{"id":4061,"date":"2015-02-03T09:13:00","date_gmt":"2015-02-03T11:13:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=4061"},"modified":"2015-02-03T09:13:00","modified_gmt":"2015-02-03T11:13:00","slug":"2014-daniela-soares-dos-santos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2014-daniela-soares-dos-santos\/","title":{"rendered":"Daniela Soares dos Santos DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Daniela Soares dos Santos<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Em 26 de fevereiro de 2014, no Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Daniela Soares dos Santos, aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES\/ PNADB, defendeu sua Tese de Doutorado intitulada:<br \/>\n\u201cInflu\u00eancia da temperatura, \u00e1cido giber\u00e9lico e c\u00e1lcio no desenvolvimento de \u00a0segmentos nodais <em>in vitro<\/em><br \/>\nda brom\u00e9lia ornamental <em>Acanthostachys strobilacea <\/em>(Schult. f.) Link, Klotzsch &amp; Otto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi presidida pela orientadora, Dra. Catarina Carvalho Nievola, do N\u00facleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais (IBt) e contou com a participa\u00e7\u00e3o do Dr. Marco Marco Aur\u00e9lio Silva Tin\u00e9, do N\u00facleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioqu\u00edmica (IBt), da Dra. Maria Aurineide Rodrigues, do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) do Dr. Rog\u00e9rio Mamoru Suzuki do N\u00facleo de Pesquisa Orquid\u00e1rio de S\u00e3o Paulo (IBt) e da Dra C\u00e2ndida Concei\u00e7\u00e3o de Jesus Vieira \u00a0da Universidade Metodista de S\u00e3o Paulo, Faculdade de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e da Sa\u00fade, Campus Rudge Ramos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Daniela_Soraes.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4063\" alt=\"Daniela_Soraes\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Daniela_Soraes.jpg\" width=\"427\" height=\"308\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Dr. Marco Marco Aur\u00e9lio da Silva Tin\u00e9 (IBt), Daniela Soares dos Santos (aluna \u2013 IBt), Dra. Maria Aurineide Rodrigues (USP),<br \/>\nDr. Rog\u00e9rio Mamoru Suzuki (IBt), Dra. Catarina Carvalho Nievola (Orientadora e presidente \u2013 IBt)<br \/>\ne Dra C\u00e2ndida Concei\u00e7\u00e3o de Jesus Vieira (Universidade Metodista).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Influ\u00eancia da temperatura, \u00e1cido giber\u00e9lico e c\u00e1lcio no desenvolvimento de segmentos nodais <em>in vitro<\/em> da<br \/>\nbrom\u00e9lia ornamental <em>Acanthostachys strobilacea<\/em> (Schult. f.) Link, Klotzsch &amp; Otto<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Acanthostachys strobilacea<\/em> (Schult. f.) Link, Klotzsch &amp; Otto \u00e9 uma brom\u00e9lia ornamental de ampla distribui\u00e7\u00e3o, ocorrendo em biomas amea\u00e7ados, o que justifica estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o para garantir a preserva\u00e7\u00e3o de germoplasma desta esp\u00e9cie. Uma t\u00e9cnica bastante difundida \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de cole\u00e7\u00e3o <em>in vitro <\/em>de plantas por crescimento lento, o que possibilita o armazenamento de alta representatividade g\u00eanica em espa\u00e7o reduzido. Plantas dessa esp\u00e9cie cultivadas <em>in vitro<\/em> apresentam alongamento do eixo caulinar possibilitando que os segmentos nodais sejam isolados e utilizados para sua micropropaga\u00e7\u00e3o. Quando o cultivo destes \u00e9 mantido a 25 \u00b0C, as plantas apresentam crescimento acelerado, havendo necessidade de subcultivos frequentes. Contudo, quando o objetivo \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de uma cole\u00e7\u00e3o visando a preserva\u00e7\u00e3o <em>in vitro<\/em>, a redu\u00e7\u00e3o do crescimento \u00e9 necess\u00e1ria. O crescimento de esp\u00e9cies de brom\u00e9lias tem sido reduzido por meio do uso de baixas temperaturas, contudo n\u00e3o foi relatada a influ\u00eancia desse fator sobre o alongamento caulinar dessas esp\u00e9cies tropicais. Nesse sentido, o fato de <i>A. strobilacea<\/i> apresentar o alongamento do caule em condi\u00e7\u00f5es controladas, torna essa