{"id":4139,"date":"2015-02-04T09:21:39","date_gmt":"2015-02-04T11:21:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4139"},"modified":"2015-02-04T09:21:39","modified_gmt":"2015-02-04T11:21:39","slug":"2013-samantha-borges-faustino","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-samantha-borges-faustino\/","title":{"rendered":"Samantha Borges Faustino MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Samantha Borges Faustino<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 30 de setembro de 2013, \u00e0s 14:00, a aluna da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, S\u00e3o Paulo (IBt),<br \/>\n<b>Samantha Borges Faustino<\/b> (bolsista CAPES), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cDistribui\u00e7\u00e3o espacial das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais da represa Guarapiranga (S\u00e3o Paulo)\u201d<\/p>\n<p align=\"center\">A banca examinadora foi composta pela Dr<sup>a<\/sup>\u00a0Denise de Campos Bicudo (orientadora\/IBt), Dr<sup>a<\/sup>\u00a0Prisicila Izabel Tremarin (Universidade Federal do Paran\u00e1) e<br \/>\nDr<sup>a<\/sup>\u00a0Maria do Carmo Carvalho (CETESB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"center\">O trabalho teve como objetivo avaliar a distribui\u00e7\u00e3o das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais da represa Guarapiranga, bem como contribuir para a caracteriza\u00e7\u00e3o da qualidade ecol\u00f3gica do segundo maior manancial abastecedor da RMSP. O \u00edndice de estado tr\u00f3fico variou de mesotr\u00f3fico a supereutr\u00f3fico, sendo influenciado por uma complexidade de fatores interligados, como aporte de c\u00f3rregos e tribut\u00e1rios degradados, uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo, aporte de esgoto, manejo do reservat\u00f3rio (aplica\u00e7\u00e3o de algicidas), bem como pelo per\u00edodo clim\u00e1tico. Foram caracterizados dois grupos com associa\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies de diatom\u00e1ceas indicadoras da qualidade ecol\u00f3gica da \u00e1gua, quais sejam: bioindica\u00e7\u00e3o de ambientes oligotr\u00f3ficos a mesotr\u00f3ficos (4 esp\u00e9cies, Fig. 1) e bioindica\u00e7\u00e3o de ambientes eutr\u00f3ficos a supereutr\u00f3ficos (4 esp\u00e9cies, Fig. 2). Este trabalho contribui para o conhecimento da estrutura da comunidade de diatom\u00e1ceas na represa Guarapiranga e para o conhecimento das condi\u00e7\u00f5es limnol\u00f3gicas da represa, bem como para o maior conhecimento da ecologia de esp\u00e9cies de diatom\u00e1ceas tropicais e de seu uso na bioindica\u00e7\u00e3o. Finalmente, destaca-se o papel integrador dos sedimentos (no espa\u00e7o e tempo) e do uso das diatom\u00e1ceas associadas \u00e0 geoqu\u00edmica org\u00e2nica como ferramenta para caracteriza\u00e7\u00e3o da qualidade ecol\u00f3gica de represas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4141\" alt=\"Samantha_Faustino\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino.jpg\" width=\"425\" height=\"393\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">Dr<sup>a <\/sup>Prisicila Izabel Tremarin, Dr<sup>a<\/sup> Maria do Carmo Carvalho, MSc. Samantha Borges Faustino, Prof<sup>a <\/sup>\u00a0Dr<sup>a <\/sup>Denise de Campos Bicudo<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Distribui\u00e7\u00e3o espacial das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais da represa Guarapiranga (S\u00e3o Paulo)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O estudo avaliou a biodiversidade e a distribui\u00e7\u00e3o espacial das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais de represa de abastecimento p\u00fablico, com grande interfer\u00eancia antropog\u00eanica (Represa Guarapiranga, S\u00e3o Paulo). Foram delineadas 14 esta\u00e7\u00f5es amostrais. A amostragem da \u00e1gua foi realizada em per\u00edodos de inverno e ver\u00e3o e a de sedimentos superficiais, no per\u00edodo de inverno. As an\u00e1lises inclu\u00edram vari\u00e1veis f\u00edsicas e qu\u00edmicas da \u00e1gua e dos sedimentos, bem como an\u00e1lises qualitativa e quantitativa das diatom\u00e1ceas. O \u00edndice de estado tr\u00f3fico variou de mesotr\u00f3fico a supereutr\u00f3fico, demonstrando a heterogeneidade espacial da represa. A regi\u00e3o a montante do reservat\u00f3rio e duas esta\u00e7\u00f5es do in\u00edcio do corpo central foram classificadas mesotr\u00f3ficas, as demais esta\u00e7\u00f5es do corpo central a jusante variaram de eutr\u00f3ficas a supereutr\u00f3ficas. No inverno, acentuou-se a perda da qualidade ecol\u00f3gica da represa devido \u00e0 maior concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes (nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo). A geoqu\u00edmica org\u00e2nica corroborou a tend\u00eancia dos dados limnol\u00f3gicos, indicando apenas a regi\u00e3o de