{"id":1343,"date":"2013-09-20T10:57:38","date_gmt":"2013-09-20T13:57:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1343"},"modified":"2013-09-20T10:57:38","modified_gmt":"2013-09-20T13:57:38","slug":"2010-marilia-cristina-duarte","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-marilia-cristina-duarte\/","title":{"rendered":"Mar\u00edlia Cristina Duarte DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Mar\u00edlia Cristina Duarte<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Mar\u00edlia Cristina Duarte, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, defendeu, dia 30 de julho de 2010, sua tese de Doutorado intitulada<br \/>\n\u201cAn\u00e1lise filogen\u00e9tica de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0Schott &amp; Endl. e g\u00eaneros afins (Bombacoideae, Malvaceae)\u00a0e estudo taxon\u00f4mico de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0no Brasil\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Gerleni Lopes Esteves (orientadora &#8211; N\u00facleo de Pesquisas Curadoria do Herb\u00e1rio, IBt),\u00a0Dra. Ingrid Koch (UFScar, campus Sorocaba), Dr. Massimo Bovini (Instituto de Pesquisas Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro), Dr. Andr\u00e9 Olmos Sim\u00f5es (USP, campus zona Leste)<br \/>\ne Dra. Maria das Gra\u00e7as Lapa Wanderley (N\u00facleo de Pesquisas Curadoria do Herb\u00e1rio, IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">\u00a0An\u00e1lise filogen\u00e9tica de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0Schott &amp; Endl. e g\u00eaneros afins (Bombacoideae, Malvaceae)<br \/>\ne estudo taxon\u00f4mico de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0no Brasil<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\"><em>Eriotheca<\/em>\u00a0Schott &amp; Endl. (Bombacoideae, Malvaceae) inclui cerca de 24 esp\u00e9cies distribu\u00eddas na Am\u00e9rica do Sul. O g\u00eanero caracteriza-se por apresentar flores com at\u00e9 6,5cm compr. e 18-170 estames concrescidos at\u00e9 certa altura formando um tubo e depois livres entre si. O presente trabalho teve como objetivos realizar uma an\u00e1lise filogen\u00e9tica, a fim de testar o monofiletismo de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0e estabelecer suas rela\u00e7\u00f5es com g\u00eaneros afins e realizar o estudo taxon\u00f4mico das esp\u00e9cies de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0que ocorrem no Brasil. Nesse contexto, o trabalho foi organizado em quatro cap\u00edtulos. No primeiro cap\u00edtulo, foi apresentada a an\u00e1lise filogen\u00e9tica baseada nas sequ\u00eancias de dados do DNA nuclear (<em>ITS)<\/em>\u00a0e de cloroplasto (<em>trnL-F<\/em>\u00a0e\u00a0<em>matk)\u00a0<\/em>de 50 t\u00e1xons de Bombacoideae e sete t\u00e1xons adicionais de Malvatheca. As an\u00e1lises das sequ\u00eancias de\u00a0<em>ITS, trnL-F<\/em>\u00a0e dos dados combinados dos tr\u00eas marcadores mostraram o parafiletismo de\u00a0<em>Eriotheca.<\/em>\u00a0As esp\u00e9cies desse g\u00eanero emergiram juntamente com as esp\u00e9cies de\u00a0<em>Pachira<\/em>\u00a0<em>s.l.<\/em>, formando um novo clado que tem como prov\u00e1vel sinapomorfia as sementes estriadas. Entretanto, na an\u00e1lise dos dados de\u00a0<em>matK\u00a0<\/em>o g\u00eanero emergiu como monofil\u00e9tico<em>.\u00a0<\/em>Tal posicionamento foi fortalecido pelo resultado do teste de Templeton, realizado com os dados combinados, no qual o monofiletismo de<em>Eriotheca<\/em>\u00a0n\u00e3o foi rejeitado. No segundo cap\u00edtulo, foram apresentadas as propostas de oito sinonimiza\u00e7\u00f5es, designa\u00e7\u00f5es de um lect\u00f3tipo e um epitipo, al\u00e9m de duas mudan\u00e7as de status para o n\u00edvel espec\u00edfico. No terceiro cap\u00edtulo, uma esp\u00e9cie nova foi descrita e ilustrada,\u00a0<em>E. bahiensis<\/em>, com ocorr\u00eancia na floresta pluvial dos tabuleiros do sul da Bahia. Foi apresentada uma chave de identifica\u00e7\u00e3o incluindo a esp\u00e9cie nova e as esp\u00e9cies afins. No quarto cap\u00edtulo, foi apresentado o tratamento taxon\u00f4mico realizado com base na an\u00e1lise de mais de 500 materiais de herb\u00e1rios brasileiros e estrangeiros e de materiais obtidos durante as expedi\u00e7\u00f5es de coleta. Foram reconhecidas 16 esp\u00e9cies de\u00a0<em>Eriotheca<\/em>\u00a0distribu\u00eddas desde a regi\u00e3o Norte at\u00e9 o Estado de S\u00e3o Paulo, na Floresta Amaz\u00f4nica, Mata Atl\u00e2ntica e no Cerrado. A separa\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies foi feita com base no porte dos indiv\u00edduos, presen\u00e7a ou n\u00e3o de sapopemas, n\u00famero de fol\u00edolos, dimens\u00f5es dos fol\u00edolos, pec\u00edolos, peci\u00f3lulos e p\u00e9talas, forma dos bot\u00f5es florais, forma do c\u00e1lice e tipo de borda e na morfologia do tubo estaminal. Adicionalmente, foi realizado um estudo da morfologia dos tricomas, sob microscopia eletr\u00f4nica de varredura, por meio do qual foram detectados v\u00e1rios caracteres que complementaram a caracteriza\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Foram apresentadas descri\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, chave de identifica\u00e7\u00e3o, ilustra\u00e7\u00f5es, mapas de distribui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de coment\u00e1rios sobre variabilidade, rela\u00e7\u00f5es taxon\u00f4micas e distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica para todas as esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong><em>Eriotheca<\/em>,\u00a0<em>Pachira<\/em>, ITS,\u00a0<em>trnL-F<\/em>,<em>\u00a0matk<\/em>, morfologia, distribui\u00e7\u00e3o, revis\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Marilia_Cristina_Duarte_DR.pdf\" target=\"_blank\">Mar\u00edlia Cristina Duarte<br \/>\n\u201cAn\u00e1lise filogen\u00e9tica de <em>Eriotheca<\/em> Schott &amp; Endl. e g\u00eaneros afins<br \/>\n(Bombacoideae, Malvaceae) e estudo taxon\u00f4mico de <em>Eriotheca<\/em> no Brasil\u201d<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mar\u00edlia Cristina Duarte Mar\u00edlia Cristina Duarte, aluna do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, defendeu, dia 30 de julho de 2010, sua tese de Doutorado intitulada \u201cAn\u00e1lise filogen\u00e9tica de\u00a0Eriotheca\u00a0Schott &amp; Endl. e g\u00eaneros afins (Bombacoideae, Malvaceae)\u00a0e estudo taxon\u00f4mico de\u00a0Eriotheca\u00a0no Brasil\u201d. 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