{"id":2162,"date":"2013-10-25T15:57:43","date_gmt":"2013-10-25T17:57:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=2162"},"modified":"2013-10-25T15:57:43","modified_gmt":"2013-10-25T17:57:43","slug":"2008-kleber-renan","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2008-kleber-renan\/","title":{"rendered":"Kleber Renan de Souza Santos MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Kleber Renan de Souza Santos\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 28 de fevereiro de 2008, o aluno do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica\/IBt, Kleber Renan de Souza Santos (Bolsista CNPq), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de tr\u00eas lagoas (\u201csalina\u201d, \u201csalitrada\u201d e \u201cba\u00eda\u201d) do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. C\u00e9lia Leite Sant\u2019Anna (Orientadora\/IBt), Dra. Ermelinda Maria De-Lamonica-Freire (UFMT e UNIVAG) e<br \/>\nDra. Carla Ferragut (IBt), como apresentado na foto.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" alt=\"kleber1\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber1.jpg\" width=\"246\" height=\"194\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Biodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de tr\u00eas lagoas (&#8220;salina&#8221;, &#8220;salitrada&#8221; e &#8220;ba\u00eda&#8221;)<br \/>\ndo Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O trabalho representa o primeiro levantamento taxon\u00f4mico sobre a biodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia. A sub-regi\u00e3o do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia caracteriza-se pela riqueza de lagoas rasas em diversos est\u00e1gios sucessionais, conhecidas regionalmente como \u201csalinas\u201d, \u201csalitradas\u201d e \u201cba\u00edas\u201d. Estas lagoas apresentam caracter\u00edsticas limnol\u00f3gicas distintas, onde o pH e a condutividade el\u00e9trica de suas \u00e1guas est\u00e3o entre os principais par\u00e2metros utilizados para diferenci\u00e1-las. As \u201cba\u00edas\u201d geralmente apresentam pH levemente \u00e1cido a neutro (5-7) e condutividade el\u00e9trica vari\u00e1vel (m\u00e9dia 500 \u00b5S cm-1) sendo habitadas por plantas aqu\u00e1ticas flutuantes e submersas; as \u201csalitradas\u201d apresentam pH 6,5-8,\u00a0 condutividade m\u00e9dia superior a 1.000 \u03bcS cm-1, colonizadas por Characeae e plantas aqu\u00e1ticas; enquanto que nas \u201csalinas\u201d o pH \u00e9 alcalino (&gt;8), a condutividade elevada (&gt;3.000 \u00b5S cm-1) e n\u00e3o ocorrem plantas aqu\u00e1ticas. At\u00e9 o momento, o conhecimento taxon\u00f4mico sobre as algas e cianobact\u00e9rias que habitam estas lagoas \u00e9 extremamente escasso. S\u00e3o conhecidos poucos trabalhos de car\u00e1ter limnol\u00f3gico que citam apenas listas de t\u00e1xons geralmente em n\u00edvel de g\u00eanero. O presente estudo teve como objetivo contribuir para o conhecimento taxon\u00f4mico das algas e cianobact\u00e9rias de tr\u00eas lagoas do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia: 1) Salina do Meio, 2) Salitrada Campo Dora e 3) Ba\u00eda da Sede Nhumirim, localizadas na regi\u00e3o da fazenda Nhumirim Embrapa\/Pantanal (como apresentado na foto). As coletas foram realizadas em per\u00edodos de cheia e de seca desde maio de 2004 a maio de 2007, totalizando 23 amostras. Estas foram coletadas com ou sem rede de pl\u00e2ncton (20 \u00b5m de abertura de malha) e fixadas com solu\u00e7\u00e3o de Transeau ou formol 4%. Um total de 106 t\u00e1xons foi identificado para as tr\u00eas lagoas, distribu\u00eddos em sete classes taxon\u00f4micas, 16 ordens, 53 g\u00eaneros, 93 esp\u00e9cies e 15 variedades que n\u00e3o s\u00e3o as t\u00edpicas de suas respectivas esp\u00e9cies. Doze t\u00e1xons n\u00e3o puderam ser identificados al\u00e9m do n\u00edvel g\u00eanero. Destes, provavelmente