{"id":4074,"date":"2015-02-03T09:28:14","date_gmt":"2015-02-03T11:28:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4074"},"modified":"2015-02-03T09:28:14","modified_gmt":"2015-02-03T11:28:14","slug":"2014-hebert-kondrat","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2014-hebert-kondrat\/","title":{"rendered":"Hebert Kondrat MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Hebert Kondrat<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Em 24 de abril de 2014, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt-SP), Hebert Kondrat, aluno de mestrado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o intitulada:<br \/>\n\u201cDin\u00e2mica da Comunidade Vegetal de Remanescente de Mata Atl\u00e2ntica na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Hebert_Kondrat.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4077\" alt=\"Hebert_Kondrat\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Hebert_Kondrat.jpg\" width=\"426\" height=\"298\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelo Prof. Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes (Instituto de Bot\u00e2nica &#8211; SP), Dr. Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo Arzolla (Instituto Florestal -SP) e Dra. Adriana Maria Zanforlin Martini (Universidade de S\u00e3o Paulo &#8211; SP)<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 align=\"center\">Din\u00e2mica da Comunidade Vegetal de Remanescente de Mata Atl\u00e2ntica na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A restaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o dos remanescentes florestais s\u00e3o dependentes do entendimento da din\u00e2mica das comunidades vegetais. Diversos estudos em florestas tropicais maduras e cont\u00ednuas t\u00eam registrado as taxas de mortalidade e recrutamento de \u00e1rvores na busca de informa\u00e7\u00f5es sobre a din\u00e2mica e a estrutura das comunidades. Entretanto, tornam-se cada vez mais urgentes, principalmente para o manejo, estudos dedicados aos diferentes estratos florestais e formas de vida em fragmentos florestais urbanos. O presente estudo apresenta uma s\u00edntese de seis anos e meio da din\u00e2mica de diferentes classes de tamanho de \u00e1rvores, arbustos e trepadeiras, e da riqueza em um dos maiores remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo. O estudo foi desenvolvido em 10 transec\u00e7\u00f5es permanentes de 2 m x 50 m, instaladas em 2006, em uma das \u00e1reas em melhor estado de conserva\u00e7\u00e3o no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga em S\u00e3o Paulo, SP. Todos os indiv\u00edduos com ao menos um caule de di\u00e2metro a 1,3 m do solo (DAP) \u2265 2,5 cm foram amostrados, incluindo as trepadeiras. No local, 10 subtransec\u00e7\u00f5es de 1 m x 50 m tamb\u00e9m foram consideradas para a amostragem das plantas do sub-bosque com DAP &lt; 2,5 cm e altura &gt; 1 m. Em 2012, foram quantificados os indiv\u00edduos mortos, os recrutados e calculadas as taxas de mortalidade, recrutamento e crescimento das \u00e1rvores e arbustos. A din\u00e2mica de dois grupos sucessionais (plantas Iniciais e Tardias) tamb\u00e9m foi avaliada. No total, foram amostrados 903 indiv\u00edduos, 125 esp\u00e9cies pertencentes \u00e0 comunidade arbustivo-arb\u00f3rea (38 fam\u00edlias), 16 amea\u00e7adas e 58 ausentes no Plano de Manejo do Parque (9 amea\u00e7adas). A maior parte das esp\u00e9cies foi classificada no grupo das Tardias. As trepadeiras foram as mais rotativas da comunidade. As \u00e1rvores e arbustos de maior e menor tamanho apresentaram a maior mortalidade da sin\u00fasia, destas plantas, as de menor tamanho foram as mais din\u00e2micas, com o maior recrutamento. O lento crescimento, a morte e o baixo recrutamento de \u00e1rvores e lianas de maior tamanho na comunidade podem resultar da disponibilidade de recursos e condi\u00e7\u00f5es locais, o que precisa ser testado. Ainda que completamente isolada e submetida a diversos fatores perturbadores, a \u00e1rea apresenta progress\u00e3o para est\u00e1dios mais avan\u00e7ados. A regenera\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies tardias foi a predominante. O remanescente mant\u00e9m rica biodiversidade, importante fonte de prop\u00e1gulos para fragmentos pr\u00f3ximos, representada principalmente por esp\u00e9cies de florestas maduras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> din\u00e2mica florestal, floresta secund\u00e1ria, parcelas permanentes, turnover.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Hebert_Kondrat_MS.pdf\" target=\"_blank\">Hebert Kondrat<br \/>\nDin\u00e2mica da Comunidade Vegetal de Remanescente de Mata Atl\u00e2ntica na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hebert Kondrat Em 24 de abril de 2014, no anfiteatro do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt-SP), Hebert Kondrat, aluno de mestrado do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o intitulada: \u201cDin\u00e2mica da Comunidade Vegetal de Remanescente de Mata Atl\u00e2ntica na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo\u201d. 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