{"id":4994,"date":"2015-12-29T10:47:48","date_gmt":"2015-12-29T12:47:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4994"},"modified":"2015-12-29T10:47:48","modified_gmt":"2015-12-29T12:47:48","slug":"2015-valeria-augusta-garcia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2015-valeria-augusta-garcia\/","title":{"rendered":"Val\u00e9ria Augusta Garcia DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Val\u00e9ria Augusta Garcia<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"line-height: 1.5em\">A sele\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas visando ao atendimento de programas de reflorestamento, melhoramento gen\u00e9tico e\/ou de silvicultura \u00e9 dificultada pelo desconhecimento tanto da qualidade fisiol\u00f3gica das sementes como da produ\u00e7\u00e3o de mudas.<br \/>\nDentre estas, destacam-se as palmeiras, sendo esta uma fam\u00edlia bot\u00e2nica de grande import\u00e2ncia para o paisagismo, e para os trabalhos de recomposi\u00e7\u00e3o dos ecossistemas florestais.<br \/>\nAs palmeiras est\u00e3o entre as quatro fam\u00edlias bot\u00e2nicas mais importantes para o uso humano, junto com as fam\u00edlias Poaceae (tais como arroz, milho, trigo e cevada), Fabaceae (como soja, ervilha, feij\u00e3o, alfafa e gr\u00e3o de bico) e Solanaceae (como batata, tomate e tabaco).<br \/>\nO estudo das palmeiras nativas \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia, pois muitas possuem grande potencial s\u00f3cio-econ\u00f4mico para diversas comunidades.<br \/>\n<\/span>As palmeiras apresentam grande valor ecol\u00f3gico dentro das comunidades de plantas nas florestas tropicais e na rede de intera\u00e7\u00f5es com polinizadores e dispersores.<br \/>\nEm muitas florestas neotropicais, as palmeiras destacam-se pela abund\u00e2ncia e riqueza de esp\u00e9cies, tanto no sub-bosque quanto nos estratos superiores, e est\u00e3o entre as plantas de maior longevidade no reino vegetal, desempenhando, assim, papel importante na estrutura e funcionamento de diversos ecossistemas e na sucess\u00e3o ecol\u00f3gica.<br \/>\nO n\u00famero de esp\u00e9cies de palmeiras \u00e9 estimado de 2.600 esp\u00e9cies dentro de 200 g\u00eaneros, nas Am\u00e9ricas s\u00e3o encontrados 67 g\u00eaneros e aproximadamente 1.440 esp\u00e9cies, j\u00e1 no Brasil s\u00e3o 119 esp\u00e9cies, pertencentes a 39 g\u00eaneros.<br \/>\nA maioria das esp\u00e9cies da Fam\u00edlia Arecaceae \u00e9 propagada de forma sexuada, ou seja, por sementes.<br \/>\nNo entanto, este processo frequentemente \u00e9 dificultado, pois a germina\u00e7\u00e3o das sementes, de maneira geral, \u00e9 lenta e desuniforme e \u00e9 influenciada por v\u00e1rios fatores, como est\u00e1dio de matura\u00e7\u00e3o, presen\u00e7a ou n\u00e3o de pericarpo, tempo entre colheita e semeadura, dorm\u00eancia f\u00edsica, temperatura do ambiente e substrato, entre outros.<br \/>\nUm dos principais fatores que ocasiona diminui\u00e7\u00e3o da viabilidade e representa um problema para a conserva\u00e7\u00e3o das sementes de palmeiras \u00e9 a sua desidrata\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO per\u00edodo de curta viabilidade durante o armazenamento e a toler\u00e2ncia \u00e0 desidrata\u00e7\u00e3o variam entre esp\u00e9cies, por essa raz\u00e3o, tem sido recomendado o plantio imediato das sementes ainda frescas.<br \/>\nEsse comportamento torna invi\u00e1vel, com o conhecimento atual, a conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies com sementes recalcitrantes em bancos de germoplasma que utilizam sementes.<br \/>\nH\u00e1 necessidade, portanto, de desenvolvimento de tecnologia que permita conservar essas sementes, visto que em palmeiras h\u00e1 ainda dificuldades relacionadas a log\u00edstica existente por serem plantas perenes, de ciclo longo e de grande altura, assim como ocorre em outras \u00e1reas do conhecimento das palmeiras.<br \/>\nSendo assim, neste trabalho um dos objetivos foi estudar a fenologia reprodutiva, o desenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o de sementes e frutos de <em>Bactris gasipaes<\/em> Kunth., <em>Euterpe edulis<\/em> Mart. e <em>Syagrus romanzoffiana<\/em> (Cham.) Glassman., estabelecendo rela\u00e7\u00f5es entre as caracter\u00edsticas externas visuais e f\u00edsicas com as fisiol\u00f3gicas e, dessa forma colaborar com o conhecimento do comportamento reprodutivo e a conserva\u00e7\u00e3o das Arecaceae, e ainda contribuir para o conhecimento da fisiologia da matura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de sementes recalcitrantes.