{"id":2217,"date":"2013-10-29T15:08:34","date_gmt":"2013-10-29T17:08:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2217"},"modified":"2013-10-29T15:08:34","modified_gmt":"2013-10-29T17:08:34","slug":"2008-diogina-barata","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2008-diogina-barata\/","title":{"rendered":"Di\u00f3gina Barata DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Di\u00f3gina Barata\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">A Tese de doutorado intitulada\u00a0&#8220;Taxonomia e a Filogenia do G\u00eanero Caulerpa J.V. Lamour. (Bryopsidales, Chlorophyta) no Brasil&#8221;,\u00a0da aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, Di\u00f3gina Barata, com orienta\u00e7\u00e3o da pesquisadora do instituto, Dra. Mutue Toyota Fujii, e coorienta\u00e7\u00e3o da Dra. Mariana Cabral de Oliveira, professora da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) foi aprovada com distin\u00e7\u00e3o e louvor em 29 de fevereiro de 2008, sob a avalia\u00e7\u00e3o da banca pesquisadores: como membros externos o Dr. Orlando Necchi Jr., Universidade Estadual Paulista (Unesp, campus Rio Preto) e a Dra. Maria Beatriz de Barros Barreto, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e, como membros internos as Dras. Silvia Maria Pitta de Beauclair Guimar\u00e3es, Dicl\u00e1 Pupo e Mutue Toyota Fujii, da Se\u00e7\u00e3o de Ficologia-IBt\/SP.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 align=\"center\">Taxonomia e a Filogenia do G\u00eanero Caulerpa J.V. Lamour.\u00a0(Bryopsidales, Chlorophyta) no Brasil<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O material examinado foi obtido atrav\u00e9s de coletas manuais na regi\u00e3o de mesolitoral ao longo do litoral brasileiro em per\u00edodos de mar\u00e9 baixa, nos anos de 2005 a 2006. Para a observa\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas foi utilizado material acondicionado em potes pl\u00e1sticos fixados em formol a 4% em \u00e1gua do mar e para as an\u00e1lises filogen\u00e9ticas o material foi preservado em s\u00edlica gel azul ou em \u00e1lcool 70%. Os principais herb\u00e1rios do pa\u00eds foram visitados para uma melhor coleta de dados sobre a morfologia e distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica das esp\u00e9cies. Os resultados foram divididos em 2 cap\u00edtulos que ser\u00e3o explicados resumidamente abaixo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>&#8211; O primeiro cap\u00edtulo<\/strong>\u00a0tratou da taxonomia do g\u00eanero\u00a0<em>Caulerpa\u00a0<\/em>J.V. Lamour. e revelou 18 esp\u00e9cies, al\u00e9m de sete variedades, totalizando 25 t\u00e1xons infraespec\u00edficos, resultado que caracteriza o Brasil como uma regi\u00e3o detentora de grande variedade de esp\u00e9cies do g\u00eanero. A distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ao longo do litoral do Brasil obedeceu a mesma encontrada para outras localidades do mundo, onde a maior parte da diversidade do g\u00eanero se encontra nas regi\u00f5es tropicais. Assim, um maior n\u00famero de esp\u00e9cies de\u00a0<em>Caulerpa\u00a0<\/em>\u00e9 encontrado na regi\u00e3o nordeste do Brasil (Regi\u00e3o Tropical, segundo classifica\u00e7\u00e3o de Horta\u00a0<em>et al.\u00a0<\/em>2001).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>&#8211; No segundo cap\u00edtulo<\/strong>\u00a0foram realizadas as an\u00e1lizes filogen\u00e9ticas do g\u00eanero para o litoral Brasileiro. Os marcadores moleculares utilizados para estas an\u00e1lises foram o\u00a0<em>tuf<\/em>A DNA do cloroplasto e o ITS rDNA nuclear. Uma an\u00e1lise geral foi realizada com o\u00a0<em>tuf<\/em>A DNA do cloroplasto e os resultados foram expressos pela \u00e1rvore consenso de an\u00e1lise bayesiana com 14 das 18 esp\u00e9cies encontradas para o litoral brasileiro. Os resultados corroboraram com o que foi obtido em estudos anteriores (p.e. Fam\u00e0\u00a0<em>et al.\u00a0<\/em>2002 e Stam\u00a0<em>et al.<\/em>\u00a02006). A maioria das esp\u00e9cies foi monofil\u00e9tica, com exce\u00e7\u00e3o apenas para\u00a0<em>C. cupressoides\u00a0<\/em>(H. West in Vahl) C. Agardh<em>, C. racemosa\u00a0<\/em>(Forssk.) J. Agardh<em>, C. serrulata\u00a0<\/em>(Forssk.) J. Agardh,\u00a0<em>C. scalpeliformis\u00a0<\/em>(R. Br. Ex Turner) C. Agardh e\u00a0<em>C. verticillata\u00a0<\/em>J. Agardh. As an\u00e1lises de ITS rDNA nuclear foram utilizadas para ajudar no esclarecimento das esp\u00e9cies\u00a0<em>C. cupressoides\u00a0<\/em>e\u00a0<em>C. racemosa<\/em>. As an\u00e1lises filogen\u00e9ticas auxiliaram tamb\u00e9m na corre\u00e7\u00e3o da identifica\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>C. mexicana\u00a0<\/em>Sond. ex K\u00fctz., anteriormente identificadas como\u00a0<em>C. taxifolia\u00a0<\/em>(H. West in Vahl) C. Agardh para os estados da Bahia e do Esp\u00edrito Santo. Apesar do g\u00eanero apresentar-se como um problema mundial envolvendo-se em eventos de bioinvas\u00e3o em v\u00e1rias localidades, as amostras de\u00a0<em>C. racemosa<\/em>, uma das esp\u00e9cies problem\u00e1ticas, n\u00e3o paresentaram nenhuma rela\u00e7\u00e3o com as linhagens invasoras. Para\u00a0<em>C. taxifolia<\/em>, n\u00e3o foram obtidas seq\u00fc\u00eancias gen\u00e9ticas e por isso n\u00e3o foi poss\u00edvel estas confirma\u00e7\u00e3o. A an\u00e1lise filogen\u00e9tica das do g\u00eanero para o Brasil foi de grande relev\u00e2ncia, pois, acrescentou mais seq\u00fc\u00eancias das esp\u00e9cies j\u00e1 estudadas al\u00e9m de lan\u00e7ar seq\u00fc\u00eancias in\u00e9ditas\u00a0<em>tuf<\/em>A DNA do cloroplasto para\u00a0<em>C. fastigiata\u00a0<\/em>Mont.,\u00a0<em>C. kempfii\u00a0<\/em>A.B. Joly &amp; S. Pereira e\u00a0<em>C. pusilla\u00a0<\/em>(K\u00fctz.) J. Agardh.<\/p>\n\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/Diogina_Barata_DR.pdf\" target=\"_blank\">Di\u00f3gina Barata<br \/>\nTaxonomia e a Filogenia do G\u00eanero Caulerpa J.V. Lamour. (Bryopsidales, Chlorophyta) no Brasil<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00f3gina Barata\u00a0 A Tese de doutorado intitulada\u00a0&#8220;Taxonomia e a Filogenia do G\u00eanero Caulerpa J.V. Lamour. (Bryopsidales, Chlorophyta) no Brasil&#8221;,\u00a0da aluna do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, Di\u00f3gina Barata, com orienta\u00e7\u00e3o da pesquisadora do instituto, Dra. Mutue Toyota Fujii, e coorienta\u00e7\u00e3o da Dra. 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