{"id":1485,"date":"2009-02-27T15:37:20","date_gmt":"2009-02-27T18:37:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1485"},"modified":"2009-02-27T15:37:20","modified_gmt":"2009-02-27T18:37:20","slug":"2009-cynthia-muramaki","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-cynthia-muramaki\/","title":{"rendered":"Cynthia Murakami MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Cynthia Murakami\u00a0<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 27 de fevereiro de 2009, a aluna Cynthia Murakami defendeu a sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado no Instituto de Bot\u00e2nica intitulada<br \/>\n\u201cEstudo da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e atividades biol\u00f3gicas de \u00f3leos vol\u00e1teis de<em>\u00a0Chromolaena laevigata\u00a0<\/em>(Lam.)\u00a0King &amp; Rob. em diferentes fases fenol\u00f3gicas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela sua orientadora Dra. Maria Cl\u00e1udia Marx Young e pelos pesquisadoresDr. Jo\u00e3o Henrique Ghilardi Lago (UNIFESP) e Dra. Carmen L\u00facia Queiroga (CPQBA \/ UNICAMP)<\/p>\n<div id=\"attachment_1487\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/cynthia1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1487\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-thumbnail wp-image-1487\" alt=\"Dr. Jo\u00e3o Henrique Ghilardi Lago (UNIFESP), Dra. Maria Cl\u00e1udia Marx Young (IBt), MSc. Cynthia Murakami  e Dra. Carmen L\u00facia Queiroga (CPQBA_UNICAMP).\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/cynthia1-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1487\" class=\"wp-caption-text\">Dr. Jo\u00e3o Henrique Ghilardi Lago (UNIFESP), Dra. Maria Cl\u00e1udia Marx Young (IBt), MSc. Cynthia Murakami<br \/>e Dra. Carmen L\u00facia Queiroga (CPQBA_UNICAMP).<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Estudo da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e atividades biol\u00f3gicas de \u00f3leos vol\u00e1teis de<em><br \/>\nChromolaena laevigata\u00a0<\/em>(Lam.)\u00a0King &amp; Rob. em diferentes fases fenol\u00f3gicas<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Chromolaena laevigata<\/em>\u00a0(Lam.) King &amp; Rob., pertencente \u00e0 fam\u00edlia Asteraceae, \u00e9 uma planta perene, arbustiva, proveniente das Am\u00e9ricas e encontrada em cerrado, bordas de floresta e \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o alterada. Trabalhos anteriores demonstraram que apesar da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos \u00f3leos desta esp\u00e9cie variar em fun\u00e7\u00e3o do seu local de coleta, a laevigatina \u00e9 a subst\u00e2ncia majorit\u00e1ria, considerada marcador qu\u00edmico da esp\u00e9cie. Ensaios com extratos da esp\u00e9cie revelaram atividades antif\u00fangica e antibacteriana. O objetivo deste estudo foi analisar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e as atividades biol\u00f3gicas dos \u00f3leos vol\u00e1teis de\u00a0<em>C. laevigata<\/em>, em diferentes fases fenol\u00f3gicas, no per\u00edodo de dois anos, de popula\u00e7\u00f5es de ocorr\u00eancia natural do Cerrado de Mogi-Gua\u00e7u e do Instituto de Bot\u00e2nica e de plantas cultivadas no Instituto de Bot\u00e2nica. Para tanto, ramos e folhas secos e cap\u00edtulos e cipselas frescos foram extra\u00eddos por hidrodestila\u00e7\u00e3o (3 horas) e analisados por CG\/EM. A atividade antif\u00fangica pelo m\u00e9todo de bioautografia direta utilizou como fungos reveladores\u00a0<em>Cladosporium cladosporioides<\/em>\u00a0e\u00a0<em>C. sphaerospermum<\/em>. Para o ensaio por microdilui\u00e7\u00e3o foram utilizados os microrganismos<em>Candida albicans<\/em>,\u00a0<em>Staphylococcus