<br \/>\nAs avalia\u00e7\u00f5es fenol\u00f3gicas das tr\u00eas esp\u00e9cies de palmeiras no Vale do Ribeira (SP) apresentaram dois eventos de flora\u00e7\u00e3o registrados, j\u00e1 que o processo reprodutivo ocorreu como um evento singular anual.<br \/>\nHouve varia\u00e7\u00f5es na intensidade reprodutiva das esp\u00e9cies de palmeiras estudadas, entre as esp\u00e9cies e de um ano para outro. A esp\u00e9cie <em>Bactris gasipaes<\/em> apresentou m\u00e9dia de 147 dias entre a abertura da espata floral e a forma\u00e7\u00e3o de frutos maduros, j\u00e1 <em>Euterpe edulis<\/em> esse processo demorou 280 dias, e <em>Syagrus romanzoffiana<\/em> 174 dias. A maturidade fisiol\u00f3gica dos pir\u00eanios <em>E<\/em>.<em> edulis<\/em> foi atingida aos 267 dias ap\u00f3s abertura da espata, per\u00edodo em que apresentaram m\u00e1ximo ac\u00famulo de massa seca, maior \u00edndice de velocidade de germina\u00e7\u00e3o e poder germinativo. A colheita pode ser estendida at\u00e9 280 DAAE sem perda da qualidade fisiol\u00f3gica dos pir\u00eanios. A colora\u00e7\u00e3o dos frutos \u00e9 um bom indicador do ponto de maturidade fisiol\u00f3gica das sementes. Em <em>S<\/em>.<em> romanzoffiana<\/em>, a colora\u00e7\u00e3o do fruto n\u00e3o diferenciou a capacidade germinativa dos pir\u00eanios, n\u00e3o estabelecendo diferen\u00e7as entre os est\u00e1dios de matura\u00e7\u00e3o (de 135 a 174 DAAE). Para os pir\u00eanios de <em>B<\/em>.<em>\u00a0gasipaes<\/em>, os est\u00e1dios mais avan\u00e7ados de matura\u00e7\u00e3o foram superiores em n\u00famero de sementes germinadas e em vigor.<br \/>\nO grau de umidade da semente e do endocarpo e suas propor\u00e7\u00f5es de massa seca no pir\u00eanio s\u00e3o diferenciados entre as esp\u00e9cies, e podem representar padr\u00f5es diferentes nos estudos f\u00edsicos e fisiol\u00f3gicos futuros, al\u00e9m de ser necess\u00e1rio esse conhecimento em outras esp\u00e9cies de Arecaceae.<br \/>\nAssim, pode-se concluir tamb\u00e9m que, particularmente para sementes de palmeiras das esp\u00e9cies estudadas, a classifica\u00e7\u00e3o quanto ao n\u00edvel de maturidade das sementes no momento de seu desligamento da planta-m\u00e3e \u00e9 mais adequado para caracterizar as diferen\u00e7as no comportamento dessas sementes do que a classifica\u00e7\u00e3o em categorias, ortodoxas, intermedi\u00e1rias e recalcitrantes. O estudo fenol\u00f3gico demonstrou a estrat\u00e9gia de disponibiliza\u00e7\u00e3o de sementes durante longo per\u00edodo do ano, o acompanhamento dos processos de matura\u00e7\u00e3o das sementes e dos frutos, bem como das diferen\u00e7as entre semente e endocarpo e a demonstra\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 evidente embri\u00e3o formado e pronto a germinar, ainda que n\u00e3o totalmente desenvolvido para os padr\u00f5es de sementes ortodoxas, mostram evid\u00eancias de que as estrat\u00e9gias desenvolvidas pelas esp\u00e9cies vegetais ao longo de sua evolu\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o, v\u00e3o muito al\u00e9m de um simples investimento em toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o (das sementes ortodoxas), de um lado, e de germina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, sem qualquer investimento em armazenamento em bancos no solo (das recalcitrantes), de outro, com um bloco intermedi\u00e1rio com caracter\u00edsticas t\u00e3o vari\u00e1veis que sequer permitem sua caracteriza\u00e7\u00e3o. Considerando o grande n\u00famero de esp\u00e9cies ainda n\u00e3o estudadas, as sementes das palmeiras mostram-se, portanto, excelente material para a compreens\u00e3o tanto da fisiologia de sementes, em seus conceitos e caracter\u00edsticas mais elementares, quanto dos processos evolutivos que permitiram o gigantesco gradiente de comportamento das sementes das diferentes esp\u00e9cies.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Desenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o de frutos e sementes de esp\u00e9cies de Arecaceae (<i>Bactris gasipaes <\/i>Kunth., <i>Euterpe edulis <\/i>Mart. e <i>Syagrus romanzoffiana <\/i>(Cham.) Glassman)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">As avalia\u00e7\u00f5es fenol\u00f3gicas das tr\u00eas esp\u00e9cies de palmeiras no Vale do Ribeira (SP) apresentaram dois eventos de flora\u00e7\u00e3o foram registrados, j\u00e1 que o processo reprodutivo ocorreu como um evento singular anual. Houve varia\u00e7\u00f5es na intensidade reprodutiva das esp\u00e9cies de palmeiras estudadas, entre as esp\u00e9cies e de um ano para outro. A esp\u00e9cie <em>Bactris gasipaes<\/em> apresentou m\u00e9dia de 147 dias entre a abertura da espata floral e a forma\u00e7\u00e3o de frutos maduros, j\u00e1 <em>Euterpe edulis<\/em> esse processo demorou 280 dias, e <em>Syagrus romanzoffiana<\/em> 174 dias. A maturidade fisiol\u00f3gica dos pir\u00eanios <em>E<\/em>.