{"id":2741,"date":"2014-08-11T14:08:55","date_gmt":"2014-08-11T17:08:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2741"},"modified":"2014-08-11T14:08:55","modified_gmt":"2014-08-11T17:08:55","slug":"2013-marina-belloni-veronesi","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2013-marina-belloni-veronesi\/","title":{"rendered":"Marina Belloni Veronesi"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Marina Belloni Veronesi<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">A aluna Marina Belloni Veronesi obteve o T\u00edtulo de Mestre pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt\/SP), em 23 de abril de 2013. Sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, intitulada<br \/>\n\u201cAvalia\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia de esp\u00e9cies nativas \u00e0s fitotoxinas exsudadas por\u00a0<em>Sesbania virgata<\/em>\u00a0(Cav.) Pers<strong>.<\/strong>\u201d,<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">contou com a orienta\u00e7\u00e3o da Prof. Dra. Marcia Regina Braga (IBt\/SP) e com a colabora\u00e7\u00e3o do Prof. Dr. Nelson Augusto dos Santos Junior (IBt\/SP) e da Dra. Kelly Sim\u00f5es (BASF).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/08\/Marina_Bellloni.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3090\" alt=\"Marina_Bellloni\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/08\/Marina_Bellloni.jpg\" width=\"482\" height=\"323\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">Patr\u00edcia Pinho Tonini, Marina Belloni Veronesi, Marcia Regina Braga e Maria Luiza Faria Salatino.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A disserta\u00e7\u00e3o foi avaliada pela banca examinadora composta pela Profa. Dra Maria Luiza Faria Salatino (USP) e pela<br \/>\nProfa. Dra. Patr\u00edcia Pinho Tonini (Centro Universit\u00e1rio S\u00e3o Camilo).<\/p>\n<p align=\"center\">O projeto desenvolvido buscou identificar as respostas relacionadas com a toler\u00e2ncia de esp\u00e9cies nativas co-ocorrentes \u00e0s fitotoxinas exsudadas por\u00a0<em>Sesbania virgata<\/em>, uma esp\u00e9cie nativa brasileira descrita como invasora, especialmente em culturas de arroz irrigado. Visando fornecer dados \u00e0 recente hip\u00f3tese de novas armas qu\u00edmicas, a qual sugere que o sucesso de esp\u00e9cies invasoras, deve-se, em parte a procu\u00e7\u00e3o de aleloqu\u00edmicos que n\u00e3o est\u00e3o presentes em ambientes invadidos, plantas que possuem o mesmo hist\u00f3rico evolutivo da esp\u00e9cie invasora seriam resistentes a esses aleloqu\u00edmicos. Para tanto foram estudadas as respostas bioqu\u00edmicas durante a germina\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>Enterolobium contortisiliquum\u00a0<\/em>e\u00a0<em>Peltophorum dubium<\/em>, duas esp\u00e9cies naqtivas brasileiras co-ocorrentes com\u00a0<em>S. virgata<\/em>. O grupo verificou que as esp\u00e9cies nativas estudadas sofrem menor influ\u00eancia dos exsudatos de\u00a0<em>S. virgata<\/em>\u00a0em compara\u00e7\u00e3o a esp\u00e9cies cultivadas, o que fornece dados adicionais hip\u00f3tese das novas armas qu\u00edmicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia de duas esp\u00e9cies nativas \u00e0s fitotoxinas exsudadas por <em>Sesbania virgata <\/em> (Cav.) Pers.<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Sesbania virgata\u00a0<\/em>(Cav.) Pers \u00e9 uma Fabaceae tropical, nativa da Am\u00e9rica do Sul, que ocorre principalmente em beiras de estradas, campos alag\u00e1veis e em solos arenosos ou argilosos. Essa esp\u00e9cie pioneira tem sido descrita como invasora em solos \u00famidos e alagados, especialmente em planta\u00e7\u00f5es de arroz irrigado. As sementes de\u00a0<em>S. virgata\u00a0<\/em>exsudam metab\u00f3litos secund\u00e1rios antif\u00fangicos e fitot\u00f3xicos logo no in\u00edcio do processo de embebi\u00e7\u00e3o. O flavon\u00f3ide (+)-catequina \u00e9 a principal fitotoxina dos exsudatos das sementes, sendo encontrada no seu tegumento e liberada em altas concentra\u00e7\u00f5es no primeiro dia de embebi\u00e7\u00e3o. Recentemente, foi demonstrado que (+)- catequina exsudada por sementes de\u00a0<em>S. virgata\u00a0<\/em>inibe a germina\u00e7\u00e3o de sementes de alface e tomate e o crescimento de ra\u00edzes de pl\u00e2ntulas de arroz e de\u00a0<em>Arabidopsis thaliana<\/em>. Uma hip\u00f3tese recente sobre novas estrat\u00e9gias de defesa vegetal sugere que o sucesso de uma esp\u00e9cie invasora pode ser devido, entre outros, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de aleloqu\u00edmicos, os quais afetam esp\u00e9cies nativas que n\u00e3o possuem a mesma hist\u00f3ria evolutiva da planta invasora. Sendo assim, sup\u00f5e-se que as plantas que co-ocorrem em mesmo ambiente teriam desenvolvido mecanismos de toler\u00e2ncia a esses aleloqu\u00edmicos. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a toler\u00e2ncia de esp\u00e9cies que co-ocorrem com\u00a0<em>S. virgata<\/em>\u00a0aos aleloqu\u00edmicos exsudados por ela. Para tanto, foram realizados ensaios de co-germina\u00e7\u00e3o nos quais foi estudado o efeito dos exsudatos de sementes de\u00a0<em>S. virgata<\/em>\u00a0sobre a germina\u00e7\u00e3o e o metabolismo de carboidratos de duas esp\u00e9cies nativas de diferentes est\u00e1gios sucessionais (<em>Enterolobium contortisiliquum<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Peltophorium dubium<\/em>) que co-ocorrem naturalmente com\u00a0<em>S. virgata<\/em>. Catequina comercial tamb\u00e9m foi utilizada nos ensaios de germina\u00e7\u00e3o, visando analisar seus efeitos sobre a germina\u00e7\u00e3o e crescimento radicular das duas esp\u00e9cies nativas. Foi observado efeito mais intenso dos exsudatos de sementes de\u00a0<em>S. virgata<\/em>\u00a0sobre a rad\u00edcula e o metabolismo de carboidratos de\u00a0<em>E. contortisiliquum<\/em>, esp\u00e9cie secund\u00e1ria, em rela\u00e7\u00e3o ao crescimento de\u00a0<em>P. dubium<\/em>, esp\u00e9cie pioneira. Os efeitos observados em\u00a0<em>E. contortisiliquum<\/em>\u00a0sugerem que a inibi\u00e7\u00e3o do crescimento radicular reduziu a for\u00e7a de dreno deste \u00f3rg\u00e3o causando atraso na mobiliza\u00e7\u00e3o dos carboidratos de reserva. J\u00e1 para\u00a0<em>P. dubium<\/em>\u00a0houve aumento na mobiliza\u00e7\u00e3o de reservas, por\u00e9m, n\u00e3o foram detectadas diferen\u00e7as no crescimento radicular. A presen\u00e7a de endosperma rico em galactomanano nas sementes de\u00a0<em>P. dubium<\/em>\u00a0pode estar relacionada \u00e0 menor influ\u00eancia dos exsudatos sobre esta esp\u00e9cie, atuando como barreira f\u00edsica para a entrada de aleloqu\u00edmcos. Catequina comercial n\u00e3o provocou nas esp\u00e9cies nativas os mesmos efeitos observados pela co-germina\u00e7\u00e3o com sementes de\u00a0<em>S. virgata<\/em>, indicando que outras subst\u00e2ncias presentes nos exsudatos, al\u00e9m da catequina, s\u00e3o as respons\u00e1veis pela a\u00e7\u00e3o observada. Os resultados obtidos demonstraram que esp\u00e9cies co-ocorrentes tamb\u00e9m sofrem influ\u00eancia dos exsudatos de\u00a0<em>S. virgata<\/em>, entretanto, esta \u00e9 menos intensa\u00a0 que aquela observada para esp\u00e9cies cultivadas e parece n\u00e3o ser devida unicamente \u00e0 presen\u00e7a de catequina. Al\u00e9m disso, esta influ\u00eancia parece ser maior quando\u00a0<em>S. virgata\u00a0<\/em>co-germina com esp\u00e9cies de diferentes est\u00e1gios sucessionais.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>aleloqu\u00edmicos;<strong>\u00a0<\/strong>(+)- catequina; sementes.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/08\/Marina_Bellloni1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3098\" alt=\"Marina_Bellloni1\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/08\/Marina_Bellloni1.jpg\" width=\"512\" height=\"223\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2014\/08\/Marina_Belloni_Veronesi_MS.pdf\" target=\"_blank\">Marina_Belloni_Veronesi_MS<br \/>\nAvalia\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia de duas esp\u00e9cies nativas \u00e0s fitotoxinas exsudadas por <em>Sesbania virgata <\/em> (Cav.) Pers.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marina Belloni Veronesi A aluna Marina Belloni Veronesi obteve o T\u00edtulo de Mestre pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt\/SP), em 23 de abril de 2013. Sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, intitulada \u201cAvalia\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia de esp\u00e9cies nativas \u00e0s fitotoxinas exsudadas por\u00a0Sesbania virgata\u00a0(Cav.) 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