{"id":1571,"date":"2009-05-25T10:19:06","date_gmt":"2009-05-25T13:19:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1571"},"modified":"2009-05-25T10:19:06","modified_gmt":"2009-05-25T13:19:06","slug":"2009-luciana-da-silva-canes-dr","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-luciana-da-silva-canes-dr\/","title":{"rendered":"Luciana da Silva Can\u00eaz DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Luciana da Silva Can\u00eaz\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Luciana da Silva Can\u00eaz, aluna do Programa em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo e bolsista da FAPESP,<br \/>\ndefendeu, dia 25 de maio de 2009, sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cEstudos taxon\u00f4micos em <em>Punctelia<\/em> (<em>Parmeliaceae, Ascomycetes<\/em> Liquenizados)\u201dorientada pelo Dr. Marcelo Pinto Marcelli.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta por seu orientador, pela Dra. Susana Calvelo da Universidade de Comaue, Argentina;<br \/>\nDra. Sionara Eliasaro da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR); Dra. Adriana de Mello Gugliotta e Dr. Tarc\u00edsio Filgueiras, ambos Instituto de Bot\u00e2nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Luciana_Canes1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1573\" alt=\"\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Luciana_Canes1.jpg\" width=\"425\" height=\"271\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O trabalho consistiu do estudo do material tipo das esp\u00e9cies de Punctelia do mundo, bem como do tipo das esp\u00e9cies na lista de sin\u00f4nimos. Foram estudados principalmente esp\u00e9cimes provenientes de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paran\u00e1, mas tamb\u00e9m alguns esp\u00e9cimes provenientes da \u00c1frica, Alemanha, Argentina, Austr\u00e1lia, Chile, Col\u00f4mbia, Estados Unidos,<br \/>\nEquador, Hungria, It\u00e1lia, M\u00e9xico, Nova Zel\u00e2ndia e Uruguai.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Os dados foram dispostos em tr\u00eas cap\u00edtulos baseados colora\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie inferior e na qu\u00edmica medular das esp\u00e9cies. Os cap\u00edtulos apresentam chaves de identifica\u00e7\u00e3o para as esp\u00e9cies, bem como descri\u00e7\u00f5es detalhadas, coment\u00e1rios taxon\u00f4micos e, quanto pertinente, coment\u00e1rios a respeito do material examinado.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Como resultados o n\u00famero de esp\u00e9cies conhecidas para a Am\u00e9rica do Sul aumentou de 32 para 74 t\u00e1xons, sendo que destes, 38 ocorrem no Brasil. Foram reconhecidas 20 novas esp\u00e9cies, 12 combina\u00e7\u00f5es novas e tamb\u00e9m seis esp\u00e9cies foram lectotipificadas. <em>Punctelia\u00a0ruderata<\/em> (Vainio) Can\u00eaz &amp; Marcelli \u00e9 nova cita\u00e7\u00e3o para o Continente Americano, <em>P. jujensis<\/em> Adler e <em>P. missouriensis<\/em> Wilhelm &amp; Ladd s\u00e3o citadas pela primeira vez para o Brasil e <em>P.\u00a0roseola<\/em> Jungbluth, Marcelli &amp; Elix \u00e9 reportada pela primeira vez para o Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Estudos taxon\u00f4micos em <em>Punctelia<\/em> (<em>Parmeliaceae, Ascomycetes<\/em> Liquenizados)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Punctelia foi criado por Krog (1982) para as esp\u00e9cies de <em>Parmelia Ach<\/em>., que apresentam atranorina no c\u00f3rtex superior, pseudocifelas na superf\u00edcie superior e con\u00eddios filiformes ou unciformes. Quando proposto, 18 ep\u00edtetos foram combinados neste g\u00eanero, atualmente, segundo dados de literatura, o g\u00eanero apresenta 49 esp\u00e9cies. Desse total, 24 s\u00e3o reportadas para o Brasil representando 49% do numero mundial de esp\u00e9cies. Entretanto nenhum estudo englobou todas as esp\u00e9cies e elas v\u00eam sendo tratadas apenas em trabalhos de flora, sendo que nenhuma destas floras contempla o Brasil. Devido a esta lacuna no estudo de Punctelia e ao n\u00famero de esp\u00e9cies previamente registradas para o Brasil, esse trabalho teve como objetivo fazer um estudo taxon\u00f4mico e flor\u00edstico das esp\u00e9cies de Punctelia com \u00eanfase em \u00e1reas do sul e sudeste do pa\u00eds. Todos os tipos das esp\u00e9cies aceitas, bem como de seus sin\u00f4nimos foram solicitados a 39 herb\u00e1rios e quase todos os tipos das esp\u00e9cies aceitas (94%) e seus sin\u00f4nimos foram estudados. Os tipos foram descritos e comparados com os prot\u00f3logos e literatura, testes de spot foram feitos nos demais esp\u00e9cimes com hidr\u00f3xido de pot\u00e1ssio (K), hipoclorito de s\u00f3dio (C) e parafenilenodiamina (P) e submetidos \u00e0 luz ultravioleta (UV). As subst\u00e2ncias de import\u00e2ncia taxon\u00f4mica, exceto dos tipos, foram determinadas atrav\u00e9s de microcristaliza\u00e7\u00e3o e Cromatografia de Camada Delgada. Como resultado o n\u00famero de esp\u00e9cies do g\u00eanero passa de 49 para 74. Vinte esp\u00e9cies s\u00e3o novas para a ci\u00eancia, sendo elas: <em>P. analandiana<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. atrodigitata<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz, <em>P.