aureus<\/em>,\u00a0<em>Pseudomonas aeruginosa<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Escherichia coli<\/em>. A atividade anticolinester\u00e1sica foi avaliada por ensaio colorim\u00e9trico em microplaca. Os maiores rendimentos de \u00f3leo vol\u00e1til foram obtidos de folhas, em rela\u00e7\u00e3o a ramos e \u00f3rg\u00e3os reprodutivos, e em geral maiores no segundo ano de coleta. As folhas das plantas provenientes do Cerrado apresentaram menor rendimento que as da Mata Atl\u00e2ntica. Foram encontrados cerca de 60 compostos vol\u00e1teis, dos quais 47 foram identificados, com predom\u00ednio de sesquiterpenos. Os maiores teores de monoterpenos foram obtidos nos \u00f3leos oriundos das popula\u00e7\u00f5es de Mata Atl\u00e2ntica e no segundo ano de estudo notou-se, em geral, uma redu\u00e7\u00e3o dessa classe de compostos nos \u00f3leos. Observou-se um balan\u00e7o entre os majorit\u00e1rios espatulenol e laevigatina, em que o aumento de um coincidiu com a redu\u00e7\u00e3o do outro, sendo que o primeiro predominou em ramos e o segundo em folhas, cap\u00edtulos e cipselas. Cristais de laevigatina formaram-se nos \u00f3leos de cap\u00edtulos e cipselas coletados em 2007, o que n\u00e3o se repetiu em 2008. O limite de detec\u00e7\u00e3o do ensaio de bioautografia direta revelou que, de um modo geral, os \u00f3leos de\u00a0<em>C. laevigata<\/em>\u00a0possuem potencial antif\u00fangico contra\u00a0<em>Cladosporium cladosporioides<\/em>\u00a0e\u00a0<em>C. sphaerospermum<\/em>, n\u00e3o atribu\u00eddo \u00e0 presen\u00e7a de laevigatina, com destaque para a popula\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancia natural na Mata Atl\u00e2ntica, com atividade forte em at\u00e9 25 mg de \u00f3leo. A popula\u00e7\u00e3o cultivada foi mais ativa que as demais contra\u00a0<em>Candida albicans<\/em>. Todos os \u00f3leos testados foram ativos contra\u00a0<em>Staphylococcus aureus<\/em>\u00a0com at\u00e9 100% de inibi\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o dos cristais de cap\u00edtulos, mas inativos contra\u00a0<em>Pseudomonas aeruginosa<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Escherichia coli<\/em>. N\u00e3o foi detectada atividade anticolinester\u00e1sica para os \u00f3leos testados. Os resultados permitem concluir que os \u00f3leos de\u00a0<em>C. laevigata<\/em>\u00a0sofrem varia\u00e7\u00f5es de acordo com o ambiente em que se desenvolvem as plantas, bem como de um ano para o outro e sob as diferentes fases fenol\u00f3gicas, resultando em varia\u00e7\u00f5es nas atividades biol\u00f3gicas por eles promovidas, com destaque para o seu potencial antif\u00fangico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>1. Asteraceae. 2. Fenologia.\u00a0 3. Laevigatina.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Cynthia_Murakami_MS.pdf\" target=\"_blank\">Cynthia Murakami<br \/>\nEstudo da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e atividades biol\u00f3gicas de \u00f3leos vol\u00e1teis de<em><br \/>\nChromolaena laevigata<\/em> (Lam.) King &amp; Rob. em diferentes fases fenol\u00f3gicas<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cynthia Murakami\u00a0 No dia 27 de fevereiro de 2009, a aluna Cynthia Murakami defendeu a sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado no Instituto de Bot\u00e2nica intitulada \u201cEstudo da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e atividades biol\u00f3gicas de \u00f3leos vol\u00e1teis de\u00a0Chromolaena laevigata\u00a0(Lam.)\u00a0King &amp; Rob. em diferentes fases fenol\u00f3gicas\u201d. A banca examinadora foi composta pela sua orientadora Dra. 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