{"id":1579,"date":"2007-09-24T10:29:43","date_gmt":"2007-09-24T13:29:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1579"},"modified":"2007-09-24T10:29:43","modified_gmt":"2007-09-24T13:29:43","slug":"2009-luisiana-andresa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-luisiana-andresa\/","title":{"rendered":"Luisiana Andresa Carneiro DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Luisiana Andresa Carneiro<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 24 de setembro de 2007, a aluna Luisiana Andresa Carneiro do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente,<br \/>\ndefendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cFragilariophyceae (Ochrophyta) de \u00e1guas doces do estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta por sua orientadora Dra. Denise de Campos Bicudo, Dra. Thelma Veiga Ludwig,<br \/>\nDra. Andrea Tucci, Dra. Carla Ferragutti e Dr. Paulo Eduardo de Oliveira.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Fragilariophyceae (Ochrophyta) de \u00e1guas doces do estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O levantamento flor\u00edstico da classe Fragilariophyceae no Estado de S\u00e3o Paulo baseou-se na revis\u00e3o de material de literatura e na an\u00e1lise de 178 amostras coletadas em 102 munic\u00edpios, em ambientes l\u00f3ticos e l\u00eanticos e em diferentes h\u00e1bitats. Para cada t\u00e1xon foi providenciada: (1) refer\u00eancia da obra que cont\u00e9m sua descri\u00e7\u00e3o e\/ou diagnose original; (2) descri\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica resultante de an\u00e1lise em microscopia \u00f3ptica e eletr\u00f4nica de varredura; (3) medidas de interesse taxon\u00f4mico; (4) distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica no pa\u00eds baseada na literatura dispon\u00edvel; (5) distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica no Estado de S\u00e3o Paulo; (6) rela\u00e7\u00e3o das unidades amostrais em que o t\u00e1xon foi encontrado; (7) coment\u00e1rios taxon\u00f4micos; e (8) ilustra\u00e7\u00f5es sob a forma de fotografias aos microsc\u00f3pios \u00f3ptico e eletr\u00f4nico de varredura, visando a evidenciar as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas em n\u00edvel gen\u00e9rico e espec\u00edfico. Mediante an\u00e1lise populacional, buscou-se avaliar e hierarquizar as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas que melhor definem g\u00eaneros, esp\u00e9cies e t\u00e1xons infra-espec\u00edficos. Foram registrados 37 t\u00e1xons distribu\u00eddos em 32 esp\u00e9cies, cinco variedades que n\u00e3o as t\u00edpicas de suas respectivas esp\u00e9cies e pertencentes aos g\u00eaneros\u00a0<em>Asterionella<\/em>\u00a0(01),\u00a0<em>Fragilaria<\/em>\u00a0(13),\u00a0<em>Fragilariforma<\/em>\u00a0(05),\u00a0<em>Pseudostaurosira<\/em>\u00a0(03),\u00a0<em>Tabularia<\/em>(03) e\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0(12). Dois g\u00eaneros (<em>Pseudostaurosira\u00a0<\/em>e<em>Tabularia<\/em>)e 32 t\u00e1xons (86 % do total de t\u00e1xons identificados) foram citados pioneiramente para o estado, dos quais, muito provavelmente, cinco s\u00e3o novidades para a ci\u00eancia (um de\u00a0<em>Fragilariforma<\/em>, um de\u00a0<em>Pseudostaurosira<\/em>, um de<em>Ulnaria<\/em>\u00a0e dois de\u00a0<em>Fragilaria<\/em>). As informa\u00e7\u00f5es sobre a ultra-estrutura (descri\u00e7\u00f5es e ilustra\u00e7\u00f5es) de 12 t\u00e1xons tamb\u00e9m s\u00e3o in\u00e9ditas para material do Estado de S\u00e3o Paulo e todos os restantes, possivelmente, tamb\u00e9m para o Brasil. O g\u00eanero\u00a0<em>Fragilaria<\/em>\u00a0foi o de melhor representa\u00e7\u00e3o em n\u00famero de t\u00e1xons (11 esp\u00e9cies e duas variedades) e\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0foi o mais amplamente distribu\u00eddo (43 % dos munic\u00edpios analisados).