{"id":1518,"date":"2009-08-28T09:34:34","date_gmt":"2009-08-28T12:34:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1518"},"modified":"2009-08-28T09:34:34","modified_gmt":"2009-08-28T12:34:34","slug":"2009-eduardo-luiz","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-eduardo-luiz\/","title":{"rendered":"Eduardo Luiz Longui DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Eduardo Luiz Longui\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 28 de agosto de 2009, o aluno Eduardo Luiz Longui do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e<br \/>\nMeio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cPotencial de madeiras nativas na fabrica\u00e7\u00e3o de arcos para instrumentos de corda\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Edenise Segala Alves (Orientadora e Presidente\/IBt), Dra. M\u00e1rcia Regina Braga (IBt),<br \/>\nDra. Veronica Angyalossy (USP), Dra. Graciela Ines Bolzon de Muniz (UFPR) e Dr. Israel Luiz de Lima (IF).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Potencial de madeiras nativas na fabrica\u00e7\u00e3o de arcos para instrumentos de corda<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O pau-brasil (<em>Caesalpinia echinata<\/em>\u00a0L.) \u00e9 a \u00e1rvore s\u00edmbolo do Brasil e se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o, sendo um dos motivos a retirada e a exporta\u00e7\u00e3o ilegal de sua madeira para fabrica\u00e7\u00e3o de arcos de instrumentos de corda. Para propor outras madeiras s\u00e3o necess\u00e1rios estudos cient\u00edficos que avaliem seu potencial para confec\u00e7\u00e3o de arcos, bem como a fabrica\u00e7\u00e3o de arcos testes e da comprova\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos quanto \u00e0 sua qualidade. Neste estudo objetivou-se investigar o potencial de seis madeiras nativas por meio da compara\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas anat\u00f4micas, propriedades f\u00edsicas, mec\u00e2nicas, qu\u00edmicas, ac\u00fasticas e da trabalhabilidade com as encontradas na madeira de <em>C. echinata<\/em>, estabelecida como modelo. Objetivou-se ainda avaliar a disponibilidade de mercado das madeiras consideradas potenciais. As caracter\u00edsticas avaliadas foram: 1) anat\u00f4micas (dimens\u00f5es, frequ\u00eancia e arranjo das c\u00e9lulas); 2) propriedades f\u00edsicas (densidade aparente e retra\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica); 3) propriedades mec\u00e2nicas (m\u00f3dulos de elasticidade din\u00e2mico, est\u00e1tico e ruptura, resist\u00eancia ao cisalhamento e compress\u00e3o paralela \u00e0s fibras); 4) propriedade ac\u00fastica (velocidade de propaga\u00e7\u00e3o do som); 5) constituintes qu\u00edmicos (teores de extrativos totais, lignina e holocelulose); 6) trabalhabilidade e propriedades organol\u00e9pticas; 7) disponibilidade de mercado em madeireiras do estado de S\u00e3o Paulo. Os resultados obtidos mostraram que as caracter\u00edsticas das fibras e dos raios foram as que mais contribu\u00edram para as varia\u00e7\u00f5es de densidade aparente; adicionalmente, as dimens\u00f5es dos raios, lume e di\u00e2metro das fibras, e a presen\u00e7a de par\u00eanquima axial paratraqueal influenciam positivamente a velocidade de propaga\u00e7\u00e3o do som. Os valores do m\u00f3dulo de elasticidade din\u00e2mico est\u00e3o diretamente correlacionados com o lume, di\u00e2metro das fibras e dimens\u00f5es dos raios. Em geral, valores altos nas propriedades mec\u00e2nicas indicam madeiras de melhor qualidade. A varia\u00e7\u00e3o da densidade e da velocidade de propaga\u00e7\u00e3o do som foi diferente entre as madeiras estudadas. A correla\u00e7\u00e3o entre a densidade e os teores de extrativos, lignina e holocelulose deve ser interpretada de maneira distinta entre as diferentes madeiras, uma vez que a influ\u00eancia destes constituintes variou, dependendo da madeira analisada. A madeira de<em> C. echinata<\/em> apresentou maior dificuldade de ser trabalhada em compara\u00e7\u00e3o com as seis madeiras estudadas. No entanto, foi a que apresentou o melhor acabamento. Dentre as seis madeiras analisadas no presente estudo, <em>Handroanthus<\/em> spp. e<em> Dipteryx<\/em> spp. foram as que mostraram maior potencial como madeiras alternativas, sendo que arcos dessas duas madeiras j\u00e1 foram adquiridos por m\u00fasicos profissionais que confirmaram sua qualidade musical. As madeiras de <em>Hymenaea<\/em> spp. e <em>Diplotropis<\/em> spp. tamb\u00e9m se mostraram promissoras e podem fornecer arcos de boa qualidade.\u00a0<em>Mezilaurus itauba<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Astronium lecointei<\/em>\u00a0n\u00e3o apresentaram o potencial necess\u00e1rio para serem utilizadas na fabrica\u00e7\u00e3o de arcos. As quatro madeiras mais promissoras s\u00e3o relativamente f\u00e1ceis de serem encontradas atualmente no com\u00e9rcio madeireiro, o que viabiliza sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: Liquens, Canomaculina, Rimelia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Contato: elongui@if.sp.gov.br<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Eduardo_Longui_DR.pdf\" target=\"_blank\">Eduardo Luiz Longui<br \/>\nPotencial de madeiras nativas na fabrica\u00e7\u00e3o de arcos para instrumentos de corda<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eduardo Luiz Longui\u00a0 No dia 28 de agosto de 2009, o aluno Eduardo Luiz Longui do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cPotencial de madeiras nativas na fabrica\u00e7\u00e3o de arcos para instrumentos de corda\u201d. 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