{"id":1556,"date":"2013-09-23T10:18:04","date_gmt":"2013-09-23T13:18:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1556"},"modified":"2013-09-23T10:18:04","modified_gmt":"2013-09-23T13:18:04","slug":"2009-luciana-mollo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-luciana-mollo\/","title":{"rendered":"Luciana Mollo MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Luciana Mollo\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 20 de fevereiro de 2009, a aluna do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt),<br \/>\nLuciana Mollo (Bolsista de Mestrado da Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo),<br \/>\ndefendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cEfeito da temperatura no crescimento, no conte\u00fado e na composi\u00e7\u00e3o de carboidratos n\u00e3o-estruturais<br \/>\nde plantas de\u00a0<em>Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">As Bromeli\u00e1ceas incluem representantes com not\u00e1vel plasticidade em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente, especialmente em regi\u00f5es com grande amplitude t\u00e9rmica. Pela beleza que apresentam, essas plantas se destacam entre as principais esp\u00e9cies ornamentais tropicais, incluindo a brom\u00e9lia imperial\u00a0<em>Alcantarea imperialis.<\/em>\u00a0Esta esp\u00e9cie \u00e9 nativa da Mata Atl\u00e2ntica e cresce naturalmente sobre rochas ou solos rasos e pedregosos em regi\u00f5es com temperaturas m\u00e9dias de 19 \u00baC, que podem oscilar entre 5 e 40 \u00baC em um \u00fanico dia. Considerando que o crescimento de plantas \u00e9 diminu\u00eddo sob baixas temperaturas e que nessas condi\u00e7\u00f5es h\u00e1 aumento na produ\u00e7\u00e3o de carboidratos, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento e as varia\u00e7\u00f5es nos carboidratos n\u00e3o-estruturais em plantas de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0crescendo sob diferentes condi\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas. O cultivo foi estabelecido a partir de sementes germinadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0em meio MS s\u00f3lido modificado, com macronutrientes reduzidos \u00e0 metade, (100 mg\/L de<em>myo<\/em>-inositol, 30 g\/L de sacarose, 7 g\/L de agar, pH 5,8), em c\u00e2maras de germina\u00e7\u00e3o tipo BOD, com fotoper\u00edodo de 12 h, a 15 \u00baC, 15\/30 \u00baC (termoper\u00edodo escuro\/claro) e 30 \u00baC. Um lote controle foi mantido\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>a 26 \u00baC em sala de cultura e outro\u00a0<em>ex vitro<\/em>, nas mesmas condi\u00e7\u00f5es, utilizando casca de pinus como substrato. A emerg\u00eancia das pl\u00e2ntulas foi avaliada semanalmente em cada tratamento e ap\u00f3s 3, 6 e 9 meses de cultivo foram realizadas an\u00e1lises biom\u00e9tricas e de produ\u00e7\u00e3o de carboidratos n\u00e3o-estruturais no sistema radicular, folhas e eixo caulinar, constitu\u00eddo de caule e bainha das folhas. Os resultados indicaram que foram necess\u00e1rios 50 dias para ocorrer emerg\u00eancia de 80% das pl\u00e2ntulas provenientes de sementes mantidas a 15 \u00baC, enquanto que naquelas cultivadas a 30 \u00baC foram necess\u00e1rios apenas 14 dias para que a mesma porcentagem fosse atingida. As sementes mantidas sob termoper\u00edodo precisaram de um tempo intermedi\u00e1rio para germinar, cerca de 21 dias. As plantas mantidas por 9 meses a 15 \u00baC apresentaram folhas e ra\u00edzes em n\u00famero e tamanho reduzidos e menores valores de massas fresca e seca, sendo em m\u00e9dia 4 vezes inferiores \u00e0quelas cultivadas a 30 \u00baC. Os valores obtidos para plantas cultivadas sob termoper\u00edodo foram intermedi\u00e1rios. As an\u00e1lises de carboidratos indicaram haver maior quantidade de a\u00e7\u00facares totais nas plantas cultivadas a 15 \u00baC em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s cultivadas a 30 \u00baC. Contudo, os maiores valores foram encontrados nas plantas cultivadas sob termoper\u00edodo. Os resultados permitiram concluir que as temperaturas baixas limitaram o crescimento, mas n\u00e3o afetaram a sobreviv\u00eancia das plantas de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e que os teores de carboidratos foram maiores nessas condi\u00e7\u00f5es, indicando que esses compostos poderiam estar envolvidos na plasticidade t\u00e9rmica de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0e na crioprote\u00e7\u00e3o das plantas em condi\u00e7\u00f5es de abaixamento de temperatura.<\/p>\n<div id=\"attachment_1567\" style=\"width: 542px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/luciana2.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1567\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-1567 \" alt=\"Dra. Maria Angela (IBot), Dra. Rita de C\u00e1ssia (orientadora\/ IBot),  aluna Luciana Mollo, Dra. Catarina (IBot) e Dra. Ana Paula (Embrapa) \" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/luciana2.jpg\" width=\"532\" height=\"398\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1567\" class=\"wp-caption-text\">Dra. Maria Angela (IBot), Dra. Rita de C\u00e1ssia (orientadora\/ IBot),<br \/>aluna Luciana Mollo, Dra. Catarina (IBot) e Dra. Ana Paula (Embrapa)<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">\u201cEfeito da temperatura no crescimento, no conte\u00fado e na composi\u00e7\u00e3o de carboidratos n\u00e3o-estruturais\u00a0de plantas de\u00a0<em>Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u201d.