{"id":1589,"date":"2009-02-27T11:02:49","date_gmt":"2009-02-27T14:02:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1589"},"modified":"2009-02-27T11:02:49","modified_gmt":"2009-02-27T14:02:49","slug":"2009-marina-merlo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-marina-merlo\/","title":{"rendered":"Marina Merlo Sampaio de Campos MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Marina Merlo Sampaio de Campos<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 27 de fevereiro de 2009 a aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica\/Ibt, Marina Merlo Sampaio de Campos, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201c Ecofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Densa das Terras Baixas, Ubatuba, SP.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A Banca examinadora foi composta pelo Dr. Marcos Pereira Marinho Aidar (orientador e presidente da banca\/Ibt), Dr. Ladaslav Sodek (Unicamp) e pela<br \/>\nDra. Regina Maria de Moraes (Ibt).<\/p>\n<div id=\"attachment_1590\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Marina-Merlo1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1590\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-thumbnail wp-image-1590\" alt=\"Membros da Banca de Defesa: Dr.Ladaslav Sodek, Dr. Marcos Pereira Marinho Aidar,  Dra. Regina Maria de Moraes e a aluna Marina Merlo Sampaio de Campos\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Marina-Merlo1-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1590\" class=\"wp-caption-text\">Membros da Banca de Defesa: Dr.Ladaslav Sodek, Dr. Marcos Pereira Marinho Aidar,<br \/>Dra. Regina Maria de Moraes e a aluna Marina Merlo Sampaio de Campos<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Ecofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Densa das Terras Baixas, Ubatuba, SP.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O nitrog\u00eanio \u00e9 amplamente reconhecido como um fator chave no funcionamento dos ecossistemas terrestres determinando o desempenho das plantas e a distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Estudos ecofisiol\u00f3gicos sobre o uso de nitrog\u00eanio em plantas arb\u00f3reas tropicais apontam que grupos funcionais na sucess\u00e3o secund\u00e1ria t\u00eam prefer\u00eancias diferenciadas quanto ao uso das fontes dispon\u00edveis no solo. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar o uso de nitrog\u00eanio (transporte, estocagem e assimila\u00e7\u00e3o) no ver\u00e3o e no inverno em 33 esp\u00e9cies arb\u00f3reas na Floresta Ombr\u00f3fila Densa de Terras Baixas e relacion\u00e1-lo com suas classes sucessionais (pioneira, secund\u00e1ria inicial e secund\u00e1ria tardia), contribuindo para uma melhor compreens\u00e3o do funcionamento do ecossistema e de componentes do ciclo do nitrog\u00eanio na Mata Atl\u00e2ntica no Estado de S\u00e3o Paulo. Para isso foram avaliados os seguintes par\u00e2metros: disponibilidade de NH4+ e NO3- no solo, ocorr\u00eancia de simbiose radicular por fungo micorr\u00edzico arbuscular FMA, redu\u00e7\u00e3o de NO3-, determina\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o isot\u00f3pica do N est\u00e1vel e da raz\u00e3o C\/N em amostras de folhas; e determina\u00e7\u00e3o do conte\u00fado de NO3-, de amino\u00e1cidos e amidas na seiva do xilema. Os resultados mostram uma maior disponibilidade do nitrog\u00eanio mineral no solo no inverno, sendo a concentra\u00e7\u00e3o am\u00f4nio maior que a de nitrato. A coloniza\u00e7\u00e3o radicular foi alta nas duas esta\u00e7\u00f5es, com a presen\u00e7a de ves\u00edculas, hifas e arb\u00fasculos. A esp\u00e9cie pioneira apresentou os valores mais altos de atividade da enzima nitrato redutase (ANR) e de conte\u00fado de NO3- nas folhas, alta %N foliar e baixa raz\u00e3o C\/N foliar, transportando nitrog\u00eanio na seiva do xilema principalmente atrav\u00e9s de NO3- e glutamina, com uma grande varia\u00e7\u00e3o nos valores dos par\u00e2metros analisados entre as esta\u00e7\u00f5es. As esp\u00e9cies secund\u00e1rias tardias apresentaram uma baixa ANR e um baixo conte\u00fado de NO3- na folha em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 esp\u00e9cie pioneira, a raz\u00e3o C\/N foliar foi a mais alta e na seiva do xilema predominaram os amino\u00e1cidos asparagina e arginina no inverno, e asparagina e glutamina no ver\u00e3o. J\u00e1 as esp\u00e9cies secund\u00e1rias iniciais t\u00eam caracter\u00edsticas intermedi\u00e1rias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 esp\u00e9cie pioneira e \u00e0s esp\u00e9cies tardias para a maioria dos par\u00e2metros avaliados, com predom\u00ednio na seiva do xilema de glutamina e pequena varia\u00e7\u00e3o entre as esta\u00e7\u00f5es. Quanto ao \u03b415N foliar, com exce\u00e7\u00e3o das leguminosas, todas as esp\u00e9cies (independente da classe sucessional e da esta\u00e7\u00e3o) apresentam valores muito semelhantes (\u2248 3\u2030 em m\u00e9dia). Os resultados mostraram que as esp\u00e9cies respondem \u00e0 sazonalidade apesar da pequena varia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e da disponibilidade de nitrog\u00eanio mineral no solo entre os per\u00edodos de coleta e evidenciam a exist\u00eancia de tr\u00eas classes sucessionais com um continuum de caracter\u00edsticas de uso de nitrog\u00eanio.<br \/>\nPalavras-chave: sucess\u00e3o ecol\u00f3gica, nitrog\u00eanio, nitrato, am\u00f4nia, amino\u00e1cidos, Parque Estadual da Serra do Mar.<\/p>\n\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Marina_Merlo_Sampaio_de_Campos_MS.pdf\" target=\"_blank\">Marina Merlo Sampaio de Campos<br \/>\nEcofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Densa das Terras Baixas, Ubatuba, SP<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marina Merlo Sampaio de Campos No dia 27 de fevereiro de 2009 a aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica\/Ibt, Marina Merlo Sampaio de Campos, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201c Ecofisiologia do uso de nitrog\u00eanio em esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Floresta Ombr\u00f3fila Densa das Terras Baixas, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1589"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1589"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1589\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}