{"id":3089,"date":"2014-10-08T10:21:35","date_gmt":"2014-10-08T13:21:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=3089"},"modified":"2014-10-08T10:21:35","modified_gmt":"2014-10-08T13:21:35","slug":"2013-eduardo-hortal-pereira-barreto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-eduardo-hortal-pereira-barreto\/","title":{"rendered":"Eduardo Hortal Pereira Barretto MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Eduardo Hortal Pereira Barretto<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 30 de setembro de 2013, o aluno Eduardo Hortal Pereira Barretto, matriculado no curso de mestrado do Programa de \u201cBiodiversidade vegetal e Meio Ambiente\u201d<br \/>\ndo Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo sob orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Eduardo Lu\u00eds Martins Catharino, defendeu a disserta\u00e7\u00e3o intitulada<br \/>\n\u201cFlorestas clim\u00e1cicas da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, SP: caracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica, estrutural e rela\u00e7\u00f5es fitogeogr\u00e1ficas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O aluno foi aprovado pela banca formada pela Dra. Nat\u00e1lia Macedo Ivanauskas, Dr. Frederico Alexandre Roccia dal Pozzo Arzolla e<br \/>\nDr. Eduardo Lu\u00eds Martins Catharino.<br \/>\nA apresenta\u00e7\u00e3o ressaltou que a maior regi\u00e3o metropolitana do pa\u00eds (RMSP) ainda possui florestas exuberantes,<br \/>\nquase primitivas, que s\u00e3o dotadas de alt\u00edssima biodiversidade,<br \/>\ngrande quantidade de esp\u00e9cies raras e amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, essas florestas foram muito pouco estudadas,<br \/>\nde modo que ainda h\u00e1 muito a se conhecer sobre sua biodiversidade.<br \/>\nA falta de estudos nessas matas ficou clara com a possibilidade de se ter amostrado duas esp\u00e9cies novas, uma Lauraceae de 25 m e uma<br \/>\nMyrtaceae do sub-bosque. Levando em conta esses aspectos e a extrema escassez desses remanescentes, o aluno salientou que<br \/>\nessas florestas deveriam ser consideradas como \u00e1reas priorit\u00e1rias para conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Florestas clim\u00e1cicas da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, SP: caracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica, estrutural e rela\u00e7\u00f5es fitogeogr\u00e1ficas.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Foram estudadas tr\u00eas florestas clim\u00e1cicas na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo (RMSP), SP, Brasil, situadas em Marsilac, S\u00e3o Paulo; Reserva Florestal do Morro Grande, Cotia e Itapevi. Para a escolha das \u00e1reas de estudo foram visitados cerca de 50 fragmentos na RMSP, e baseado nos conceitos de Budowski (1963, 1965, 1970) para florestas maduras ou clim\u00e1cicas foram escolhidas as mais exuberantes. Em cada localidade foram instaladas duas parcelas de 20 x 50 m, subdivididas em parcelas de 10 x 10 m, resultando em uma amostragem total de 0,6 ha. Os indiv\u00edduos arb\u00f3reos, palmeiras e fetos arborescentes com PAP \u2265 15 cm foram coletados e identificados. Os dados foram tabulados e foram calculados os descritores quantitativos e de diversidade usuais. Os objetivos desse trabalho foram caracterizar a flor\u00edstica e estrutura das florestas maduras da regi\u00e3o metropolitana, verificar se essas florestas se diferenciam das demais florestas da RMSP e se existe varia\u00e7\u00f5es flor\u00edsticas ao longo dos planaltos da regi\u00e3o metropolitana, contribuindo com a classifica\u00e7\u00e3o mais apropriada para essas florestas. Para tanto, foram realizadas an\u00e1lises de agrupamento (UPGMA) e ordena\u00e7\u00e3o (DCA) entre as parcelas e entre outros trabalhos fitossociol\u00f3gicos da RMSP e compara\u00e7\u00f5es de dados estruturais, de diversidade e domin\u00e2ncia de grupos ecol\u00f3gicos. O levantamento realizado resultou na amostragem de 987 indiv\u00edduos arb\u00f3reos pertencentes a 50 fam\u00edlias, 108 g\u00eaneros e 186 esp\u00e9cies, das quais 30 consideradas amea\u00e7adas ou quase amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Os par\u00e2metros m\u00e9dios de estrutura e diversidade foram: densidade de 1.572 ind.