{"id":362,"date":"2013-09-12T14:05:39","date_gmt":"2013-09-12T17:05:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=362"},"modified":"2013-09-12T14:05:39","modified_gmt":"2013-09-12T17:05:39","slug":"2004-diogina-barata","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2004-diogina-barata\/","title":{"rendered":"Di\u00f3gina Barata MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Di\u00f3gina Barata<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">A disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada CLOROF\u00cdCEAS MARINHAS BET\u00d4NICAS DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO, da aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, Di\u00f3gina Barata, com orienta\u00e7\u00e3o da pesquisadora do instituto, Dra. Mutue Toyota Fujii, foi aprovada em 18 de novembro de 2004 sob a avalia\u00e7\u00e3o da banca composta pelos pesquisadores: Dr. Abel Sent\u00edes Granados, Universidad Aut\u00f3noma Metropolitana, M\u00e9xico; Carlos Eduardo de Mattos Bicudo, da Se\u00e7\u00e3o de Ecologia-IBt\/SP e Dra. Mutue Toyota Fujii, da Se\u00e7\u00e3o de Ficologia-IBt\/SP.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>CLOROF\u00cdCEAS MARINHAS BET\u00d4NICAS DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O material examinado foi obtido atrav\u00e9s de coletas manuais na regi\u00e3o de mesolitoral ao longo do litoral esp\u00edrito-santense em per\u00edodos de mar\u00e9 baixa, no ano de 1985 e de novembro de 2002 a junho de 2004. O cultivo em laborat\u00f3rio foi utilizado para ajudar na identifica\u00e7\u00e3o de t\u00e1xons representantes de duas fam\u00edlias da ordem Ulvales (Ulvellaceae e Gayraliaceae). Os resultados foram divididos em 3 cap\u00edtulos que ser\u00e3o explicados resumidamente abaixo:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\">O primeiro cap\u00edtulo tratou da ordem Uvales, com representantes talosos ou filamentosos, cloroplasto \u00fanico, parietal, contendo piren\u00f3ides rodeados de gr\u00e3os de amido, altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es isom\u00f3rficas, com gametas anisog\u00e2micos. Para esta ordem foram encontradas 14 esp\u00e9cies representantes de tr\u00eas fam\u00edlias: Ulvellaceae, Ulvaceae e Gayraliaceae. <em>Entocladia viridis<\/em> Reinke, <em>Enteromorpha chaetomorphoides <\/em>B\u00f8rgesen, <em>E. prolifera<\/em> (O. F. Muller) J. Agardh e <em>U. rigida<\/em> C. Agardh s\u00e3o referidas pela primeira vez para o Esp\u00edrito Santo e<em> Bolbocoleon piliferum<\/em> Pringsheim \u00e9 citada pela primeira vez para o Brasil.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">O segundo cap\u00edtulo descreveu a ordem Cladophorales, que \u00e9 caracterizada por representantes com organiza\u00e7\u00e3o do talo do tipo sifonoclad\u00e1cea, podendo promover divis\u00e3o simples ou segregativa, dando origem a c\u00e9lulas multinucleadas, com cloroplastos em rede, contendo um \u00fanico piren\u00f3ide central, hist\u00f3rico de vida com altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es isom\u00f3rficas e iso- ou anisogamia. Das 2 esp\u00e9cies encontradas pertencendo \u00e0s fam\u00edlias Anadyomenaceae, Cladophoraceae, Siphonocladaceae e Boodleaceae, <em>Chaetomorpha clavata<\/em> K\u00fctzing, <em>Cladophora albida <\/em>(Ness) K\u00fctzing, <em>Cl. catenata<\/em> (Linnaeus) K\u00fctzing, <em>Cl rupestris<\/em> (Linnaeus) K\u00fctzing,e <em>Rhizoclonium africanum <\/em>K\u00fctzing s\u00e3o citadas pela primeira vez para o Esp\u00edrito Santo.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">No terceiro cap\u00edtulo identificamos os representantes das ordens Bryopsidales e Dasycladales, caracter\u00edsticos por apresentarem talo com organiza\u00e7\u00e3o sifon\u00e1cea, c\u00e9lula multinucleada, com muitos cloroplastos, podendo ou n\u00e3o apresentar piren\u00f3ides, hist\u00f3rico de vida hapl\u00f4ntico e iso- (Dasycladales) ou anisogamia (Bryopsidales). A ordem Bryopsidales foi a mais representativa das quatro encontradas, com 36 t\u00e1xons distribu\u00eddos em 4 fam\u00edlias, Bryopsidaceae, Caulerpaceae, Codiaceae e Udoteaceae. J\u00e1 Dasycladales foi representada por apenas um t\u00e1xon, <em>Acetabularia pusilla<\/em> (Howe) Collins (Polyphysaceae). <em>Bryopsis hypnoides<\/em> Lamouroux, <em>Caulerpa cupressoides <\/em>(Vahl) <em>C. Agardh<\/em> var. <em>lycopodium<\/em> Weber-van <em>Bosse f. elegans<\/em> (P. Crouan &amp; H. Crouan) Weber-van Bosse, <em>Codium. repens<\/em> P. Crouan &amp; H. Crouan, <em>Avrainvillea longicaulis<\/em> (K\u00fctzing) C. Murray &amp; Boodle, <em>H. gracilis <\/em>Harvey ex J. Agardh e <em>Acetabularia pusilla<\/em> s\u00e3o citadas pela primeira vez para o Esp\u00edrito Santo e Udotea fibrosa D.S. Littler &amp; M. M. Littler \u00e9 referida pela primeira vez para o Brasil.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Este trabalho acrescentou 15 novas cita\u00e7\u00f5es para o Esp\u00edrito Santo e 2 novas cita\u00e7\u00f5es para o Brasil. Um resultado importante para um estado que at\u00e9 ent\u00e3o carecia de estudos sobre os representantes bent\u00f4nicos marinhos da divis\u00e3o Chlorophyta. Quando os t\u00e1xons encontrados s\u00e3o relacionados ao tipo de substrato (cost\u00e3o rochoso e recifes de arenito ferruginoso e de praia) e ao tipo de clima apresentados no estado, observa-se que a flora do Esp\u00edrito Santo parece ser uma transi\u00e7\u00e3o entre o que encontramos nas regi\u00f5es nordeste e sudeste do pa\u00eds. Mas, ela ainda est\u00e1 muito mais relacionada com a flora da regi\u00e3o nordeste, provavelmente devido as altas temperaturas encontradas e a presen\u00e7a de substratos recifais, que n\u00e3o s\u00e3o encontrados em outros estados da regi\u00e3o sudeste, exceto em pontos isolados ao norte do Rio de Janeiro.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Diogina_Barata_MS.pdf\" target=\"_blank\">Di\u00f3gina Barata<br \/>\nCLOROF\u00cdCEAS MARINHAS BET\u00d4NICAS DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00f3gina Barata A disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada CLOROF\u00cdCEAS MARINHAS BET\u00d4NICAS DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO, da aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, Di\u00f3gina Barata, com orienta\u00e7\u00e3o da pesquisadora do instituto, Dra. 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