{"id":5209,"date":"2016-05-05T14:13:24","date_gmt":"2016-05-05T17:13:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=5209"},"modified":"2016-05-05T14:13:24","modified_gmt":"2016-05-05T17:13:24","slug":"2015-laura-benitez-bosco","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2015-laura-benitez-bosco\/","title":{"rendered":"Laura Benitez Bosco MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Laura Benitez Bosco<br \/>\n<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Em 30 de abril de 2015, na sala de aula do N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), a aluna da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Laura Benitez Bosco (Bolsista FAPESP 2013\/03182-2 e CNPQ 134024\/2013-3), defendeu a sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada<br \/>\n\u201cOrigem bot\u00e2nica e fitogeogr\u00e1fica do mel e cargas de p\u00f3len provenientes da Comunidade Quilombola Porto Velho,<br \/>\nMunic\u00edpio de Iporanga, Vale do Ribeira (S\u00e3o Paulo).&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/05\/Laura_benitez.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5211\" alt=\"Laura_benitez\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/05\/Laura_benitez.jpg\" width=\"452\" height=\"332\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Cynthia Fernandes Pinto da Luz (orientadora\/IBt), Dra. Esther Margarida A. Ferreira Bastos (Funda\u00e7\u00e3o Ezequiel Dias &#8211; FUNED) e Dra. Denise de Ara\u00fajo Alves (ESALQ).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Origem bot\u00e2nica e fitogeogr\u00e1fica do mel e cargas de p\u00f3len provenientes da<br \/>\nComunidade Quilombola Porto Velho,\u00a0Munic\u00edpio de Iporanga, Vale do Ribeira (S\u00e3o Paulo).<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A apicultura \u00e9 uma alternativa para o desenvolvimento da agricultura familiar, especialmente em locais de mata preservada, como o Vale do Ribeira no Estado de S\u00e3o Paulo. Essa regi\u00e3o necessita de atividades econ\u00f4micas de baixo impacto ambiental que preservem sua riqueza natural. Assim, este trabalho objetivou caracterizar a origem bot\u00e2nica e fitogeogr\u00e1fica do mel e cargas de p\u00f3len atrav\u00e9s da an\u00e1lise melissopalinol\u00f3gica; inventariar a flora ap\u00edcola da regi\u00e3o; conhecer o perfil socioecon\u00f4mico dos apicultores e as caracter\u00edsticas de produ\u00e7\u00e3o de mel. Para isso, foram estudados dois api\u00e1rios da Comunidade Quilombola Porto Velho, Iporanga (SP), com duas colmeias cada. A coleta de mel foi realizada mensalmente de Janeiro\/2013 a Junho\/2014 para um dos api\u00e1rios e de Julho\/2013 a Junho\/2014 para o outro. Coletas de esp\u00e9cimes vegetais em flora\u00e7\u00e3o em um raio de 250 m no entorno dos api\u00e1rios foram realizadas mensalmente. A prepara\u00e7\u00e3o do mel foi realizada atrav\u00e9s do m\u00e9todo direto para as an\u00e1lises qualitativa e quantitativa. Os gr\u00e3os de p\u00f3len das esp\u00e9cies coletadas em flora\u00e7\u00e3o no entorno dos api\u00e1rios foram preparados atrav\u00e9s do m\u00e9todo da acet\u00f3lise e do m\u00e9todo direto para a confec\u00e7\u00e3o da Palinoteca de Refer\u00eancia da \u00e1rea de estudo. As cargas de p\u00f3len foram obtidas mensalmente entre julho\/2013 e junho\/2014 e preparadas atrav\u00e9s do m\u00e9todo direto. Os dados socioecon\u00f4micos e das caracter\u00edsticas de produ\u00e7\u00e3o de mel foram obtidos atrav\u00e9s de entrevistas estruturadas realizadas aos apicultores em janeiro\/2013. Foram identificadas 85 esp\u00e9cies em flora\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de estudo, sendo a fam\u00edlia Asteraceae a mais abundante, o m\u00eas de dezembro o mais rico em esp\u00e9cies e o estrato herb\u00e1ceo o h\u00e1bito mais representativo. Os tipos pol\u00ednicos <em>Euterpe\/Syagrus, Attalea, Vernonia, Mikania cordifolia, Weinmannia, Cupania oblongifolia<\/em> e <em>Machaerium<\/em> foram os mais importantes para as abelhas dentre os 69 tipos pol\u00ednicos referentes a esp\u00e9cies nectar\u00edferas. Atrav\u00e9s da identifica\u00e7\u00e3o de elementos figurados, foi poss\u00edvel detectar problemas de falta de higiene no manejo dos api\u00e1rios. As amostras de mel foram classificadas como predominantemente heteroflorais, origin\u00e1rias das regi\u00f5es Sul e Sudeste do Brasil e provenientes de esp\u00e9cies de Mata Atl\u00e2ntica com algum grau de perturba\u00e7\u00e3o. Esse resultado tamb\u00e9m foi observado nas cargas de p\u00f3len, onde foram identificados 64 tipos pol\u00ednicos, sendo os tipos <em>Attalea, Mikania cordifolia, Mimosa bimucronata<\/em> e <em>Piper<\/em> as fontes polin\u00edferas de maior import\u00e2ncia. Os resultados mostraram que os apicultores da Comunidade Porto Velho s\u00e3o principalmente homens jovens, produtores rurais, alfabetizados, chefes de fam\u00edlia, que exploram o mel como fonte de renda secund\u00e1ria e possuem conhecimento escasso sobre a flora ap\u00edcola local. O mel \u00e9 explorado atrav\u00e9s de tecnologia moderna, em volume que o caracteriza como produto artesanal e que apresenta problemas de qualidade e higiene que impedem sua certifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Palavras-chave<\/b>: Agricultura familiar, <em>Apis mellifera<\/em>, Mata Atl\u00e2ntica, Melissopalinologia, Flora ap\u00edcola.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/05\/Laura_Benitez_Bosco_MS.pdf\" target=\"_blank\">Laura Benitez Bosco<br \/>\nOrigem bot\u00e2nica e fitogeogr\u00e1fica do mel e cargas de p\u00f3len provenientes da<br \/>\nComunidade Quilombola Porto Velho, Munic\u00edpio de Iporanga, Vale do Ribeira (S\u00e3o Paulo).<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Laura Benitez Bosco Em 30 de abril de 2015, na sala de aula do N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), a aluna da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Laura Benitez Bosco (Bolsista FAPESP 2013\/03182-2 e CNPQ 134024\/2013-3), defendeu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"sma\/fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5209"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5209"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5209\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5209"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}