{"id":1492,"date":"2009-02-26T15:46:06","date_gmt":"2009-02-26T18:46:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1492"},"modified":"2009-02-26T15:46:06","modified_gmt":"2009-02-26T18:46:06","slug":"2009-daniela-soares-dos-santos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-daniela-soares-dos-santos\/","title":{"rendered":"Daniela Soares dos Santos MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Daniela Soares dos Santos\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<div style=\"text-align: center\" align=\"center\">No dia 26 de fevereiro de 2009, a aluna Daniela Soares dos Santos do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade\u00a0Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cMicropropaga\u00e7\u00e3o da brom\u00e9lia ornamental\u00a0<em>Acanthostachys strobilacea<\/em>\u00a0(Schultz F.) Klotzsch\u00a0e a influ\u00eancia do etileno\u201d.<\/div>\n<p style=\"text-align: center\" align=\"center\">A banca examinadora foi composta por sua orientadora Dra. Catarina Carvalho Nievola (Se\u00e7\u00e3o de Ornamentais do IBt), Dra. L\u00edlian Beatriz Penteado Zaidan (Se\u00e7\u00e3o Fisiologia e Bioqu\u00edmica de Plantas &#8211; IBt) e Dra. Maria Aurineide Rodrigues (Instituto de Bioci\u00eancias \u2013 USP).<\/p>\n<div id=\"attachment_1493\" style=\"width: 265px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/daniela_01.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1493\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1493\" alt=\"Dra. Maria Aurineide Rodrigues, Dra. Lilian Beatriz Penteado Zardan, Dra. Catarina Carvalho Nievola e a aluna Daniela Soares dos Santos.\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/daniela_01.jpg\" width=\"255\" height=\"157\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1493\" class=\"wp-caption-text\">Dra. Maria Aurineide Rodrigues, Dra. Lilian Beatriz Penteado Zardan,<br \/>Dra. Catarina Carvalho Nievola e a aluna Daniela Soares dos Santos.<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">\u00a0Micropropaga\u00e7\u00e3o da brom\u00e9lia ornamental\u00a0<em>Acanthostachys strobilacea<\/em>\u00a0(Schultz F.) Klotzsch\u00a0e a influ\u00eancia do etileno<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Muitos membros de Bromeliaceae s\u00e3o plantas ornamentais devido \u00e0 beleza de suas folhas, br\u00e1cteas coloridas e flores vistosas.<em>Acanthostachys strobilacea\u00a0<\/em>(Schultz F.) Klotzsch \u00e9 uma brom\u00e9lia sax\u00edcola ou ep\u00edfita de ampla distribui\u00e7\u00e3o, pertencente \u00e0 subfam\u00edlia Bromelioideae. Devido ao seu valor ornamental, esta esp\u00e9cie tem sido alvo do extrativismo ilegal o que pode desencadear a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de plantas dessa esp\u00e9cie na natureza. Existe, portanto, a necessidade de produzir exemplares dessa esp\u00e9cie, de modo a atender ao mercado de plantas ornamentais e evitar o interesse por exemplares provenientes do ambiente natural. O cultivo\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>pode ser utilizado como uma das etapas para a produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de import\u00e2ncia econ\u00f4mica, dentre elas, plantas ornamentais potencialmente amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Adicionalmente, essa t\u00e9cnica tem permitido o desenvolvimento de estudos de fisiologia por permitir o controle de fatores como fornecimento de luz, nutrientes e temperatura. Contudo, devido \u00e0 necessidade dos frascos de cultivo ser mantidos fechados para evitar a contamina\u00e7\u00e3o, existe a possibilidade de que gases produzidos pelas plantas em cultivo sejam acumulados e interfira no desenvolvimento da planta, um aspecto pouco abordado. Al\u00e9m da utiliza\u00e7\u00e3o de sementes, \u00e9 poss\u00edvel, para algumas esp\u00e9cies, desenvolver a micropropaga\u00e7\u00e3o utilizando-se outros explantes, provenientes de plantas mantidas\u00a0<em>in vitro.<\/em>\u00a0Este trabalho apresenta um protocolo para a produ\u00e7\u00e3o de mudas de\u00a0<em>A. strobilacea<\/em>\u00a0a partir de sementes e segmentos nodais obtidos de plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro,\u00a0<\/em>al\u00e9m de investigar as raz\u00f5es pelas quais as plantas dessa esp\u00e9cie apresentam um alongamento do eixo caulinar quando cultivadas nessa condi\u00e7\u00e3o. A desinfesta\u00e7\u00e3o das sementes foi feita com \u00e1cido clor\u00eddrico a 25 % seguido de solu\u00e7\u00e3o comercial de hipoclorito de s\u00f3dio a 2 %. A composi\u00e7\u00e3o do meio nutritivo favor\u00e1vel \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de segmentos nodais como explantes para a produ\u00e7\u00e3o de plantas foi o de Murashige &amp; Skoog (MS) contendo os macronutrientes reduzidos a 1\/5, al\u00e9m de 0,20 % de sacarose, 100 mg L-1 de myo-inositol e 0,1 mg L-1 de tiamina. O pH foi ajustado em 5,8. O meio foi geleificado (6 g L-\u00b9 de Agar) e esterilizado em autoclave por 15 minutos a 121 \u00baC. Os frascos de cultivo foram mantidos em sala de crescimento \u00e0 temperatura de 26 \u00b1 2 \u00b0C, fotoper\u00edodo de 12 horas e irradi\u00e2ncia de 40 \u03bcmol m-\u00b2 s-\u00b9, fornecida por l\u00e2mpadas fluorescentes (Osram\u00ae, super luz do dia 40 W).