\/ha, a \u00e1rea basal de 46 m\u00b2\/ha, \u00edndice de Shannon 4,62 e 0,88 de equabilidade. Em rela\u00e7\u00e3o aos grupos ecol\u00f3gicos, 3,5 % foram classificadas como pioneiras, 24,3 % como secund\u00e1rias iniciais e 72,3 % como tardias. As an\u00e1lises de agrupamento e ordena\u00e7\u00e3o entre as parcelas indicaram haver maior similaridade entre Marsilac e Morro Grande, com tend\u00eancia a forma\u00e7\u00e3o de um bloco flor\u00edstico mais homog\u00eaneo, enquanto que Itapevi se isolou das demais. Essa varia\u00e7\u00e3o foi atribu\u00edda a varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas existentes entre a Reserva Florestal do Morro Grande e Itapevi, sendo este \u00faltimo com inverno mais quente e mais seco, acarretando um per\u00edodo com maior restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e permitindo, dessa forma, uma ocorr\u00eancia maior de elementos das florestas estacionais semidec\u00edduas tais como <i>Aspidosperma polyneuron, Cariniana legalis, Savia dictyocarpa <\/i>e <i>Simira pickia<\/i>. Al\u00e9m disso, foram amostradas algumas esp\u00e9cies que indicam a influ\u00eancia de climas mais frios e \u00famidos na regi\u00e3o, tais como <i>Drimys brasiliensis <\/i>e <i>Ilex <\/i>spp. Na an\u00e1lise de agrupamento (UPGMA) entre estudos da RMSP, foram formados dois grupos principais. Enquanto que o grupo 2 reuniu somente florestas secund\u00e1rias e jovens, o grupo 1 foi formado essencialmente por florestas maduras. As florestas maduras apresentaram tend\u00eancia a possuir densidade baixa (1.450 a 1.750 ind.\/ha), \u00e1rea basal alta (pr\u00f3ximo ou superior a 40 m\u00b2\/ha) e domin\u00e2ncia de esp\u00e9cies secund\u00e1rias tardias entre as quinze mais importantes (VI). Por outro lado, as florestas jovens, as quais representaram a maioria dos estudos da regi\u00e3o, apresentaram densidades maiores (geralmente superiores a 2.000 ind.\/ha, chegando at\u00e9 4.500 ind.\/ha), \u00e1rea basal menor (geralmente pr\u00f3ximas ou inferiores a 30 m\u00b2\/ha) e domin\u00e2ncia de esp\u00e9cies secund\u00e1rias iniciais ou pioneiras entre as quinze mais importantes (VI). Dentre as esp\u00e9cies mais representativas do dossel das florestas clim\u00e1cicas da RMSP, destacaram-se <i>Ocotea catharinensis, Micropholis crassipedicelata, Heisteria silvianii, Aspidosperma olivaceum, Pouteria bullata <\/i>e <i>Cryptocayra saligna. <\/i>A grande quantidade de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o presentes nessas florestas e a raridade desses fragmentos s\u00e3o raz\u00f5es para consider\u00e1-las como \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Palavras chave: <\/b>Mata atl\u00e2ntica, conserva\u00e7\u00e3o, biodiversidade.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/10\/Eduardo_Hortal_Pereira_Barretto_MS.pdf\" target=\"_blank\">Eduardo Hortal Pereira Barretto<br \/>\nFlorestas clim\u00e1cicas da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, SP: caracteriza\u00e7\u00e3o flor\u00edstica, estrutural e rela\u00e7\u00f5es fitogeogr\u00e1ficas.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eduardo Hortal Pereira Barretto No dia 30 de setembro de 2013, o aluno Eduardo Hortal Pereira Barretto, matriculado no curso de mestrado do Programa de \u201cBiodiversidade vegetal e Meio Ambiente\u201d do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo sob orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Eduardo Lu\u00eds Martins Catharino, defendeu a disserta\u00e7\u00e3o intitulada \u201cFlorestas clim\u00e1cicas da regi\u00e3o metropolitana de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"sma\/fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3089"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3089"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3089\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}