{"id":2262,"date":"2013-10-30T10:16:52","date_gmt":"2013-10-30T12:16:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2262"},"modified":"2013-10-30T10:16:52","modified_gmt":"2013-10-30T12:16:52","slug":"2008-andre-augusto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2008-andre-augusto\/","title":{"rendered":"Andr\u00e9 Augusto Jacinto Tabanez DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Andr\u00e9 Augusto Jacinto Tabanez<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 26 de novembro de 2008, \u00e0s 9 horas da manh\u00e3, o aluno do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo, defendeu sua tese de Doutorado, intitulada<br \/>\n\u201cDin\u00e2mica da comunidade arb\u00f3rea em eco-unidades de cinco fragmentos de Floresta Estacional Semidec\u00eddua no interior do<br \/>\nEstado de S\u00e3o Paulo, Brasil, e conseq\u00fc\u00eancias para a sua conserva\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Fizeram parte da banca examinadora os pesquisadores Eduardo Cabral Pereira Gomes (Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo), Henrique Nascimento (Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia), Waldir Mantovani (Instituto de Bioci\u00eancias\/USP), Margarida Maria da Rocha Fiuza Melo (Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo) e<br \/>\nLuiz Mauro Barbosa (Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Din\u00e2mica da comunidade arb\u00f3rea em eco-unidades de cinco fragmentos de Floresta Estacional Semidec\u00eddua\u00a0no interior do Estado de S\u00e3o Paulo, Brasil, e conseq\u00fc\u00eancias para a sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Estudou-se a din\u00e2mica da comunidade arb\u00f3rea em cinco fragmentos de floresta estacional semidec\u00eddua. Estes fragmentos localizam-se na regi\u00e3o de Piracicaba e s\u00e3o todos fragmentos de floresta isolados, sem eventos de perturba\u00e7\u00e3o de grandes propor\u00e7\u00f5es. O formato desses fragmentos varia de aproximadamente quadrado a retangular, com tamanho entre 0,6 a 220,0 ha. A vegeta\u00e7\u00e3o arb\u00f3rea foi amostrada em um primeiro levantamento entre 1991 e 1993 (t<sub>0<\/sub>), utilizando-se parcelas permanentes na forma de transectos. Todas as \u00e1rvores com di\u00e2metro a 1,3 m de altura do solo (DAP) \u2265 5 cm foram inclu\u00eddas no estudo e as diferentes fisionomias florestais encontradas nos transectos foram mapeadas. As diferentes fisionomias, ou eco-unidades, foram classificadas visualmente em Capoeira Baixa (CB), bambuzal (BB), Capoeira Alta (CA) e Floresta Madura (FM). Um segundo levantamento foi feito em 1999 (t<sub>1<\/sub>), com novo mapeamento. As esp\u00e9cies mais importantes em IVC foram classificadas em quatro grupos sucessionais e\/ou funcionais e a import\u00e2ncia relativa de cada grupo foi calculada para cada eco-unidade. Os dados encontrados foram comparados com o modelo proposto por Tabanez &amp; Viana (2000) para din\u00e2mica florestal dessas eco-unidades, para avaliar sua precis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cerca de dois ter\u00e7os da \u00e1rea dos transectos n\u00e3o mudou de eco-unidade ao longo do per\u00edodo estudado. A mudan\u00e7a mais comum foi para CB (19,8% da \u00e1rea). Assim, a \u00e1rea ocupada por CB aumentou em todos os fragmentos e seus trechos aumentaram em n\u00famero e tamanho m\u00e9dio. A taxa de recrutamento foi maior que a taxa de mortalidade na CB e houve incremento na \u00e1rea basal (AB), fazendo com que esta eco-unidade apresentasse desenvolvimento em estrutura no per\u00edodo t<sub>0<\/sub>-t<sub>1<\/sub>. Trechos de CB mostraram import\u00e2ncia maior de esp\u00e9cies pioneiras e oportunistas, provavelmente devido aos tamanhos grandes dos trechos. Essas esp\u00e9cies parecem ser capazes de causar algum desenvolvimento de estrutura na CB, mas \u00e9 importante notar a baixa import\u00e2ncia ou aus\u00eancia das esp\u00e9cies de banco de sementes nesta eco-unidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A \u00e1rea ocupada pelas outras