{"id":4970,"date":"2015-12-28T16:21:03","date_gmt":"2015-12-28T18:21:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4970"},"modified":"2015-12-28T16:21:03","modified_gmt":"2015-12-28T18:21:03","slug":"2015-marcelo-morena","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2015-marcelo-morena\/","title":{"rendered":"Marcelo Morena MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Marcelo Morena<br \/>\n<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"line-height: 1.5em\">O bi\u00f3logo Marcelo Morena (bolsista FAPESP), aluno do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cEcofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Mista, Parque Estadual de Campos do Jord\u00e3o, SP\u201d no dia 28 de abril de 2015, no Centro de Estudos em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica.<br \/>\n<\/span>A banca examinadora foi presidida pelo seu orientador, Dra. Marcos Pereira Marinho Aidar (N\u00facleo de Fisiologia e Bioqu\u00edmica \u2013 IBt) e composta pelo Prof. Dr. Tomas Ferreira Domingues (Departamento de Ecologia \u2013 USP Ribeir\u00e3o Preto) e Profa. Dra. Catarina Carvalho Ni\u00e9vola (N\u00facleo de pesquisa em plantas ornamentais &#8211; IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><b>Ecofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Mista, Parque Estadual de Campos do Jord\u00e3o, SP<\/b><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Os trabalhos fitossociol\u00f3gicos e flor\u00edsticos realizados na Mata Atl\u00e2ntica foram muito intensificados durante a \u00faltima d\u00e9cada e indicam a diferencia\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e como consequ\u00eancia, levam tamb\u00e9m a varia\u00e7\u00f5es nos padr\u00f5es de regenera\u00e7\u00e3o, dispers\u00e3o, estrutura e funcionamento das diferentes fisionomias florestais que comp\u00f5em a Mata Atl\u00e2ntica. O estudo da sucess\u00e3o florestal indica que as florestas comp\u00f5em um mosaico de fisionomias associadas \u00e0 regenera\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria floresta: fases de clareira, de regenera\u00e7\u00e3o e madura. Estas fases apresentam caracter\u00edsticas ambientais diferenciadas principalmente pela disponibilidade de luz no solo e s\u00e3o caracterizadas pela ocupa\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies com caracter\u00edsticas ecofisiol\u00f3gicas distintas que podem ser ent\u00e3o consideradas como grupos funcionais em termos de estrat\u00e9gias de regenera\u00e7\u00e3o. Basicamente s\u00e3o classificadas em tr\u00eas grupos: esp\u00e9cies pioneiras, secund\u00e1rias iniciais ou secund\u00e1rias tardias. Estudos sobre a rela\u00e7\u00e3o do uso de N e sucess\u00e3o na Mata Atl\u00e2ntica iniciado em 2003 estabelecem que as esp\u00e9cies apresentam um <i>continnum<\/i> de estrat\u00e9gias do uso de nitrog\u00eanio de acordo com as guildas de regenera\u00e7\u00e3o numa \u00e1rea de floresta ombr\u00f3fila densa. Recentemente foi observado que as esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Densa Montana apresentaram alta atividade da NR no inverno em rela\u00e7\u00e3o ao ver\u00e3o em todas as categorias sucessionais, divergindo da proposi\u00e7\u00e3o do modelo de uso de nitrog\u00eanio que sup\u00f5e maior atividade enzim\u00e1tica no ver\u00e3o quando h\u00e1 maior disponibilidade de nitrato no solo e nas esp\u00e9cies pioneiras que s\u00e3o especializadas na redu\u00e7\u00e3o foliar de nitrato. O projeto teve como objetivo caracterizar a ecofisiologia do uso de nitrog\u00eanio nas esp\u00e9cies arb\u00f3reas dominantes na Floresta Ombr\u00f3fila Mista no Parque Estadual de Campos do Jordao, SP. Foram selecionadas 22 esp\u00e9cies para o estudo, pertencentes a 15 fam\u00edlias. Foram coletados tr\u00eas