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Bromeliaceae inclui representantes com not\u00e1vel plasticidade em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente (de mes\u00f3filos a x\u00e9ricos), especialmente em regi\u00f5es com grande amplitude t\u00e9rmica. Pela beleza que apresentam, essas plantas se destacam entre as principais esp\u00e9cies ornamentais tropicais, incluindo a brom\u00e9lia imperial\u00a0<em>Alcantarea imperialis.<\/em>\u00a0Esta esp\u00e9cie \u00e9 nativa da Mata Atl\u00e2ntica e cresce naturalmente sobre rochas ou solos rasos e pedregosos em regi\u00f5es com temperaturas m\u00e9dias de 19 \u00baC, que podem oscilar entre 5 e 40 \u00baC em um \u00fanico dia. Considerando que o crescimento de plantas \u00e9 diminu\u00eddo sob baixas temperaturas\u00a0 e que nessas condi\u00e7\u00f5es h\u00e1 aumento na produ\u00e7\u00e3o de carboidratos, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento e as varia\u00e7\u00f5es nos carboidratos n\u00e3o estruturais em plantas de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0crescendo sob diferentes condi\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas. O cultivo foi estabelecido a partir de sementes germinadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0em meio Murashige &amp; Skoog (1962) s\u00f3lido, com macronutrientes reduzidos \u00e0 metade, (100 mg\/L de\u00a0<em>myo<\/em>-inositol, 30 g\/L de sacarose, 7 g\/L de agar, pH 5,8), modificado a partir de Naves (2001), em c\u00e2maras de germina\u00e7\u00e3o tipo BOD, com fotoper\u00edodo de 12 h, a 15 \u00baC, 15\/30 \u00baC (termoper\u00edodo escuro\/claro) e 30 \u00baC. Um lote controle foi mantido\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>a 26 \u00baC em sala de cultura e outro em estufa, utilizando casca de pinus como substrato. A emerg\u00eancia das pl\u00e2ntulas foi avaliada semanalmente em cada tratamento e ap\u00f3s 3, 6 e 9 meses de cultivo foram realizadas an\u00e1lises biom\u00e9tricas e de produ\u00e7\u00e3o de carboidratos n\u00e3o estruturais no sistema radicular, folhas e eixo caulinar, constitu\u00eddo de caule e bainha das folhas. Os resultados indicaram que foram necess\u00e1rios 50 dias para ocorrer emerg\u00eancia de 80% das pl\u00e2ntulas provenientes de sementes mantidas a 15 \u00baC, enquanto que naquelas cultivadas a 30 \u00baC foram necess\u00e1rios apenas 14 dias para que a mesma porcentagem fosse atingida. As sementes mantidas sob termoper\u00edodo precisaram de um tempo intermedi\u00e1rio para germinar, cerca de 21 dias. As plantas mantidas por 9 meses a 15 \u00baC apresentaram folhas e ra\u00edzes em n\u00famero e tamanho reduzidos e menores valores de massas fresca e seca, sendo em m\u00e9dia 4 vezes inferiores \u00e0quelas cultivadas a 30 \u00baC. Os valores obtidos para plantas cultivadas sob termoper\u00edodo foram intermedi\u00e1rios. As an\u00e1lises de carboidratos indicaram haver maior quantidade de a\u00e7\u00facares totais nas plantas cultivadas a 15 \u00baC em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s cultivadas a 30 \u00baC. Contudo, os maiores valores totais foram encontrados nas plantas cultivadas sob termoper\u00edodo. Os resultados permitiram concluir que as temperaturas baixas limitaram o crescimento de plantas de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e que os teores de carboidratos foram maiores nessas condi\u00e7\u00f5es, indicando que esses compostos poderiam estar envolvidos na plasticidade t\u00e9rmica de\u00a0<em>A. imperialis<\/em>\u00a0e na crioprote\u00e7\u00e3o das plantas em condi\u00e7\u00f5es de abaixamento de temperatura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong>\u00a0Bromeliaceae, cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>, temperaturas baixas.<\/p>\n<div id=\"attachment_1568\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/luciana11.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1568\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1568\" alt=\"Plantas de Alcantarea imperialis da cole\u00e7\u00e3o do Jardim Bot\u00e2nico de S\u00e3o Paulo.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/luciana11-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1568\" class=\"wp-caption-text\">Plantas de Alcantarea imperialis da cole\u00e7\u00e3o do Jardim Bot\u00e2nico de S\u00e3o Paulo.<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Luciana_Mollo_MS.pdf\" target=\"_blank\">Luciana Mollo<br \/>\n\u201cEfeito da temperatura no crescimento, no conte\u00fado e na composi\u00e7\u00e3o de carboidratos n\u00e3o-estruturais de plantas de<br \/>\n<em>Alcantarea imperialis<\/em> (Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) cultivadas in vitro\u201d.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luciana Mollo\u00a0 No dia 20 de fevereiro de 2009, a aluna do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Luciana Mollo (Bolsista de Mestrado da Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cEfeito da temperatura no crescimento, no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1556"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1556"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1556\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1556"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}