com ela no ambiente natural. Para tanto, foram selecionadas tr\u00eas esp\u00e9cies de diferentes est\u00e1gios sucessionais, co-ocorrentes com sesbania. As esp\u00e9cies foram submetidas aos experimentos de co-germina\u00e7\u00e3o com sementes de <em>S. virgata <\/em>e de irriga\u00e7\u00e3o com extratos produzidos a partir de sementes da esp\u00e9cie. Os dados obtidos permitiram concluir que subst\u00e2ncias oriundas de sementes de <em>S. virgata <\/em>n\u00e3o foram capazes de inibir o processo germinativo das esp\u00e9cies florestais que co-ocorrem com ela no ambiente. Por\u00e9m tais fitoqu\u00edmicos se mostraram mais efetivos quanto ao desenvolvimento, reduzindo significativamente o crescimento inicial das esp\u00e9cies florestais.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">An\u00e1lise do efeito inibit\u00f3rio de fitotoxinas liberadas por <em>Sesbania virgata <\/em>(Cav.) Pers. em esp\u00e9cies de\u00a0diferentes est\u00e1gios sucessionais<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Sesbania virgata <\/em>(Cav.) Pers is a tropical Fabaceae, pioneer and native to South America, that occurs in riparian forest, especially in the Cerrado and Atlantic Forest. It has been used to restore degraded areas, by their accelerated growth and ability to cover ground. Recently, it was verified that the seeds of <em>S. virgata <\/em>release allelochemicals during the imbibition process, affecting the germination and initial growth of other species. Some studies developed by the work group in which this project was inserted, have detected the presence of different phytochemicals in it leaves and it seeds, such as the flavonoid (+)- catechin. These substances are able to affect the germination and growth of some species. The aim of this study was to evaluate the phytotoxicity of substances in sesbania seeds in the species that co-occurring with\u00a0 it in the natural environment. They were selected three species of different successional stages, co-occuring with sesbania: <em>Mimosa bimucronata <\/em>(DC.) Kuntze, <em>Peltophorum dubium <\/em>(Spreng.) Taub. and <em>Copaifera langsdorffii <\/em>Desf.. These species were subjected to co-germination experiments with seeds of <em>S. virgata <\/em>and irrigation with extracts produced from seeds of this species. In co-germination tests were deposited next to each seed of selected species 0 (control), 5 and 10 seeds of Sesbania. In the irrigation tests, the seeds were irrigated with distilled water (control), with the extracts produced from sesbania seedcoats at concentrations 0.1, 0.5 and 1% (w \/ v) and with commercial catechin (1mg.mL-1). Both assays were conducted\u00a0 in\u00a0 the laboratory, in the greenhouse and in the field and data were collected for the germination and initial development of the selected species. It was found that the germination of <em>P. dubium <\/em>and <em>C. langsdorffii <\/em>were not affected, while <em>M. bimucronata <\/em>seeds were more sensitive to the presence of substances derived from sesbania seeds. In relation to the initial development of these species, <em>M. bimucronata <\/em>and <em>C. langsdorffii <\/em>showed significant reduction in most of the parameters used for growth analysis, while <em>P. dubium <\/em>showed higher tolerance to the presence of phytochemicals sesbania. The data showed that substances derived from <em>S. virgata <\/em>seeds\u00a0 were not able to inhibit the germination of forest species that co-occur with it in\u00a0 the environment. However such phytochemicals were more effective for the development, significantly reducing the initial growth of forest species, which demonstrated that they remain in the environment for a specific time. The data also suggest that inhibition generated by Sesbania seeds may have been caused by other substances besides catechin found in the seeds.