{"id":441,"date":"2013-09-13T11:54:44","date_gmt":"2013-09-13T14:54:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=441"},"modified":"2013-09-13T11:54:44","modified_gmt":"2013-09-13T14:54:44","slug":"2013-juliana-iura-de-oliveira-mello","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-juliana-iura-de-oliveira-mello\/","title":{"rendered":"Juliana Iura de Oliveira Mello DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Juliana Iura de Oliveira Mello<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 27 de fevereiro de 2013, a aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt),<br \/>\n<strong>Juliana Iura de Oliveira Mello (Bolsista CNPq e CAPES<\/strong>), defendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cAltera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas durante o armazenamento e a germina\u00e7\u00e3o de sementes de\u00a0<em>Caesalpinia echinata e Erythrina speciosa<\/em>,<br \/>\nleguminosas nativas da Floresta Atl\u00e2ntica<strong>\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Rita de C\u00e1ssia Leone Figueiredo Ribeiro (Orientadora e Presidente \u2013 IBt),\u00a0Dr. Marcos S. Buckeridge (USP),<br \/>\nDr. Renato Delmondez de Castro (UFBA),\u00a0Dr. Marco Aur\u00e9lio da Silva Tin\u00e9 (IBt) e Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo (IBt).<\/p>\n<div style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" alt=\"Dr. Renato Delmondez de Castro (UFBA), Dr. Marco Aur\u00e9lio da Silva Tin\u00e9 (IBt), Dra Mar\u00edlia Gaspar (IBt \u2013 co-orientadora),  Juliana Iura de Oliveira Mello (IBt \u2013 aluna), Dra. Rita de C\u00e1ssia Leone Figueiredo Ribeiro (Orientadora e Presidente \u2013 IBt),  Dr. Marcos S. Buckeridge (USP) e Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo (IBt)\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura.jpg\" width=\"397\" height=\"243\" \/><br \/>\n<\/a>Dr. Renato Delmondez de Castro (UFBA), Dr. Marco Aur\u00e9lio da Silva Tin\u00e9 (IBt), Dra Mar\u00edlia Gaspar (IBt \u2013 co-orientadora),<br \/>\nJuliana Iura de Oliveira Mello (IBt \u2013 aluna), Dra. Rita de C\u00e1ssia Leone Figueiredo Ribeiro (Orientadora e Presidente \u2013 IBt),<br \/>\nDr. Marcos S. Buckeridge (USP) e Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo (IBt)<\/div>\n<p style=\"text-align: center\">O trabalho mostrou, em um primeiro experimento, que sementes de pau-brasil que perdem a viabilidade em um m\u00eas quando mantidas em temperatura ambiente, podem ser armazenadas por cinco anos quando submetidas \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o e congelamento. Em outro experimento, sementes de pau-brasil oriundas de Ja\u00fa (SP) foram dispersas com 55 DAA, mas aos 45 DAA j\u00e1 apresentam germina\u00e7\u00e3o superior a 95%, mantendo-se com esse valor at\u00e9 o final da matura\u00e7\u00e3o. No entanto, sementes das duas idades apresentaram baixa ou nenhuma germina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s desseca\u00e7\u00e3o at\u00e9 cerca de 8%, o que descaracteriza a esp\u00e9cie j\u00e1 conhecida por seu comportamento ortodoxo. A an\u00e1lise dos compostos de reserva dessas sementes indicou quantidade superior \u00e0 relatada na literatura no que se refere aos teores de carboidratos sol\u00faveis nas sementes das duas idades, levando a crer que sementes dessa safra, dessa popula\u00e7\u00e3o, apresentavam um comportamento diferente daquele j\u00e1 relatado na literatura para a esp\u00e9cie. Sementes de eritrina tamb\u00e9m foram estudadas e classificadas em seis est\u00e1dios de matura\u00e7\u00e3o, sendo que j\u00e1 no 3\u00ba est\u00e1dio apresentavam germina\u00e7\u00e3o m\u00e1xima e no 4\u00ba est\u00e1dio, apresentaram toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o. Foram quantificados os teores de ABA nos eixos embrion\u00e1rios e nos cotil\u00e9dones de eritrina e pau-brasil, sendo que esta \u00faltima apresentou teores superiores e em ambas os cotil\u00e9dones apresentaram