{"id":4648,"date":"2015-12-15T15:00:47","date_gmt":"2015-12-15T17:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4648"},"modified":"2015-12-15T15:00:47","modified_gmt":"2015-12-15T17:00:47","slug":"2014-helisvania-gomes-de-moraes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2014-helisvania-gomes-de-moraes\/","title":{"rendered":"Helisvania Gomes de Moraes DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Helisvania Gomes de Moraes<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p align=\"center\">Em 29 de julho de 2014, no N\u00facleo de Palinologia do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Helisvania Gomes de Moraes, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES,<br \/>\ndefendeu a tese intitulada<br \/>\n\u201cCaracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e estrutural de cerrad\u00f5es em diferentes cotas altitudinais no Estado do Maranh\u00e3o, Brasil\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\">A aluna foi aprovada pela banca examinadora presidida pela orientadora Dra. In\u00eas Cordeiro (IBt) e contou com a participa\u00e7\u00e3o da Dra. V\u00e2nia Pivello (USP), Dr. Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo Arzolla (Instituto Florestal), Dr. Eduardo Lu\u00eds Martins Catharino (IBt) e<br \/>\nDr. Eduardo Pereira Cabral Gomes (IBt).<br \/>\nA apresenta\u00e7\u00e3o ressaltou a import\u00e2ncia dos cerrados maranhenses, que apesar de ocuparem extensas \u00e1reas nesse estado,<br \/>\nainda s\u00e3o pouco conhecidos e encontram-se cada vez mais amea\u00e7ados pelo avan\u00e7o das culturas de soja.<\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/12\/helisvania.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4652\" alt=\"helisvania\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/12\/helisvania.jpg\" width=\"453\" height=\"284\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">Professora Dra. V\u00e2nia Pivello, Prof. Dr. Nivaldo de Figueiredo, aluna Helisvania Gomes de Moraes, Profa. Dra. In\u00eas Cordeiro,<br \/>\nProf. Dr. Eduardo Lu\u00eds Martins Catharino e Prof. Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes.<b> <\/b><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Caracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e estrutural de cerrad\u00f5es em diferentes cotas altitudinais no<br \/>\nEstado do Maranh\u00e3o, Brasil.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">No Estado do Maranh\u00e3o os cerrados s\u00e3o encontrados desde pr\u00f3ximo do n\u00edvel do mar at\u00e9 cerca de 700m de altitude, sendo os cerrad\u00f5es sua fisionomia predominante. Com o objetivo de testar o efeito da altitude sobre a vegeta\u00e7\u00e3o, assim como analisar a estrutura e diversidade flor\u00edstica desses cerrad\u00f5es, selecionamos 12 localidades nas regi\u00f5es nordeste, central e sul do estado, nas seguintes faixas altitudinais: 50-150m, 200-300m, 350-450 m e &gt;500 m. Em cada uma delas foram demarcadas quatro parcelas de 10m x 20m (200m<sup>2<\/sup>), totalizando uma \u00e1rea de 0,960 hectares. A altura foi estimada e o per\u00edmetro dos indiv\u00edduos arbustivo-arb\u00f3reos com PNS \u2265 9cm foram tomados, totalizando 2119 indiv\u00edduos distribu\u00eddos em 145 esp\u00e9cies, 99 g\u00eaneros e 42 fam\u00edlias. A densidade total estimada foi de 2.207 ind. ha<sup>-1<\/sup>, enquanto a \u00e1rea basal total foi de 24,228m<sup>2<\/sup> ha<sup>-1.<\/sup> A riqueza de esp\u00e9cies por altitude variou de 49 a 88 esp\u00e9cies, sendo os menores valores encontrados nas maiores e menores altitudes. O \u00edndice de diversidade (H\u2019) para o conjunto de \u00e1reas amostradas foi 4,16, variando de 3,0 na \u00c1rea 1 (50-150m) a 3,8 na \u00c1rea 3 (200-300m).