\u00a0brasiliana<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. dispersa<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz,<em> P.\u00a0delicatula<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. elixii<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz, <em>P. erosa<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, P.\u00a0ibiunensis Can\u00eaz &amp; Marcelli,<em> P. inversa<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz, <em>P. involuta<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. isidiata<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli,<em> P. krogiae<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz,<em> P. lobulata<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0marcellii<\/em> Can\u00eaz,<em> P.\u00a0mirabilis<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0nashii<\/em> Marcelli &amp; Can\u00eaz, <em>P. obtecta<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0palui<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli,<em> P.\u00a0puigarii<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli e <em>P. spathulata<\/em> Can\u00eaz &amp; Marcelli. Doze esp\u00e9cies anteriormente tratadas como sin\u00f4nimos s\u00e3o novas combina\u00e7\u00f5es: <em>P.\u00a0albida<\/em> (Zahlbr.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0australica<\/em> (R\u00e4s.) Can\u00eaz &amp; Marcelli,<em> P.\u00a0azulensis<\/em> (B. de Lesd.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0cylindrica<\/em> (R\u00e4s.) Marcelli &amp; Can\u00eaz,<em> P.\u00a0insignata<\/em> (Stizenb.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0laeviuscula<\/em> (R\u00e4s.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0maculato-sorediosa<\/em> (Gyeln.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0polycarpina<\/em> (Zahlbr.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. ruderata<\/em> (Vainio) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P.\u00a0scrobiculata<\/em> (B. de Lesd.) Can\u00eaz &amp; Marcelli, <em>P. subaequans<\/em> (Nyl.) Can\u00eaz &amp; Marcelli,<em> P.\u00a0subsorediosa<\/em> (R\u00e4s.) Can\u00eaz &amp; Marcelli. Para <em>Parmelia borreri<\/em> var. <em>allophyla<\/em> Kremp., <em>P.\u00a0lorentzii<\/em> var.<em> lobulata<\/em> Kremp., <em>Punctelia borrerina<\/em> (Nyl.) Krog, <em>P. lorentzii<\/em> (Kremp.) Krog, <em>P. microsticta<\/em> (M\u00fcll. Arg.) Krog e <em>P.\u00a0stictica<\/em> (Del. ex Duby) Krog foi necess\u00e1rio eleger lect\u00f3tipos. <em>Punctelia\u00a0ruderata<\/em> \u00e9 nova cita\u00e7\u00e3o para o Continente Americano, <em>P. jujensis<\/em> Adler e <em>P. missouriensis<\/em> Wilhelm &amp; Ladd s\u00e3o citadas pela primeira vez para o Brasil e<em> P.\u00a0roseola<\/em> Jungbluth, Marcelli &amp; Elix \u00e9 reportada pela primeira vez para o Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: Fungos liquenizados, <em>Parmeliaceae<\/em>, <em>Punctelia<\/em>, Taxonomia<\/p>\n<div id=\"attachment_1574\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Punctelia_missouriensis_Luciana_Canes.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1574\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1574\" alt=\"Punctelia missouriensis \" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Punctelia_missouriensis_Luciana_Canes-300x199.jpg\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1574\" class=\"wp-caption-text\">Punctelia missouriensis<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Luciana_da_Silva_Canes_DR.pdf\" target=\"_blank\">Luciana da Silva Can\u00eaz<br \/>\nEstudos taxon\u00f4micos em <em>Punctelia<\/em> (<em>Parmeliaceae, Ascomycetes<\/em> Liquenizados)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luciana da Silva Can\u00eaz\u00a0 Luciana da Silva Can\u00eaz, aluna do Programa em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo e bolsista da FAPESP, defendeu, dia 25 de maio de 2009, sua tese de doutorado intitulada \u201cEstudos taxon\u00f4micos em Punctelia (Parmeliaceae, Ascomycetes Liquenizados)\u201dorientada pelo Dr. Marcelo Pinto Marcelli. 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