maiores quantidades desse regulador. As altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas ocorridas durante a germina\u00e7\u00e3o das sementes dessas esp\u00e9cies foram avaliadas, destacando-se o consumo inicial de sacarose nas sementes de pau-brasil e de globulinas nas sementes de eritrina. Dessa forma, a an\u00e1lise comparativa entre sementes de pau-brasil e eritrina realizada neste trabalho evidenciou que os compostos de reserva de ambas foram consumidos inicialmente de maneira diferente, podendo ser um indicativo de que as prote\u00ednas, em eritrina, e os carboidratos sol\u00faveis, em pau-brasil, est\u00e3o relacionados com a aquisi\u00e7\u00e3o e a perda da toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o nessas esp\u00e9cies, como amplamente sugerido na literatura para sementes de outras plantas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas durante o armazenamento e a germina\u00e7\u00e3o de sementes de\u00a0<em>Caesalpinia echinata<\/em>\u00a0e<br \/>\n<em>Erythrina speciosa<\/em>, leguminosas nativas da Floresta Atl\u00e2ntica<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">No presente trabalho, as temperaturas de +2 e +8 \u00b0C mantiveram a germina\u00e7\u00e3o das sementes de\u00a0<em>C. echinata<\/em>\u00a0(pau-brasil) por at\u00e9 12 meses, havendo redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica de qualidade ap\u00f3s este per\u00edodo. No entanto, essas sementes apresentaram cerca de 60% de germina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s cinco anos de armazenamento em temperatura sub-zero (-18 \u00b0C). Em outro experimento, sementes de\u00a0<em>C. echinata<\/em>coletadas em Ja\u00fa (SP) j\u00e1 se encontravam pr\u00f3ximo ao ponto de dispers\u00e3o aos 55 DAA. A germina\u00e7\u00e3o dessas sementes com 45 e 55 DAA foi superior a 95%. Ao serem submetidas \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o, as sementes imaturas n\u00e3o sobreviveram e as maduras apresentaram apenas 25% de germina\u00e7\u00e3o, a qual foi mantida ao serem armazenadas a -18 \u00b0C. A an\u00e1lise dos compostos de reserva das sementes de Ja\u00fa (SP) mostrou quantidade superior \u00e0 relatada na literatura no que se refere aos teores de carboidratos sol\u00faveis nas sementes das duas idades. Durante o armazenamento, houve redu\u00e7\u00e3o desses teores. Foram constatadas altas concentra\u00e7\u00f5es de globulinas e prolaminas, destacando-se prote\u00ednas de 22 e 66 kDa, reportadas como importantes em processos de mobiliza\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas de reserva e toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o. Sementes de\u00a0<em>E. speciosa<\/em>\u00a0(eritrina) tamb\u00e9m s\u00e3o ortodoxas e foram classificadas em seis est\u00e1dios durante a matura\u00e7\u00e3o. No 3\u00b0 est\u00e1dio, essas j\u00e1 apresentavam germina\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, no entanto foram parcialmente tolerantes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o, enquanto que as sementes do 4\u00b0 est\u00e1dio foram totalmente tolerantes. Analisando-se os teores de ABA nas sementes de eritrina nos est\u00e1dios 4 e 6, as imaturas apresentaram quantidades superiores \u00e0s maduras, sendo encontrados teores maiores nos cotil\u00e9dones. Sementes do 4\u00b0 est\u00e1dio foram dessecadas, havendo redu\u00e7\u00e3o nos teores de ABA nos cotil\u00e9dones. O congelamento das sementes imaturas sem secagem ocasionou aumento de ABA, mas as sementes n\u00e3o sobreviveram. Sementes maduras de pau-brasil apresentaram teores de ABA superiores aos encontrados em eritrina, sendo aumentados ap\u00f3s armazenamento em temperatura ambiente, sem, contudo haver germina\u00e7\u00e3o. Sementes de eritrina com alto teor de \u00e1gua n\u00e3o toleraram congelamento e as de pau-brasil n\u00e3o toleraram armazenamento em temperatura ambiente. As sementes das duas esp\u00e9cies foram estudadas quanto \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o dos compostos de reserva durante as etapas iniciais do processo germinativo. Em\u00a0<em>C. echinata<\/em>\u00a0os carboidratos sol\u00faveis acumulados nos cotil\u00e9dones diminu\u00edram ao longo da germina\u00e7\u00e3o, enquanto nos eixos houve redu\u00e7\u00e3o do amido e dos OSR, e consumo total de sacarose. Nas sementes de eritrina os a\u00e7\u00facares dos cotil\u00e9dones diminu\u00edram, enquanto os dos eixos aumentaram. A sacarose diminuiu e os OSR foram completamente consumidos. As globulinas foram mobilizadas durante a germina\u00e7\u00e3o das sementes de pau-brasil e em eritrina houve mobiliza\u00e7\u00e3o de globulinas e prolaminas apenas nos eixos embrion\u00e1rios. A an\u00e1lise comparativa entre sementes de pau-brasil e eritrina realizada neste trabalho evidenciou que os compostos de reserva de ambas foram consumidos inicialmente de maneira diferente, podendo ser um indicativo de que as prote\u00ednas, em eritrina, e os carboidratos sol\u00faveis, em pau-brasil, est\u00e3o relacionados com a aquisi\u00e7\u00e3o e a perda da toler\u00e2ncia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o nessas esp\u00e9cies, como amplamente sugerido na literatura para sementes de outras plantas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>carboidratos sol\u00faveis, amido, prote\u00edna, ortodoxas, conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_443\" style=\"width: 293px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura_eritrina.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-443\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-443\" alt=\"Aspectos gerais de Erythrina speciosa.  A \u2013 indiv\u00edduo adulto, B \u2013 Infloresc\u00eancia,  C \u2013 Frutos com diferentes idades, D \u2013 Sementes maduras.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura_eritrina.jpg\" width=\"283\" height=\"238\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-443\" class=\"wp-caption-text\">Aspectos gerais de Erythrina speciosa.<br \/>A \u2013 indiv\u00edduo adulto, B \u2013 Infloresc\u00eancia,<br \/>C \u2013 Frutos com diferentes idades, D \u2013 Sementes maduras.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_444\" style=\"width: 293px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura_pau_brasil.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-444\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-444\" alt=\"Aspectos gerais de Caesalpinia echinata.  A \u2013 indiv\u00edduo adulto, B \u2013 Infloresc\u00eancia,  C \u2013 Frutos maduros, D \u2013 Sementes maduras.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura_pau_brasil.jpg\" width=\"283\" height=\"238\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-444\" class=\"wp-caption-text\">Aspectos gerais de Caesalpinia echinata.<br \/>A \u2013 indiv\u00edduo adulto, B \u2013 Infloresc\u00eancia,<br \/>C \u2013 Frutos maduros, D \u2013 Sementes maduras.<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Juliana_Iura_de_Oliveira_Mello_DR.pdf\" target=\"_blank\">Juliana Iura de Oliveira Mello<br \/>\nAltera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas durante o armazenamento e a germina\u00e7\u00e3o de sementes de<em> Caesalpinia echinata<\/em> e<br \/>\n<em>Erythrina speciosa<\/em>, leguminosas nativas da Floresta Atl\u00e2ntica<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Juliana Iura de Oliveira Mello No dia 27 de fevereiro de 2013, a aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Juliana Iura de Oliveira Mello (Bolsista CNPq e CAPES), defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cAltera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas durante o armazenamento e a germina\u00e7\u00e3o de sementes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/441"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=441"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/441\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}