{"id":1498,"date":"2013-09-20T16:17:02","date_gmt":"2013-09-20T19:17:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1498"},"modified":"2013-09-20T16:17:02","modified_gmt":"2013-09-20T19:17:02","slug":"2009-debora-guimaraes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-debora-guimaraes\/","title":{"rendered":"D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p align=\"center\">No dia 26 de fevereiro de 2009 a aluna D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u201cEcologia reprodutiva de\u00a0<em>Clitoria laurifolia\u00a0<\/em>Poir. (Fabaceae: Faboideae): da flora\u00e7\u00e3o \u00e0 dispers\u00e3o de sementes\u201d.\u00a0A banca examinadora foi composta pelo Dr. Jos\u00e9 Marcos Barbosa (Orientador e Presidente\/ IBt),\u00a0Dra. Kayna Agostini (UNICAMP\/UNIMEP) e Dr. Cl\u00e1udio Jos\u00e9 Barbedo (IBt).<\/p>\n<p align=\"center\">Este trabalho representa o primeiro estudo sobre a ecologia reprodutiva de<em>\u00a0Clitoria laurifolia<\/em>,\u00a0abordando desde a flora\u00e7\u00e3o e poliniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 a matura\u00e7\u00e3o e dispers\u00e3o de suas sementes.\u00a0O estudo objetivou avaliar os principais aspectos da ecologia reprodutiva da esp\u00e9cie em uma \u00e1rea de restinga\u00a0degradada pela minera\u00e7\u00e3o, visando sua utiliza\u00e7\u00e3o em projetos de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas que possuam solos arenosos\u00a0ou que sofreram intenso processo de degrada\u00e7\u00e3o. Foram coletados dados sobre a fenologia, a biologia floral,\u00a0os visitantes florais, o sistema reprodutivo, a matura\u00e7\u00e3o de frutos e sementes e a dispers\u00e3o das sementes.\u00a0<em>Clitoria<\/em><em>\u00a0laurifolia\u00a0<\/em>\u00e9 uma planta herb\u00e1cea que floresce e frutifica de fevereiro a junho, apresentando flores papilion\u00e1ceas e melit\u00f3filas.\u00a0A foto ao lado mostra uma flor sendo visitada pela abelha\u00a0<em>Bombus morio<\/em>, considerada o principal polinizador da esp\u00e9cie na \u00e1rea de estudo.Os frutos de\u00a0<em>Clitoria laurifolia<\/em>\u00a0s\u00e3o deiscentes, apresentando autocoria seguida de mirmecocoria.<br \/>\nA dispers\u00e3o secund\u00e1ria foi realizada principalmente pela esp\u00e9cie\u00a0<em>Atta sexdens<\/em>\u00a0(sa\u00fava-lim\u00e3o),\u00a0que aparece na foto ao lado carregando duas sementes.\u00a0Os resultados demonstraram que\u00a0<em>Clitoria laurifolia<\/em>\u00a0\u00e9 uma esp\u00e9cie pioneira e autocompat\u00edvel,<br \/>\nque se encontra adaptada \u00e0 \u00e1rea de estudo e possui grande potencial para uso em projetos de restaura\u00e7\u00e3o\u00a0de \u00e1reas degradadas pela minera\u00e7\u00e3o, especialmente com fun\u00e7\u00e3o colonizadora.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Ecologia reprodutiva de\u00a0<em>Clitoria laurifolia\u00a0<\/em>Poir. (Fabaceae: Faboideae):<br \/>\nda flora\u00e7\u00e3o \u00e0 dispers\u00e3o de sementes<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O estudo da biologia de esp\u00e9cies colonizadoras de \u00e1reas degradadas pode demonstrar o grau de adapta\u00e7\u00e3o e sucesso das mesmas nestes ambientes. O objetivo deste trabalho foi estudar a ecologia reprodutiva de\u00a0<em>Clitoria laurifolia\u00a0<\/em>Poir. (Fabaceae: Faboideae) em uma \u00e1rea de restinga degradada pela extra\u00e7\u00e3o de areia em S\u00e3o Vicente \u2013 SP (23\u00ba57\u20193\u2019\u2019S e 46\u00ba23\u20195\u2019\u2019O). Foram coletados dados sobre a fenologia, a biologia floral, os visitantes florais, o sistema reprodutivo, a matura\u00e7\u00e3o de frutos e sementes e a dispers\u00e3o das sementes.