{"id":5030,"date":"2016-01-05T16:49:26","date_gmt":"2016-01-05T18:49:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=5030"},"modified":"2016-01-05T16:49:26","modified_gmt":"2016-01-05T18:49:26","slug":"2015-tiago-luiz-vieira-silva","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2015-tiago-luiz-vieira-silva\/","title":{"rendered":"Tiago Luiz Vieira Silva MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Tiago Luiz Vieira Silva<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"line-height: 1.5em\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/01\/Tiago-Luiz-Vieira-Silva.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5033\" alt=\"Tiago Luiz Vieira Silva\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/01\/Tiago-Luiz-Vieira-Silva.jpg\" width=\"377\" height=\"283\" \/><\/a><br \/>\nNo dia 26 de agosto de 2015, no audit\u00f3rio do Centro de Estudos em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, do Instituto de Bot\u00e2nica, ocorreu a sess\u00e3o p\u00fablica de defesa de disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de Tiago Luiz Vieira Silva, discente do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, cujo t\u00edtulo \u00e9 \u201cA fam\u00edlia Orchidaceae na Serra do Ouro Branco, Minas Gerais, Brasil\u201d. A banca avaliadora foi presidida pelo Dr. F\u00e1bio de Barros (Instituto de Bot\u00e2nica, N\u00facleo de Pesquisa Orquid\u00e1rio do Estado), orientador do aluno, e contou tamb\u00e9m com a presen\u00e7a do Dr. Jefferson Prado (Instituto de Bot\u00e2nica, N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio), como membro externo, e da Dr\u00aa. Maria das Gra\u00e7as Lapa Wanderley (Instituto de Bot\u00e2nica, N\u00facleo de Pesquisa Curadoria do Herb\u00e1rio), como membro interno.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A disserta\u00e7\u00e3o trata do levantamento flor\u00edstico da fam\u00edlia Orchidaceae para a Serra do Ouro Branco, localizada no extremo sul da Cadeia do Espinha\u00e7o e, portanto, inserida no Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero, no Estado de Minas Gerais. Foram inventariadas, no total, 75 esp\u00e9cies de orqu\u00eddeas distribu\u00eddas em 36 g\u00eaneros, uma riqueza consider\u00e1vel que reflete tanto o esfor\u00e7o amostral de campo, como a revis\u00e3o cuidadosa das cole\u00e7\u00f5es dos 14 herb\u00e1rios visitados. O trabalho apresenta chaves de identifica\u00e7\u00e3o para g\u00eaneros e esp\u00e9cies, descri\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, ilustra\u00e7\u00f5es da morfologia floral das esp\u00e9cies, al\u00e9m de um guia de campo ricamente ilustrado, com fotografias da maior parte das esp\u00e9cies inventariadas. Al\u00e9m do levantamento flor\u00edstico propriamente dito, foi realizada tamb\u00e9m uma an\u00e1lise comparativa da flora de orqu\u00eddeas entre regi\u00f5es de altitude do Planalto Central e leste do Brasil, na qual foram verificados alguns padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o da flora de orqu\u00eddeas entre essas regi\u00f5es. Portanto, de um modo geral, a disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma importante contribui\u00e7\u00e3o para os estudos flor\u00edsticos acerca das Orchidaceae em Minas Gerais e no Brasil.<br \/>\nA defesa teve in\u00edcio \u00e0s 14:00 h, quando o aluno apresentou seu trabalho para a plateia e os membros da banca. Por volta as 15:00 h foi iniciada a argui\u00e7\u00e3o, que durou at\u00e9 cerca de 17:30 h. A comiss\u00e3o julgadora, ent\u00e3o, reuniu-se em sess\u00e3o secreta para elaborar ata de defesa do candidato, que foi considerado aprovado.