{"id":395,"date":"2013-09-13T10:22:37","date_gmt":"2013-09-13T13:22:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=395"},"modified":"2013-09-13T10:22:37","modified_gmt":"2013-09-13T13:22:37","slug":"2013-ana-margarita-loaiza-restano","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-ana-margarita-loaiza-restano\/","title":{"rendered":"Ana Margarita Loaiza Restano MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Ana Margarita Loaiza Restano<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 17 de abril de 2013, a aluna da P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt),<br \/>\nAna Margarita Loaiza Restano (Bolsista CAPES),\u00a0defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada<br \/>\n\u201cFam\u00edlia Hydrodictyaceae (Sphaeropleales, Chlorophyceae) no Estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelo Dr. Carlos E. de M. Bicudo (orientador\/IBt),<br \/>\nDra. Ina de Souza Nogueira (UFG) e Dra. Andr\u00e9a Tucci (IBt).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Ana_Margarita.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px\" alt=\"Prof\u00aa Dra Ina de Souza Nogueira, MSc. Ana Margarita Loaiza R., Prof Dr Carlos E. de M. Bicudo, Prof\u00aa Dra Andr\u00e9a Tucci.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Ana_Margarita.jpg\" width=\"294\" height=\"204\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Fam\u00edlia Hydrodictyaceae (Sphaeropleales, Chlorophyceae) no Estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\">Levantamento flor\u00edstico da fam\u00edlia Hydrodictyaceae (ordem Sphaeropleales, classe Chlorophyceae) do Estado de S\u00e3o Paulo a partir de amostras provenientes de 51 munic\u00edpios, obtidas de coletas realizadas no per\u00edodo de 45 anos, a partir de 1960 at\u00e9 2005 e preservadas no Herb\u00e1rio Cient\u00edfico do Estado \u201cMaria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo\u201d (SP) localizado do Instituto de Bot\u00e2nica da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo. Ap\u00f3s an\u00e1lises recentes utilizando biologia molecular, admitiu-se que a fam\u00edlia Hydrodictyaceae est\u00e1 atualmente composta pelos 10 g\u00eaneros seguintes: <em>Chlorotetra\u00ebdron<\/em>, \u00a0<em>Hydrodictyon<\/em>, \u00a0<em>Lacunastrum<\/em>, <em>Monactinus<\/em>,\u00a0<em>Parapediastrum<\/em>, \u00a0<em>Pediastrum<\/em>\u00a0\u2018<em>sensu<\/em>\u00a0<em>stricto<\/em>\u2019, \u00a0<em>Pseudopediastrum<\/em>, \u00a0<em>Sorastrum<\/em>, \u00a0<em>Stauridium<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Tetra\u00ebdron<\/em>. Al\u00e9m desses, existe mais um g\u00eanero,\u00a0<em>Euastropsis<\/em>, com cen\u00f3bio bicelulado, cuja presen\u00e7a na \u00e1rea do Estado de S\u00e3o Paulo ainda n\u00e3o foi detectada. Foram analisadas 145 amostras e constatou-se que \u00e0s nove esp\u00e9cies j\u00e1 referidas para o Estado somaram-se a outras 15 totalizando 24. Destas, 12 constituem novas refer\u00eancias para o Estado. As identifica\u00e7\u00f5es taxon\u00f4micas foram sempre efetuadas a partir de popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\">Descri\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas completas e coment\u00e1rios taxon\u00f4micos e nomenclaturais foram providenciados para cada t\u00e1xon identificado. Apesar de se haver estudado uma quantidade elevada de esp\u00e9cimes, jamais foi encontrada alguma forma de reprodu\u00e7\u00e3o tanto sexuada quanto assexuada, o que pode ser entendido como a n\u00e3o coincid\u00eancia com as condi\u00e7\u00f5es ambientais apropriadas para qualquer o desenvolvimento de qualquer forma de reprodu\u00e7\u00e3o ou por, simplesmente, as amostragens n\u00e3o terem acontecido nos momentos adequados para a ocorr\u00eancia da reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\"><em>Stauridium tetras<\/em>, al\u00e9m de ser a esp\u00e9cie com maior polimorfismo, foi tamb\u00e9m a que apresentou a maior amplitude geogr\u00e1fica, encontrando-se em 25 munic\u00edpios; foi seguida por\u00a0<em>Pediastrum duplex<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>duplex<\/em>\u00a0encontrada em 