<em>Clitoria<\/em><em>\u00a0laurifolia\u00a0<\/em>\u00e9 uma esp\u00e9cie herb\u00e1cea que floresce e frutifica de fevereiro a junho. As flores s\u00e3o papilion\u00e1ceas e melit\u00f3filas e<em>Bombus morio<\/em>\u00a0foi o principal polinizador na \u00e1rea de estudo. A maior freq\u00fc\u00eancia de visita\u00e7\u00e3o ocorreu entre 8:30 e 10 horas e foi relacionada \u00e0 quantidade e qualidade do n\u00e9ctar oferecido. A esp\u00e9cie \u00e9 autocompat\u00edvel, apresentando 59,5% e 43,8% de sucesso na autopoliniza\u00e7\u00e3o e na poliniza\u00e7\u00e3o cruzada manuais, respectivamente. O teste de germina\u00e7\u00e3o mostrou que as sementes atingem o ponto de maturidade fisiol\u00f3gica pr\u00f3ximo aos 21 dias ap\u00f3s a antese, uma vez que este est\u00e1dio apresentou as maiores porcentagens de germina\u00e7\u00e3o e de pl\u00e2ntulas normais (99,17% em ambas), al\u00e9m do IVG mais elevado. Os frutos de\u00a0<em>Clitoria laurifolia<\/em>\u00a0s\u00e3o deiscentes, apresentando autocoria seguida de mirmecocoria. Quatro esp\u00e9cies de formigas foram observadas interagindo com as sementes e\u00a0<em>Atta sexdens<\/em>\u00a0(sa\u00fava-lim\u00e3o) foi respons\u00e1vel pela maior parte das remo\u00e7\u00f5es das sementes. Al\u00e9m disso,\u00a0<em>Clitoria laurifolia<\/em>\u00a0n\u00e3o forma banco de sementes na \u00e1rea de estudo, pois 98% das sementes germinaram na primeira quinzena de soterramento. Os resultados demonstraram que a esp\u00e9cie encontra-se adaptada \u00e0 \u00e1rea de estudo e possui grande potencial para uso em projetos de restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas pela minera\u00e7\u00e3o, especialmente com fun\u00e7\u00e3o colonizadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong>\u00a0<em>Clitoria laurifolia<\/em>, dispers\u00e3o, ecologia reprodutiva, matura\u00e7\u00e3o de sementes, recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<div id=\"attachment_1500\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/debora1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1500\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1500\" alt=\"Clitoria laurifolia \" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/debora1-300x239.jpg\" width=\"300\" height=\"239\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1500\" class=\"wp-caption-text\">Clitoria laurifolia<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Debora_Marcouizos_Guimaraes_MS.pdf\" target=\"_blank\">D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es<br \/>\nEcologia reprodutiva de<em> Clitoria laurifolia<\/em> Poir. (Fabaceae: Faboideae): da flora\u00e7\u00e3o \u00e0 dispers\u00e3o de sementes<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es\u00a0 No dia 26 de fevereiro de 2009 a aluna D\u00e9bora Marcouizos Guimar\u00e3es, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u201cEcologia reprodutiva de\u00a0Clitoria laurifolia\u00a0Poir. (Fabaceae: Faboideae): da flora\u00e7\u00e3o \u00e0 dispers\u00e3o de sementes\u201d.\u00a0A banca examinadora foi composta pelo Dr. Jos\u00e9 Marcos Barbosa (Orientador e Presidente\/ IBt),\u00a0Dra. 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