{"id":369,"date":"2013-09-12T14:24:16","date_gmt":"2013-09-12T17:24:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=369"},"modified":"2013-09-12T14:24:16","modified_gmt":"2013-09-12T17:24:16","slug":"2004-rosana-cristina","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2004-rosana-cristina\/","title":{"rendered":"Rosana Cristina Carreira MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Rosana Cristina Carreira<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 9 de novembro de 2004, Rosana Cristina Carreira defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado no Instituto de Bot\u00e2nica com o t\u00edtulo<br \/>\n&#8220;GERMINA\u00c7\u00c3O EM SEMENTES DE <em>MICONIA ALBICANS<\/em> (SW.) TRIANA E <em>M. RUBIGINOSA<\/em> (BONPL.) DC.,\u00a0MELASTOMATACEAE, DO CERRADO DE MOGI GUA\u00c7U, SP&#8221;,\u00a0tendo como orientadora a Prof. Dra. Lilian B. P. Zaidan e\u00a0como banca examinadora o<br \/>\nProf. Dr. Massanori Takaki (UNESP &#8211; Rio Claro) e o Prof. Dr. Cl\u00e1udio Jos\u00e9 Barbedo (IBt).<br \/>\nA abordagem da disserta\u00e7\u00e3o tem como linha de pesquisa a<br \/>\nGermina\u00e7\u00e3o de Sementes de\u00a0Esp\u00e9cies de Cerrado do estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>GERMINA\u00c7\u00c3O EM SEMENTES DE <em>MICONIA ALBICANS<\/em> (SW.) TRIANA E <em>M. RUBIGINOSA<\/em> (BONPL.) DC.,<em>\u00a0<\/em>MELASTOMATACEAE, DO CERRADO DE MOGI GUA\u00c7U, SP<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">No primeiro cap\u00edtulo da disserta\u00e7\u00e3o foi estudada a Matura\u00e7\u00e3o de sementes de <em>Miconia albicans<\/em> e inibidores de germina\u00e7\u00e3o em frutos imaturos e maduros de <em>M. albicans<\/em> e <em>M. rubiginosa<\/em>. O estudo foi desenvolvido na Reserva Biol\u00f3gica e Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Mogi Gua\u00e7u. Foi observado que a flora\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o de <em>M. albicans<\/em> foram irregulares, estendendo-se por v\u00e1rios meses e que, sementes fisiologicamente maduras foram encontradas quando os frutos ainda eram considerados imaturos. Foi registrada a presen\u00e7a de inibidores de germina\u00e7\u00e3o em sementes das esp\u00e9cies estudadas e em sementes-teste de alface e rabanete, tanto na presen\u00e7a de extrato de frutos imaturos e maduros das esp\u00e9cies e nas concentra\u00e7\u00f5es fornecidas (10, 50 e 100 mg.ml-1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">J\u00e1 o segundo cap\u00edtulo tratou do Armazenamento de frutos e sementes de <em>M. albicans<\/em> e <em>M. rubiginosa<\/em> em laborat\u00f3rio e em solo de cerrado. Frutos intactos e sementes isoladas foram armazenados a 4\u00baC, 25\u00baC, \u00e0 temperatura ambiente e enterrados no solo da Reserva. As sementes n\u00e3o suportam armazenamento a 25\u00baC e \u00e0 temperatura ambiente. Observou-se um decr\u00e9scimo na germinabilidade das sementes armazenadas \u00e0 4\u00baC e quando enterradas no solo, com as sementes mantendo o fotoblastismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O efeito da luz e da temperatura na germina\u00e7\u00e3o de sementes de <em>M. albicans<\/em> e <em>M. rubiginosa<\/em> foi estudado no terceiro cap\u00edtulo. A germina\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ocorreu na faixa de 20 a 30\u00baC, inclusive na altern\u00e2ncia de temperaturas. Sementes de M. albicans germinam em porcentagens elevadas se receberem apenas 60 min di\u00e1rios de luz e em fotoequil\u00edbrios mais elevados de V:VE. As sementes de <em>M. rubiginosa<\/em> mostraram baixa germinabilidade, n\u00e3o ficando clara sua resposta aos tratamentos fornecidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os frutos de <em>M. albicans<\/em> e <em>M. rubiginosa<\/em> s\u00e3o dispersos tanto autoc\u00f3rica como zoocoricamente, e sementes fisiologicamente maduras s\u00e3o encontradas, mesmo quando os frutos ainda s\u00e3o considerados imaturos. Isso pode significar uma estrat\u00e9gia de dispers\u00e3o, cuja chance de germina\u00e7\u00e3o de sementes e estabelecimento de uma nova planta s\u00e3o aumentadas, uma vez que frutos de diferentes colora\u00e7\u00f5es podem atrair diferentes dispersores. Os frutos maduros n\u00e3o permanecem muito tempo presos \u00e0 planta e, ao ca\u00edrem no solo, podem liberar as sementes que s\u00f3 estar\u00e3o aptas a germinar quando livres da presen\u00e7a dos inibidores. Essas sementes podem ser armazenadas sob baixas temperaturas e exibem grande potencial para formarem o banco de sementes permanente em solo de cerrado, at\u00e9 que condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis, tais como altas irradi\u00e2ncias e varia\u00e7\u00f5es de temperatura, facilitem a germina\u00e7\u00e3o e o recrutamento de pl\u00e2ntulas, o que evidencia a import\u00e2ncia das <em>Melastomataceae<\/em> na regenera\u00e7\u00e3o natural do cerrado.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Rosana_Cristina_Carreira_MS.pdf\" target=\"_blank\">Rosana Cristina Carreira<br \/>\nGERMINA\u00c7\u00c3O EM SEMENTES DE <em>MICONIA ALBICANS<\/em> (SW.) TRIANA E M. <em>RUBIGINOSA<\/em> (BONPL.) DC.,<br \/>\nMELASTOMATACEAE,\u00a0DO CERRADO DE MOGI GUA\u00c7U, SP<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rosana Cristina Carreira No dia 9 de novembro de 2004, Rosana Cristina Carreira defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado no Instituto de Bot\u00e2nica com o t\u00edtulo &#8220;GERMINA\u00c7\u00c3O EM SEMENTES DE MICONIA ALBICANS (SW.) TRIANA E M. RUBIGINOSA (BONPL.) DC.,\u00a0MELASTOMATACEAE, DO CERRADO DE MOGI GUA\u00c7U, SP&#8221;,\u00a0tendo como orientadora a Prof. Dra. Lilian B. P. 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