esp\u00e9cie adequada para a avalia\u00e7\u00e3o desse processo. O objetivo deste trabalho foi verificar a possibilidade de utilizar a temperatura baixa para reduzir o crescimento de <em>A. strobilacea <\/em>a fim de criar subs\u00eddios para a forma\u00e7\u00e3o de uma cole\u00e7\u00e3o de crescimento lento e aprofundar o conhecimento sobre as causas do alongamento caulinar que essa esp\u00e9cie apresenta quando cultivada <em>in vitro<\/em>. A literatura apresenta relatos isolados sobre a influ\u00eancia da temperatura sobre o alongamento caulinar. As hip\u00f3teses deste estudo s\u00e3o: A temperatura baixa reduziria o alongamento caulinar? As giberelinas est\u00e3o envolvidas na promo\u00e7\u00e3o do alongamento caulinar? Concentra\u00e7\u00f5es de c\u00e1lcio poderiam interferir no alongamento caulinar? A influ\u00eancia da temperatura sobre o alongamento caulinar depende de giberelinas e c\u00e1lcio? Os segmentos nodais de <em>A. strobilacea<\/em> foram cultivados <em>in vitro <\/em>e mantidos durante 3 meses, sob temperaturas de 10, 15, 20, 25 e 30 \u00b0C. Posteriormente foram realizados dois experimentos com \u00e1cido giber\u00e9lico (GA<sub>3<\/sub>). No primeiro, o fitorregulador foi adicionado nas concentra\u00e7\u00f5es de 0,5; 1,0; e 1,5 mg.L<sup>-1<\/sup> de GA<sub>3<\/sub> ao meio de cultura e submetido \u00e0 esteriliza\u00e7\u00e3o em autoclave; em um segundo momento, 5 e 50 \u00b5M de GA<sub>3 <\/sub>e de paclobutrazol foram ultrafiltrados e adicionados ao meio de cultura previamente esterelizado em autoclave. Em um outro lote de plantas, o meio nutritivo foi modificado na sua concentra\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio para 0; 0,3; 3,0; 6,0 e 9,0 mM. Tamb\u00e9m, foi utilizado ion\u00f3foro de c\u00e1lcio (ionomicina) nas concentra\u00e7\u00f5es de 0,1; 1,0 e 10,0 \u00b5M e o quelante deste \u00edon (EGTA) nas concentra\u00e7\u00f5es de 1,0 e 10,0 mM. Todos os tratamentos descritos anteriormente foram mantidos por tr\u00eas meses em c\u00e2mara de germina\u00e7\u00e3o ajustadas em temperaturas de 10, 15, 20, 25 e 30 \u00b0C. Os resultados mostraram que A. strobilacea \u00e9 uma esp\u00e9cie resistente ao frio, podendo ser mantidas in vitro sob temperatura considerada baixa para ambientes tropicais (15 \u00baC). Verificou-se que nessa temperatura baixa ocorre a inibi\u00e7\u00e3o do alongamento caulinar, diferentemente do observado para esp\u00e9cies de clima temperado, sendo que n\u00e3o foi observado o alongamento mesmo na presen\u00e7a de GA<sub>3<\/sub>. O restabelecimento do alongamento caulinar foi observado somente a 20 \u00b0C com adi\u00e7\u00e3o de 50 \u00b5M de GA<sub>3<\/sub>, indicando que a faixa t\u00e9rmica influi no processo. Quando cultivadas no meio com modifica\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio e com 1,0 e 10,0 mM de EGTA, as plantas apresentaram alongamento caulinar, indicando influ\u00eancia destas subst\u00e2ncias no aspecto alongado da planta. Concluiu-se que a 20 \u00b0C pode ter ocorrido uma intera\u00e7\u00e3o entre o c\u00e1lcio e GA<sub>3<\/sub> no alongamento caulinar de <em>A. strobilacea.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavra-chave<\/strong>: alongamento caulinar, crescimento, fitorregulador.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/Daniela_Soares_dos_Santos_DR.pdf\" target=\"_blank\">Daniela Soares dos Santos<br \/>\nInflu\u00eancia da temperatura, \u00e1cido giber\u00e9lico e c\u00e1lcio no desenvolvimento de segmentos nodais\u00a0in vitro\u00a0da<br \/>\nbrom\u00e9lia ornamental\u00a0<em>Acanthostachys strobilacea\u00a0(<\/em>Schult. f.) Link, Klotzsch &amp; Otto<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Daniela Soares dos Santos Em 26 de fevereiro de 2014, no Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Daniela Soares dos Santos, aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, bolsista CAPES\/ PNADB, defendeu sua Tese de Doutorado intitulada: \u201cInflu\u00eancia da temperatura, \u00e1cido giber\u00e9lico e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4061"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4061"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4061\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}