{"id":4237,"date":"2015-02-05T17:20:50","date_gmt":"2015-02-05T19:20:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4237"},"modified":"2015-02-05T17:20:50","modified_gmt":"2015-02-05T19:20:50","slug":"2014-cristiane-aguiar-silva","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2014-cristiane-aguiar-silva\/","title":{"rendered":"Cristiane Aguiar Silva MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Cristiane Aguiar Silva<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Em 16 de abril de 2014, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Cristiane Aguiar Silva, aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, bolsista CAPES, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada<br \/>\n\u201cVaria\u00e7\u00f5es nas atividades enzim\u00e1ticas antioxidantes em esp\u00e9cies nativas de<br \/>\nFloresta Estacional Semidecidual na Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas, SP\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/cristiane_aguiar.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4238\" alt=\"cristiane_aguiar\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/cristiane_aguiar.jpg\" width=\"322\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/cristiane_aguiar.jpg 322w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/cristiane_aguiar-768x660.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 322px) 100vw, 322px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi presidada pela Dra. Patricia Bulbovas, do N\u00facleo de Pesquisa em Ecologia (IBt) e contou com a participa\u00e7\u00e3o da Dra. Giselle de Carvalho,<br \/>\nEscola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP), Piracicaba<br \/>\ne do Dr. Danilo da Cruz Centeno, Universidade Federal do ABC (UFABC), Santo Andr\u00e9.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Varia\u00e7\u00f5es nas atividades enzim\u00e1ticas antioxidantes em esp\u00e9cies nativas de<br \/>\nFloresta Estacional Semidecidual na Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas, SP<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A toxicidade de poluentes atmosf\u00e9ricos \u00e0s plantas deve-se ao seu alto poder oxidativo, gerando um quadro de estresse devido \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio (ERO). Contra a a\u00e7\u00e3o oxidativa das ERO, as c\u00e9lulas vegetais possuem um sistema de defesa antioxidante. Avaliar as respostas antioxidantes das esp\u00e9cies vegetais permite indicar o seu potencial de toler\u00e2ncia aos fatores de estresse oxidativo de origem ambiental. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi conhecer o perfil e a varia\u00e7\u00e3o espacial e sazonal da atividade das enzimas antioxidantes (ascorbato peroxidase &#8211; APX, glutationa redutase &#8211; GR, catalase &#8211; CAT, super\u00f3xido dismutase &#8211; SOD) em <em>Astronium graveolens, Croton floribundus<\/em> e <em>Piptadenia gonoacantha<\/em>, e avaliar se estas s\u00e3o capazes de impedir ou restringir danos celulares por meio da an\u00e1lise de indicadores de danos bioqu\u00edmicos (per\u00f3xido de hidrog\u00eanio &#8211; H<sub>2<\/sub>O<sub>2,<\/sub> hidroper\u00f3xido dieno conjugado &#8211; HPDC e teores de pigmentos). Para tanto, plantas das esp\u00e9cies citadas foram coletadas em tr\u00eas fragmentos florestais da Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas e avaliadas quanto ao seu sistema antioxidante e indicadores de danos bioqu\u00edmicos As coletas foram realizadas nas esta\u00e7\u00f5es secas e chuvosas, dos anos de 2012 e 2013. A caracteriza\u00e7\u00e3o do ambiente (condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas e qualidade do ar) tamb\u00e9m foi realizada e o conjunto de dados obtidos foi analisado estatisticamente. Entre os fragmentos florestais n\u00e3o foi poss\u00edvel observar uma tend\u00eancia clara de que em algum deles as plantas estivessem sob maior ou menor efeito do estresse provocado pelas condi\u00e7\u00f5es ambientais. Na esta\u00e7\u00e3o \u00famida as plantas tiveram maior atividade de SOD e conte\u00fado de HPDC, tais resultados foram atribu\u00eddos \u00e0 maior temperatura, radia\u00e7\u00e3o solar e concentra\u00e7\u00e3o de O<sub>3<\/sub>. Na esta\u00e7\u00e3o seca, as esp\u00e9cies apresentaram alta concentra\u00e7\u00e3o de H<sub>2<\/sub>O<sub>2<\/sub>, que atuou como sinalizador para atividade de APX e CAT, ocasionando baixa concentra\u00e7\u00e3o de HPDC. Tais respostas possivelmente estiveram relacionadas \u00e0s elevadas concentra\u00e7\u00f5es de SO<sub>2<\/sub>, NO<sub>2<\/sub>, MP<sub>10<\/sub>. Comparando as esp\u00e9cies, <em>A. graveolens <\/em>teve menor atividade de APX e GR, elevadas concentra\u00e7\u00f5es de pigmentos e altos valores de HPDC. <em>C. floribundus<\/em> apresentou valores intermedi\u00e1rios da atividade de enzimas e conte\u00fado de pigmentos. <em>P. gonoacantha<\/em> teve maior atividade de APX e GR e baixos teores de pigmentos. Analisando comparativamente o potencial de toler\u00e2ncia das esp\u00e9cies estudadas, pode-se concluir que <em>A. graveolens <\/em>\u00e9 a menos tolerante e <em>P. gonoacantha<\/em> a mais tolerante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras &#8211; Chave:<\/strong> antioxidantes, estresse oxidativo, polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Cristiane_Aguiar_Silva_MS.pdf\" target=\"_blank\">Cristiane Aguiar Silva<br \/>\nVaria\u00e7\u00f5es nas atividades enzim\u00e1ticas antioxidantes em esp\u00e9cies nativas de<br \/>\nFloresta Estacional Semidecidual na Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas, SP.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cristiane Aguiar Silva Em 16 de abril de 2014, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Cristiane Aguiar Silva, aluna de mestrado do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, bolsista CAPES, defendeu sua Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada \u201cVaria\u00e7\u00f5es nas atividades enzim\u00e1ticas antioxidantes em esp\u00e9cies nativas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4237"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4237"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4237\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}