<em> edulis<\/em> foi atingida aos 267 dias ap\u00f3s abertura da espata, per\u00edodo em que apresentaram m\u00e1ximo ac\u00famulo de massa seca, maior \u00edndice de velocidade de germina\u00e7\u00e3o e poder germinativo. A colheita pode ser estendida at\u00e9 280 DAAE sem perda da qualidade fisiol\u00f3gica dos pir\u00eanios. A colora\u00e7\u00e3o dos frutos \u00e9 um bom indicador do ponto de maturidade fisiol\u00f3gica das sementes. Em <em>S<\/em>.<em> romanzoffiana<\/em>, a colora\u00e7\u00e3o do fruto n\u00e3o diferenciou a capacidade germinativa dos pir\u00eanios, n\u00e3o estabelecendo diferen\u00e7as entre os est\u00e1dios de matura\u00e7\u00e3o (de 135 a 174 DAAE). Para os pir\u00eanios de <em>B<\/em>.<em> gasipae,<\/em> os est\u00e1dios mais avan\u00e7ados de matura\u00e7\u00e3o foram superiores em n\u00famero de sementes germinadas e em vigor. O grau de umidade da semente e do endocarpo e suas propor\u00e7\u00f5es de massa seca no pir\u00eanio s\u00e3o diferenciados entre as esp\u00e9cies, e podem representar padr\u00f5es diferentes nos estudos f\u00edsicos e fisiol\u00f3gicos futuros, al\u00e9m de ser necess\u00e1rio esse conhecimento em outras esp\u00e9cies de Arecaceae. Assim, pode-se concluir tamb\u00e9m que, particularmente para sementes de palmeiras das esp\u00e9cies estudadas, a classifica\u00e7\u00e3o quanto ao n\u00edvel de maturidade das sementes no momento de seu desligamento da planta-m\u00e3e \u00e9 mais adequado para caracterizar as diferen\u00e7as no comportamento dessas sementes do que a classifica\u00e7\u00e3o em categorias, ortodoxas, intermedi\u00e1rias e recalcitrantes. O estudo fenol\u00f3gico demonstrou a estrat\u00e9gia de disponibiliza\u00e7\u00e3o de sementes durante longo per\u00edodo do ano, o acompanhamento dos processos de matura\u00e7\u00e3o das sementes e dos frutos, bem como das diferen\u00e7as entre semente e endocarpo e a demonstra\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 evidente embri\u00e3o formado e pronto a germinar, ainda que n\u00e3o totalmente desenvolvido para os padr\u00f5es de sementes ortodoxas, mostram evid\u00eancias de que as estrat\u00e9gias desenvolvidas pelas esp\u00e9cies vegetais ao longo de sua evolu\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o, v\u00e3o muito al\u00e9m de um simples investimento em toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o (das sementes ortodoxas), de um lado, e de germina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, sem qualquer investimento em armazenamento em bancos no solo (das recalcitrantes), de outro, com um bloco intermedi\u00e1rio com caracter\u00edsticas t\u00e3o vari\u00e1veis que sequer permitem sua caracteriza\u00e7\u00e3o. Considerando o grande n\u00famero de esp\u00e9cies ainda n\u00e3o estudadas, as sementes das palmeiras mostram-se, portanto, excelente material para a compreens\u00e3o tanto da fisiologia de sementes, em seus conceitos e caracter\u00edsticas mais elementares, quanto dos processos evolutivos que permitiram o gigantesco gradiente de comportamento das sementes das diferentes esp\u00e9cies.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: jeriv\u00e1, ju\u00e7ara, pir\u00eanio, pupunhaxto<i>.<\/i><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/12\/Val\u00e9ria_Augusta_Garcia_DR.pdf\" target=\"_blank\">Val\u00e9ria Augusta Garcia<br \/>\nDesenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o de frutos e sementes de esp\u00e9cies de Arecaceae (Bactris gasipaes Kunth., Euterpe edulis Mart. e Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Val\u00e9ria Augusta Garcia A sele\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas visando ao atendimento de programas de reflorestamento, melhoramento gen\u00e9tico e\/ou de silvicultura \u00e9 dificultada pelo desconhecimento tanto da qualidade fisiol\u00f3gica das sementes como da produ\u00e7\u00e3o de mudas. 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