11 munic\u00edpios,<em>Monactinus simplex<\/em>\u00a0em 10 munic\u00edpios,\u00a0<em>Sorastrum americanum<\/em>\u00a0em 9 munic\u00edpios e\u00a0<em>Pediastrum argentinense<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Sorastrum spinolosum<\/em>\u00a0em 8 munic\u00edpios cada uma. Onze t\u00e1xons ocorreram em um \u00fanico munic\u00edpio sendo, portanto, considerados de distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica restrita. S\u00e3o eles:\u00a0<em>Monactinus simplex<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>sturmii<\/em>,\u00a0<em>Parapediastrum biradiatum<\/em>,\u00a0<em>Parapediastrum longicornutum<\/em>,\u00a0<em>Pediastrum willei<\/em>,\u00a0<em>Pediastrum biwae<\/em>,\u00a0<em>Pseudopediastrum<\/em>\u00a0<em>boryanum<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>boryanum<\/em>,\u00a0<em>Pseudopediastrum boryanum<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>longicorne<\/em>,\u00a0<em>Sorastrum<\/em>\u00a0sp. 1,<em>Sorastrum indicum<\/em>,\u00a0<em>Tetra\u00ebdron caudatum<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Chlorotetra\u00ebdron incus.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\">Os munic\u00edpios com maior diversidade espec\u00edfica foram, pela ordem decrescente do n\u00famero de esp\u00e9cies, Rio Claro (nove esp\u00e9cies), S\u00e3o Paulo (oito esp\u00e9cies), Itu e S\u00e3o Bernardo do Campo (sete esp\u00e9cies) e Salmour\u00e3o (seis esp\u00e9cies). Refer\u00eancias pioneiras para o Estado foram as de:\u00a0<em>Parapediastrum longicornutum<\/em>,\u00a0<em>Pediastrum willei<\/em>,\u00a0<em>Pediastrum biwae<\/em>,\u00a0<em>Pseudopediastrum<\/em>\u00a0<em>boryanum<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>boryanum<\/em>,\u00a0<em>Pseudopediastrum boryanum<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>longicorne<\/em>,\u00a0<em>Sorastrum<\/em>\u00a0sp. 1 e<em>Sorastrum<\/em>\u00a0sp. 2. As duas \u00faltimas representam, muito provavelmente, duas esp\u00e9cies novas de\u00a0<em>Sorastrum<\/em>. Entre os g\u00eaneros presentemente inventariados para o Estado de S\u00e3o Paulo,\u00a0<em>Pediastrum<\/em>\u00a0com seis identificadas foi considerado, em seu sentido amplo, o mais abundante em n\u00famero de esp\u00e9cies, (<em>P. angulosum<\/em>,<em>\u00a0P. argentinense<\/em>,\u00a0<em>P. biwae<\/em>,\u00a0<em>P. duplex\u00a0<\/em>var.<em>\u00a0duplex<\/em>,\u00a0<em>P. willei<\/em>\u00a0e\u00a0<em>P. obtusum<\/em>). Muito provavelmente, exceto\u00a0<em>P. duplex<\/em>\u00a0var.\u00a0<em>duplex<\/em>, as demais esp\u00e9cies ser\u00e3o alvo de estudos posteriores e an\u00e1lises meticulosas para verificar se continuam a ser classificadas em\u00a0<em>Pediastrum<\/em>\u00a0\u2018<em>sensu<\/em>\u00a0<em>stricto<\/em>\u2019. Deve-se acrescentar que o g\u00eanero\u00a0<em>Sorastrum<\/em>\u00a0necessita tamb\u00e9m de estudos mais aprofundados devido \u00e0 grande quantidade de sin\u00f4nimos que existem para v\u00e1rias esp\u00e9cies.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\"><strong>Palavras chave:\u00a0<\/strong>Taxonomia, algas verdes cocais, Hydrodictyaceae,\u00a0<em>Pediastrum<\/em>.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center\"><\/h1>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Ana_Margarita1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-397\" alt=\"Ana Margarita\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Ana_Margarita1.jpg\" width=\"282\" height=\"158\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Ana_Margarita_Loaiza_Restano_MS.pdf\" target=\"_blank\"> Ana Margarita Loaiza Restano<br \/>\nFam\u00edlia Hydrodictyaceae (Sphaeropleales, Chlorophyceae) no Estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Margarita Loaiza Restano No dia 17 de abril de 2013, a aluna da P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Ana Margarita Loaiza Restano (Bolsista CAPES),\u00a0defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada \u201cFam\u00edlia Hydrodictyaceae (Sphaeropleales, Chlorophyceae) no Estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico. 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