{"id":2995,"date":"2014-07-16T14:04:49","date_gmt":"2014-07-16T17:04:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2995"},"modified":"2014-07-16T14:04:49","modified_gmt":"2014-07-16T17:04:49","slug":"2006-suzana-maria-de-azevedo-martins-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2006-suzana-maria-de-azevedo-martins-dr\/","title":{"rendered":"Suzana Maria de Azevedo Martins DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Suzana Maria de Azevedo Martins<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p align=\"center\">Suzana Maria de Azevedo Martins, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt) defendeu, no dia 15 de dezembro de 2006, sua tese de Doutorado com o t\u00edtulo:<br \/>\n<strong>&#8220;Estudo da comunidade liquenizada ep\u00edfita em\u00a0<em>Dodonaea viscosa<\/em>\u00a0L. na restinga do Parque Estadual de Itapu\u00e3, Viam\u00e3o, RS&#8221;\u00a0<\/strong><br \/>\nsob a orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Marcelo Pinto Marcelli.<\/p>\n<p>A banca examinadora foi composta pela Dra. Sionara Eliasaro da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), Dra. Vera L\u00facia Gomes Bononi da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Dra. Margarida Pereira Fonseca da Universidade Guarulhos, Dra. Marisa Domingues da Se\u00e7\u00e3o de Ecologia do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) e pelo Dr. Marcelo Pinto Marcelli da Se\u00e7\u00e3o de Micologia e Liquenologia do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>ESTUDO DA COMUNIDADE LIQUENIZADA ep\u00edfita em\u00a0<em>Dodonaea viscosa<\/em>\u00a0L.<br \/>\nna RESTINGA DO PARQUE ESTADUAL DE ITAPU\u00c3, VIAM\u00c3O, RS<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">Esse estudo visou conhecer a comunidade liquenizada epif\u00edtica que se desenvolve sobre\u00a0<em>Dodonaea viscosa\u00a0<\/em>L. (Sapindaceae) em uma \u00e1rea de restinga, e verificar a distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies em fun\u00e7\u00e3o da luminosidade.<br \/>\nA comunidade liqu\u00eanica foi estudada \u00e0s margens da lagoa Negra, localizada no Parque Estadual de Itapu\u00e3, litoral sul do Rio Grande do Sul. Foram analisadas 30 arvoretas (hospedeiras) onde todos os liquens maiores que 5 mm existentes desde a base do tronco, ao longo dos galhos, at\u00e9 a extremidade dos ramos nas quatro orienta\u00e7\u00f5es (norte, sul, leste e oeste), foram contados, medidos e tiveram sua posi\u00e7\u00e3o exata anotada.<br \/>\nForam amostrados 30 troncos, 120 galhos e 120 ramos. Dados microclim\u00e1ticos (temperatura e umidade do ar, luminosidade) e o pH da casca das arvoretas tamb\u00e9m foram medidos.<br \/>\nO m\u00e9todo de amostragem para os troncos foi o &#8220;M\u00e9todo da Fita M\u00e9trica&#8221;, que \u00e9 original e resultou em uma anota\u00e7\u00e3o extremamente precisa de cada esp\u00e9cime. Foram amostrados ao todo 10.887 indiv\u00edduos de liquens, revelando a ocorr\u00eancia de 161 esp\u00e9cies. Destas, tr\u00eas g\u00eaneros e 20 esp\u00e9cies s\u00e3o cita\u00e7\u00f5es novas para o estado do Rio Grande do Sul, e sete s\u00e3o citadas pela primeira vez para o Brasil.\u00a0Os dados quantitativos foram analisados em termos de n\u00fameros de esp\u00e9cies e indiv\u00edduos, freq\u00fc\u00eancias, cobertura, valores de import\u00e2ncia, an\u00e1lise de vari\u00e2ncia e an\u00e1lise de componentes principais (ordena\u00e7\u00e3o).<br \/>\nPara a an\u00e1lise de distribui\u00e7\u00e3o vertical nos troncos foram levados em considera\u00e7\u00e3o os valores de riqueza de esp\u00e9cies em cada n\u00edvel de altura para todas as hospedeiras, e a amplitude de fixa\u00e7\u00e3o no tronco para cada esp\u00e9cie de fungo liquenizado. A maior diversidade e n\u00famero de esp\u00e9cies ao longo do tronco, ocorreram nos n\u00edveis intermedi\u00e1rios de altura (61 _ 80 cm). Dezessete esp\u00e9cies foram especialistas em altura e 71 foram generalistas. A distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ao longo do tronco tamb\u00e9m teve como fatores determinantes luz, umidade e rugosidade da casca. \u00a0Nos galhos foram encontradas 88 esp\u00e9cies. Os galhos n\u00e3o apresentaram diferen\u00e7a significativa com os ramos, mostraram maior similaridade com os troncos. Por se tratar de uma zona de transi\u00e7\u00e3o \u00e9 onde ocorre a substitui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<br \/>\nNos ramos, foram analisadas as regi\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o dos liquens sendo consideradas as freq\u00fc\u00eancias das esp\u00e9cies em cada regi\u00e3o de entren\u00f3. Esp\u00e9cies colonizadoras pioneiras se estabeleceram na ponta dos ramos. Aquelas que apresentaram o maior n\u00famero de indiv\u00edduos na \u00faltima regi\u00e3o de entren\u00f3s dos ramos, nos galhos e\/ou nos troncos foram consideradas imigrantes tardios. Algumas esp\u00e9cies s\u00e3o competidoras fracas e, acabam por diminuir o n\u00famero de indiv\u00edduos at\u00e9 desaparecerem; outras, como as foliosas de crescimento r\u00e1pido, s\u00e3o fortes competidoras e acabam encobrindo os talos das outras esp\u00e9cies que s\u00e3o menos agressivas. A competi\u00e7\u00e3o entre as esp\u00e9cies ocasiona uma substitui\u00e7\u00e3o que altera a estrutura da comunidade.<br \/>\nAs esp\u00e9cies mais importantes da comunidade foram\u00a0<em>Ramalina usnea\u00a0<\/em>(L.) Howe,<em>\u00a0Dirinaria picta\u00a0<\/em>(Sw.) Clem. &amp; Schear,<em>\u00a0Lecanora subfusca\u00a0<\/em>(L.) Ach.e\u00a0<em>Parmotrema mesotropum\u00a0<\/em>(M\u00fcll. Arg.) Hale, que se destacaram pelos maiores valores de cobertura, freq\u00fc\u00eancia e n\u00famero de indiv\u00edduos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\" align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/07\/suzana.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-2999\" style=\"border: 0px\" alt=\"suzana\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/07\/suzana.jpg\" width=\"945\" height=\"477\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/07\/Suzana_Maria_de_Azevedo_Martins_DR.pdf\" target=\"_blank\">Suzana Maria de Azevedo Martins &#8211; ESTUDO DA COMUNIDADE LIQUENIZADA ep\u00edfita em <em>Dodonaea viscosa<\/em> L.<br \/>\nNA RESTINGA DO PARQUE ESTADUAL DE ITAPU\u00c3, VIAM\u00c3O, RS<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Suzana Maria de Azevedo Martins Suzana Maria de Azevedo Martins, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt) defendeu, no dia 15 de dezembro de 2006, sua tese de Doutorado com o t\u00edtulo: &#8220;Estudo da comunidade liquenizada ep\u00edfita em\u00a0Dodonaea viscosa\u00a0L. na restinga do Parque [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2995"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2995"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2995\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2995"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}