{"id":1439,"date":"2013-09-20T15:07:30","date_gmt":"2013-09-20T18:07:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1439"},"modified":"2013-09-20T15:07:30","modified_gmt":"2013-09-20T18:07:30","slug":"2009-andrea-nunes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2009-andrea-nunes\/","title":{"rendered":"Andrea Nunes Vaz Pedroso DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Andrea Nunes Vaz Pedroso<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 30 de novembro de 2009, a aluna Andrea Nunes Vaz Pedroso, bolsista CAPES, do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cAltera\u00e7\u00f5es estruturais, ultraestruturais e histoqu\u00edmicas em folhas de\u00a0<em>Nicotiana tabacum<\/em>\u00a0\u2018Bel-W3\u2019 (Solanaceae)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Edenise Segala Alves (Orientadora e Presidente\/IBt), Dra. Aristea Alves de Azevedo (UFV),<br \/>\nDr. Carlos Alberto Martinez y Huaman (USP \u2013 Ribeir\u00e3o Preto), Dra. Jane Elisabeth Kraus (IB \u2013 USP) e Dra. Marisa Domingos (IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Altera\u00e7\u00f5es estruturais, ultraestruturais e histoqu\u00edmicas em folhas de\u00a0<em>Nicotiana tabacum<\/em>\u00a0\u2018Bel-W3\u2019 (Solanaceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A cultivar sens\u00edvel \u2018Bel-W3\u2019 de\u00a0<em>Nicotiana tabacum<\/em>\u00a0\u00e9 comumente empregada em pa\u00edses de clima temperado como bioindicadora do oz\u00f4nio, por apresentar sintomas caracter\u00edsticos, como necroses e cloroses intervenais. Contudo, estudos anteriores mostraram que, quando exposta em S\u00e3o Paulo, outros fatores, al\u00e9m do oz\u00f4nio, possivelmente interferiram na resposta da planta. Dessa forma, objetiva-se contribuir com informa\u00e7\u00f5es que possam explicar a fraca rela\u00e7\u00e3o existente entre a concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio e os danos observados na folha, determinando-se, por meio de an\u00e1lises estruturais, ultraestruturais e testes histoqu\u00edmicos, as poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es e a sequ\u00eancia de eventos que levam aos sintomas vis\u00edveis, correlacionando-os com dados do ambiente. As plantas foram expostas em ponto da cidade de S\u00e3o Paulo com altas concentra\u00e7\u00f5es de oz\u00f4nio, ao longo de cinco campanhas experimentais nos anos de 2007 e 2008. Cada campanha consistiu em exposi\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas de 14 dias e, nesse per\u00edodo, foram realizadas coletas aleat\u00f3rias entre 0 e 14 dias de exposi\u00e7\u00e3o. Em cada coleta foram retiradas seis plantas cujas folhas 6 e 7 foram fixadas e processadas segundo t\u00e9cnicas usuais para an\u00e1lises em microscopia fot\u00f4nica e microscopia eletr\u00f4nica de transmiss\u00e3o. Para as an\u00e1lises histoqu\u00edmicas foram utilizados o reagente 3,3\u2019-diaminobenzidina e o corante azul de Evans, que evidenciam o ac\u00famulo de per\u00f3xido de hidrog\u00eanio e a morte celular, respectivamente. Em microscopia de epifluoresc\u00eancia, foram observadas em amostras \u00e0 fresco a autofluoresc\u00eancia dos cloroplastos. Nos per\u00edodos correspondentes ao inverno e a primavera foram observadas altera\u00e7\u00f5es estruturais e ultraestruturais mais evidentes, como: retra\u00e7\u00e3o do citoplasma das c\u00e9lulas do mesofilo, sinuosidade das paredes anticlinais das c\u00e9lulas pali\u00e7\u00e1dicas e espessamento de suas paredes, protrus\u00f5es nas c\u00e9lulas do par\u00eanquima lacunoso, condensa\u00e7\u00e3o da cromatina, presen\u00e7a de vacuoma, altera\u00e7\u00f5es na forma e autofluoresc\u00eancia dos cloroplastos, intumesc\u00eancia dos tilac\u00f3ides, aumento dos plastogl\u00f3bulos, mitoc\u00f4ndrias com matriz el\u00e9trondensa e com cristas dilatadas. Observou-se tamb\u00e9m resposta semelhante \u00e0 hipersensibilidade (HR-like), caracterizada pela morte celular de pequenos grupos de c\u00e9lulas do par\u00eanquima pali\u00e7\u00e1dico. As plantas apresentaram maior ac\u00famulo de per\u00f3xido de hidrog\u00eanio e aumento significativo no n\u00famero de c\u00e9lulas mortas ao longo do tempo, principalmente no par\u00eanquima pali\u00e7\u00e1dico. Observou-se correla\u00e7\u00e3o positiva entre o n\u00famero de c\u00e9lulas mortas e a AOT20 (valor acumulado acima de 20 ppb.h de oz\u00f4nio) e tamb\u00e9m entre o ac\u00famulo de per\u00f3xido de hidrog\u00eanio, o que indica estresse oxidativo, e a temperatura. Os resultados confirmam a alta sensibilidade da cultivar ao oz\u00f4nio e que, al\u00e9m desse g\u00e1s, a temperatura parece interferir na resposta da planta. Estudos que associem esses dois par\u00e2metros de forma controlada s\u00e3o recomendados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, estresse oxidativo, per\u00f3xido de hidrog\u00eanio, morte celular, anatomia foliar, HR-like<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Andrea_Nunes_Vaz_Pedroso_DR.pdf\" target=\"_blank\">Andrea Nunes Vaz Pedroso<br \/>\nAltera\u00e7\u00f5es estruturais, ultraestruturais e histoqu\u00edmicas em folhas de\u00a0<em>Nicotiana tabacum<\/em>\u00a0\u2018Bel-W3\u2019 (Solanaceae)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andrea Nunes Vaz Pedroso No dia 30 de novembro de 2009, a aluna Andrea Nunes Vaz Pedroso, bolsista CAPES, do Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica, defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cAltera\u00e7\u00f5es estruturais, ultraestruturais e histoqu\u00edmicas em folhas de\u00a0Nicotiana tabacum\u00a0\u2018Bel-W3\u2019 (Solanaceae)\u201d. 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