{"id":460,"date":"2013-09-13T14:56:32","date_gmt":"2013-09-13T17:56:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=460"},"modified":"2013-09-13T14:56:32","modified_gmt":"2013-09-13T17:56:32","slug":"2005-eduardo-gasparino","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2005-eduardo-gasparino\/","title":{"rendered":"Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino, aluno do programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo e bolsista CAPES, defendeu no dia 31 de mar\u00e7o de 2005, sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado com o t\u00edtulo:<br \/>\n&#8220;Estudo pol\u00ednico das esp\u00e9cies do g\u00eanero\u00a0<em>Cordia L. (Boraginaceae)<\/em>\u00a0ocorrentes no Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta por sua orientadora, Dr\u00aa Maria Am\u00e9lia Vitorino da Cruz-Barros e pelas pesquisadoras,<br \/>\nDr\u00aa Therezinha Sant&#8217;Anna Melhem (Instituto de Bot\u00e2nica) e Dr\u00aa Neusa Taroda Ranga (UNESP-S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Estudo pol\u00ednico das esp\u00e9cies do g\u00eanero\u00a0<em>Cordia L. (Boraginaceae)<\/em>\u00a0ocorrentes no Estado de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Cordia L.<\/em>, \u00e9 um g\u00eanero cosmopolita e provavelmente o mais complexo de\u00a0<em>Boraginaceae<\/em>\u00a0com aproximadamente 320 esp\u00e9cies, apresentando grande diversidade do Novo Mundo e, cerca de 65 esp\u00e9cies no Brasil. Atualmente o g\u00eanero est\u00e1 dividido em tr\u00eas subg\u00eaneros:\u00a0<em>Cordia, Varronia (Browne) Cham.<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Myxa Taroda<\/em>, este \u00faltimo, representado no Brasil por tr\u00eas se\u00e7\u00f5es:\u00a0<em>Gerascanthus Don, Myxa (Endl.) DC<\/em>. e\u00a0<em>Superbiflorae Taroda<\/em>. O subg\u00eanero<em>\u00a0Cordia<\/em>\u00a0n\u00e3o apresenta esp\u00e9cies nativas no Brasil; j\u00e1\u00a0<em>Varronia<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Myxa<\/em>\u00a0incluem respectivamente 30 e 35 esp\u00e9cies ocorrentes no Brasil. Das esp\u00e9cies brasileiras, 18 s\u00e3o citadas para o Estado de S\u00e3o Paulo, todas apresentando heterostilia. O material pol\u00ednico utilizado neste estudo foi obtido a partir de exsicatas dos seguintes herb\u00e1rios:\u00a0<em>BOTU, ESA, HRCB, IBGE, R, RB, SJRP, SP, SPF, SPSF, UEC<\/em>. Todas as an\u00e1lises foram aplicadas aos gr\u00e3os de p\u00f3len tanto das flores brevistilas quanto das longistilas. Os gr\u00e3os de p\u00f3len foram acetolisados, medidos, descritos e fotografados em microscopia \u00f3ptica e, em alguns casos, tamb\u00e9m em MEV. As medidas receberam tratamento estat\u00edstico adequado ao tamanho da amostra. Os dados quantitativos foram, tamb\u00e9m, ordenados atrav\u00e9s de PCA, visando avaliar se eles permitiriam a delimita\u00e7\u00e3o de grupos. Foi tamb\u00e9m testada, a viabilidade dos gr\u00e3os de p\u00f3len.<br \/>\nDe acordo com a abertura dos gr\u00e3os de p\u00f3len as esp\u00e9cies estudadas podem ser divididas em dois grupos: tipo I : 3-colporados (raramente 4-colporados), colpos longos e endoaberturas lalongadas; com base na ornamenta\u00e7\u00e3o da exina este tipo se subdivide em dois subtipos: I.1.- exina espinhosa, com perfura\u00e7\u00f5es e gr\u00e2nulos entre os espinhos (<em>C. ecalyculata Vell., C. glabrata (Mart.) DC., C. magnoliifolia Cham., C. rufescens A. DC., C. sellowiana Cham., C. silvestris Fresen., C. taguahyensis Vell., C. trichotoma (Vell.) Arrab. ex Steud<\/em>. _ subg\u00eanero\u00a0<em>Myxa Taroda<\/em>);\u00a0<em>I.2.- exina esp\u00edculo-verrugosa<\/em>, com perfura\u00e7\u00f5es e esp\u00edculos entre as verrugas e sobre estas esp\u00edculos (<em>C. superba Cham.<\/em>\u00a0_ subg\u00eanero\u00a0<em>Myxa Taroda<\/em>). O tipo II: 3-porados, poros com op\u00e9rculo, exina reticulada, homorreticulada a heterorreticulada, com esp\u00edculos sobre os muros (<em>C. calocephala Cham., C. curassavica (Jacq.) Roem. &amp; Schultes, C. discolor Cham., C. guazumaefolia (Desv.) Roem. &amp; Schultes, C. leucocephala Moric., C. monosperma (Jacq.) Roem. &amp; Schultes, C. sessilifolia Cham., C. truncata Fresen., C. urticifolia Cham. &#8211; subg\u00eanero Varronia (Browne) Cham.).<\/em><br \/>\nOs gr\u00e3os de p\u00f3len das flores longistilas apresentaram os maiores valores dos di\u00e2metros exceto em\u00a0<em>C. glabrata, C. trichotoma, C. silvestris\u00a0<\/em>e<em>\u00a0C. taguahyensis<\/em>\u00a0(subg\u00eanero\u00a0<em>Myxa<\/em>) e\u00a0<em>C. monosperma, C. sessilifolia\u00a0<\/em>e<em>\u00a0C. truncata<\/em>\u00a0(subg\u00eanero\u00a0<em>Varronia<\/em>). Em todas as esp\u00e9cies estudadas os gr\u00e3os de p\u00f3len das flores brevistilas apresentaram maior porcentagem de gr\u00e3os de p\u00f3len n\u00e3o-vi\u00e1veis exceto em\u00a0<em>C. magnoliifolia, C. sellowiana, C. superba, C. taguahyensis, C. trichotoma<\/em>\u00a0(subg\u00eanero\u00a0<em>Myxa<\/em>),\u00a0<em>C. monosperma e C. truncata<\/em>\u00a0(subg\u00eanero\u00a0<em>Varronia<\/em>).<br \/>\nOs dados obtidos mostram ser o g\u00eanero\u00a0<em>Cordia euripol\u00ednico<\/em>, enquanto que os subg\u00eaneros\u00a0<em>Myxa<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Varronia<\/em>\u00a0s\u00e3o estenopol\u00ednicos.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Eduardo_Custodio_Gasparino_MS.pdf\" target=\"_blank\">Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino<br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Eduardo_Custodio_Gasparino_MS.pdf\" target=\"_blank\">Estudo pol\u00ednico das esp\u00e9cies do g\u00eanero<em>\u00a0Cordia L. (Boraginaceae)<\/em>\u00a0ocorrentes no Estado de S\u00e3o Paulo<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino Eduardo Cust\u00f3dio Gasparino, aluno do programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo e bolsista CAPES, defendeu no dia 31 de mar\u00e7o de 2005, sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado com o t\u00edtulo: &#8220;Estudo pol\u00ednico das esp\u00e9cies do g\u00eanero\u00a0Cordia L. (Boraginaceae)\u00a0ocorrentes no Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;. 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