\u00a0<em>Ulnaria acus<\/em>(K\u00fctz.) Czarn. foi a esp\u00e9cie com maior distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, tendo sido registrada em 22 munic\u00edpios (21 %). Em seguida, est\u00e3o\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0<em>ulna<\/em>(Nitzsch) Comp. e\u00a0<em>Fragilaria fragilarioides<\/em>\u00a0(Grun.) Choln., que ocorreram em 14 munic\u00edpios (14 %). Salienta-se a necessidade de avaliar o padr\u00e3o de estrias como crit\u00e9rio em n\u00edvel g\u00eanero, desde que o mesmo tipo de areola\u00e7\u00e3o ocorreu em\u00a0<em>Tabularia\u00a0<\/em>e\u00a0<em>Staurosirella<\/em>. De modo geral, as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas espec\u00edficas e infraespec\u00edficas dos cinco g\u00eaneros identificados est\u00e3o bem definidas. Todavia, a ocorr\u00eancia simult\u00e2nea de t\u00e1xons morfologicamente muito semelhantes pertencentes a\u00a0<em>Tabularia<\/em>\u00a0sinalizou para a necessidade de avaliar poss\u00edveis co-especificidades. Discute-se, finalmente, a necessidade de revis\u00e3o de alguns t\u00e1xons por conta de problemas nomenclaturais, taxon\u00f4micos e\/ou pela ocorr\u00eancia de morfotipos muito heterog\u00eaneos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A classe Fragilariophyceae re\u00fane as esp\u00e9cies de diatom\u00e1ceas com esterno n\u00e3o rafidiano. Abrange oito ordens, nove fam\u00edlias e 49 g\u00eaneros, dos quais 21 distribu\u00eddos em ambientes dulciaq\u00fc\u00edcolas. Seu conhecimento para Estado de S\u00e3o Paulo resume-se a 43 trabalhos (tr\u00eas dos quais, apenas, de cunho taxon\u00f4mico) que, no conjunto, registraram 25 t\u00e1xons, sendo apenas oito pass\u00edveis de reestudo taxon\u00f4mico. O levantamento flor\u00edstico desta classe no Estado de S\u00e3o Paulo baseou-se na revis\u00e3o de material de literatura e na an\u00e1lise de 178 amostras coletadas em 102 munic\u00edpios, em ambientes l\u00f3ticos e l\u00eanticos e em diferentes h\u00e1bitats. Para cada t\u00e1xon foi providenciada: (1) refer\u00eancia da obra que cont\u00e9m sua descri\u00e7\u00e3o e\/ou diagnose original; (2) descri\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica resultante de an\u00e1lise em microscopia \u00f3ptica e eletr\u00f4nica de varredura; (3) medidas de interesse taxon\u00f4mico; (4) distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica no pa\u00eds baseada na literatura dispon\u00edvel; (5) distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica no Estado de S\u00e3o Paulo; (6) rela\u00e7\u00e3o das unidades amostrais em que o t\u00e1xon foi encontrado; (7) coment\u00e1rios taxon\u00f4micos; e (8) ilustra\u00e7\u00f5es sob a forma de fotografias aos microsc\u00f3pios \u00f3ptico e eletr\u00f4nico de varredura, visando a evidenciar as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas em n\u00edvel gen\u00e9rico e espec\u00edfico. Mediante an\u00e1lise populacional, buscou-se