\u00a0 Para compara\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas, foram realizadas an\u00e1lises de similaridade flor\u00edstica (UPGMA) e uma an\u00e1lise de escalonamento multidimensional n\u00e3o m\u00e9trico (NMDS), que apresentaram resultados semelhantes, separando os cerrados da regi\u00e3o nordeste do Estado, que ocorrem em menores altitudes, daqueles da regi\u00e3o sul, nas maiores altitudes. \u00a0A an\u00e1lise de redund\u00e2ncia can\u00f4nica (RDA) que avaliou a distribui\u00e7\u00e3o de abund\u00e2ncia das esp\u00e9cies em fun\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis temperatura m\u00ednima, altitude, precipita\u00e7\u00e3o e latitude explicaram 16,7% da varia\u00e7\u00e3o encontrada, sendo a altitude a vari\u00e1vel que mais contribuiu (4%) para essa varia\u00e7\u00e3o. \u00a0Na an\u00e1lise flor\u00edstica, que considerou as esp\u00e9cies do levantamento fitossociol\u00f3gico acrescidas de coletas aleat\u00f3rias, foram encontradas 150 esp\u00e9cies de angiospermas, distribu\u00eddas em 105 g\u00eaneros e 43 fam\u00edlias. As nove fam\u00edlias mais ricas em esp\u00e9cies foram Fabaceae, Bignoniaceae, Malpighiaceae, Annonaceae, Erythroxylaceae, Myrtaceae, Vochysiaceae, Malvaceae e Salicaceae. Foram registradas 12 novas ocorr\u00eancias de esp\u00e9cies para o Maranh\u00e3o, <em>Byrsonima subterranea<\/em> Brade &amp; Markgr<i>., <\/i><em>Calliandra dysantha<\/em> Benth., <em>Davilla angustifolia<\/em> A. St.-Hil., <em>Davilla grandiflora<\/em> A. St.-Hil. &amp; Tul., <em>Eugenia stictopetala<\/em> Mart. ex DC, <em>Guapira campestris<\/em> (Netto) Lundell, \u00a0<em>Heteropterys intermedia<\/em> (A. Juss.) Griseb., <em>Kielmeyera petiolaris<\/em> Mart. &amp; Zucc, sendo quatro delas novas tamb\u00e9m para o Nordeste, <em>Duguetia rotundifolia<\/em><i>\u00a0 <\/i>R. E.Fr., <em>Heteropterys pannosa<\/em> Griseb , <em>Manihot violacea<\/em> Pohl. e <em>Mouriri densifoliata<\/em> Ducke. Foi realizada uma an\u00e1lise de similaridade flor\u00edstica por meio de uma UPGMA e uma NMDS entre as esp\u00e9cies inventariadas e aquelas dos estudos de Ratter et al. (2011). Os resultados dessas an\u00e1lises foram semelhantes e sugerem maior similaridade flor\u00edstica dos\u00a0 cerrados\u00a0 do\u00a0 Maranh\u00e3o\u00a0 com\u00a0\u00a0 os\u00a0 do\u00a0 Nordeste,\u00a0 do\u00a0 que\u00a0 com\u00a0 os\u00a0 do Norte ou Centro-Oeste do Brasil. Esses dados quando comparados pelo ANOSIM, sugerem a exist\u00eancia de tr\u00eas grandes grupos de cerrado no Brasil (Norte,\u00a0 Nordeste\u00a0 e\u00a0 Brasil\u00a0 Central).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Flora do Brasil, Cerrado, Regi\u00e3o Nordeste, Vegeta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/12\/Helisvania_Gomes_de_Moraes_DR.pdf\" target=\"_blank\">Helisvania Gomes de Moraes<br \/>\nCaracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e estrutural de cerrad\u00f5es em diferentes cotas altitudinais no Estado do Maranh\u00e3o, Brasil.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Helisvania Gomes de Moraes Em 29 de julho de 2014, no N\u00facleo de Palinologia do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Helisvania Gomes de Moraes, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES, defendeu a tese intitulada \u201cCaracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"sma\/fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4648"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4648"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4648\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4648"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}