\u00a0 Quando frascos de cultura foram colocados nas mesmas condi\u00e7\u00f5es, por\u00e9m sob diferentes intensidades luminosas, verificou-se que na intensidade luminosa de 14 \u00b5M m-2 s-1 ocorreu maior alongamento das plantas, em compara\u00e7\u00e3o \u00e0quelas mantidas sob intensidades mais altas e, na aus\u00eancia de luminosidade. Observou-se que a os segmentos nodais isolados, provenientes da regi\u00e3o mediana e basal do caule, quando transferidos para meio de cultura, originaram plantas alongadas; os segmentos oriundos da regi\u00e3o apical produziram plantas n\u00e3o alongadas, o que indica uma poss\u00edvel influ\u00eancia do gradiente hormonal end\u00f3geno. Somente as plantas n\u00e3o alongadas sobreviveram ap\u00f3s a transfer\u00eancia para condi\u00e7\u00f5es\u00a0<em>ex vitro.\u00a0<\/em>No entanto, as plantas que apresentaram o alongamento constitu\u00edram um importante material parafornecer segmentos nodais para a manuten\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de plantas\u00a0<em>in vitro,\u00a0<\/em>viabilizando a forma\u00e7\u00e3o de clones. Verificou-se que o alongamento das plantas ocorreu exclusivamente devido a fatores relacionados ao cultivo\u00a0<em>in vitro,\u00a0<\/em>como o tipo de veda\u00e7\u00e3o dos frascos que possibilitava o ac\u00famulo de gases no interior dos mesmos.As plantas que apresentaram maior alongamento desenvolveram-se no interior dos frascos vedados com tampas de pl\u00e1stico envoltas por filme de PVC. O alongamento das plantas foi atribu\u00eddo ao efeito do g\u00e1s etileno que poderia ter-se acumulado no interior dos frascos. Experimentos realizados com aplica\u00e7\u00e3o ex\u00f3gena de etileno e do inibidor de receptores desse g\u00e1s 1 \u2013 metilcilopropeno (1-MCP) mostraram que esse horm\u00f4nio influenciou a anatomia das plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0induzindo o aumento do di\u00e2metro da c\u00e9lula. Portanto, al\u00e9m do estabelecimento de um protocolo para a produ\u00e7\u00e3o de plantas da brom\u00e9lia ornamental\u00a0<em>A. strobilacea\u00a0<\/em>por meio do cultivo\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>de sementes e segmentos nodais, este trabalho verificou aspectos relacionados \u00e0 fisiologia dessa esp\u00e9cie. Fatores como a intensidade luminosa, a posi\u00e7\u00e3o do segmento nodal no eixo caulinar e ac\u00famulo de etileno no interior dos frascos, alteraram a morfologia de plantas produzidas\u00a0<em>in vitro<\/em>, induzindo um alongamento do caule, pouco freq\u00fcente em plantas cultivadas na presen\u00e7a de luz. Por meio do protocolo de cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0estabelecido neste trabalho foi poss\u00edvel obter-se a partir de uma \u00fanica semente, ap\u00f3s um ano, cerca de 15.000 plantas cultivadas em vasos. A possibilidade de utilizar dilui\u00e7\u00f5es do meio MS, sem reguladores de crescimento contribui para a redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de minimizar a varia\u00e7\u00e3o somaclonal atribu\u00edda, em muitas esp\u00e9cies, \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o desses reguladores. O estabelecimento do cultivo de esp\u00e9cies ornamentais que s\u00e3o retiradas ilegalmente do ambiente natural \u00e9 estrat\u00e9gia importante para sua preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave<\/strong>\u00a0\u2013 Bromeliaceae, cultivo\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>e g\u00e1s<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Daniela_Soares_dos_Santos_MS.pdf\">Daniela Soares dos Santos<br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Daniela_Soares_dos_Santos_MS.pdf\" target=\"_blank\">Micropropaga\u00e7\u00e3o da brom\u00e9lia ornamental <em>Acanthostachys strobilacea<\/em> (Schultz F.) Klotzsch e a influ\u00eancia do etileno<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Daniela Soares dos Santos\u00a0 No dia 26 de fevereiro de 2009, a aluna Daniela Soares dos Santos do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade\u00a0Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cMicropropaga\u00e7\u00e3o da brom\u00e9lia ornamental\u00a0Acanthostachys strobilacea\u00a0(Schultz F.) Klotzsch\u00a0e a influ\u00eancia do etileno\u201d. A banca examinadora foi composta por sua orientadora Dra. 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