<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: allelopathy, catechin, germination, initial development<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Sesbania virgata <\/em>(Cav.) Pers. \u00e9 uma Fabaceae, pioneira e nativa da Am\u00e9rica do Sul, que ocorre em vegeta\u00e7\u00f5es ciliares, principalmente no Cerrado e na Mata Atl\u00e2ntica. Estudos indicam a esp\u00e9cie como boa op\u00e7\u00e3o para restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, devido ao seu crescimento acelerado e \u00e0 sua alta capacidade de cobertura do solo. At\u00e9 o momento sabe-se que as sementes de <em>S. virgata<\/em> liberam aleloqu\u00edmicos durante o processo de embebi\u00e7\u00e3o, afetando a germina\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento inicial de outras esp\u00e9cies. Outros estudos, realizados pelo grupo de trabalho no qual esse projeto foi inserido, detectaram a presen\u00e7a de diversos fitoqu\u00edmicos em suas folhas e em suas sementes, como por exemplo o flavon\u00f3ide (+)- catequina capaz de afetar a germina\u00e7\u00e3o e o crescimento de algumas esp\u00e9cies. A partir do pressuposto de que, plantas que co-ocorrem no mesmo ambiente com esp\u00e9cies que produzem aleloqu\u00edmicos teriam desenvolvido mecanismos de toler\u00e2ncia a esses fitoqu\u00edmicos, o objetivo principal do presente trabalho foi avaliar a fitotoxicidade das subst\u00e2ncias encontradas em sementes de sesbania sobre esp\u00e9cies co-ocorrentes com ela no ambiente natural. Para tanto, foram selecionadas tr\u00eas esp\u00e9cies de diferentes est\u00e1gios sucessionais, co-ocorrentes com sesbania: <em>Mimosa bimucronata <\/em>(DC.) Kuntze, <em>Peltophorum dubium <\/em>(Spreng.) Taub. e<em> Copaifera langsdorffii <\/em>Desf.. Tais esp\u00e9cies foram submetidas aos experimentos de co-germina\u00e7\u00e3o com sementes de <em>S. virgata <\/em>e de irriga\u00e7\u00e3o com extratos produzidos a partir de sementes da esp\u00e9cie. Nos ensaios de co-germina\u00e7\u00e3o, foram depositadas ao lado de cada uma das sementes das esp\u00e9cies selecionadas, 0 (controle), 5 e 10 sementes de sesbania. Nos ensaios de irriga\u00e7\u00e3o, as sementes foram irrigadas com \u00e1gua destilada (controle), com os extratos produzidos a partir de tegumentos de sementes de sesbania, nas concentra\u00e7\u00f5es 0,1, 0,5 e 1% (p\/v) e com catequina comercial (1mg.mL<sup>-1<\/sup>). Ambos os ensaios foram conduzidos em laborat\u00f3rio, em casa de vegeta\u00e7\u00e3o e em campo, e foram coletados dados referentes ao processo germinativo e ao desenvolvimento inicial das esp\u00e9cies selecionadas. Foi verificado que o processo germinativo de <em>P. dubium<\/em> e <em>C. langsdorffii<\/em> n\u00e3o foram afetados, enquanto que sementes de <em>M. bimucronata<\/em> se mostraram mais sens\u00edveis \u00e0 presen\u00e7a de subst\u00e2ncias oriundas das sementes de sesbania. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento inicial dessas esp\u00e9cies, <em>M. bimucronata <\/em>e <em>C. langsdorffii <\/em>sofreram redu\u00e7\u00e3o significativa na maioria dos par\u00e2metros utilizados para a an\u00e1lise de crescimento, enquanto que <em>P. dubium <\/em>apresentou maior toler\u00e2ncia \u00e0 presen\u00e7a dos fitoqu\u00edmicos de sesbania. Os dados obtidos permitiram concluir que subst\u00e2ncias oriundas de sementes de <em>S. virgata <\/em>n\u00e3o foram capazes de inibir o processo germinativo das esp\u00e9cies florestais que co-ocorrem com ela no ambiente. Por\u00e9m tais fitoqu\u00edmicos se mostraram mais efetivos quanto ao desenvolvimento, reduzindo significativamente o crescimento inicial das esp\u00e9cies florestais, o que demonstrou que os mesmos permanecem no ambiente durante um determinado tempo. Os dados encontrados tamb\u00e9m sugerem que a inibi\u00e7\u00e3o gerada por sementes de sesbania pode ter sido provocada por outras subst\u00e2ncias, al\u00e9m da catequina encontrada em suas sementes.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: alelopatia, catequina, processo germinativo, desenvolvimento inicial<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/vera_lygia_el_id_ms.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/02\/vera_lygia_el_id_ms.pdf\">Vera Lygia El Id<br \/>\nAn\u00e1lise do efeito inibit\u00f3rio de fitotoxinas liberadas por <em>Sesbania virgata <\/em>(Cav.) Pers. em esp\u00e9cies de diferentes est\u00e1gios sucessionais<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong> <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vera Lygia El Id Em 19 de Abril de 2016, Vera Lygia El Id, aluna de mestrado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica,\u00a0bolsista CNPq, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada, &#8220;An\u00e1lise do efeito inibit\u00f3rio de fitotoxinas liberadas por Sesbania virgata (Cav.) 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