{"id":5620,"date":"2017-01-04T11:43:06","date_gmt":"2017-01-04T13:43:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=5620"},"modified":"2018-05-15T12:04:45","modified_gmt":"2018-05-15T15:04:45","slug":"2016-valeria-leobina-dos-santos-ms","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2016-valeria-leobina-dos-santos-ms\/","title":{"rendered":"Val\u00e9ria Leobina dos Santos MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3777 size-full\" style=\"border: 0px\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" alt=\"faixapos6\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Val\u00e9ria Leobina dos Santos<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">O projeto foi desenvolvido junto ao Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo pela mestranda Val\u00e9ria Leobina dos Santos, com orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Cynthia Fernandes Pinto da Luz do N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do IBt e colabora\u00e7\u00e3o dos especialistas na fam\u00edlia Bromeliaceae Dr. Leonardo de Melo Versieux da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e da Dra. Maria das Gra\u00e7as Lapa Wanderley do N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio do IBt. O objetivo principal da pesquisa foi reconhecer os padr\u00f5es da morfologia e ultraestrutura pol\u00ednica (microscopia eletr\u00f4nica de varredura) do g\u00eanero <em>Alcantarea<\/em>, que ocorre somente no Brasil sobre rochas gnaisse-gran\u00edticas, com substrato limitado, os chamados inselbergs, que est\u00e3o localizados nos dom\u00ednios da Mata Atl\u00e2ntica, desde o n\u00edvel do mar at\u00e9 2.000 metros de altitude e em \u00e1reas de Campos Rupestres da Serra do Espinha\u00e7o, na Bahia e em Minas Gerais. <em>Alcantarea <\/em>\u00e9 popularmente conhecido como \u201cbrom\u00e9lias gigantes\u201d, pela predomin\u00e2ncia de plantas que podem atingir at\u00e9 cinco metros de altura em flora\u00e7\u00e3o, como representa <em>Alcantarea imperialis<\/em> (brom\u00e9lia imperial). O estudo palinol\u00f3gico visou avaliar se os dados obtidos permitem o reconhecimento das esp\u00e9cies, especialmente seu relacionamento com <em>Vriesea<\/em> s.s. porque <em>Alcantarea<\/em> era considerado um subg\u00eanero deste. Foram estudados os gr\u00e3os de p\u00f3len de 19 esp\u00e9cies de <em>Alcantarea<\/em> (total de 43 esp\u00e9cimes) e 17 esp\u00e9cies de <em>Vriesea<\/em> (total de 32 esp\u00e9cimes) e, sempre que poss\u00edvel foram analisados tr\u00eas esp\u00e9cimes para cada esp\u00e9cie. A Palinologia \u00e9 a ci\u00eancia que estuda os gr\u00e3os de p\u00f3len das fanerog\u00e1mas e esporos de samambaias e lic\u00f3fitas. \u00c9 aplicada na Taxonomia porque gr\u00e3os de p\u00f3len e esporos conservam as caracter\u00edsticas de sua camada externa (exina), mesmo depois de fossilizados, devido \u00e0 presen\u00e7a em sua composi\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia denominada esporopolenina (C<sub>90<\/sub>H<sub>144<\/sub>O<sub>x<\/sub>). Ao mesmo tempo a ornamenta\u00e7\u00e3o da exina \u00e9 muito variada, auxiliando na distin\u00e7\u00e3o dos t\u00e1xons. Os detalhes estruturais e esculturais da exina, assim como os padr\u00f5es das aberturas dos gr\u00e3os de p\u00f3len e esporos, s\u00e3o muito conservativos e geralmente mantidos na mesma linha evolutiva.