{"id":2237,"date":"2013-10-30T09:38:23","date_gmt":"2013-10-30T11:38:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2237"},"modified":"2013-10-30T09:38:23","modified_gmt":"2013-10-30T11:38:23","slug":"2008-daniella-vinha","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2008-daniella-vinha\/","title":{"rendered":"Daniella Vinha MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Daniella Vinha<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/DaniellaVinha1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" alt=\"\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/DaniellaVinha1.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Banco de sementes em \u00e1reas com diferentes graus de perturba\u00e7\u00e3o no<br \/>\nParque Estadual das Fontes do Ipiranga, em S\u00e3o Paulo, SP<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O banco de sementes do solo representa uma parte do potencial regenerativo de uma comunidade vegetal, podendo, ap\u00f3s perturba\u00e7\u00f5es naturais ou antr\u00f3picas, influenciar a composi\u00e7\u00e3o e o padr\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o. O estudo foi realizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), um fragmento urbano de Floresta Atl\u00e2ntica em S\u00e3o Paulo-SP. No PEFI h\u00e1 \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o mais preservadas pr\u00f3ximas a outras muito perturbadas, com predom\u00ednio de\u00a0<em>Aulonemia aristulata\u00a0<\/em>(D\u00f6ll) McClure, uma esp\u00e9cie de bambu rizomatoso e escandente. O objetivo deste estudo foi avaliar se a domin\u00e2ncia pelo bambu interfere na quantidade de sementes arbustivo-arb\u00f3reas que chegam ao banco de sementes do solo, alterando a capacidade de regenera\u00e7\u00e3o natural da floresta. Dois trechos da floresta foram selecionados: uma \u00e1rea com acentuado dom\u00ednio pelo bambu (B) e outra em que a floresta apresentou est\u00e1dio mais avan\u00e7ado de regenera\u00e7\u00e3o (SB). Em cada uma das \u00e1reas, foram coletadas 45 amostras de solo (0,04m2, 0,05m de profundidade, \u00e1rea total de 1,8m2), distribu\u00eddas aleatoriamente em 0,7ha. As amostras de solo foram expostas \u00e0 luz natural em casa de vegeta\u00e7\u00e3o e a contagem de pl\u00e2ntulas que emergiram foi realizada semanalmente por 6 meses. Houve diferen\u00e7a significativa na quantidade de sementes entre as \u00e1reas (Mann-Whitney, p&lt;0,05), tendo germinado 2270 sementes em B e 2911 em SB. Conseq\u00fcentemente, a densidade de sementes diferiu: 1260,56 e 1617,22 sementes.m-2, respectivamente. A densidade de sementes de esp\u00e9cies arb\u00f3reas foi significativamente mais alta na \u00e1rea SB (622,8 sementes.m-2 em B e 1308,9 sementes.m-2 em SB; Mann-Whitney, p&lt;0,05), enquanto a \u00e1rea B apresentou densidades mais altas de esp\u00e9cies arbustivas e herb\u00e1ceas (Mann-Whitney, p&lt;0,05). Asteraceae, Poaceae, Solanaceae, Cyperaceae, Euphorbiaceae e Melastomataceae foram as fam\u00edlias mais abundantes para a \u00e1rea B (66,2% das esp\u00e9cies) sendo as mesmas fam\u00edlias representadas em SB, com exce\u00e7\u00e3o de Cyperaceae (51,16% das esp\u00e9cies).\u00a0<em>Miconia\u00a0<\/em>cf.<em>\u00a0cinnamomifolia\u00a0<\/em>e\u00a0<em>Vernonia\u00a0<\/em>sp. foram as esp\u00e9cies mais abundantes, com mais de 80% das pl\u00e2ntulas recrutadas em ambas as \u00e1reas. A propor\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de h\u00e1bito arb\u00f3reo e arbustivo foi superior a 90% em ambas as \u00e1reas, por\u00e9m significativamente maior para a \u00e1rea SB (<em>\u00f72<\/em>=124,69; gl=1;\u00a0<em>P&lt;0,001<\/em>). As pioneiras foram predominantes no total de esp\u00e9cies encontradas nas duas \u00e1reas. O total de indiv\u00edduos pioneiros na \u00e1rea SB foi significativamente maior (<em>\u00f72<\/em>=8,91; gl=1;\u00a0<em>P&lt;0,01<\/em>\u00a0). A zoocoria foi a principal s\u00edndrome de dispers\u00e3o entre as esp\u00e9cies arbustivo-arb\u00f3reas, com 80% das esp\u00e9cies em B e 71,4% em SB. Na \u00e1rea SB, a propor\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos zooc\u00f3ricos foi significativamente maior (<em>\u00f72<\/em>=436,30; gl=1;\u00a0<em>P&lt;0,001<\/em>). A \u00e1rea B apresentou maior riqueza e diversidade de esp\u00e9cies, apesar dos \u00edndices de diversidade e equabilidade serem baixos nas duas \u00e1reas. Houve diferen\u00e7a significativa na composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica das esp\u00e9cies arbustivo-arb\u00f3reas entre as \u00e1reas B e SB (MRPP, A=0,1347, p&lt;0,001). A grande quantidade de sementes de esp\u00e9cies arbustivas e arb\u00f3reas encontradas nas \u00e1reas B e SB demonstra a capacidade de regenera\u00e7\u00e3o destas \u00e1reas e que a presen\u00e7a de\u00a0<em>A. aristulata<\/em>\u00a0na \u00e1rea B n\u00e3o interfere na disponibilidade de sementes no banco de sementes do solo.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/Daniella_Vinha_MS.pdf\" target=\"_blank\">Daniella Vinha<br \/>\nBanco de sementes em \u00e1reas com diferentes graus de perturba\u00e7\u00e3o no<br \/>\nParque Estadual das Fontes do Ipiranga, em S\u00e3o Paulo, SP<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Daniella Vinha Banco de sementes em \u00e1reas com diferentes graus de perturba\u00e7\u00e3o no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, em S\u00e3o Paulo, SP RESUMO O banco de sementes do solo representa uma parte do potencial regenerativo de uma comunidade vegetal, podendo, ap\u00f3s perturba\u00e7\u00f5es naturais ou antr\u00f3picas, influenciar a composi\u00e7\u00e3o e o padr\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o. 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