{"id":1371,"date":"2013-09-20T11:30:33","date_gmt":"2013-09-20T14:30:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1371"},"modified":"2013-09-20T11:30:33","modified_gmt":"2013-09-20T14:30:33","slug":"2010-patricia-jungbluth","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-patricia-jungbluth\/","title":{"rendered":"Patr\u00edcia Jungbluth DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Patr\u00edcia Jungbluth<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Patr\u00edcia Jungbluth, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica e bolsista CNPq (processo 140127\/2006-2) e FAPESP (processo 05\/53955-1) defendeu no dia 18 de janeiro de 2010 sua tese intitulada<br \/>\n\u201cEstudos taxon\u00f4micos em\u00a0<em>Physcia<\/em>\u00a0(Scheb.) Michx. e\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0Fr. (<em>Physciaceae<\/em>,\u00a0<em>Ascomycota<\/em>)\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelos Professores Doutores Marcelo Pinto Marcelli (orientador), Marcela Eugenia da Silva C\u00e1ceres,\u00a0Suzana Maria de Azevedo Martins, Sandra Farto Botelho Trufem e Iracema Helena Schoenlein-Crusius.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">O trabalho consistiu na revis\u00e3o dos t\u00e1xons de\u00a0<em>Physcia<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0citados para o Brasil pela literatura, baseado principalmente em material-tipo das esp\u00e9cies aceitas e de seus sin\u00f4nimos. S\u00e3o fornecidos descri\u00e7\u00f5es, coment\u00e1rios e chaves para 29 esp\u00e9cies de\u00a0<em>Physcia<\/em>\u00a0e 36 esp\u00e9cies e duas variedades de\u00a0<em>Pyxine<\/em>. Quatro esp\u00e9cies novas foram descritas, uma combina\u00e7\u00e3o nova e uma lectotipifica\u00e7\u00e3o foram propostas. Al\u00e9m disso, v\u00e1rios t\u00e1xons s\u00e3o citados pela primeira vez para o continente sul-americano ou para o Brasil ou para diferentes estados brasileiros.<\/p>\n<div id=\"attachment_1382\" style=\"width: 266px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/patricia-jung1.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1382\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1382\" alt=\"Dra.Iracema Schoenlein-Crusius, Dra. Sandra Trufem, Patr\u00edcia Jungbluth,  Dr. Marcelo Marcelli, Dra. Suzana Martins e Dra. Marcela C\u00e1ceres.\u00a0\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/patricia-jung1.png\" width=\"256\" height=\"170\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1382\" class=\"wp-caption-text\">Dra.Iracema Schoenlein-Crusius, Dra. Sandra Trufem, Patr\u00edcia Jungbluth,<br \/>Dr. Marcelo Marcelli, Dra. Suzana Martins e Dra. Marcela C\u00e1ceres.<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Estudos taxon\u00f4micos em<em>\u00a0Physcia\u00a0<\/em>(Scheb.) Michx. e\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0Fr. (<em>Physciaceae, Ascomycota<\/em>)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p>Foram estudados detalhadamente os tipos de 29 t\u00e1xons aceitos de\u00a0<em>Physcia<\/em>\u00a0(Schreb.) Michx. e 36 t\u00e1xons de\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0Fr., bem como dos tipos de nomes atualmente aceitos em sinon\u00edmia, o que inclui todos os t\u00e1xons de\u00a0<em>Physcia<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0citados para o Brasil. Caracter\u00edsticas de import\u00e2ncia taxon\u00f4mica foram reestudadas e discutidas. Al\u00e9m das descri\u00e7\u00f5es e coment\u00e1rios, s\u00e3o fornecidas chaves de identifica\u00e7\u00e3o e ilustra\u00e7\u00f5es das esp\u00e9cies e suas variedades. A anatomia do c\u00f3rtex inferior de v\u00e1rios t\u00e1xons de\u00a0<em>Physcia<\/em>, uma das principais caracter\u00edsticas de valor taxon\u00f4mico ao n\u00edvel de esp\u00e9cie no g\u00eanero, foi discutida para a maioria das esp\u00e9cies aceitas e seus sin\u00f4nimos. Os sin\u00f4nimos de\u00a0<em>P.\u00a0aipolia<\/em>\u00a0(Humb.) F\u00fcrnr. foram revisados;\u00a0<em>P. afra<\/em>\u00a0Hue \u00e9 proposta como sin\u00f4nimo de\u00a0<em>P.