{"id":4174,"date":"2015-02-04T11:53:46","date_gmt":"2015-02-04T13:53:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4174"},"modified":"2015-02-04T11:53:46","modified_gmt":"2015-02-04T13:53:46","slug":"2013-mariane-lima-de-souza","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-mariane-lima-de-souza\/","title":{"rendered":"Mariane Lima de Souza MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Mariane Lima de Souza<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p align=\"center\">No dia 18 de dezembro de 2013, a aluna Mariane Lima de Souza (bolsista FAPESP)<br \/>\ndo Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u00a0\u201cInflu\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura e estado nutricional da comunidade de algas perif\u00edticas em escala sazonal\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\">A banca examinadora foi composta pela orientada, Dra. Carla Ferragut (N\u00facleo de Pesquisa em Ecologia\/IBt), Dr. D\u00e9cio Luis Semensatto Junior (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo) e Dra. B\u00e1rbara Medeiros Fonseca (Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia).<\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Mariane_Lima.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4175\" alt=\"Mariane_Lima\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Mariane_Lima.jpg\" width=\"331\" height=\"335\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O estudo teve como principal objetivo avaliar sazonalmente a influ\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura da comunidade de algas do perif\u00edton em substrato artificial em reservat\u00f3rio tropical raso (Lago das Ninf\u00e9ias &#8211; S\u00e3o Paulo, PEFI). A estrutura da comunidade perif\u00edtica foi analisada atrav\u00e9s de seus atributos estruturais como: clorofila-a, massa seca livre de cinzas, raz\u00e3o N:P, biovolume total, densidade total, composi\u00e7\u00e3o, riqueza e diversidade de esp\u00e9cies, densidade de classes algais, estrat\u00e9gias adaptativas e diversidade de grupos morfol\u00f3gicos. Os atributos estruturais do perif\u00edton apresentaram varia\u00e7\u00e3o entre os diferentes tipos de complexidade de habitat somente no outono e no inverno, quando ocorreram os maiores valores de densidade total, maior domin\u00e2ncia de esp\u00e9cies, abund\u00e2ncia de esp\u00e9cies unicelulares, nanoperif\u00edticas e flageladas, principalmente nos pontos mais complexos. Comparando os pontos com aus\u00eancia e presen\u00e7a de macr\u00f3fitas, evidenciou-se menor varia\u00e7\u00e3o dos atributos estruturais da comunidade nos habitats complexos. As assembleias algais foram influenciadas pela varia\u00e7\u00e3o sazonal das condi\u00e7\u00f5es ambientais e complexidade de habitat. Este trabalho contribui para o maior entendimento da ecologia do perif\u00edton e dos fatores que dirigem as mudan\u00e7as na estrutura e funcionamento da comunidade algal, particularmente em ecossistema l\u00eantico tropical. No presente estudo, a complexidade de habitat foi um fator determinante da estrutura da comunidade de algas perif\u00edticas. Sendo assim, destaca-se que a estrutura do habitat n\u00e3o pode ser ignorada nos estudos que buscam identificar os fatores que direcionam as mudan\u00e7as estruturais no perif\u00edton, pois a estrutura do habitat pode influenciar o desenvolvimento e organiza\u00e7\u00e3o da comunidade de algas perif\u00edticas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Influ\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura e estado nutricional da comunidade<br \/>\nde algas perif\u00edticas em escala sazonal<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A complexidade de habitat \u00e9 reconhecida como um fator determinante da estrutura das comunidades biol\u00f3gicas, mas a influencia deste fator ambiental sobre a estrutura das comunidades algais do perif\u00edton \u00e9 ainda pouco compreendido. O presente estudo avaliou sazonalmente a influ\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura da comunidade de algas do perif\u00edton em substrato artificial em reservat\u00f3rio tropical raso (Lago das Ninf\u00e9ias &#8211; S\u00e3o Paulo, PEFI). O tempo de coloniza\u00e7\u00e3o foi de 30 dias. O perif\u00edton foi avaliado em seis tipos de estrutura de habitat (n=3) com diferentes graus de complexidade, os quais foram identificados, numerados e classificados em monoespec\u00edficos e pluriespec\u00edficos (2, 3 e 4 esp\u00e9cies de macr\u00f3fitas). A estrutura da comunidade perif\u00edtica foi analisada pela clorofila-a, MSLC, raz\u00e3o N:P, biovolume e densidade total, composi\u00e7\u00e3o, riqueza e diversidade de esp\u00e9cies, densidade de classes algais, estrat\u00e9gias adaptativas e diversidade de grupos morfol\u00f3gicos. Houve varia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es ambientais em fun\u00e7\u00e3o da sazonalidade. As condi\u00e7\u00f5es limnol\u00f3gicas no outono e inverno foram caracterizadas pela maior disponibilidade de nitrog\u00eanio, menor transpar\u00eancia e radia\u00e7\u00e3o subaqu\u00e1tica na \u00e1gua, enquanto a primavera e ver\u00e3o caracterizaram-se pela maior disponibilidade de luz e f\u00f3sforo dissolvido. O per\u00edodo seco apresentou menor cobertura de macr\u00f3fitas e menor varia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es limnol\u00f3gicas entre as estruturas de habitat. Situa\u00e7\u00e3o oposta ocorreu no per\u00edodo chuvoso, contudo na primavera houve domin\u00e2ncia de <em>Nymphaea <\/em>spp. e no ver\u00e3o coabund\u00e2ncia de <em>Nymphaea<\/em> e <em>Utricularia foliosa<\/em>. A raz\u00e3o molar N:P identificou que o perif\u00edton foi P-limitado em todas as estruturas de habitat. Os atributos estruturais do perif\u00edton apresentaram varia\u00e7\u00e3o entre os diferentes tipos de complexidade de habitat somente no outono e no inverno, quando ocorreram os maiores valores de densidade total e Chrysophyceae, maior domin\u00e2ncia de esp\u00e9cies, abund\u00e2ncia de esp\u00e9cies unicelulares, nanoperif\u00edticas e flageladas, principalmente nos pontos mais complexos. No ver\u00e3o ocorreram os maiores valores de diversidade e de grupos morfol\u00f3gicos, biomassa e densidade de microperif\u00edton e Zygnemaphyceae. Na primavera, o perif\u00edton apresentou o menor desenvolvimento. Comparando os pontos com aus\u00eancia e presen\u00e7a de macr\u00f3fitas, evidenciou-se menor varia\u00e7\u00e3o da comunidade nos habitats complexos. As assembleias algais foram influenciadas pela varia\u00e7\u00e3o sazonal das condi\u00e7\u00f5es ambientais e complexidade de habitat. Portanto, conclu\u00edmos que a complexidade de habitat foi um importante fator determinante da estrutura da comunidade de algas perif\u00edticas. Os resultados evidenciaram que estrutura do habitat n\u00e3o pode ser ignorada nos estudos que buscam identificar os fatores que direcionam as mudan\u00e7as estruturais no perif\u00edton, pois a estrutura do habitat pode influenciar o desenvolvimento e organiza\u00e7\u00e3o da comunidade de algas perif\u00edticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> biomassa, diversidade, raz\u00e3o molar C:N:P, estrat\u00e9gias adaptativas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Mariane_Lima_de_Souza_MS.pdf\" target=\"_blank\">Mariane Lima de Souza<br \/>\nInflu\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura e estado nutricional da comunidade<br \/>\nde algas perif\u00edticas em escala sazonal<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mariane Lima de Souza No dia 18 de dezembro de 2013, a aluna Mariane Lima de Souza (bolsista FAPESP) do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u00a0\u201cInflu\u00eancia da complexidade de habitat sobre a estrutura e estado nutricional da comunidade de algas perif\u00edticas em escala sazonal\u201d. A [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4174"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4174"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4174\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}