indiv\u00edduos por esp\u00e9cie para as seguintes analises: Atividade potencial da enzima nitrato redutase in vivo (ANR), conte\u00fado de nitrato foliar e nitrog\u00eanio total foliar, rela\u00e7\u00e3o C:N e \u03b415N foliares, an\u00e1lise do conte\u00fado de nitrato e amino\u00e1cidos no xilema e an\u00e1lise da disponibilidade de nitrog\u00eanio do solo mineral in situ. Dentre as esp\u00e9cies coletadas, uma foi selecionada para a realiza\u00e7\u00e3o de um experimento de aclimata\u00e7\u00e3o ao frio. As coletas foram realizadas durante as esta\u00e7\u00f5es seca e \u00famida de 2013. Das esp\u00e9cies selecionadas, uma foi classificada como pioneira, 14 como secund\u00e1rias iniciais e sete como secund\u00e1rias tardias. Os resultados indicam que as esp\u00e9cies apresentam diferentes estrat\u00e9gias de uso de nitrog\u00eanio relacionadas com o grupo ecol\u00f3gico a que pertencem. As esp\u00e9cies pioneiras s\u00e3o caracterizadas pela maior assimila\u00e7\u00e3o de nitrato na folha o que est\u00e1 relacionado com a elevada atividade da enzima nitrato redutase foliar, elevado nitrog\u00eanio foliar e conte\u00fado de nitrato elevado na seiva, enquanto as esp\u00e9cies tardias apresentam baixa atividade de nitrato redutase, um menor conte\u00fado de nitrog\u00eanio foliar, um menor conte\u00fado de nitrato no xilema e elevada rela\u00e7\u00e3o C\/N. As esp\u00e9cies secund\u00e1rias iniciais formam o <i>continnum<\/i> entre os dois grupos anteriores, apresentando caracter\u00edsticas ora semelhantes as pioneiras ora as secund\u00e1rias tardias. No geral, apresentam baixa atividade da enzima nitrato redutase, reduzido conte\u00fado de nitrato no xilema, m\u00e9dia rela\u00e7\u00e3o C:N e como principal amino\u00e1cido transportador a asparagina (ASN). O conte\u00fado de nitrog\u00eanio no solo apresenta rela\u00e7\u00e3o com a sazonalidade e com as concentra\u00e7\u00f5es de nitrato foliar encontradas, embora essa n\u00e3o ter demonstrado ser um bom indicador entre os grupos. O experimento de aclimata\u00e7\u00e3o ao frio demonstrou que os indiv\u00edduos expostos ao frio apresentaram maior atividade da enzima nitrato redutase assim como maior emiss\u00e3o foliar de \u00f3xido n\u00edtrico do que as plantas controle sugerindo ent\u00e3o que a alta atividade observada no inverno em esp\u00e9cies secund\u00e1rias iniciais esteja relacionada a um mecanismo de aclimata\u00e7\u00e3o ao frio e n\u00e3o nutricional. Os dados corroboram o modelo de uso de nitrog\u00eanio para as esp\u00e9cies arb\u00f3reas proposto em 2003,<i> <\/i>e demostram que a alta atividade da enzima nitrato redutase em esp\u00e9cies secund\u00e1rias iniciais no inverno est\u00e1 relacionada a aclimata\u00e7\u00e3o ao frio.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: nitrato redutase, sucess\u00e3o ecol\u00f3gica, nitrato, \u00f3xido n\u00edtricoto<i>.<\/i><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/12\/Marcelo_Morena_MS.pdf\" target=\"_blank\">Marcelo Morena<br \/>\nEcofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Mista, Parque Estadual de Campos do Jord\u00e3o, SP<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcelo Morena O bi\u00f3logo Marcelo Morena (bolsista FAPESP), aluno do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cEcofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Mista, Parque Estadual de Campos do Jord\u00e3o, SP\u201d no dia 28 de abril de 2015, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"sma\/fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4970"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4970"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4970\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4970"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}