montante como menos degradada, por\u00e9m j\u00e1 com sinais de eutrofiza\u00e7\u00e3o. A estrutura da comunidade de diatom\u00e1ceas dos sedimentos refletiu a heterogeneidade espacial da represa e foi primordialmente influenciada pela disponibilidade de nutrientes, bem como pela presen\u00e7a de macr\u00f3fitas aqu\u00e1ticas. A regi\u00e3o a montante caracterizou-se pela maior riqueza e diversidade, maior contribui\u00e7\u00e3o de algumas esp\u00e9cies bent\u00f4nicas, acid\u00f3filas, oligotr\u00f3ficas e mesotr\u00f3ficas. Nas demais regi\u00f5es, a comunidade caracterizou-se pela maior abund\u00e2ncia, menor riqueza, diversidade e maior representa\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies planct\u00f4nicas, alcalin\u00f3filas e eutr\u00f3ficas. Pelas an\u00e1lises integradas dos dados, 9 esp\u00e9cies associaram-se \u00e0 regi\u00e3o mesotr\u00f3fica e outras 9 \u00e0s regi\u00f5es mais degradadas. Todavia, a partir deste estudo e da revis\u00e3o de literatura (represas da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Alto Tiet\u00ea e Bacia Hidrogr\u00e1fica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundi\u00e1i), quatro esp\u00e9cies destacam-se na bioindica\u00e7\u00e3o de ambientes oligotr\u00f3ficos e mesotr\u00f3ficos (<i>Aulacoseira tenella<\/i>, <i>Brachysira microcephala<\/i>, <i>Eunotia veneris<\/i> e <i>Frustulia saxonica<\/i>); e outras quatro para sistemas eutr\u00f3ficos a supereutr\u00f3ficos (<i>Aulacoseira granulata<\/i> var.<i> granulata<\/i>, <i>Cyclotella meneghiniana<\/i>, <i>Fragilaria crotonensis<\/i> e <i>Nitzschia<\/i> cf. <i>fruticosa<\/i>). Ressalta-se a necessidade de estudos taxon\u00f4micos criteriosos e de mais informa\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica sobre diatom\u00e1ceas tropicais a fim de avan\u00e7ar na bioindica\u00e7\u00e3o e propiciar a elabora\u00e7\u00e3o de modelos inferenciais, contribuindo para o gerenciamento de represas tropicais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Palavras-chave: <\/b>bioindica\u00e7\u00e3o, estado tr\u00f3fico, eutrofiza\u00e7\u00e3o, geoqu\u00edmica org\u00e2nica, represa de abastecimento<\/p>\n<div id=\"attachment_4148\" style=\"width: 417px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4148\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4148\" alt=\"Figura 1. Esp\u00e9cies indicadoras de ambientes oligotr\u00f3ficos a mesotr\u00f3ficos. Da esquerda para a direita Aulacoseira tenella, Brachysira microcephala, Eunotia veneris e Frustulia soxonica.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino1.jpg\" width=\"407\" height=\"295\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4148\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1. Esp\u00e9cies indicadoras de ambientes oligotr\u00f3ficos a mesotr\u00f3ficos. Da esquerda para a direita<em> Aulacoseira tenella, Brachysira microcephala, Eunotia veneris e Frustulia soxonica.<\/em><\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_4149\" style=\"width: 417px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino2.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4149\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4149\" alt=\"Figura 2. Esp\u00e9cies indicadoras de ambientes eutr\u00f3ficos a supereutr\u00f3ficos. Da esquerda para a direita Aulacoseira granulata var. granulata, Cyclotella meneghiniana, Fragilaria crotonensis e Nitzschia palea var. debilis.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Faustino2.jpg\" width=\"407\" height=\"295\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4149\" class=\"wp-caption-text\">Figura 2. Esp\u00e9cies indicadoras de ambientes eutr\u00f3ficos a supereutr\u00f3ficos. Da esquerda para a direita <em>Aulacoseira granulata<\/em> var. granulata, <em>Cyclotella meneghiniana, Fragilaria crotonensis<\/em> e Nitzschia<em> palea<\/em> var.<em> debilis.<\/em><\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Samantha_Borges_Faustino_MS.pdf\" target=\"_blank\">Samantha Borges Faustino<br \/>\nDistribui\u00e7\u00e3o espacial das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais da represa Guarapiranga (S\u00e3o Paulo)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Samantha Borges Faustino No dia 30 de setembro de 2013, \u00e0s 14:00, a aluna da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, S\u00e3o Paulo (IBt), Samantha Borges Faustino (bolsista CAPES), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cDistribui\u00e7\u00e3o espacial das diatom\u00e1ceas nos sedimentos superficiais da represa Guarapiranga (S\u00e3o Paulo)\u201d A banca examinadora [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4139"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4139"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4139\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}