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><b>A fam\u00edlia Orchidaceae na Serra do\u00a0<\/b><b>Ouro\u00a0<\/b><b>Branco, Minas Gerais, Brasil<\/b><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Orchidaceae \u00e9 a fam\u00edlia mais diversa entre as monocotiled\u00f4neas com cerca de 800 g\u00eaneros e 24.500 esp\u00e9cies. No Brasil, \u00e9 a segunda mais diversa entre as angiospermas, com cerca de 2.500 esp\u00e9cies. Dentre as regi\u00f5es montanhosas do Brasil, a Cadeia do Espinha\u00e7o merece destaque, uma vez que possui uma flora extremamente rica e particular, sobretudo nos campos rupestres, que apresentam altas taxas de endemismo. A Serra do Ouro Branco est\u00e1 localizada no munic\u00edpio de Ouro Branco, Minas Gerais, e constitui o limite sul da Cadeia do Espinha\u00e7o. O objetivo deste trabalho foi realizar o estudo flor\u00edstico e taxon\u00f4mico das Orchidaceae ocorrentes na Serra do Ouro Branco, Minas Gerais, Brasil, bem como realizar uma an\u00e1lise comparativa da flora de orqu\u00eddeas, a partir de dados de revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, entre diferentes \u00e1reas de altitude entre o Planalto Central e o leste do Brasil. Para o levantamento flor\u00edstico foram realizadas seis expedi\u00e7\u00f5es a campo, com dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de quatro dias, entre setembro de 2013 e janeiro de 2015. Al\u00e9m do trabalho de campo, foram consultadas as cole\u00e7\u00f5es dos herb\u00e1rios BHCB, ESA, ESAL, HB, HUFSJ, MBM, OUPR, R, RB, SP, SPF, VIC, UEC e UPCB. Os materiais coletados foram depositados no herb\u00e1rio SP, com envio de duplicatas ao BHCB. Para a an\u00e1lise flor\u00edstica comparativa foram compiladas listas de levantamentos da fam\u00edlia de 32 localidades (incluindo a Serra do Ouro Branco) em uma matriz com dados de presen\u00e7a\/aus\u00eancia; a similaridade foi calculada atrav\u00e9s do \u00edndice de Jaccard e a rela\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas foi verificada por an\u00e1lise de agrupamento (UPGMA). No que diz respeito ao levantamento flor\u00edstico, foram registradas 75 esp\u00e9cies distribu\u00eddas em 36 g\u00eaneros para a \u00e1rea de estudo. O g\u00eanero com maior representatividade foi <em>Habenaria<\/em> (17 spp.), seguido de <em>Cleistes<\/em> (7 spp.), <em>Acianthera<\/em> e <em>Epidendrum<\/em> (6 spp. cada), <em>Campylocentrum<\/em> e <em>Hoffmannseggella<\/em> (3 spp. cada), <em>Liparis<\/em>, <em>Pelexia<\/em> e <em>Prescottia<\/em> (2 spp. cada). Os demais 27 g\u00eaneros apresentaram apenas uma esp\u00e9cie cada. A an\u00e1lise comparativa permitiu a constata\u00e7\u00e3o de alguns padr\u00f5es: apesar do predom\u00ednio de forma\u00e7\u00f5es de campos rupestres, as \u00e1reas da Cadeia do Espinha\u00e7o, como um todo, n\u00e3o formam um agrupamento; as \u00e1reas da Chapada Diamantina juntamente com Gr\u00e3o-Mogol formam um grupo bem definido, enquanto as \u00e1reas do Sul da Cadeia do Espinha\u00e7o est\u00e3o mais correlacionadas com as \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica do sudeste de Minas Gerais e S\u00e3o Paulo As \u00e1reas do Planalto Central formaram um grupo \u00e0 parte, bem como as \u00e1reas pr\u00f3ximas ao litoral do Rio de Janeiro. A elevada riqueza de Orchidaceae encontrada na Serra do Ouro Branco, uma \u00e1rea relativamente pequena, reflete a import\u00e2ncia flor\u00edstica da fam\u00edlia, bem como a relev\u00e2ncia ambiental da \u00e1rea de estudo. S\u00e3o apresentados chaves de identifica\u00e7\u00e3o, descri\u00e7\u00f5es, ilustra\u00e7\u00f5es dos diagramas florais e coment\u00e1rios sobre os g\u00eaneros e esp\u00e9cies.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Cadeia do Espinha\u00e7o, Cerrado, flor\u00edstica, orqu\u00eddeas, taxonomia.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2016\/01\/Tiago_Luiz_Vieira_Silva_MS.pdf\" target=\"_blank\">Tiago Luiz Vieira Silva<br \/>\nA fam\u00edlia Orchidaceae na Serra do Ouro Branco, Minas Gerais, Brasil<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tiago Luiz Vieira Silva No dia 26 de agosto de 2015, no audit\u00f3rio do Centro de Estudos em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, do Instituto de Bot\u00e2nica, ocorreu a sess\u00e3o p\u00fablica de defesa de disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de Tiago Luiz Vieira Silva, discente do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, cujo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"sma\/fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5030"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5030"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5030\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5030"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}