\u00a0<em>Alcantarea<\/em> apresenta um hist\u00f3rico de classifica\u00e7\u00e3o com mudan\u00e7as na sua circunscri\u00e7\u00e3o. Inicialmente foi considerado um g\u00eanero independente por Hermann August Theodor Harms, bot\u00e2nico alem\u00e3o,em 1930. Posteriormente, passou a ser tratado como um subg\u00eanero de <em>Vriesea <\/em>Lindl. por diversos autores at\u00e9 1995, quando Jason R. Grant, bot\u00e2nico su\u00ed\u00e7o, tratou novamente como g\u00eanero. Este posicionamento foi confirmado por Leonardo de Melo Versieux, bot\u00e2nico brasileiro, por estudos de filogenia molecular, onde <em>Alcantarea<\/em> emergiu como um g\u00eanero monofil\u00e9tico, tendo como grupo irm\u00e3o um clado de esp\u00e9cies de <em>Vriesea<\/em>. A Palinologia contribuiu para o entendimento das rela\u00e7\u00f5es nos dois g\u00eaneros em quest\u00e3o com base nos padr\u00f5es pol\u00ednicos observados, evidenciando a similaridade morfol\u00f3gica entre t\u00e1xons considerados afins e, por outro lado, demonstrando a riqueza de variabilidade em outros grupos. A morfologia do p\u00f3len de <em>Alcantarea<\/em> e <em>Vriesea <\/em>forneceu caracteres diagn\u00f3sticos para os dois g\u00eaneros e p\u00f4de ser considerada, portanto, um car\u00e1ter taxon\u00f4mico importante que deve ser utilizado pelos bot\u00e2nicos, juntamente com os outros caracteres florais e moleculares. Com os dados obtidos ampliou-se o volume de informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis dos dois g\u00eaneros para futuras an\u00e1lises da filogenia da fam\u00edlia, ajudando assim no avan\u00e7o do estudo sistem\u00e1tico e morfol\u00f3gico das brom\u00e9lias.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Palinotaxonomia de <em>Alcantarea<\/em> (E. Morren<em> ex<\/em> Mez) Harms, um g\u00eanero segregado de <em>Vriesea\u00a0<\/em>Lindl. (Bromeliaceae Juss.)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>ABSTRACT<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Bromeliaceae includes 58 genera and approximately 3200 species, most of them having neotropical distribution. Despite significatives advances in the classification of Bromeliaceae in recent years, the subfamily Tillandsiodeae still has problems of genera and species delimitation. The genus <em>Alcantarea <\/em>(E. Morren ex Mez) Harms has been traditionally classified as a subgenus of <em>Vriesea <\/em>Lindl., both belong to Tillandsiodeae subfamily. However in other works <em>Alcantarea <\/em>has been treated as an independent genus. Thus, obtention of palynological data may contribute to intergeneric and infrageneric delimitation of <em>Alcantarea <\/em>and <em>Vriesea <\/em>and with this objective the pollen morphology was analysed for 19 species of <em>Alcantarea <\/em>[<em>A. acuminatifolia <\/em>Leme, <em>A. aurantiaca <\/em>Versieux, <em>A. burle-marxii <\/em>(Leme) J.R. Grant, <em>A. duarteana <\/em>(L.B. Sm.) J.R. Grant, <em>A. extensa <\/em>(L.B. Sm.) J.R. Grant, <em>A. farneyi <\/em>(Martinelli &amp; A.F. Costa) J.R. Grant, <em>A. geniculata <\/em>(Wawra) J.R. Grant, <em>A.\u00a0 glaziouana <\/em>(Leme) J.R.Grant., <em>A. hastschbachii <\/em>(L.B. Sm &amp; Read), <em>A. heloisae <\/em>J.R. Grant, <em>A. imperialis <\/em>(Carri\u00e9re) Harms, <em>A. nanhoumii <\/em>(Leme) J.R. Grant, <em>A. nevaresii <\/em>Leme, <em>A. nigripetala <\/em>Leme &amp; L. Kollmann, <em>A. regina <\/em>(Vell.) Harms, <em>A. roberto-kautskyi <\/em>Leme, <em>A. trepida <\/em>Versieux &amp; Wand, <em>A. turgida <\/em>Versieux &amp; Wand. and <em>A. vinicolor <\/em>(E. Pereira &amp; Reitz) J.R. Grant] and 17 of <em>Vriesea <\/em>[<em>V. atropurpurea <\/em>Silveira, <em>V. bituminosa <\/em>Wawra, <em>V. cacuminis <\/em>L.B. Sm., <em>V. flava\u00a0<\/em>A.F. Costa, <em>V. friburgensis <\/em>Mez, <em>V. itatiaiae <\/em>Wawra, <em>V. jonghei <\/em>(K.Koch) E. Morren, <em>V. longicaulis <\/em>(Baker) Mez, <em>V. medusa <\/em>Versieux, <em>V. minarum <\/em>L.B. Sm, <em>V. <\/em>aff. <em>minor <\/em>(L.B. Sm.), <em>V. nanuzae <\/em>Leme, <em>V. neoglutinosa <\/em>Mez, <em>V. oligantha <\/em>(Baker) Mez, <em>V. philippocoburgii <\/em>Wawra, <em>V. pseudoatra <\/em>Leme and <em>V. stricta <\/em>L.B. Sm.], totaling 75 specimens. Pollen grains were collected from flower buds from herbarium specimens, deposited at the Herbaria SP, SPF, RB and UFRN, and from fresh material