\u00a0ochroleuca\u00a0<\/em>(M\u00fcll. Arg.) M\u00fcll. Arg., enquanto\u00a0<em>\u00a0P.\u00a0aipolia\u00a0<\/em>f.\u00a0<em>verruculosa\u00a0<\/em>Vain. in R\u00e4s\u00e4nen \u00e9 combinada em\u00a0<em>P. verruculosa\u00a0<\/em>(Vain.) Jungbluth &amp; Marcelli e considerada esp\u00e9cie v\u00e1lida.Um lectotipo para\u00a0<em>P.\u00a0alba<\/em>\u00a0(F\u00e9e) Lynge var.\u00a0<em>linearis<\/em>\u00a0Lynge foi designado e esta variedade \u00e9 sin\u00f4nimo de\u00a0<em>P.\u00a0kalbii<\/em>\u00a0Moberg. A presen\u00e7a de\u00a0<em>P.\u00a0adscendens\u00a0<\/em>(Fr.) H. Olivier,\u00a0<em>P.\u00a0caesia\u00a0<\/em>(Hoffm.) F\u00fcrnr.,\u00a0<em>P. dubia<\/em>\u00a0e\u00a0<em>P.\u00a0stellaris\u00a0<\/em>(L.) Nyl. na micota liquenizada brasileira \u00e9 questionada.\u00a0<em>Physcia obsessa<\/em>\u00a0(Mont.) Nyl. permanece como\u00a0<em>nomen dubium<\/em>\u00a0e\u00a0<em>P.\u00a0lactea<\/em>\u00a0Zahlbr. como\u00a0<em>nomen inquerendum<\/em>. Quatro esp\u00e9cies de\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0s\u00e3o novas para a Ci\u00eancia:\u00a0<em>P. astipitata<\/em>\u00a0Jungbluth &amp; Marcelli,\u00a0<em>P.\u00a0exoalbida<\/em>\u00a0Jungbluth &amp; Marcelli,\u00a0<em>P.\u00a0jolyana<\/em>\u00a0Jungbluth, Kalb &amp; Marcelli e\u00a0<em>P.\u00a0mantiqueirensis<\/em>\u00a0Marcelli &amp; Jungbluth.\u00a0<em>Pyxine heterospora<\/em>\u00a0Vain. e\u00a0<em>P.\u00a0oceanica\u00a0<\/em>Zahlbr., respectivamente consideradas sin\u00f4nimos de\u00a0<em>P.\u00a0eschweileri<\/em>\u00a0(Tuck.) Vain. e\u00a0<em>Pyxine coco\u00ebs\u00a0<\/em>(Sw.) Nyl., s\u00e3o propostas como esp\u00e9cies v\u00e1lidas. Tamb\u00e9m\u00a0<em>P.\u00a0microspora<\/em>Vain.,\u00a0<em>P.\u00a0minuta<\/em>\u00a0Vain. e\u00a0<em>P.\u00a0pyxinoides<\/em>\u00a0(M\u00fcll. Arg.) Kalb s\u00e3o consideradas boas esp\u00e9cies, enquanto\u00a0<em>P.\u00a0nitidula<\/em>\u00a0M\u00fcll. Arg. \u00e9 proposta como sin\u00f4nimo de\u00a0<em>P.\u00a0pyxinoides<\/em>.\u00a0<em>Pyxine retirugella\u00a0<\/em>var.\u00a0<em>capitata\u00a0<\/em>Zahlbr. \u00e9 colocada como sin\u00f4nimo de\u00a0<em>P.\u00a0fallax<\/em>\u00a0(Zahlbr.) Kalb.<em>Pyxine\u00a0caesiopruinosa<\/em>\u00a0(Nyl.) Imshaug e\u00a0<em>P<\/em>.<em>\u00a0physciaeformis<\/em>\u00a0(Malme) Imshaug s\u00e3o consideradas esp\u00e9cies distintas. O lectotipo de<em>P.\u00a0meissneri\u00a0<\/em>ssp.\u00a0<em>connectens\u00a0<\/em>Vain. foi escolhido.\u00a0<em>Pyxine fallax\u00a0<\/em>(Zahlbr.) Kalb e\u00a0<em>P<\/em>.\u00a0<em>katendei<\/em>\u00a0Swinscow &amp; Krog s\u00e3o novas cita\u00e7\u00f5es para a Am\u00e9rica do Sul. No Brasil,\u00a0<em>P.\u00a0albovirens<\/em>\u00a0(G.\u00a0Mey.) Aptroot e\u00a0<em>P<\/em>.<em>\u00a0obscurascens\u00a0<\/em>Malme s\u00e3o reportadas pela primeira vez para o estado de S\u00e3o Paulo, enquanto\u00a0<em>P<\/em>.<em>\u00a0caesiopruinosa<\/em>\u00a0(Nyl.) Imshaug \u00e9 nova para Minas Gerais,\u00a0<em>P<\/em>.<em>\u00a0coralligera<\/em>\u00a0Malme para Goi\u00e1s e<em>\u00a0P<\/em>.<em>\u00a0coccifera<\/em>\u00a0(F\u00e9e) Nyl. para Maranh\u00e3o e Tocantins.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: fungos liquenizados,\u00a0<em>Physciaceae<\/em>,\u00a0<em>Physcia<\/em>,\u00a0<em>Pyxine<\/em>, taxonomia, esp\u00e9cies novas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Patricia_Jungbluth_DR.pdf\" target=\"_blank\">Patr\u00edcia Jungbluth<br \/>\nEstudos taxon\u00f4micos em<em>\u00a0Physcia\u00a0<\/em>(Scheb.) Michx. e\u00a0<em>Pyxine<\/em>\u00a0Fr. (<em>Physciaceae, Ascomycota<\/em>).\u00a0<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patr\u00edcia Jungbluth Patr\u00edcia Jungbluth, aluna de doutorado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica e bolsista CNPq (processo 140127\/2006-2) e FAPESP (processo 05\/53955-1) defendeu no dia 18 de janeiro de 2010 sua tese intitulada \u201cEstudos taxon\u00f4micos em\u00a0Physcia\u00a0(Scheb.) Michx. e\u00a0Pyxine\u00a0Fr. 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