seis s\u00e3o novos para a ci\u00eancia e dever\u00e3o ser mais bem estudados para futura proposi\u00e7\u00e3o em artigo espec\u00edfico, a saber: de Cyanobacteria,\u00a0<em>Myxobaktron<\/em>\u00a0sp. e\u00a0<em>Phormidium<\/em>\u00a0sp.; de Bacillariophyceae,\u00a0<em>Eunotia<\/em>\u00a0sp.; de Cryptophyceae,\u00a0<em>Pseudocryptomonas\u00a0<\/em>sp.; de Chlorophyceae,\u00a0<em>Oedogonium<\/em>\u00a0sp.; e, de Zygnematophyceae,\u00a0<em>Staurastrum<\/em>\u00a0sp. De modo geral as Classes mais bem representadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 riqueza de esp\u00e9cies foram: Bacillariophyceae (23 t\u00e1xons), Cyanobacteria (22 t\u00e1xons), Euglenophyceae (21 t\u00e1xons), Zygnematophyceae (17 t\u00e1xons) e Chlorophyceae (15 t\u00e1xons). As classes com menor n\u00famero de t\u00e1xons foram Xantophyceae (5) e Cryptophyceae (3). A composi\u00e7\u00e3o ficol\u00f3gica de cada lagoa mostrou-se bastante particular, tanto em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de t\u00e1xons quanto aos t\u00e1xons exclusivos de cada uma delas, provavelmente relacionado com as diferen\u00e7as limnol\u00f3gicas das mesmas. A riqueza de esp\u00e9cies foi claramente maior na Ba\u00eda (74 t\u00e1xons), seguida pela Salitrada (41 t\u00e1xons), enquanto que na Salina o n\u00famero de t\u00e1xons foi bastante reduzido (17) se comparado \u00e0s primeiras. As classes melhor representadas na Ba\u00eda foram Euglenophyceae e Bacillariophyceae, contribuindo respectivamente com 28,4% e 27% dos t\u00e1xons identificados para esta lagoa. Na Salitrada, as Zygnematophyceae e Cyanobacteria foram as mais bem representadas, contribuindo cada uma com 24,4% dos t\u00e1xons, seguida pelas Bacillariophyceae (19,5%), Chlorophyceae (19%), Euglenophyceae (9,8%) e Xanthophyceae (4,9%). Na Salina ocorreram apenas representantes de Cyanobacteria e Bacillariophyceae, contribuindo respectivamente com 82,4% e 17,6% dos t\u00e1xons desta lagoa. Dos 106 t\u00e1xons inventariados, 100 (94,3%) s\u00e3o citados pela primeira vez para o Pantanal da Nhecol\u00e2ndia e 62 (58,5%) para o Pantanal Brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A disserta\u00e7\u00e3o conta com chaves de identifica\u00e7\u00e3o para os g\u00eaneros dentro de cada Classe documentada e, chaves de identifica\u00e7\u00e3o para as esp\u00e9cies nos g\u00eaneros que apresentaram mais que um t\u00e1xon.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber2.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" alt=\"kleber2\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber2.jpg\" width=\"207\" height=\"265\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber3.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" alt=\"kleber3\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber3.jpg\" width=\"246\" height=\"125\" \/><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber4.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" alt=\"kleber4\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/kleber4.jpg\" width=\"246\" height=\"125\" \/><\/a><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/Kleber_Renan_de_Souza_Santos_MS.pdf\" target=\"_blank\">Kleber Renan de Souza Santos<br \/>\nBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de tr\u00eas lagoas (&#8220;salina&#8221;, &#8220;salitrada&#8221; e &#8220;ba\u00eda&#8221;) do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Kleber Renan de Souza Santos\u00a0 No dia 28 de fevereiro de 2008, o aluno do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica\/IBt, Kleber Renan de Souza Santos (Bolsista CNPq), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de tr\u00eas lagoas (\u201csalina\u201d, \u201csalitrada\u201d e \u201cba\u00eda\u201d) do Pantanal [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2162\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}