from the collection of bromeliads of the Center for Research in Ornamental Plants of the Botanical Institute. The pollen grains were acetolysed, measured, described and photographed by light microscopy and electronmicrographed on scanning electron microscopy. The results showed that the pollen pattern of <em>Alcantarea <\/em>is similar to <em>Vriesea<\/em>: pollen grains are heteropolar, amb elliptic (although <em>Alcantarea aurantiaca, A. burle-marxii, A. glaziouana, A. nahoumii, A. roberto- kauskyi <\/em>and <em>A. trepida <\/em>had some spheroidal pollen grains), monosulcate, sulcus with margin, reticulate ornamentation of the exine (except <em>A. imperialis <\/em>which displayed foveolate ornamentation) and apex of equatorial axe (<em>calotas<\/em>) with different ornamentation (microreticulated or psilate-perforated) from the center area of pollen grain. Due to similarity in the pollen morphology, both groups were considered stenopalynous and palino chars do not corroborate the segregation of those genera. Nevertheless, the secondary pollen characters obtained here may contribute to future studies, as the calota ornamentation, sexine thickness, lumen width and type of the murus of the reticulum on center area of pollen grain, contributed to separation of the majority of the species of <em>Alcantarea <\/em>from <em>Vriesea<\/em>, mainly due to the smaller dimension of the sexine of the latter.<br \/>\n<strong>Keywords<\/strong>: Bromeliaceae, Pollen grains, Pollen morphology, Tillandsioideae, <em>Vrieseeae<\/em><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Bromeliaceae Juss. apresenta 58 g\u00eaneros e aproximadamente 3.200 esp\u00e9cies, com distribui\u00e7\u00e3o majoritariamente neotropical. Apesar dos avan\u00e7os significativos na classifica\u00e7\u00e3o de Bromeliaceae nos \u00faltimos anos, a subfam\u00edlia Tillandsiodeae ainda apresenta problemas de delimita\u00e7\u00e3o de g\u00eaneros e esp\u00e9cies. O g\u00eanero <em>Alcantarea<\/em> (E. Morren <em>ex<\/em> Mez) Harms foi foco de discuss\u00f5es porque tradicionalmente era classificado como um subg\u00eanero de <em>Vriesea <\/em>Lindl., ambos pertencentes a fam\u00edlia Tillandsiodeae. No entanto, em outros trabalhos foi tratado como um g\u00eanero independente. Diante disto, a aquisi\u00e7\u00e3o de dados palinol\u00f3gicos pode ajudar na delimita\u00e7\u00e3o intergen\u00e9rica e infragen\u00e9rica em <em>Alcantarea<\/em> e <em>Vriesea<\/em> e com este objetivo foram analisados a morfologia pol\u00ednica de 19 esp\u00e9cies de <em>Alcantarea<\/em> [<em>A. acuminatifolia<\/em> Leme, <em>A. aurantiaca <\/em>Versieux, <em>A. burle-marxii<\/em> (Leme) J.R. Grant, <em>A. duarteana<\/em> (L.B. Sm.) J.R. Grant, <em>A. extensa<\/em> (L.B. Sm.) J.R. Grant,\u00a0 <em>A. farneyi<\/em> (Martinelli &amp; A.F. Costa) J.R. Grant, <em>A. geniculata<\/em> (Wawra) J.R. Grant, <em>A. glaziouana<\/em> (Leme) J.R. Grant., <em>A. hastschbachii<\/em> (L.B. Sm &amp; Read),\u00a0 <em>A. heloisae<\/em> J.R. Grant,\u00a0 <em>A. imperialis<\/em> (Carri\u00e9re) Harms, <em>A. nanhoumii<\/em> (Leme) J.R. Grant, <em>A. nevaresii<\/em> Leme, <em>A. nigripetala<\/em> Leme &amp; L. Kollmann, <em>A. regina<\/em> (Vell.) Harms, <em>A. roberto-kautskyi<\/em> Leme, <em>A. trepida<\/em>Versieux &amp; Wand., <em>A. turgida <\/em>Versieux &amp;Wand. e <em>A. vinicolor<\/em> (E. Pereira &amp; Reitz) J.R. Grant] e 17 esp\u00e9cies de <em>Vriesea<\/em> [<em>V. atropurpurea<\/em> Silveira, <em>V. bituminosa <\/em>Wawra, <em>V. cacuminis<\/em> L.B. Sm., <em>V. flava<\/em> A.F. Costa, <em>V. friburgensis <\/em>Mez, <em>V. itatiaiae <\/em>Wawra, <em>V. jonghei<\/em> (K. Koch) E. Morren, <em>V. longicaulis<\/em> (Baker) Mez, <em>V. medusa <\/em>Versieux, <em>V. minarum<\/em> L.B. Sm, <em>V. <\/em>aff.