{"id":483,"date":"2013-09-13T15:59:34","date_gmt":"2013-09-13T18:59:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=483"},"modified":"2013-09-13T15:59:34","modified_gmt":"2013-09-13T18:59:34","slug":"2013-michel-anderson-almeida-colmanetti","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-michel-anderson-almeida-colmanetti\/","title":{"rendered":"Michel Anderson Almeida Colmanetti MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Michel Anderson Almeida Colmanetti<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 3 de abril de 2013, na Se\u00e7\u00e3o de Sementes do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Michel Anderson Almeida Colmanetti, aluno de mestrado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, bolsista CNPq, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada:<br \/>\n\u201cEstrutura da vegeta\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas ed\u00e1ficas de um reflorestamento com esp\u00e9cies nativas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca foi presidida pelo Dr. Luiz Mauro Barbosa (IBt) e contou com a participa\u00e7\u00e3o do Dr. Hilton Thadeu Zarate do Couto (ESALQ-USO) e<br \/>\nDr. Jos\u00e9 Carlos Casagrande (UFSCAR).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os resultados obtidos no trabalho fornecem informa\u00e7\u00f5es importantes, que subsidiam reflorestamentos com esp\u00e9cies nativas visando \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. Foram avaliados todos os indiv\u00edduos dos estratos arb\u00f3reo e regenerante, bem como as vari\u00e1veis f\u00edsicas e qu\u00edmicas do solo que influenciam esses estratos. Com base nos resultados obtidos no trabalho, destaca-se que caso um reflorestamento n\u00e3o possua fragmentos pr\u00f3ximos, que atuem como fonte de prop\u00e1gulos, sua composi\u00e7\u00e3o fica restrita ao que se plantou, e nesse caso, a alta diversidade de esp\u00e9cies nativas, conforme orientado pela Resolu\u00e7\u00e3o 08\/08, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo (SMA), \u00e9 fundamental para a composi\u00e7\u00e3o e diversidade do estrato regenerante, e consequentemente para a sustentabilidade da \u00e1rea. O solo pode influenciar, tanto positiva como negativamente, a vegeta\u00e7\u00e3o em desenvolvimento em um reflorestamento. Foi poss\u00edvel verificar que o estrato arb\u00f3reo nem sempre est\u00e1 sujeito \u00e0s vari\u00e1veis negativas do solo, capazes de impor restri\u00e7\u00f5es severas ao seu desenvolvimento. Acredita-se que, como no caso desta pesquisa, a aduba\u00e7\u00e3o de corre\u00e7\u00e3o, realizada no momento do plantio, favorece o estabelecimento das mudas e o desenvolvimento inicial do reflorestamento, independente do tipo de solo. J\u00e1 a vegeta\u00e7\u00e3o do estrato regenerante deve estar mais sujeita \u00e0s vari\u00e1veis do solo, que imp\u00f5em restri\u00e7\u00f5es ao seu desenvolvimento. Destaca-se que a acidez apresenta grande influ\u00eancia sobre a vegeta\u00e7\u00e3o, devendo esta, portanto, ser corrigida antes do plantio das mudas. E destaca-se ainda que a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, quando realizada em solos com hist\u00f3rico de uso agr\u00edcola e silvicultural, pode n\u00e3o impor restri\u00e7\u00f5es ao desenvolvimento de reflorestamentos com esp\u00e9cies nativas, desde que a \u00e1rea destinada ao plantio receba os tratos culturais adequados.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Estrutura da vegeta\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas ed\u00e1ficas de um reflorestamento com esp\u00e9cies nativas.<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural (RPPN), localizada no \u201cParque S\u00e3o Marcelo\u201d em Mogi-Gua\u00e7u\/SP, corresponde a uma \u00e1rea de 240 ha, formada a partir de um reflorestamento com esp\u00e9cies nativas, em 2002. No momento do plantio, 40 parcelas permanentes foram instaladas, sendo 20 avaliadas por Mandetta (2007), com dois anos e meio ap\u00f3s o plantio. Atualmente, a vegeta\u00e7\u00e3o do reflorestamento est\u00e1 com nove anos, tendo sido avaliados, neste estudo, todos os indiv\u00edduos do estrato arb\u00f3reo (CAP \u2265 15 cm) e do estrato regenerante (altura \u2265 30 cm e CAP &lt; 15 cm), obtidos em amostragens realizadas em 20 sub-parcelas (12,5 x 18 m), locadas nas mesmas 20 parcelas permanentes avaliadas anteriormente. Tendo em vista a import\u00e2ncia do solo na vegeta\u00e7\u00e3o e a diferen\u00e7a de fertilidade do solo entre as parcelas permanentes, avaliou-se a influ\u00eancia das vari\u00e1veis qu\u00edmicas e f\u00edsicas do solo, na estrutura e composi\u00e7\u00e3o dos estratos arb\u00f3reos e regenerantes da vegeta\u00e7\u00e3o da RPPN. Os indicadores utilizados como descritores para a vegeta\u00e7\u00e3o da RPPN, \u00e1rea basal, altura m\u00e9dia, diversidade, equitatividade e densidade, permitiram uma boa avalia\u00e7\u00e3o do reflorestamento. Com base nos par\u00e2metros como \u00e1rea basal e altura m\u00e9dia do estrato arb\u00f3reo, observou-se que a vegeta\u00e7\u00e3o da RPPN desenvolveu- se conforme o esperado, entre os intervalos de 2 anos e meio e a 9 anos ap\u00f3s o plantio. J\u00e1 para o estrato regenerante, a riqueza e diversidade permitiram verificar que composi\u00e7\u00e3o do estrato tem sido influenciada, principalmente, pela composi\u00e7\u00e3o do estrato arb\u00f3reo. Houve pouca varia\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies dos dois estratos, que somam 86 esp\u00e9cies arb\u00f3reas, em rela\u00e7\u00e3o ao que foi plantado, demonstrando pouca influ\u00eancia de esp\u00e9cies al\u00f3ctones, sendo a alta diversidade utilizada no plantio, um fator determinante para a diversidade observada na RPPN. A varia\u00e7\u00e3o de fertilidade, existente na \u00e1rea de estudo, influenciou a composi\u00e7\u00e3o (riqueza de esp\u00e9cies e densidade de indiv\u00edduos) e a estrutura (altura m\u00e9dia) dos estratos arb\u00f3reo e regenerante da RPPN. Houve mais vari\u00e1veis do solo que se correlacionaram positivamente, do que as que se correlacionaram negativamente com a vegeta\u00e7\u00e3o dos estratos arb\u00f3reo e regenerante da RPPN, demonstrando que a vegeta\u00e7\u00e3o varia de acordo com os diferentes par\u00e2metros do solo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras chave: Reflorestamento, restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, solo.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Michel_Anderson_Almeida_Colmanetti_MS.pdf\" target=\"_blank\">Michel Anderson Almeida Colmanetti<br \/>\nEstrutura da vegeta\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas ed\u00e1ficas de um reflorestamento com esp\u00e9cies nativas.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Michel Anderson Almeida Colmanetti No dia 3 de abril de 2013, na Se\u00e7\u00e3o de Sementes do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Michel Anderson Almeida Colmanetti, aluno de mestrado do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, bolsista CNPq, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada: \u201cEstrutura da vegeta\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/483"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=483"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/483\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}