{"id":1618,"date":"2013-09-23T11:31:41","date_gmt":"2013-09-23T14:31:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1618"},"modified":"2013-09-23T11:31:41","modified_gmt":"2013-09-23T14:31:41","slug":"2009-solange-lury-miyazaki","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-solange-lury-miyazaki\/","title":{"rendered":"Solange Lury Miyazaki DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Solange Lury Miyazaki<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">An\u00e1lise de estrutura, chuva de sementes e regenera\u00e7\u00e3o natural de popula\u00e7\u00f5es de plantas em<br \/>\nfloresta de restinga alta, S\u00e3o Vicente-SP.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Considerados ecossistemas ou geo-pedobiomas associados \u00e0 Mata Atl\u00e2ntica, as forma\u00e7\u00f5es vegetais de restingas apresentam estrutura e din\u00e2mica pr\u00f3prias que incorporam desde forma\u00e7\u00f5es herb\u00e1ceas a florestas. Com o objetivo de contribuir para a melhoria das estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o desses recursos, o presente estudo investigou a din\u00e2mica de um fragmento de floresta de restinga alta em regenera\u00e7\u00e3o h\u00e1 50 anos, em uma \u00e1rea particular de minera\u00e7\u00e3o de areia para fundi\u00e7\u00e3o. O trabalho baseou-se na analise comparativa da estrutura horizontal e vertical da floresta com a din\u00e2mica da chuva de sementes e procurou responder \u00e0s seguintes quest\u00f5es:\u00a0<strong>a)\u00a0<\/strong>qual a rela\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros estruturais dessa comunidade, ap\u00f3s o per\u00edodo de regenera\u00e7\u00e3o, com os de outras forma\u00e7\u00f5es semelhantes (floresta de restinga alta) e\u00a0<strong>b)<\/strong>\u00a0como alguns aspectos da din\u00e2mica de popula\u00e7\u00f5es de suas plantas pode justificar estes par\u00e2metros. O estudo foi desenvolvido em uma \u00e1rea amostral de 0,4ha na propriedade privada da STAF em S\u00e3o Vicente, SP. Foram caracterizados tr\u00eas estratos a partir de crit\u00e9rios de DAP (\u2265 4,8 cm para o superior e 0,8cm\u2264 DAPm\u00e9dio \u22644,8 cm ) e altura m\u00e1xima de 1,0m para o estrato inferior. A chuva de sementes foi acompanhada durante doze meses em coletores de 1m2. A contribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies al\u00f3ctones na chuva de sementes foi de 89% o que mostra a import\u00e2ncia da conectividade dessa flora, uma vez que, a maioria dos prop\u00e1gulos apresenta s\u00edndrome de dispers\u00e3o zooc\u00f3rica. As distribui\u00e7\u00f5es espaciais, quantitativa e qualitativa da chuva de sementes foram diferentes, irregular para a primeira e regular para a segunda. E a distribui\u00e7\u00e3o temporal foi sazonal para as duas caracter\u00edsticas. Dados de RNT e TRT e da chuva de sementes, apontam\u00a0<em>Sloanea guianensis, Amaioua intermedia e Xylopia langsdorfiana\u00a0<\/em>como esp\u00e9cies comuns com boa contribui\u00e7\u00e3o na chuva de sementes. Os \u00edndices de similaridade de Sorensen entre as florestas de restinga alta, aqui comparadas, foram baixos para a flora do estrato superior e m\u00e9dio. Apesar de apresentar uma estrutura com menor densidade em rela\u00e7\u00e3o aos indiv\u00edduos adultos, a \u00e1rea de estudo (STAF) exibiu altos valores de diversidade (H\u2019= 3,75 e J= 0,85) e \u00e1rea basal compat\u00edveis com as florestas em melhor estagio de conserva\u00e7\u00e3o, evidenciando a presen\u00e7a comprovada na fauna de esp\u00e9cies t\u00edpicas indicadoras de ambientes maduros como o anuro\u00a0<em>Hypsiboas faber<\/em>. Esses resultados permitem inferir que a \u00e1rea estudada apresentou uma estrutura t\u00e3o desenvolvida como \u00e9 poss\u00edvel observar em outros estudos, e que muitas fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas foram reconstru\u00eddas ao longo desses 50 anos de recupera\u00e7\u00e3o ambiental, favorecida pela sua continuidade a um fragmento maior, fonte de prop\u00e1gulos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras chaves:\u00a0<\/strong>1. Floresta. 2. Din\u00e2mica de popula\u00e7\u00f5es. 3. Recupera\u00e7\u00e3o<em>.<\/em><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Solange_Lury_Miyazaki_DR.pdf\" target=\"_blank\">Solange Lury Miyazaki<br \/>\nAn\u00e1lise de estrutura, chuva de sementes e regenera\u00e7\u00e3o natural de popula\u00e7\u00f5es de plantas em floresta de restinga alta, S\u00e3o Vicente-SP.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Solange Lury Miyazaki An\u00e1lise de estrutura, chuva de sementes e regenera\u00e7\u00e3o natural de popula\u00e7\u00f5es de plantas em floresta de restinga alta, S\u00e3o Vicente-SP. RESUMO Considerados ecossistemas ou geo-pedobiomas associados \u00e0 Mata Atl\u00e2ntica, as forma\u00e7\u00f5es vegetais de restingas apresentam estrutura e din\u00e2mica pr\u00f3prias que incorporam desde forma\u00e7\u00f5es herb\u00e1ceas a florestas. 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