\u00a0<em>minor<\/em> (L.B. Sm.), <em>V. nanuzae<\/em> Leme, <em>V. neoglutinosa <\/em>Mez, <em>V. oligantha<\/em> (Baker) Mez, <em>V. philippocoburgii <\/em>Wawra, <em>V. pseudoatra<\/em> Leme e <em>V. stricta<\/em> L.B. Sm.], totalizando 75 esp\u00e9cimes. Os bot\u00f5es florais contendo o material pol\u00ednico foram obtidos de exsicatas depositadas nos herb\u00e1rios SP, SPF, RB e UFRN, al\u00e9m de material fresco da Cole\u00e7\u00e3o de Bromeliaceae do N\u00facleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais do Instituto de Bot\u00e2nica. Os gr\u00e3os de p\u00f3len foram acetolisados, medidos, descritos e fotografados sob microscopia \u00f3ptica e eletr\u00f4nica de varredura. Os resultados demonstraram que o padr\u00e3o pol\u00ednico de <em>Alcantarea<\/em> \u00e9 similar ao de <em>Vriesea<\/em>: os gr\u00e3os de p\u00f3len s\u00e3o heteropolares, com \u00e2mbito elipsoidal (apesar de <em>Alcantarea aurantiaca<\/em>,<em> A. burle-marxii<\/em>,<em> A. glaziouana<\/em>,<em> A. nahoumii<\/em>,<em> A. roberto-kauskyi <\/em>e <em>A. trepida<\/em> terem apresentado tamb\u00e9m alguns gr\u00e3os de p\u00f3len esferoidais), monossulcados, sulco apresentando margem, ornamenta\u00e7\u00e3o da exina reticulada (com exce\u00e7\u00e3o de <em>Alcantarea imperialis<\/em> que apresentou ornamenta\u00e7\u00e3o foveolada) e, com \u00e1pices do eixo equatorial (<em>calotas<\/em>) de ornamenta\u00e7\u00e3o diferenciada (microrreticulada ou psilado-perfurada) da \u00e1rea central do p\u00f3len. Devido a grande similaridade pol\u00ednica os dois grupos foram considerados estenopol\u00ednicos, o que n\u00e3o corrobora a segrega\u00e7\u00e3o por estes caracteres. No entanto, as caracter\u00edsticas pol\u00ednicas secund\u00e1rias aqui observadas podem, de certo modo, auxiliar em futuros estudos destes grupos, j\u00e1 que a ornamenta\u00e7\u00e3o das calotas equatoriais, espessura da sexina, largura do lumen e tipo de muro do ret\u00edculo na \u00e1rea central do gr\u00e3o de p\u00f3len auxiliaram na separa\u00e7\u00e3o da maioria das esp\u00e9cies de <em>Alcantarea<\/em> das de <em>Vriesea<\/em>, principalmente pelas menores dimens\u00f5es na sexina deste \u00faltimo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Bromeliaceae, gr\u00e3os de p\u00f3len, morfologia pol\u00ednica, Tillandsioideae, <em>Vrieseae<\/em><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/01\/Valeria_Leobina_dos_Santos_MS.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" alt=\"pdf_grande\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/01\/Valeria_Leobina_dos_Santos_MS.pdf\"><span style=\"color: #003300\">Val\u00e9ria Leobina dos Santos<\/span><\/a><a href=\"arquivos.ambiente.sp.gov.br\/pgibt\/2016\/12\/Zedenil_Rodrigues_Mendes_MS_tamanho-reduzido.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><br \/>\n<\/a><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2017\/01\/Valeria_Leobina_dos_Santos_MS.pdf\">Palinotaxonomia de <em>Alcantarea<\/em> (E. Morren<em> ex<\/em> Mez) Harms, um g\u00eanero segregado de <em>Vriesea\u00a0<\/em>Lindl. (Bromeliaceae Juss.)<\/a><\/span><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Val\u00e9ria Leobina dos Santos O projeto foi desenvolvido junto ao Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo pela mestranda Val\u00e9ria Leobina dos Santos, com orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Cynthia Fernandes Pinto da Luz do N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do IBt e colabora\u00e7\u00e3o dos especialistas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5620"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5620"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5620\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6419,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5620\/revisions\/6419"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5620"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}