avaliar e hierarquizar as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas que melhor definem g\u00eaneros, esp\u00e9cies e t\u00e1xons infra-espec\u00edficos. Foram registrados 37 t\u00e1xons distribu\u00eddos em 32 esp\u00e9cies, cinco variedades que n\u00e3o as t\u00edpicas de suas respectivas esp\u00e9cies e pertencentes aos g\u00eaneros \u00a0<em>Asterionella<\/em>\u00a0(01),\u00a0<em>Fragilaria<\/em>\u00a0(13),\u00a0<em>Fragilariforma<\/em>\u00a0(05),\u00a0<em>Pseudostaurosira<\/em>\u00a0(03),\u00a0<em>Tabularia<\/em>\u00a0(03) e\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0(12). Dois g\u00eaneros (<em>Pseudostaurosira\u00a0<\/em>e<em>Tabularia<\/em>) e 32 t\u00e1xons (86 % do total de t\u00e1xons identificados) foram citados pioneiramente para o estado, dos quais, muito provavelmente, cinco s\u00e3o novidades para a ci\u00eancia (um de\u00a0<em>Fragilariforma<\/em>, um de\u00a0<em>Pseudostaurosira<\/em>, um de\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0e dois de<em>Fragilaria<\/em>). As informa\u00e7\u00f5es sobre a ultra-estrutura (descri\u00e7\u00f5es e ilustra\u00e7\u00f5es) de 12 t\u00e1xons tamb\u00e9m s\u00e3o in\u00e9ditas para material do Estado de S\u00e3o Paulo e todos os restantes, possivelmente, tamb\u00e9m para o Brasil. O g\u00eanero\u00a0<em>Fragilaria<\/em>\u00a0foi o de melhor representa\u00e7\u00e3o em n\u00famero de t\u00e1xons (11 esp\u00e9cies e duas variedades) e\u00a0<em>Ulnaria<\/em>\u00a0foi o mais amplamente distribu\u00eddo (43 % dos munic\u00edpios analisados).\u00a0<em>Ulnaria acus<\/em>(K\u00fctz.) Czarn. foi a esp\u00e9cie com maior distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, tendo sido registrada em 22 munic\u00edpios (21 %). Em seguida, est\u00e3o<em>Ulnaria<\/em>\u00a0<em>ulna<\/em>\u00a0(Nitzsch) Comp. e\u00a0<em>Fragilaria fragilarioides<\/em>\u00a0(Grun.) Choln., que ocorreram em 14 munic\u00edpios (14 %). Salienta-se a necessidade de avaliar o padr\u00e3o de estrias como crit\u00e9rio em n\u00edvel g\u00eanero, desde que o mesmo tipo de areola\u00e7\u00e3o ocorreu em\u00a0<em>Tabularia<\/em>e\u00a0<em>Staurosirella<\/em>. De modo geral, as caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas espec\u00edficas e infra-espec\u00edficas dos cinco g\u00eaneros identificados est\u00e3o bem definidas. Todavia, a ocorr\u00eancia simult\u00e2nea de t\u00e1xons morfologicamente muito semelhantes pertencentes a\u00a0<em>Tabularia<\/em>\u00a0sinalizou para a necessidade de avaliar poss\u00edveis co-especificidades. Discute-se, finalmente, a necessidade de revis\u00e3o de alguns t\u00e1xons por conta de problemas nomenclaturais, taxon\u00f4micos e\/ou pela ocorr\u00eancia de morfotipos muito heterog\u00eaneos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>araf\u00eddeos, diatom\u00e1ceas, diversidade, taxonomia.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Luisiana_Andresa_Carneiro_DR.pdf\" target=\"_blank\">Luisiana Andresa Carneiro<br \/>\nFragilariophyceae (Ochrophyta) de \u00e1guas doces do estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luisiana Andresa Carneiro No dia 24 de setembro de 2007, a aluna Luisiana Andresa Carneiro do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cFragilariophyceae (Ochrophyta) de \u00e1guas doces do estado de S\u00e3o Paulo: levantamento flor\u00edstico\u201d. 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