{"id":1789,"date":"2013-10-22T16:57:02","date_gmt":"2013-10-22T18:57:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1789"},"modified":"2013-10-22T16:57:02","modified_gmt":"2013-10-22T18:57:02","slug":"2006-valeska-de-laquila","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2006-valeska-de-laquila\/","title":{"rendered":"Valeska De Laquila MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Valeska De Laquila<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Valeska De Laquila, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu no dia 13 de fevereiro de 2006, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Dicl\u00e1 Pupo e co-orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Luciana Retz de Carvalho, sua Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada:<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.5em\">&#8220;Estrutura de comunidades de algas marinhas bent\u00f4nicas no Canal de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, SP e presen\u00e7a dos hidrocarbonetos de petr\u00f3leo&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelos pesquisadores Dr. Ricardo Coutinho (Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) &#8211; Arraial do Cabo\/RJ), pela Dra. Mutue Toyota Fujii (IBt\/SP) e pela Dra. Dicl\u00e1 Pupo (IBt\/SP).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Estrutura de comunidades de algas marinhas bent\u00f4nicas no Canal de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, SP\u00a0e<br \/>\npresen\u00e7a dos hidrocarbonetos de petr\u00f3leo<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O trabalho consistiu na an\u00e1lise de duas comunidades de algas marinhas bent\u00f4nicas quanto \u00e0 riqueza de esp\u00e9cies, grupos morfofuncionais e disponibilidade de prop\u00e1gulos na \u00e1gua superficial. A presen\u00e7a de hidrocarbonetos de petr\u00f3leo na \u00e1gua do mar e em algas selecionadas das duas comunidades do Canal tamb\u00e9m foi analisada, com o objetivo de determinar se as algas podem ser utilizadas no monitoramento de ecossistemas marinhos, como bioindicadoras de contamina\u00e7\u00e3o por petr\u00f3leo. O estudo de comunidades foi realizado do inverno de 2003 ao de 2004, na regi\u00e3o litor\u00e2nea da Praia das Cigarras, S\u00e3o Sebasti\u00e3o e da Ponta da Sela, Ilhabela, a partir de amostragens aleat\u00f3rias destrutivas e n\u00e3o-destrutivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para a detec\u00e7\u00e3o dos hidrocarbonetos, os n-alcanos foram utilizados como marcadores e as amostragens foram sazonais, da primavera de 2003 ao inverno de 2004, nas mesmas esta\u00e7\u00f5es de estudo. As amostras de algas foram submetidas \u00e0 extra\u00e7\u00e3o e as de \u00e1gua \u00e0 parti\u00e7\u00e3o com n-hexano, sendo as fases hex\u00e2nicas concentradas a v\u00e1cuo e analisadas por cromatografia gasosa e espectroscopia de massas. Foram identificados 58 t\u00e1xons durante o estudo: 36<em>\u00a0Rhodophyta<\/em>, 10\u00a0<em>Chlorophyta<\/em>\u00a0e 12\u00a0<em>Phaeophyta<\/em>. A Praia das Cigarras apresentou maior diversidade de esp\u00e9cies, sobretudo de algas vermelhas, predominando esp\u00e9cies dos grupos cori\u00e1ceo e n\u00e3o-cori\u00e1ceo. Na Ponta da Sela, ocorreu maior n\u00famero de algas pardas, predominando os grupos filiforme e laminar. Em rela\u00e7\u00e3o aos prop\u00e1gulos, a Ponta da Sela apresentou maior densidade e diversidade, predominando algas verdes no ver\u00e3o e pardas no inverno. A ocorr\u00eancia na Sela de amplas extens\u00f5es de tapetes, formados, sobretudo, por esp\u00e9cies filiformes, sugere a exist\u00eancia de maior estresse f\u00edsico, devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de maior desseca\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o litor\u00e2nea. Nas Cigarras, as algas disp\u00f5em de maior concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes, devido \u00e0 polui\u00e7\u00e3o org\u00e2nica no local. Todas as amostras de \u00e1gua e algas apresentaram a presen\u00e7a de n-alcanos, dentre outros hidrocarbonetos caracter\u00edsticos do petr\u00f3leo. A maior diversidade de n-alcanos foi observada em coralin\u00e1ceas, tais como\u00a0<em>Jania adhaerens J. V. Lamour. e Corallina officinalis L. Em Laurencia filiformis (C. Agardh) Mont. e em Sargassum spp<\/em>., a diversidade foi acentuadamente menor. Pode-se afirmar que as algas coralin\u00e1ceas mostram-se adequadas para exercerem o papel de bioindicadoras de polui\u00e7\u00e3o por petr\u00f3leo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/valeska1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1793\" alt=\"Praia das Cigarras\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/valeska1.jpg\" width=\"250\" height=\"188\" \/><\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/valeska2.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1794\" alt=\"Ponta da Sela \" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/valeska2.jpg\" width=\"250\" height=\"188\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/10\/Valeska_De_Laquila_MS.pdf\" target=\"_blank\">Valeska De Laquila<br \/>\nEstrutura de comunidades de algas marinhas bent\u00f4nicas no Canal de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, SP e presen\u00e7a dos hidrocarbonetos de petr\u00f3leo<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Valeska De Laquila Valeska De Laquila, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), defendeu no dia 13 de fevereiro de 2006, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. 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