eco-unidades mudou pouco ou apresentou diminui\u00e7\u00e3o. A segunda altera\u00e7\u00e3o mais comum foi mudan\u00e7a para CA (12,4% da \u00e1rea). A taxa de recrutamento na CA tamb\u00e9m foi maior do que a taxa de mortalidade, e foi observado um aumento na AB, fazendo com que esta eco-unidade tamb\u00e9m mostrasse algum desenvolvimento na estrutura. Algumas das esp\u00e9cies mais importantes nesta eco-unidade foram as mesmas que na CB, como\u00a0<em>Croton floribundus<\/em>,\u00a0<em>Astronium graveolens<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Metrodorea nigra<\/em>. A import\u00e2ncia das esp\u00e9cies tolerantes \u00e0 sombra diminuiu nesta eco-unidade em quatro dos fragmentos estudados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Bambuzal mostrou forte diminui\u00e7\u00e3o em \u00e1rea, devido \u00e0 morte das moitas nos dois maiores fragmentos. No per\u00edodo considerado, 92,5% da \u00e1rea original de BB se transformou em outras eco-unidades, principalmente CB e CA. A taxa de recrutamento foi a maior entre as eco-unidades. Nos fragmentos onde a maioria das moitas morreu, esp\u00e9cies pioneiras e oportunistas aumentaram rapidamente em import\u00e2ncia, incluindo esp\u00e9cies de banco de sementes, ausentes ou pouco importantes na CB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Floresta Madura n\u00e3o se mostrou t\u00e3o est\u00e1vel quanto o nome sugere e cerca de metade de sua \u00e1rea original se transformou em outra eco-unidade no per\u00edodo t<sub>0<\/sub>-t<sub>1<\/sub>, principalmente CA. Ainda assim, esta eco-unidade foi a mais est\u00e1vel das quatro, mostrando as taxas mais baixas de mortalidade e recrutamento. A composi\u00e7\u00e3o mostrou absoluta predomin\u00e2ncia de esp\u00e9cies tolerantes \u00e0 sombra, com aumento de sua import\u00e2ncia no per\u00edodo t<sub>0<\/sub>-t<sub>1<\/sub>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os dados sugerem que o desenvolvimento da estrutura da floresta nos fragmentos foi limitado e que este desenvolvimento n\u00e3o foi suficiente para regenerar a floresta nas \u00e1reas abertas (CB). Al\u00e9m disso, foram observadas altas taxas de altera\u00e7\u00e3o de eco-unidades mais desenvolvidas para eco-unidades menos desenvolvidas, especialmente considerando-se o pequeno intervalo de tempo considerado. Os dados sugerem que o modelo apresentado por Tabanez &amp; Viana (2000) para a din\u00e2mica dessas eco-unidades \u00e9 preciso e sugere que esses fragmentos est\u00e3o em transforma\u00e7\u00e3o, mesmo ap\u00f3s longo tempo do isolamento inicial. As mudan\u00e7as que ainda est\u00e3o ocorrendo podem levar esses fragmentos de floresta, no longo prazo, a se transformarem em fragmentos de vegeta\u00e7\u00e3o arbustiva, baixa e de baixa biomassa. Os resultados aqui apresentados s\u00e3o importantes balizadores de pol\u00edticas regionais voltadas \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o florestal e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies arb\u00f3reas, assim como na orienta\u00e7\u00e3o para restaura\u00e7\u00e3o florestal em recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/Andre_Augusto_Jacinto_Tabanez_DR.pdf\" target=\"_blank\">Andr\u00e9 Augusto Jacinto Tabanez<br \/>\nDin\u00e2mica da comunidade arb\u00f3rea em eco-unidades de cinco fragmentos de Floresta Estacional Semidec\u00eddua<br \/>\nno interior do Estado de S\u00e3o Paulo, Brasil, e conseq\u00fc\u00eancias para a sua conserva\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andr\u00e9 Augusto Jacinto Tabanez No dia 26 de novembro de 2008, \u00e0s 9 horas da manh\u00e3, o aluno do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo, defendeu sua tese de Doutorado, intitulada \u201cDin\u00e2mica da comunidade arb\u00f3rea [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2262"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2262"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2262\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2262"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}